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Meio século de "Revolver"

05 de agosto de 2016 0

Revolver
Julgo ser altamente recomendável, quiçá reconfortante, passar este 5 de agosto ouvindo Revolver, dos Beatles. Neste dia, há exatos 50 anos, era lançado o sétimo disco do Fab Four (o preferido deste jornalista), que consolidava a “virada de chave” para o som mais maduro, diversificado e experimental apontado por Rubber Soul (1965). Ainda que traga a parceria Lennon-McCartney em grau máximo de inspiração, o álbum abre com um tiro certeiro de George Harrison, Taxman. Depois, são exploradas paisagens acústicas e sonhadoras (I’m Only Sleeping), baladas delicadas (Here, There and Everywhere), delírios orquestrais (Eleanor Rigby), namoros com o fox trot (Goo Day Sunshine), temas infantis (Yellow Submarine) e rocks passados pelo filtro do flower power (Doctor Robert, And Your Bird Can Sing, Got to Get You Into my Life) que desembocam em Tomorrow Never Knows, um marco da psicodelia. Genial como tudo o que a precedeu.



PS: Revolver é tão bom que os Beatles se deram ao luxo de fora duas faixas fabulosas, Paperback Writer e Rain, produzidas no período. Ela acabaram lançadas como single.

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