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Cuia, erva e sangue de mentira

15 de maio de 2013 0

“Zumbis, zumboas, recém-falecidos raivosos e mais uma gama de coloridos mortos-vivos melequentos tomam conta da região rural do Oeste de Santa Catarina e vísceras rolam ao doce sabor da erva-mate Cronenberg”. Por esta ligeira sinopse, parece que nada mudará em Zombio 2: Chimarrão Zombies, sequência do filme de 1999 tido como a primeira produção brasileira com zumbis e um clássico na extensa cinematografia de Petter Baiestorf. A sanguinolência é a mesma, mas como ela foi produzida… quanta diferença! Zombio 2 foi rodado entre março e abril, envolveu cinco produtoras, dividiu-se entre oito Estados, contou com uma equipe de 40 pessoas e levou 18 dias para ser editado. É quase uma superprodução trash, apesar dos valores (R$ 15 mil). A versão que Petter estreou no FantasPoa, no dia 4 (e com a qual participará de outros festivais), não é a definitiva, mas tem “uma qualidade maior do que qualquer outro filme que já fiz”, nas palavras do diretor, que reconhece estar se aproveitando da onda de mortos-vivos no cinema para retornar ao gênero pela quinta ou sexta vez.

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