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No quarto escuro

10 de abril de 2013 1

Impressionante. Mesmo após 30 anos e dar à luz incontáveis seguidores, o Depeche Mode continua sendo o melhor naquilo que faz. Ninguém se esgueira pela eletrônica dark sem pagar tributo à banda inglesa, ainda mais depois de ela mostrar o quão em forma está com Delta Machine, seu novo disco. Ok, não há nada de novo no front sonoro do trio, que aponta ainda mais baixo nas atmosferas de alcovas sombrias e pistas de dança solitárias. É assim, um tanto claustrofóbico, que Dave Gahan faz relatos febris em canções intimistas e enxutas como Angel, Heaven, Slow e o blues processado de Goodbye, que encerra o álbum de forma apoteótica. É quase um milagre que Broken, Soothe my Soul e Soft Touch/Raw Nerve consigam fazer dança, mas a tentativa é válida, principalmente como elevação de temperatura.

Comentários (1)

  • pabloREM diz: 10 de abril de 2013

    Depeche Mode continua imbatível. Agora só falta passarem pelo Brasil nessa nova e gigantesca turnê.

    Twitter: @pablogeratti

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