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Monstro sem ferrugem

31 de maio de 2016 0

Defalla-clipe-Zen-Frankenstein
Um adjetivo acompanhou a banda gaúcha DeFalla desde os anos 80: mutante. Mudar a cada disco, misturar, se adaptar a tendências e antecipar algumas esteve sempre na pauta de grupo de Edu K, que na década passada radicalizou ao abraçar o funk carioca. Ao reunir-se com os colegas da formação clássica (Flu, Castor e Biba Meira), o cantor e produtor preferiu não radicalizar – não foi nem para o batidão, nem para o metal (que também frequentou o catálogo). Em Monstro (Deck), o empolgante resultado desse reencontro, a banda segue inclassificável, convocando rock, disco music, funk/soul, pop e psicodelia para a festa, à qual ainda comparecem Pitty, Humberto Gessinger e Beto Bruno (Cachorro Grande). Sobra lascívia e sujeira, e apesar do clima de inadequação, faixas como Zen Frankenstein, Veneno, Delírios de um Anormal e Love is for Losers são redondas e grudentas.



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