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30 de julho de 2014 0

Skank
divulgaçãoQue o Skank é, há algum tempo, a maior banda pop brasileira, restam poucas dúvidas. Mas parece que os mineiros chegaram naquele ponto da carreira em que manter a bola em campo é tão importante quanto marcar um golaço. É algo que acomete os grandes. Velocia, a volta do quarteto após cinco anos sem disco, é essa partida sem firulas, de toque para os lados, quando o 1 a 0 é goleada. Aqui, reconfigurados o reggae e o dancehall (conduzidos em parte por bateria eletrônica), o Skank promove uma volta ao passado, resignado com a inspiração mediana. De qualquer modo, ainda se trata de uma banda que sabe o caminho das pedras, seja compondo candidatos a hits (Rio Beautiful, Do Mesmo Jeito, Périplo, Ela me Deixou), seja chamando Nando Reis e BNegão para darem uma palhinha.
Velocia, Skank. Sony, R$ 19,90.


Deep Purple

71wpJplidCL._SL1400_Um dos grandes discos ao vivo da história do rock. Não é preciso muito além disso para definir Made in Japan, registro de três shows que o Deep Purple – no auge da forma, frise-se – fez no país asiático em 1972. De Highway Star aos quase 20 minutos de Space Truckin’, o grupo inglês apavora com canções retumbantes, peso e virtuosismo. Tal tesouro ganhou uma reedição que, no Brasil, chega em sua forma mais simples, em CD duplo (e um belo livreto encartado). Ao disco original, devidamente remasterizado, foram acrescentadas mais seis faixas executadas naquela turnê, que divulgava nada menos do que o superclássico Machine Head.
Made in Japan (deluxe edition), Deep Purple. Universal, R$ 41,90.


Ted Marengos

ted-marengosA despeito do nome ruim e uma mixagem de voz por vezes equivocada, o disco de estreia deste grupo paulista é um agradável exercício de rock vintage. Os quatro rapazes flertam com as melhores referências da virada dos anos 60 para os 70 em rocks stoneanos como This Girl e Ted Marengo. Às vezes pesam as guitarras (Hey my Friend), às vezes exploram o blues (Like Roses), às vezes são puro Beatles (Back Home Someday), às vezes flertam com o folk/country (On My Heart’s Door), ao ponto de arriscarem uma versão para o clássico Ohio, de Crosby, Stills, Nash & Young. E não fazem feio, como um feijão com arroz com tempero na medida.
First Prints, Ted Marengos. Independente, preço não informado.

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