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Posts de junho 2014

Tomem seus assentos, vai ter teatro

30 de junho de 2014 6

studio prime, divulgação
Um equipamento cultural que começou a ser erguido em 2004 será enfim inaugurado no próximo dia 26. Trata-se do teatro da Faculdade Cenecista de Joinville, na avenida Getúlio Vargas, que, dotado de 640 lugares, 11 metros de boca de cena por nove metros de profundidade e o fino em termos de iluminação, som e acústica, chega para ser um dos três maiores do Estado, segundo o diretor Félix Negherbon. Detalhe importante, frisado por ele: além de atender à instituição, o espaço está aberto a produtores da cidade e órgãos culturais atrás de um palco hospitaleiro para suas programações. Falando nisso, o teatro abrirá as portas com uma atração de respeito: Bibi Ferreira (foto acima), a grande dama da música brasileira e em plena (e afiada) atividade aos 92 anos. Ela se apresentará ao lado de 17 músicos de Joinville, escolhidos e ensaiados pela maestrina Fabricia Piva. Desta vez, Bibi cantará apenas para convidados.

Um Ramone em SC

30 de junho de 2014 0

divulgaçãoSanta Catarina será visitada por um Ramone nos próximos meses. O John Bull Pub de Florianópolis foi incluído na nova turnê brasileira de CJ, o cara que segurou o baixo da banda entre 1989 e 1996 e substituiu Dee Dee Ramone, o que não é pouca coisa. Além de tomar parte no mito, CJ tem uma carreira solo bacana, como prova o Bad Chopper e Reconquista, disco lançado em 2013. Faixas desse álbum e, claro, hits dos Ramones farão parte do show na Capital em 4 de setembro. No dia anterior, ele toca em Curitiba, no Espaço Cult.

Dança de camarote

30 de junho de 2014 1

FDJ, divulgação
O 32º Festival de Dança de Joinville bate à porta e eis que lá estará de novo João Wlamir, figura presente em várias edições como curador, diretor da Noite de Gala em 2012 e jurado. Desta vez, sua função será avaliar as apresentações de balé neoclássico. Os cargos são resultado de um envolvimento com a dança que vem de décadas e passou pelo Theatro Municipal do Rio de Janeiro (como bailarino, ensaiador e diretor artístico), pelo grupo dança D.C. e até pelo Carnaval carioca, do qual é jurado desde 2000. Recentemente, sua figura ficou conhecida fora dos corredores artísticos ao frequentar a bancada do programa de TV Se Ela Dança, Eu Danço. Ou seja, bagagem suficiente para render uma boa conversa com a coluna.

Você já veio ao Festival em diferentes momentos. Que mudanças percebeu no evento ao longo do tempo?
João Wlamir – São visões diferentes quando cada papel requer, no caso, três tipos de “apanhado” geral do Festival. Mas o que posso dizer é que a cada ano que fui a mudança, a evolução do Festival sempre foi para melhor, aparando as arestas do ano anterior, eliminando o que não deu certo e tomando outro  rumo, sempre visando ao aprimoramento artístico e operacional.

Neste ano, as noites competitivas passam a ter apresentações de dois gêneros na mesma data. O que você acha da mudança?
Wlamir - Acho perfeita essa mudança, pois todos nós, independentemente do gênero, queremos mais é dialogar com todas as outras formas de expressão, sem preconceito e ajudando o público a ter outra visão, um novo olhar sobre outra forma de dança. Também a parte operacional e distribuição de público se torna mais perfeita, pois um gênero que atrai mais público acaba por levar uma plateia nova a um que não atraia tanto.

Com a sua enorme experiência, você sugeriria alguma mudança (ou alinhamento) em relação ao Festival?
Wlamir - Há dois anos que não venho ao Festival, o que me impede de sugerir algo que não sei se já está ocorrendo e solucionado. Mas confio muito na direção e nos conselheiros artísticos, e sei que trabalharam firme para qualquer aprimoramento necessário.

Uma das justificativas do Ely Diniz para a troca da Mostra Contemporânea pela Estímulo Mostra de Dança é a falta de palcos no País. Concorda?
Wlamir – Sim. Os teatros do País estão fechando e alguns estão se dedicando mais aos musicais. Nada contra, mas são espaços tão grandes e caros que se os grupos de dança profissionais existentes não têm como alugar, imagine os grupos pré-profissionais.

Por viver no Rio e viajar bastante, você percebe, de fato, que grupos que participam e/ou são premiados no Festival conseguem mais espaço?
Wlamir – Sim, claro! O Festival é um selo de garantia pela seriedade e pela proposição a que se destina. Digamos que o Festival já tem uma grife e todos que passam por lá são vistos com outro olhar pelo público e pelos profissionais existentes no País.

Você já foi jurado do jazz, do contemporâneo e do clássico. Há um peso, ou uma pressão, distinto entre eles?
Wlamir – O peso e a seriedade ao julgar são os mesmos para cada um. O que muda é o olhar distinto entre eles. Por exemplo, no balé de repertório há que julgar o estilo, a execução, fidelidade ao caráter original, figurino etc. Já no clássico livre, o olhar tem que ser mais agudo em direção à proposta coreográfica e sua execução. No jazz, além do estilo e da técnica, o olhar se volta para a criatividade e o impacto ao que ele se propõe.

Numa entrevista em 2011, você disse que o clássico exige uma disciplina que não vinha sendo respeitada. Mantém a opinião?
Wlamir - Sim. Apesar dos intensos esforços nossos (jurados) na análise do dia seguinte, poucos compreendem que quando se trata de balé clássico de repertório – e aí estamos falando de tradição, caráter, estilo -, muitos preferem o apelo circense e da falsa arte do aplauso fácil. Mas continuamos a insistir. Trabalhamos com arte, circo é no circo!

Por causa do programa de TV, que tal ser conhecido fora do universo da dança?
Wlamir – É muito bom, pois posso sempre dar um jeito e divulgar a arte da dança. Mesmo que a conversa caia em outros pontos, vou fazendo meu trabalho de formiga, trazendo, pouco a pouco mais um para conhecer essa maravilhosa arte.

Que contribuição programas como o Se Ela Dança Eu Danço e o quadro no Faustão dão para a dança no País?
Wlamir – Desculpe, mas o quadro do Faustão pouco se aproxima do universo de quem faz dança realmente, apesar de atingir um grande público. Ele fala de algumas formas de dança e com seus próprios atores (jurados, inclusive), há poucos profissionais envolvidos. Considero importante por falar de dança, só. No Se Ela Dança, Eu Danço, quando se falava de dança, havia só profissionais, então  o saldo final foi bem positivo. Grupos se revelaram para o País, profissionais tornaram-se conhecidos e nunca se discutiu tanto sobre dança em geral.

Sexy Pearl lança EP no domingo

28 de junho de 2014 0

divulgação
Março chegou e com ele a disponibilização na internet das cinco faixas de Até de Madrugada, EP da banda Sexy Pearl, cara mais conhecida do hard rock joinvilense. Mas veio junho, e o sonho de ter esse trabalho marcado em CD tornou-se realidade para o quinteto. Para comemorar, ele reservou o palco do Sesc para lançar o disco,  gravado em Joinville e masterizadas pelo mesmo produtor dos Detonautas no Estúdio Toca 88, no Rio de Janeiro. O show será neste domingo (29), às 20 horas, e será integralmente dedicado à obra autoral da Sexy Pearl – além da íntegra do EP, outras oito músicas compõe o set list. A entrada é gratuita.

Dança no topo da Scar

27 de junho de 2014 0

Chan we art, divulgação
Iniciativa da coreógrafa Lisa Jaworski, a Cia. Dentro da Dança estreia neste sábado (28) o espetáculo de dança contemporânea Às Vésperas… Tudo que Antecede o Fato, tentando algo novo em termos de espaço cênico. Os bailarinos ocuparão uma área de 572 metros quadrados no sexto andar do prédio da Scar, de onde é possível ver boa parte da cidade de Jaraguá do Sul. É nesse inusitado palco que se apresentarão alunos do projeto Dentro da Dança, uma iniciativa que dá oportunidade a jovens de escolas públicas da região de iniciarem nessa arte. As duas sessões, às 18 horas e às 20 horas, contarão com o bailarino convidado Fernando Lima, de Joinville.

Muito mais que o gol

27 de junho de 2014 0

No caso de alguém passar neste sábado (28) em alguma unidade do Sesc em Santa Catarina para ver o jogo do Brasil, seria uma boa ideia dar uma espiada na mostra Arte e Futebol, do artista curitibano Fabio Dudas. O título fala por si, porém, muito mais do que o esporte em si, os desenhos do moço se encarregam de transmitir a alegria da torcida. Os 16 banners ficarão expostos simultaneamente em todas as unidades da instituição no Estado até 30 de julho.
divulgação

A arte depois do grito

27 de junho de 2014 0

divulgaçãoSilentes é o estado de silêncio e prostração que se segue ao grito, título da exposição anterior de Anderson Rosa. Como uma sequência àquela (e uma terceira virá), a exposição Silentes abre-se nesta sexta (27) no Museu Casa Fritz Alt traduzindo em cores e formas a melancolia de sentimentos. Ela surge em quadros de textos variadas que outra vez se utilizam de materiais recicláveis para virarem realidade. A surpresa da mostra é a revelação da faceta escultor de Rosa, uma conexão com a obra de Fritz Alt, que estudou na Alemanha, berço do neoexpressismo, movimento artístico que transpassa toda a exposição. Com curadoria de Jorge Hiroshi, ela fica em cartaz até 27 de julho.

O sarau cresceu

27 de junho de 2014 1

mariá zabote, divulgação
A ótima receptividade dos Saraus Brasileiros, que encheu a varanda do Museu de Imigração em 2013 e 2014, fez Marisa Toledo (piano), Rafael Vieira (percussão) e Cláudio Moraes (sopros) alçarem voos mais altos. Em formato semelhante, só que com mais postura “de palco”, o trio estreia nova fase nesta sexta-feira (27), no Sesc de Joinville, às 20 horas. A aposta continua sendo na música instrumental brasileira, mas variando o escopo sonoro (jazz, choro, polca, samba, baião) e experimentando mais ao vivo, além de trocar as conversas com a plateia por informações sobre cada composição. Para reduzir ainda mais a cara de sarau e incrementar a produção, foram chamados o iluminador Flávio Andrade e o técnico de som Ney Maia. A entrada é gratuita.

Festival enche de música o Mercado de Joinville

27 de junho de 2014 0

divulgação
Pouco mais de seis meses depois, o pessoal da Associação dos Músicos de Joinville (Amuj) conseguiu liberar os recursos do Fundo Cultural para fazer a segunda edição do Santa Catarina É Show. Como em dezembro passado, a ideia é reunir nas praça do Mercado Público de Joinville a maior diversidade possível de artistas, dos mais variados gêneros e cantos (principalmente do Estado, claro). O caso é que o festival – que, preste bem atenção, é GRATUITO – é para já e está marcado para este sábado (28) e domingo (29). No primeiro dia, a programação encerra com o rocker baiano e ex-Camisa de Vênus Marcelo Nova (foto acima), e o segundo, mais voltado para a MPB, o jazz e o choro, contará com músicos da Costa Rica e da França. Eis a sequência das apresentações:

Sábado, dia 28 (início às 14h45)
Homem Banda e sua Mina (Piçarras)
Betinho e Banda Para Todos (Joinville)
Maestro Mello e Banda (Joinville)
Samuel Moraes (Joinville)
Miopia (Joinville)
Pacto H.A.Z.O. (Joinville)
Somaa (Joinville)
Skrotes (Florianópolis)
Symmetrya (Joinville)
Radio Gump (Joinville)
Blindagem (Curitiba)
Anacrônica (Curitiba)
Marcelo Nova (Salvador/SP)

Domingo, dia 29 (início às 13 horas)
Canela Brasil (Joinville)
Tony Araujo (Joinville)
Tribo da Lua (Jaraguá)
Choro a Quatro (Florianópolis)
Camerata Vento Sul (Lages)
Marluce Marques (Joinville)
Mario Ulloa (Costa Rica)
Carolian Soares (SP)
Idriss Boudrioua (França)



The Chamber - Lenny Kravitz

26 de junho de 2014 0

Com raras exceções de excelência pop, sempre achei Lenny Kravitz um tipo “coxinha” no trato com o funk, o soul e o rock setentista. Mas, como eu disse, há aqueles momentos em que o cara acerta, e The Chamber é um desses. A faixa, rasgada por baixo marcadão, groove vigoroso e boa melodia, é o primeiro single de Strut, o disco que Kravitz mandará para as lojas em 23 de setembro. Ouça aí: