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Posts de fevereiro 2015

Heroínas empoeiradas

28 de fevereiro de 2015 0

divulgação
Os leitores do blog por acaso já ouviram falar em Electra Woman and Dyna Girl? Nem eu. Mas a notícia de que este seriado de TV, exibido aos americanos em 1976, vai virar filme tirou-o do limbo do meu (nosso?) desconhecimento. O programa era uma versão glitter, e com mulheres, da série cômica do Batman exibida na década anterior, e mesmo sendo igualmente hilária e zureta, só durou uma temporada de 16 capítulos. Ah, e percebam que o funk da música-tema (não descobri a autoria) também é uma coisa de louco.

Ataque certeiro

27 de fevereiro de 2015 0

divulgação
Está na mão a coletânea Attack – Brazilian Hardcore 2014 Compilation, lançada nesta quinta-feira (26) pelo selo paulista Hard Kiss. Em meio a nomes de vários Estados (como o capixaba Dead Fish), estão as bandas joinvilenses Somaa e Superbrava. A primeira entrou com Colisão, presente em seu EP de estreia, e a segunda comparece com Surto Repentino de Autopiedade, que revela uma fase com guitarras mais melódica e letras em português. As duas faixas que o dileto leitor pode degustar sem pressa aí embaixo. Já os CDs podem ser comprados junto aos integrantes das bandas. Ah, o Califaliza, de Florianópolis, é a terceira banda catarinense no álbum.


A nova estação do Autoramas

27 de fevereiro de 2015 1

O Autoramas não é mais o mesmo. O líder Gabriel Thomaz tem agora tem ao seu lado a esposa, guitarrista e ex-Penélope Érika Martins (com quem lançou um EP em janeiro, ouça AQUI), o baterista Fred – velho conhecido dos Raimundos – e o baixista Melvin Ribeiro, companheiro de Gabriel e Érika no Lafayette e Os Tremendões. Sim, um quarteto, coisa tão inédita para a banda quanto não ter um mulher segurando o baixo. O quanto essas mudanças irão influenciar o som ainda não se sabe, mas Verão, primeira amostra desta nova fase, não traz nenhum radicalismo em relação ao que o Autoramas vem fazendo há 16 anos. Ouça:

44ª Coletiva de Artistas de Joinville em obras

27 de fevereiro de 2015 0

rubens herbst
Por enquanto, são só martelada e pintura, mas a partir de 10 de março, as obras serão outras no anexo do Museu de Arte de Joinville na Cidadela. Entre elas, essa daí de Anderson Alberton, um dos oito selecionados para a 44ª Coletiva de Artistas de Joinville – os outros são Juliano Jahn, Franzoi, Sérgio Adriano H, Fabio Salun, Cyntia Werner, Giovanna Fiamoncini e Renato Veiga. Achou o traço familiar? Pois é, as linhas geométricas de Alberton também estampam o muro externo da Cidadela.

18º Fecate sai e já anuncia selecionados

26 de fevereiro de 2015 0

clarice siewert, divulgação
A maré não só virou para o 18º Festival Catarinense de Teatro (Fecate) – novamente ameaçado por falta de recursos – como os selecionados para estarem em Concórdia entre 20 e 28 de março já foram definidos. Serão 24 espetáculos, vindos de nove cidades do Estado. Entre eles está Em Alto-mar (foto acima), da Cia. Rústica, de Joinville. A lista completa das duas mostras (adulto e livre/infantil) se encontra AQUI. Já adiado por causa das indefinições orçamentárias, o festival estava prestes a ser cancelada definitivamente quando a luz se fez: surgiu a promessa do governo do Estado de liberar o dinheiro do Funcultural no dia 19 de março e a Câmara de Vereadores de Concórdia aprovou nesta quarta (25) o repasse para a associação de teatro da cidade.

"Boxtrolls" ensina: as aparências enganam

26 de fevereiro de 2015 0

divulgação
Os Boxtrolls
, em cartaz nas locadoras, não só é uma animação divertida e tecnicamente admirável como também se mostra uma lição de casa dos pais para os filhos. Nada da insipidez da Disney, porém. Aqui, os boxtrolls são seres esquisitos “vestidos” de caixas, que grunhem, comem larvas e se escondem no subsolo de uma vila que os teme há anos. As lendas e o senso comum impelem uma caçada selvagem ao grupo, sem saber que um menino órfão cresceu abrigado pela bondade das criaturinhas. Para a cidade, é chegada a hora de conhecer a verdade; para os pais, Os Boxtrolls pode ser usado como alerta para a prole: o diferente não deve infligir medo, mas respeito, quando não admiração pela bravura e pelas surpresas que pode trazer.

"Saia de Casa" no ar

26 de fevereiro de 2015 0

Eis aí o primeiro episódio do Saia de Casa, com dicas de eventos culturais em Joinville. Na estreia, Clarice Steil Siewert, vice-presidente da Ajote, fala do Verão Teatral. Se este jornalista se sai bem diante das câmeras, vocês que vão dizer, mas o fato é que toda quinta-feira pousará um vídeo novo no site do AN.

Em manifesto, setor da cultura de Joinville bate contra a reforma de Udo Döhler

26 de fevereiro de 2015 0

Se o prefeito Udo Döhler quiser mesmo levar a adiante a ideia de unir os setores da cultura, do turismo, da educação e do esporte numa mesma secretaria – e ele já avisou que a reforma administrativa virá depois da votação da LOT -, terá que analisar com cuidado os argumentos contidos no documento que receberá em breve (se é que já não recebeu). Divulgado nesta quinta (26), o manifesto do fórum “Retrocesso na cultura, não!”, orquestrado por agentes individuais e entidades do setor, crava fundo no que considera descompromisso da gestão pública com os planos municipal e nacional de cultura. A nível local, o texto cita o não cumprimento do plano, a falta de consulta ao Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC) sobre a reforma e a fragilidade política e administrativa que se observa na Fundação Cultural (FCJ). Aliás, o fórum exige não apenas a permanência do órgão como sugere a criação de uma secretaria única para os assuntos culturais, algo deliberado na Meta 37 do Plano Nacional de Cultura, que prevê que 20% das cidades (100% das capitas e 100% dos municípios mais de 500 mil habitantes) as tenham instaladas até 2020.
O tom cáustico do manifesto (reproduzido na íntegra logo abaixo) não deve ficar no papel. Na segunda-feira (2), o setor entregará o documento aos vereadores e, em seguida, acontece a reunião do CMPC, para a qual foram convidados o prefeito e os secretários das pastas envolvidas. Rodrigo Coelho está na lista, ainda que um encontro dele com o Maycon Santos, presidente da CMPC, tenha ocorrido no dia 19. Nela, o presidente da FCJ disse que é contra a extinção do órgão, mas que um eventual projeto nesse sentido passará pela análise do conselho, relatou Santos.

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Os agentes do setor cultural de Joinville reunidos nesta data no fórum “Retrocesso na cultura, não!” alertam a população e pedem a atenção da Câmara de Vereadores, da Prefeitura de Joinville, da Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e do Conselho Municipal de Política Cultural de Joinville (CMPC) para as declarações do prefeito Udo Döhler sobre a extinção da Fundação Cultural de Joinville e sua suposta incorporação pela Secretaria de Educação como ato de reforma administrativa, conforme publicado no jornal Notícias do Dia em 11 de fevereiro de 2015.
O argumento da redução de despesas apresentado inicialmente como justificativa para a extinção ou para a submissão da FCJ à Secretaria de Educação não é o suficiente para convencer o setor cultural das boas intenções da suposta reforma, especialmente quando percebemos radicais cortes de investimento público na área, sofremos com a diminuição dos valores do SIMDEC e com a perda de convênios com o governo federal, além de não nos sentirmos mais representados por uma Fundação Cultural sem atitude política, loteada por cargos de ocasião e gestores sem familiaridade com as demandas específicas da cultura.
Exigimos respeito às experiências de gestão democrática construídas abertamente ao longo das últimas conferências e fóruns setoriais em Joinville, esforços que resultaram no Plano Municipal de Cultura, uma política de estado imune a caprichos de governo e construída pelo trabalho da comunidade que prevê ações de gestão pública de curto, médio e longo prazo. É um dos tantos instrumentos de articulação com os sistemas Municipal, Estadual e Nacional de Cultura, estruturas onde Joinville pode colher financiamentos e beneficiar-se de projetos nas mais diversas áreas – desde que se cumpra a lei.
Em respeito a toda a população, mas especialmente ao setor cultural, exigimos do prefeito e de todos os representantes da atual gestão que cumpram o disposto no Plano Municipal de Cultura, que respeitem a representatividade do CMPC e que honrem suas responsabilidades institucionais participando dos fóruns e das conferências onde as políticas públicas são propostas, discutidas e avaliadas de forma transparente.
Cabe aos artistas, produtores, educadores, pesquisadores, comunicadores, técnicos e demais agentes que compõem o nosso setor lembrar que a proposta de extinção da FCJ não é uma atitude isolada – a ideia já havia sido considerada e descartada publicamente por Döhler em dezembro de 2012 – e seria talvez o maior dos atentados contra o Plano Municipal de Cultura entre aqueles já praticados por esta gestão, descumprindo mais uma vez os acordos e as garantias de obediência à lei assinadas formalmente junto ao CMPC durante a campanha eleitoral. Lamentamos e nos sentimos desrespeitados com a arbitrariedade da proposta, anunciada em primeira mão à imprensa antes mesmo de ser discutida dentro da FCJ ou apresentada ao setor cultural, à completa revelia do Conselho Municipal de Política Cultural.
A ideia de extinguir a Fundação Cultural de Joinville segue na contramão da gestão pública da cultura no Brasil, que propõe justamente a ampliação e não a extinção ou a aglutinação de órgãos da administração pública numa só secretaria. A Meta 37 do Plano Nacional de Cultura prevê que 20% dos municípios (100% das capitais e 100% das cidades com mais de 500 mil habitantes) do Brasil tenham secretarias de cultura exclusivas instaladas até 2020. “Por ‘secretaria de cultura exclusiva’ entende-se órgão da administração direta com competência exclusiva sobre a cultura, sem abranger outras áreas como turismo, meio ambiente, esporte e educação”, diz o texto do Ministério da Cultura.
Assim, em resposta ao plano de reduzir gastos extinguindo a FCJ e em sintonia com um pensamento que se reproduz em toda Santa Catarina como reação ao fracasso da gestão da cultura no Estado, propomos desde já a criação de uma Secretaria Municipal de Cultura autônoma, responsável pela estrutura, pelos recursos e pelas políticas públicas do município, cabendo à sua respectiva Fundação Cultural a gestão das ações setoriais (em arte, memória, formação, patrimônio, comunicação, etc), tendo seus quadros compostos por especialistas e funcionários de carreira selecionados em concurso, em sintonia com o PMC.
Finalmente, em reparação à impulsividade de suas declarações, recomendamos ao Sr. Döhler que honre seu compromisso de campanha de cumprir o Plano Municipal de Cultura, garantindo a independência da gestão do setor cultural e que respeite as instâncias democráticas de gestão da política cultural de Joinville.

Batida movimentada

25 de fevereiro de 2015 0

Farta agitação na cena do hip-hop joinvilense. Primeiro, foi ao ar o clipe do Quinta Dose para o single Relatos de um Breu Qualquer, reforçado pelo cantor Adonai (do grupo Costa Gold) e pela produção de Dé no Beat. Já o trio Essência ressurge após quatro anos anunciando o disco Lapidando Diamante$ com o video teaser abaixo. As 13 faixas virão ao mundo em 23 de março, e entre os produtores requisitados estão nomes que já trabalharam com Dr. Dre e Marcelo D2.


Power Ranger cor de sangue

25 de fevereiro de 2015 0

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Minha época de ver seriado com super-heróis coloridos e robôs gigantes já tinha passado quando Power Rangers e seus similares explodiram na TV, nos anos 90. Por isso, o programa nunca me interessou. Mas eu até consideraria ir ao cinema ver o alardeado filme da equipe (prometido para o ano que vem) se ele tivesse a atmosfera sombria deste curta dirigido por Joseph Kahn (nunca lembrado pelo descartável Fúria em Duas Rodas, de 2004). Ambientado no futuro dos heróis, entremeado por flashbacks e um interrogatório, ele traz cenas de ação e uma sanguinolência inimagináveis em um episódio da série. E, muito possivelmente, nem no vindouro filme, já que ele terá classificação PG-13, ou seja, liberado para adolescentes.