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Posts de dezembro 2012

Treze, número da sorte

30 de dezembro de 2012 2

Treze músicas sobre transformações, recomeços, novos tempos e “viradas na chave” pra imaginar que 2013 pode ser um ano com bons arranjos, harmonias convidativas e melodias aprazíveis. Ao menos é o que Orelhada deseja a todos nós, dileto leitor. E sinta-se convidado a voltar, quantas vezes quiser, a este espaço virtual na próxima temporada.

Por trás da chuva

28 de dezembro de 2012 0

Os irmãos Panarotto liberaram o making of de Chamando Chuva, discaço gravado há quase três anos, em Porto Alegre, mas só lançado em 2012. Os bastidores da produção, comandada por Marcelo Birck, estão na janelinha aí embaixo. Já sobre o trabalho propriamente dito e outras questões pertinentes, você pode ler AQUI , na entrevista que os brothers de Chapecó (e cabeças da banda Repolho) deram para o Orelhada.

Subam a bordo, psicodélicos

27 de dezembro de 2012 0

Tenho para mim que mesmo que o mundo acabasse na sexta-feira passada, o Psicodália aconteceria em outro sistema solar, em outro plano físico (ou não), num chat mental em pleno purgatório, que seja. Afinal, muitos concordam que o festival – que nesta sexta (28) dá início a sua 16ª edição – parece acontecer num mundo paralelo e numa era imprecisa, regidos por costumes alternativos. Sendo assim, é presumível que o sol brilhe diferente na Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho, e que esse seja um cenário e tanto para virar a chave de 2012. Antecipado do Carnaval para o Réveillon, o Psicodália entrará no ano novo sob o signo da renovação sim, mas com um ar conhecido, já que as principais atrações desses seis dias de natureza, arte e diversão reflexiva são velhos conhecidos do público: Blues Etílicos (dia 28), Alceu Valença (foto acima, dia 29), Mutantes (dia 30) e Hermeto Pascoal (dia 1º), ícones nacionais em seus respectivos estilos.
O pernambucano Alceu baixará no Planalto Norte reembalando o célebre álbum Vivo!, de 1976, enquanto os Mutantes, em vez de repetirem o show de 2010, comparecem com a formação – liderada por Sérgio Dias, claro – que gravou o disco Tudo Foi Feito pelo Sol, de 1974. O progressivo misturado ao blues, ao indie, ao folk, ao rock, às possibilidades que transitam pela MPB, pelo jazz, pela música regional. Uma ilimitada miríade de sons que, em meio ao “bicho-grilismo” reinante, faz coro a cada vez mais vasta grade de atrações que varam a fazenda. Teatro, cinema, oficinas, palestras, odores, o mar de barracas e cabeleiras ao vento. Não há tédio no reino psicodélico. Para adentrá-lo, consulte o site oficial do evento.

Vídeos do Articidade 2012 estão online

27 de dezembro de 2012 0

Caso você tenha se deparado com alguma das performances do Projeto Articidade, realizadas no Centro de Joinville ao longo de 2012, e parou para ver, saiba que você estava sendo filmado. As 12 ações artísticas – sete originais e cinco recriações de obras importantes – foram registradas e viraram os vídeos que o curador Jefferson Kielwagen despejou a conta-gotas no YouTube depois de editá-las nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Agora, todas elas estão online, para quem quiser assistir, inclusive fora do Brasil – os títulos e legendas em inglês são uma forma encontrada para divulgar mundialmente os artistas locais. “O resultado ficou melhor do que o esperado. Como nas edições anteriores do Articidade, esperamos estimular esse tipo de produção artística na cidade. Nosso objetivo é sempre explorar as possibilidades da ação poética no espaço público e urbano. É bem diferente de performance no espaço controlado e seguro de galerias e museus. As reações do público também são muito diferentes”, diz Kielwagen, que prepara, ao lado das também curadoras Alena Marmo e Regina Melim, um catálogo impresso que irá explorar as questões críticas e teóricas das performances, que podem ser assistidas AQUI.

XSX! - Absynthetic

27 de dezembro de 2012 2

Fazem seis meses desde que o trio joinvilense Absynthetic (sobre quem vocês podem ler AQUI) avisou que viria pela frente o clipe da faixa-título do EP XSX!, lançado em abril de 2011. Demorou, mas chegou. Apresentado oficialmente no sábado passado, o vídeo dirigido pelo ex-colega de redação do AN Marcus Carvalheiro emplaca em imagens o metal industrial da banda, acrescentando uma certa lascívia ao clima de fim do mundo do instrumental. Aí está:

Baby, it's Cold Outside - She & Him

26 de dezembro de 2012 0

Sim, sim, o Natal já passou, mas nem por isso vamos ignorar mais um divertido clipe com cara de coisa antiga providenciado pela dupla She & Him para esta época festiva. Desta vez, Zoey Deschanel e M. Ward viram desenhos animados no vídeo de Baby, it’s Cold Outside, faixa do agradável disco natalino A Very Christmas, lançado em dezembro de 2011. Assista várias vezes seguidas – afinal, vai que o clima friorento da animação não faça soprar pelo menos uma brisa que amenize esse calor infernal?

Empurrão planetário

26 de dezembro de 2012 1

O ano terminou bem para Clay Galanti, guitarrista da (finada?) Blasé e que nas horas vagas toca o projeto experimental que leva seu sobrenome. O moço emplacou a atmosférica Love Me Not too Much na coletânea virtual Psicotropicodelia Music Vol. 5, organizada pelo selo carioca Netlabel e composta por beats, efeitos e melodias originários de vários países (apenas dois do Brasil), o que garante sua propagação pelo globo terrestre. Como este empurrão planetário, o Galanti deixa de ser apenas um projeto em 2013 para virar, de fato, uma banda, já que o guitarrista e sua bateria eletrônica contarão com outros dois músicos para os shows que virão pela frente. Na janelinha abaixo, você ouve a música de Galanti, e AQUI, as demais faixas da compilação, com direito a baixamento grátis.

Liga de super-desenhos

23 de dezembro de 2012 0

Quando abril chegar e a 10ª edição da Feira de Joinville iniciar seus trabalhos no Centro de Eventos Edmundo Dobrawa, uma atração atiçará principalmente os consumidores de HQs de aventuras: Daniel HDR, desenhista que desde 1995 já ilustrou personagens da Image, Marvel (onde lhe confiaram os X-Men) e DC Comics (a Mulher-Maravilha foi um deles) além de trabalhos ligados aos games e mangás. Enquanto continua bem cotado lá fora e seus traços alcançam leitores ao redor do mundo, por aqui, o porto-alegrense de 38 anos ensina a sua arte a uma nova geração de desenhistas, além de outros trabalhos que podem ser conferidos no site oficial dele. Antecipando a vinda à cidade, Daniel conversou com a coluna para contar o que anda fazendo.

Você continua trabalhando para as editoras americanas? O que está fazendo no momento?
Daniel HDR
- Ravagers (DC Comics) e Marvel Greatest Battles (Marvel).

A maioria dos desenhistas brasileiros diz que os gringos são muito exigentes e profissionais. Tem essa impressão também?
Daniel HDR
- Em profissionalismo, acredito que a atual situação das editoras brasileiras (pequenas ou grandes) não difere muito das de lá. Acredito que aspectos como distribuição – para atingirem com maior eficiencia seus leitores -, remuneração ao autor e royalties sobre republicações são fatores que ainda deixam em vantagem as editoras no exterior.

Os artistas brasileiros continuam com moral lá fora?
Daniel HDR
– Os artistas que são responsáveis, certamente. O mercado externo possui diversas etnias prestando serviço, e não se trata – como muitos pensam, equivocadamente – de mão de obra barata. Tal reconhecimento ocorre não só com brasileiros, mas com todos aqueles que têm um trabalho que alcance com eficiencia seus leitores.

Em 2010, você desenhou a revista do X-Men com roteiro do Chris Claremento, uma lenda das HQs. Como foi?
Daniel HDR
– Trabalhei com um dos meus ídolos de infância, e ganhei um grande amigo. É muito legal ter esta oportunidade de trabalhar na indústria dos quadrinhos, ser um autor que possui base de influências, ter meus ídolos e, ao dialogar com eles, ver que são pessoas normais como eu, você e tanta gente.

Tendo passado pela quatro, qual a diferença de trabalhar com Marvel, DC, Dark Horse e Image?
Daniel HDR
- Ainda trabalho com elas, mais com Marvel e DC, atualmente. Acredito que foram as que mostraram mas mudanças (positivas). A internet possibilita um feedback de seu editor e leitores muito rápido, e o processo de produção, desde o estágio de criação até a fase de editoração, ficou muito ágil com as novas tecnologias. Quem as domina geralmente se destaca.

Você tem um personagem predileto, um que adoraria desenhar (se é que já não fez)?
Daniel HDR
– No meio dos comics, esta pergunta é um pouco mais complexa. Por serem personagens com longevidade, como leitor e autor, tendo a diferenciar determinadas equipes artísticas em vários personagens. Exemplo: quando o personagem X foi escrito por fulano e desenhado por beutrano… É sempre uma pergunta estranha, pois se eu disser que gosto de um determinado personagem, certamente não será de tudo que foi feito com ele, mas de determinadas fases. Mas se fosse pra escolher aqueles com os quais ainda não trabalhei e que seriam de minha preferência para desenvolver algo, posso listar o Surfista Prateado e Fantasma.

Você costuma gostar das adaptações de super-heróis para o cinema? O que achou dos Vingadores?
Daniel HDR
Vingadores foi Os Mercenários com super-heróis. Empolgante, simples e divertido. Me senti um moleque de dez anos novamente, lendo minhas primeiras HQs dos Vingadores no gibi Heróis da TV. E sim, as adaptações são importantes para uma renovação quantitativa de leitores, tal qual os games e outras iniciativas transmídia.

Você também dá aulas de histórias em quadrinhos. Vem gente boa por aí?
Daniel HDR
- Sem dúvida. Ainda mais porque estamos em uma realidade na qual trabalhar com o que realmente se gosta torna isso mais autêntico, expontâneo e real.

Em geral, o pessoal para quem você ensina já sonha em trabalhar para as grandes editoras americanas?
Daniel HDR
- Como disse antes, a realidade transmídia ja possibilita o autor a imaginar suas idéias não somente no campo de uma editora única, ou mesmo em uma mídia única. Sem dúvida, muitos têm como objetivo publicar em uma grande editora, mas cada vez mais eleva-se o conceito de “o que quer fazer” e não somente “onde se quer fazer” na iniciativa de jovens autores.

Você estará na Feira do Livro de Joinville em 2013. Participa de muitos eventos desse tipo?
Daniel HDR
– Geralmente participo de eventos no País e no exterior, todos ligados a quadrinhos e cultura pop. Em Joinville, será a minha primeira vez como convidado em um evento da cidade. Estou bastante empolgado por rever a região e entrar em contato com o público que prestigiará o evento.

Metal de bom coração

21 de dezembro de 2012 0

A melhor resposta para quem diz que não há amor no coração do heavy é o tradicionalíssimo Natal Metálico, em Balneário Camboriú. O evento beneficente acontece neste sábado (22), com as bandas Matricidium, Antichrist Hooligans e PowerSteel no palco do Gas Station Pub.

Despedida em Liverpool - Criadores de Caso

21 de dezembro de 2012 0

Porque não basta simplesmente dizer que Beatles e Bob Dylan são influências…