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Extrema-unção

28 de março de 2013 14

O joinvilense Jefferson Kielwagen aprontou outra na Universidade de Michigan (EUA), onde leciona e faz mestrado, mas desta vez a repercussão de suas interferências artísticas foi bem maior, chegando à grande mídia local. Isso porque ele ousou mexer com um símbolo da instituição e da própria capital do Estado, East Lansing: a estátua de um guerreiro espartano, por lá desde 1945 e inspiração para os atletas universitários, foi toda ungida com óleo de oliva por Kielwagen no começo do mês. E justo no dia em que o time da universidade disputava uma partida. As implicações da performance são inúmeras e estão explicadas (em inglês) em seu BLOG, porém, ele resumiu assim a escorregadia intervenção: “Tecnicamente, minha ação poderia ser considerada vandalismo desde que espalhei óleo pela estátua e não limpei, então, ela cheirou a óleo por um tempo. Mas, ao mesmo tempo, é uma ação positiva em contextos religiosos, atléticos e eróticos. E os Spartans venceram o jogo naquela noite”.

Comentários (14)

  • Aline Santos diz: 28 de março de 2013

    Na boa, isso para mim, é espírito de porco, coisa bem típica de brasileiro que vai para o exterior e ao invés de estar aproveitando as oportunidades tem que fazer merda.

  • Cristiano diz: 28 de março de 2013

    Querida, desinformada e ignorante Aline Santos: Jefferson é um performer, ou seja artista. Então antes de falar sobre espíritos de porco, pesquise, leia, e seja menos ignorante. Ações que interveem no espaço são ricas a ponto de romper a tecitura do dia-a-dia e tentar romper com o cabresto que certos humanos usam. Fica a dica!!!

  • Esmayler R. Felix diz: 28 de março de 2013

    Enquanto a criativa liberdade dele não se torna uma libertinagem esta tudo bem, se ele quer ser visto que continue com o pé fora das linhas do vandalismo.

  • Aline diz: 28 de março de 2013

    Obrigada pela dica Cristiano!

  • Rodnei Medeiros diz: 28 de março de 2013

    Performer artista espírito de porco!!! Realmente, coisa de brasileiro que “se acha” e quer chamar a atenção a qualquer custo. E tem gente que ainda acha bonito…

  • leonardo diz: 28 de março de 2013

    Concordo com a Aline Santos, “performer”?, “romper a tecitura”?.
    Coisa de vadio, vão trabalhar seus ‘malas sem alça’.

  • ricardo diz: 29 de março de 2013

    kkkkk…nunca comentei nesse blog, mas fui obrigado a faze-lo ao ler o comentário do ser iluminado que assina como Cristiano…no seu comentário são revelados os piores sintomas da ociosidade dos tempos modernos, quando o trabalho braçal foi substituído pelo das maquinas, sobrando assim mais tempo para se fazer coisas inúteis – no caso da tal “intervenção” – e para escrever abstrações travestidas de uma intelectualidade vazia e clichê, que beira a filosofia de boteco…o nosso artista ai merecia eh uma deportação imediata…

  • Adriana Campos diz: 31 de março de 2013

    Também acho uma pouca vergonha! Além de imoral e indecente. Concordo com os colegas, isso não é coisa de Deus.

  • Panthro Samah diz: 31 de março de 2013

    Eu acho que a mãe desse menino tinha que ter ensinado melhor pra ele não sair por aí fazendo arte no país dos outros.

  • Jefferson Kielwagen diz: 31 de março de 2013

    Caros haters: seus comentários maldosos escorrem pela superfície da minha pele. Eu os espalho com as mãos, até cobrir completamente o meu corpo. Obrigado!

  • PJ diz: 31 de março de 2013

    Todos uns escravinhos ceguetas do capitalismo. Bando de baba ovos imperialistas que não tem um pingo de criatividade e só sabem malhar o pau. Vcs queriam era estar no lugar dele, hipócritas. A Arte é subjetiva e com certeza não é para vcs e esses seus olhos tolos. Vejam pelo lado bom: O óleo conserva e lubrifica o metal, seus inúteis.

  • Gustavo Kielwagen diz: 2 de abril de 2013

    Chama o espartano de salada e come ele antes do almoço…

  • Marcos Alexandre diz: 2 de abril de 2013

    Adriana Campos, como você pode dizer que “não é coisa de Deus”? Você deve se considerar crente ou conhecedora de alguma coisa para falar assim, mas na verdade você está completamente errada. Em muitas passagens da Bíblia fala-se em unção. “Unge a minha cabeça com óleo”, no salmo 23, é a passagem mais conhecida. O óleo era um elemento precioso na época da Jesus, e nos fala de discernimento espiritual e da obra do Espírito Santo em nossas vidas. O artista certamente é, acima de tudo, a favor de Deus e da espiritualidade. Amém!

  • fabio diz: 8 de abril de 2013

    valei-me são duchamp…
    tem uma intervenção aqui em joinville esperando para ser feita por todos os artistas da cidade: carpir as margens do cachoeira…

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