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Degradação planejada

10 de abril de 2013 0

Cabe um esclarecimento sobre a “degradação” da obra de Ricardo Kolb que habita o jardim do Museu de Arte de Joinville, sobre a qual falamos na terça-feira (leia AQUI). Criada com tubos de aço em 2004, ela é decorrente de uma coletiva na Galeria Victor Kursancew chamada Poética da Cidade, e seu desgaste natural, explícito na corrosão e na coloração enferrujada, é inerente ao conceito da obra. Ou seja, sua finitude foi planejada. Mesmo assim, Kolb reconhece os riscos que o atual estado dela oferece no MAJ. Por isso, o artista irá desmontar a estrutura e, com os restos, transformá-la em outra peça, ao mesmo tempo em se dispõe a criar uma nova obra para não deixar o jardim do museu desfalcado. “Acho que a cidade precisa desses objetos que percorrem o sensível, e não só prédios”, justifica Kolb.

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