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Raízes poéticas profundas

27 de março de 2013 2

Caco de Oliveira chegou a Joinville em 1979, mas só três anos depois seus envelopes com haikais começaram a circular pela cidade. Gotas de poesia simples e direta no alvo que logo estavam impressas pelos cantos, no suporte que encontrassem, além dos papéis rotineiros e de livretos como Logo, o primeiro de muitos que ele lançou a partir de 1988. Trinta anos se passaram, e Caco se viu disposto a resumir sua produção entre 1982 e 2012. Nasceu daí – e de recursos angariados via mecenato – Farda de Passeio – Poesia Quase Tudo, a antologia de 160 páginas organizada pelo também escritor Fernando José Karl que a Editora Letra dágua lançará no dia 9 de maio. O melhor, entretanto, vem depois: a circulação por cinco importantes feiras literárias do País, entre elas, a Flip e a Bienal do Livro de São Paulo. “Agora, tudo é motivo de comemoração”, diz Caco, que, amparado pelo horóscopo chinês, se vê em meio ao fim de um ciclo e o começo de outro. Fluxo contínuo e poético, como indicam os haikais postados diariamente no Facebook.

Comentários (2)

  • Caco de Oliveira diz: 27 de março de 2013

    Muito obrigado a todos.

  • Caco de Oliveira diz: 7 de abril de 2013

    ENTRE O PENSAR E O REALIZAR
    EXISTE O MONTE FUJI PARA ESCALAR.

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