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Três vezes Schwanke

12 de fevereiro de 2016 0

Antonio Jaques da Silva, divulgação
Figura maior da arte contemporânea joinvilense, Luiz Henrique Schwanke é seguidamente lembrado, e não será diferente em 2016, quando completam-se 24 anos de sua morte. Para começar, a Cia. Vai! reapresentará Interferências Schwanke, espetáculo baseado na obra do artista, no dia 21, dentro do Verão Teatral. Já o museu/instituto que leva o nome de Schwanke promoverá uma das primeiras ações como museu criativo, perfil que adotou em 2015 para colocar em prática propostas sociais e de economia criativa. Aprovado no Simdec, o projeto Schwanke nos Bairros capacitará 30 profissionais da área das artes visuais para atuar junto a comunidades de baixa renda, propondo iniciativas que tragam desenvolvimento econômico e social por meio do processo criativo do artista. Finalmente, Alena Marmo e Nadja Lamas assinam a curadoria da remontagem da instalação Apogeu do Claro-escuro Pós-Caravaggio (foto), montada originalmente em 1980 no Rio de Janeiro. Ela era formada por um projetor de cinema que funcionava com luz gerada por um arco voltaico que projetava feixes de luz sobre cerca de 500 metros de papel em branco.
- Originalmente, a exposição da qual essa obra fez parte era composta também por 30 desenhos, hoje espalhados por acervos e coleções particulares. Vou disponibilizá-los online. O link será informado ao público na exposição – conta Alena, que está em contato com o engenheiro que auxiliou Schwanke na época. A remontagem está marcada para 26 de fevereiro a 1o de abril, na Galeria Victor Kursancew.

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