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Um jardineiro, por favor

09 de abril de 2013 0

Não é apenas o MAJ Sounds que, caso continue, terá que encontrar um novo local para se estabelecer – no sábado (6), o Parque das Águas se mostrou um ótimo novo endereço. Outros eventos/encontros que usam o jardim do Museu de Arte de Joinville também terão de pensar em outro espaço, ao menos enquanto continuar a interdição do prédio histórico. O novo diretor do museu (ainda não nomeado oficialmente), o arquiteto Marcos Rück, prefere não correr riscos e manter os eventos fora de sua área. “É uma questão física. Não é que eu não queira, mas precisamos ter uma certa precaução”, explica ele, preocupado também com a deterioração das esculturas que habitam o jardim do MAJ. Ali estão obras de Jorge Schroeder, Mário Avancini, Helena Montenegro, Pita Camargo e Ricardo Kolb, as duas últimas em condições piores. Quem carimba a avaliação é Gessônia Carrasco, conservadora e restauradora da Fundação Cultural. Segundo ela, Pita (autor de uma escultura em pedra e resina) e Kolb (criador do cubo de metal) serão procurados para ajudarem a avaliar qual o melhor meio de recuperar esses trabalhos, que, como os demais, sofreram desgaste natural pela exposição ao tempo.

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