Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Um clássico, sem discussão

17 de junho de 2015 1

divulgaçãoQual o melhor disco dos Rolling Stones? A pergunta que atormenta a humanidade há décadas foi reavivada no dia 9, quando Sticky Fingers (1971) voltou às lojas numa edição remasterizada, com versões alternativas e ao vivo para algumas das dez faixas originais, entre as melhores já compostas pela banda. Juntas, elas formam um set list que equilibra à perfeição a fórmula de rock, blues e balada mantida pela banda desde sua gênese. Aqui estão Brown Sugar, Dead Flowers, Wild Horses e a tétrica Sister Morphine, para citar apenas quatro de um repertório engrandecido pela contribuição do novato guitarrista Mick Taylor. Alguns entendem Beggars Banquet (1968) como a grande obra dos Stones, outros (como este colunista) elegem o duplo Exile on Main Street (1972) o auge, mas Sticky Fingers é, além de musicalmente excepcional, um marco na carreira da banda pelos motivos listados abaixo. Não é um disco a precisar de reavaliação, mas sim de devoção.

Sticky Fingers é…

… o primeiro lançamento do selo Rolling Stones Records;
… o primeiro disco da banda com efetiva participação de Mick Taylor;
… o primeiro a trazer a (hoje) mítica logomarca da língua.
… aquele que, originalmente, trazia um zíper na capa, ideia do artista plástico Andy Warhol;
… o primeiro com uma canção explícita dos Stones sobre drogas (Sister Morphine);
… outra contribuição de Eric Clapton, que tocou na versão alternativa de Brown Sugar;
… um fenômeno de vendas: 1,5 milhão de cópias em dois meses de lançamento.



Comentários (1)

  • ricardo diz: 17 de junho de 2015

    “Exile” é melhor, sem duvida. É fantástico.

Envie seu Comentário