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Na mira dos acadêmicos

03 de novembro de 2015 0

leo munhoz
Na semana passada, a Academia Joinvilense de Letras (AJL) começou uma discussão interna a respeito da transformação em centro cultural da casa que foi de Adolpho Bernardo Schneider (1906-2001), historiador, criador do Arquivo Histórico e do Museu de Sambaqui e primeiro presidente da entidade. O imóvel de tons rosados e vegetação à volta é um oásis em meio aos prédios que começam a tomar da rua Tijucas, no Centro. Já tombada, a centenária residência – de valor histórico e arquitetônico por si só – ainda guarda um acervo de escritos e livros que pertenceram ao antigo dono e à própria AJL. Como há um inventário judicial “amarrando” o destino do local, os acadêmicos joinvilenses terão que achar um meio de desobstruir o caminho até lhe dar os fins culturais imaginados.

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