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Cultura de Joinville vai ao Ministério Público

05 de abril de 2016 0

Formado por associações, coletivos e artistas independentes de Joinville, o Movimento Cultural Retrocesso, não! protocolou nesta segunda-feira (4), no Ministério Público, documento em que critica a atuação da Fundação Cultural (FCJ) e exige o cumprimento do Plano Municipal de Cultura. O grupo denuncia a falta de diálogo do órgão com a classe artística e o não pagamento dos recursos do edital do Simdec de 2015 aos projetos selecionados, com exceção daqueles relativos à 45ª Coletiva de Artistas de Joinville, o que também gerou insatisfação. A nomeação do presidente da Fundação Turística, José Raulino Esbiteskoski, à presidência da FCJ, na semana passada, levou o movimento a acirrar as acusações de descaso da Prefeitura para com a cultura da cidade.
Sobre a Coletiva de Artistas, o diretor executivo da fundação, Guilherme Gassenferth, explica que o pagamento ocorreu porque era o único projeto com processo de seleção diferenciado e prazo fixo para a realização (março). Além disso, trata-se de uma das coletivas de artes visuais mais antigas do País e a FCJ não quis colocá-la em risco. Quanto ao Simdec, existe a possibilidade de um pagamento parcial. Ontem à noite, uma reunião com o Conselho Municipal de Política Cultural colocaria em debate a escolha das categorias que seriam beneficiadas.
- Sobre o pagamento completo, ainda não temos um aceno da Secretaria da Fazenda – informa o diretor.

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