Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de novembro 2014

Adeus a um quase herói

30 de novembro de 2014 0

Roberto Bolaños morreu (no sábado, 29, aos 85 anos) e com ele um de seus personagens mais marcantes, o herói trapalhão Chapolin Colorado. Esta  homenagem de um fã do humorista – uma variação do célebre funeral do Superman nos quadrinhos – foi replicada pela página mexicana da DC Comics, que reconheceu a importância do artista naquele país.

divulgação

Raimundos, direto da garagem

28 de novembro de 2014 1

Raimundos está com disco novo na praça, ou quase isso. Trata-se de Cantigas de Garagem, registro de um ensaio “com cara de show” no qual a  banda toca o recente Cantigas de Roda na íntegra e mais quatro hits seus: Eu Quero Ver o Oco, Esporrei na Manivela, Be a Bá e Puteiro em João Pessoa. Está tudo no YouTube já, mas está saindo em CD e DVD.

Obra de Schwanke ressurge no teatro

28 de novembro de 2014 0

 Jéssica Michels, divulgação
Escorada na contemporaneidade que Luiz Henrique Schwanke carregou para as artes visuais joinvilenses ainda na década de 70, a Cia. VAi! – Núcleo de Pesquisa em Artes Cênicas estreia nesta sexta-feira (28), com sessões no sábado e no domingo, sempre às 20h30, o espetáculo teatral Interferências Schwanke. Fruto de uma ampla pesquisa com base acadêmica feita por Alena Marmo, a peça dirigida por Raphael Vianna conversa com diferentes formas de arte, do teatro à dança e às artes visuais, e dá espaço para o improviso com objetos, protagonistas da obra de Schwanke e, agora, de sua ressignificação no tablado.

"Star Wars 7": primeiro trailer

28 de novembro de 2014 0

Han Solo, Luke Skywalker e Princesas Lea não dão as caras no primeiro trailer oficial de Star Wars Episódio 7 – O Despertar da Força, mas tem uma Milenium Falcon inteiraça e um sabre de luz de três pontas para atiçar a imaginação dos fãs. A continuação da saga espacial, dirigida por J.J. Abrams e supervisionada por George Lucas, estreia em dezembro de 2015.

Porém, na terça-feira (25), a Lucas Film liberou este teaser aqui, com outras cenas e as aparições de Chewbacca e Han Solo (Harrison Ford).

Dois dias de curtas no Sesc de Joinville

28 de novembro de 2014 0

fabricio porto, divulgação
A Mostra Cinevídeo Joinville pode até ter trocado de nome – agora se chama Mostra Cinema Joinville -, mas o intuito continua o mesmo: dar vitrine para curtas-metragens de variados pontos geográficas. Na sexta edição, neste fim de semana, no Sesc, os títulos convidados são majoritariamente joinvilenses, todos já exibidos antes, como A Noiva de Tarantino e O Sequestro de Malick. A exceção é o projeto Três Curtas Curtos (foto), idealizado por Fabricio Porto como porta entrada para novos atores, diretores, produtores e músicos no audiovisual. A trinca de filmes estreia nesta sexta (28), em sessão dedicada a produções de ficção. No sábado (29), novamente às 20 horas e com entrada gratuita, são os minidocumentários que irão para tela, entre eles, Passos para a Luz e Idades da Moda. A programação, dia por dia, está AQUI.

HQ "Do Inferno" ganha reedição luxuosa

27 de novembro de 2014 0

divulgaçãoNa metade dos anos 90, os quadrinhos já haviam conquistado o merecido respeito como veículo artístico além do mero entretenimento, mas a chegada de Do Inferno acrescentou pontos valiosos a essa visão renovada. O encaderno luxuoso que a Editora Veneta lança agora – 14 anos depois da primeira publicação da série no Brasil – refresca memórias quanto aos motivos para tal reputação, colada a prêmios, um filme com Johnny Depp e o status de HQ cult. Fruto de uma extensa pesquisa, Do Inferno é a história de Jack, o Estripador pela pena do genial Alan Moore, que teve a ajuda de Eddie Campbell nas ilustrações e na ambientação noir. A trama ultrapassa a investigação dos crimes e reproduz a sordidez, as crenças, as paixões e as tramoias que ancoravam a sociedade inglesa na época (1888), dos becos sujos de Whitechapel aos palácios da monarquia.

Viagem do Escambau passa por Joinville nesta 5ª

27 de novembro de 2014 0

divulgação
Suponho que o músico curitibano Giovanni Caruso providenciará entradas para uma dimensão paralela a quem for nesta quinta (27) ao Sesc de Joinville. A chave será O Novo Tentamento, terceiro disco da banda dele, Escambau, feito para elevar espíritos e logo depois esmigalhá-los, tamanha a riqueza de arranjos e “filosadas” que percorrem as 13 faixas. Plenas do pop sessentista barroco delineado por Os Mutantes e o Pink Floyd de Syd Barrett, elas têm pequenas (e agradáveis) oscilações mais roqueiras e dançantes, como Cidade dos Normais e Parábola dos Errantes. O show em Joinville, marcado para as 20 horas, é gratuito, mas com ingressos limitados. Enquanto se apronta para a viagem, Caruso concedeu a seguinte entrevista para Orelhada:

O Novo Tentamento é um disco de rock que não é exatamente – ou somente – roqueiro, concorda?
Giovanni Caruso - Concordo, sim. O Escambau sempre nos deu essa liberdade, desde o primeiro disco, e a ideia é que isso aflore ainda mais com o tempo. Porém, todas as minhas composições trazem em si uma espécie de esqueleto roqueiro, sempre, pelo menos é assim que as vejo.

O disco pode assustar quem te conhecia pelos antigos trabalhos?
Caruso - Acho que não, quem acompanha o trabalho do Escambau e conhece nossas canções sabe bem como é o nosso lance. A diferença é que este disco teve uma produção mais minuciosa, mais profissional. Gosto muito dos trabalhos anteriores que fizemos e acredito sempre que o que está por vir vai ser mais foda.

As letras mesmo são beeem diferentes daquele clima juvenil do Faichecleres. Nesse sentido, qual foi o ponto da virada pra você, como compositor?
Caruso - Cara, aquilo era o que vivíamos na época, era real pra nós, sexo, drogas e rock’n’roll na veia, todos os dias, 365 dias por ano. Aos poucos fui amadurecendo, me apaixonei, virei pai, conheci outro universo e, naturalmente, fui mudando meu jeito de compor. Quando montei o Escambau, já estava com a ideia de trabalhar com liberdade total como compositor.

As faixas têm muitos detalhes, floreios, camadas… Elas nasceram assim ou vocês se maravilharam com as possibilidades do estúdio?
Caruso - Muito desse disco foi gravado em casa e as composições já trazem consigo uma carga própria muito forte. O estúdio nos possibilitou acentuar ainda mais essas características e o Sanjai Cardoso o fez com maestria, ele co-produziu tudo junto comigo e depois finalizou a mixagem. Tudo isso durou cerca de um ano para ser gerado e foi fruto de muito trabalho e dedicação de todos os envolvidos. Tenho muito orgulho do que fizemos e também da postura com o qual fizemos. Estão todos de parabéns. Realmente, no final das contas, ficou um trabalho de alto nível.

Tentamento, comunhão, apocalipse, epístola, parábola. Tem algo de religioso/espiritual nesse trabalho?
Caruso - Mais espiritual que religioso, posso dizer.

O pop barroco sessentista é uma referência óbvia…
Caruso - Cara, eu sempre fui fanático pelo som dos anos 60, ouvi de tudo que foi feito ali, principalmente o que era proveniente dos EUA, Reino Unido e Brasil. Isso quando era mais novo, depois viciei no “Brasil ‘70″ e rock argentino, mas tenho o costume de ouvir de tudo, desde música tradicional gaúcha até grandes clássicos da música, nordeste, samba de raiz, boleros mexicanos, Paraguai, França, Itália. Enfim, só quero dizer que tem de tudo isso aí no Novo Tentamento, mas se fosse pra citar um nome ou outro, chamaria atenção pro Sérgio Sampaio e os argentinos do Sui Generis, além dos Kinks, obviamente. (risos)

Uma música estranha às demais é Cidade dos Normais, e foi justamente ela que virou clipe. Por quê?
Caruso – Não acho ela uma estranha ali não, só virou clipe porque tem um apelo mais popular, mais dançante, assim como Atos de uma Anti-hepática vem por aí como segunda cartada. São músicas mais fáceis de serem digeridas, acho.

Quanto ao show: as faixas surgem no palco como no disco ou elas são transformadas?
Caruso - Algumas delas permanecem intactas, outras ganharam arranjos especiais que criamos para apresentá-las ao público, o que as deixou ainda mais apaixonantes, no meu ponto de vista. Adoro quando um artista cria novas versões para algo que já foi gravado, acho isso uma provocação maravilhosa aos fãs. O Bob Dylan é um especialista nisso.

Algo fora do disco costuma aparecer nos shows?
Caruso - Tem as antigas que não podemos não tocar, como A Prostituta Apaixonada, Desparafuso, Dos Amores mais Vendidos e Mais Circo do que Pão.


Um lobo mais cruel que "Atração Fatal"

26 de novembro de 2014 0

divulgação
Um dos destaques de 1987 foi Atração Fatal, filme com Glenn Close e Michael Douglas que, no fundo, alertava para os riscos de uma “pulada de cerca” com a pessoa errada. Três décadas depois, o cinema brasileiro produz algo semelhante, só que mais próximo do real e com um desfecho inúmeras vezes mais cruel. O Lobo Atrás da Porta, agora disponível nas locadoras, é um dos grandes títulos nacionais do ano pela tensão crescente – que supera o erotismo da situação – gerada pela obsessão de Rosa (Leandra Leal) pelo amante, Bernardo (Milhem Cortaz). O romance proibido evolui para rejeição e então caso de polícia quando a moça se aproxima da família do namorado com típica astúcia vingativa. O que sai daí se aproxima do horror, envolto em suspense psicológico e drama conjugal.

Reino Fungi aposenta os ternos

26 de novembro de 2014 0

divulgação
A apresentação ao lado do Coral da Univille (22), no sábado, no Shopping Cidade das Flores, provavelmente foi o último dos 14 anos de vida do Reino Fungi. O grupo decidiu pôr fim a uma trajetória que fica cravada nos registros do rock joinvilense: três discos, participações em coletâneas, clipes, uma temporada em São Paulo e shows memoráveis, alguns deles ao lado de figurões da Jovem Guarda, inspiração-mor ao lado dos Beatles. Bons e talentosos rapazes, os Fungis conduziram gente de diferentes gerações da cidade por seu passeio nostálgico – romântico, divertido e, não raro, maluco. Que venham agora os desdobramentos, leia-se trabalhos solos e outras bandas.




Etílicos e Sedentos anuncia o terceiro disco

26 de novembro de 2014 1

Lá vem os brusquenses do Etílicos e Sedentos de novo, anunciando aos quatro ventos o terceiro disco, batizado de V.3, marcado para sair no dia 19 de dezembro. Com produção de Márcio Pimenta (Estúdio Pimenta do Reino, de Floripa), ele conterá dez faixas, sendo oito inéditas e versões para músicas de duas bandas que fizeram história em Brusque, Bandeira Federal e Pulsação. Segundo o batera Juninho Tavares, a entrada do guitarrista Egon Formonte mudou um pouco a sonoridade do grupo. Que continua exalando rock setentista com pegada moderna, se usarmos como referência a música O que Dizer?, cujo clipe está aí embaixo.