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Posts com a tag "feira do livro de joinville"

O escritor de imagens

05 de abril de 2016 0

00b8c8e3Dá até para imaginar Juarez Machado, do outro lado da linha, meneando a cabeça negativamente ao ser perguntado sobre a homenagem como escritor, e não pintor, que a Feira do Livro de Joinville está fazendo a ele.
- Sou um escritor de imagens, inclusive na minha pintura. Eu pinto a folha de um livro e o espectador vai continuar a história, ou voltar para trás – diz o artista, diretamente de seu apartamento em Paris. Ele recebe o tributo do evento literário nesta terça (5), às 19 horas.
Porém, Juarez não virá a Joinville apenas para ser agraciado por sua bibliografia, que condensa pelo menos uma dezena de títulos em que a imagem é o fio narrador, vários deles premiados mundo afora. Ele aproveitará a feira para apresentar dois “novos” livros, lançados pela editora mineira Miguilim.
O primeiro é, na verdade, um relançamento: Domingo de Manhã, produzido no final dos anos 70, é todo narrado da perspectiva do passageiro de um carro cujo motorista deixa a garagem, passa por vários lugares pitorescos, compra um buquê de flores e vai ao encontro da amada. Já o inédito Saída data de 2000 e foi feito após uma semana chuvosa em Piçarras e em meio a sérias turbulências no relacionamento que Juarez mantinha na época. O próprio surge diante de várias portas, cada qual exigindo um truque ou tarefa para ser aberta – uma clara metáfora para a necessidade que ele sentia de fugir da relação.
O retorno dessas obras fez ressurgir em Machado a vontade de produzir para as páginas de livros. E, segundo ele, há muita coisa na fila, inclusive o segundo volume de Saída.
00b8c8e2- Cada vez me sinto mais estimulado a fazer coisas que provoquem as pessoas – garante.

13ª Feira do Livro de Joinville sob ameaça

07 de janeiro de 2016 3

divulgaçãoComo uma novela no repeat eterno, a Feira do Livro de Joinville enfrenta dificuldades para encarar mais uma edição (a 13ª). Só que desta vez ela nunca esteve tão ameaçada de não acontecer, nas palavras da própria Sueli Brandão, presidente do Instituto de Cultura e Educação, que organiza o evento. Segundo ela, por esta época, já havia sido captado o suficiente para disparar o “gatilho” que permite utilizar nos recursos aprovados na Lei Rouanet. Até agora, apenas R$ 20 mil, dos R$ 80 mil necessários, estão garantidos. Grandes empresas de Joinville retiraram seus habituais apoios ao evento. Além disso, ele não teve o projeto aprovado no Simdec, outro baque nas finanças. Cerca de R$ 200 mil são necessários para colocar a feira de pé, boa parte para as adequações do Expocentro Edmundo Doubrawa.
- Mas estamos convictos de que vamos conseguir ajuda. Não podemos cancelar a 13ª edição e perder o crédito – diz Sueli, que espera sensibilizar pessoas físicas e lideranças políticas a ajudarem.
Independentemente da maré desfavorável, a feira está marcada para o período de 1º a 10 de abril e já tem nomes reservados: Frei Beto, Eva Furnari, Celso Sisto (foto) e Paula Pimenta.

Quando o sol bater...

29 de maio de 2015 0

Mauro Artur Schlieck, divulgação
A apresentação na Feira do Livro de Joinville, em abril, foi um petisco da transposição do livro de imagens Cidade da Chuva para o teatro, algo que Humberto Soares oficializa desta sexta (29, 20h30) até domingo (31, 16 horas e 20 horas) no galpão da Ajote. Agora solo – o parceiro Alex Nascimento assumiu a direção do trabalho -, o desenhista/roteirista/ator se lança à contação da história sobre a mudança nos hábitos da cidade em questão com a chegada do sol e, depois, a enchente causada pelas lágrimas da princesa Olhos D’Água quando o astro-rei se vai. O poema de Cecília Meireles (Ou Isto ou Aquilo) que deu origem ao texto original e uma lenda sobre a chuva criada pela atriz da Karla Concá incrementam a peça, que Humberto indica para crianças e adultos.

Das novelas para a Feira do Livro

18 de março de 2015 0

divulgaçãoNa lista de atrações já confirmadas para a 12ª Feira do Livro de Joinville, em  abril, está o do autor Lauro César Muniz, que virá ao evento  integrando o elenco da Giostri Editora, especializada em publicações de dramaturgia. Lauro vai conversar com o público no dia 18 sobre a escrita no teatro e no cinema, cenários em que ele foi muito bem sucedido (além de ter alguns roteiros transformados em filme). Porém, foram as telenovelas seu passaporte para o grande público. Entre seus maiores hits estão Escalada (1975), O Casarão (1976), Roda de Fogo (1986) e O Salvador da Pátria (1989).

Feira do Livro de Joinville será lançada nesta 4ª

23 de fevereiro de 2015 0

Nesta quarta-feira (25), às 10 horas, o Instituto da Cultura e Educação e a curadora Maria Antonieta Cunha farão da Biblioteca Municipal Rolf Colin a plataforma de lançamento da 12ª Feira do Livro de Joinville, marcada para 10 a 19 de abril no Expocentro Edmundo Dobrawa. A edição trabalhará com o conceito de que tudo envolve palavra, por isso todos os setores artísticos da cidade serão convocados a participar, com ideias e parcerias. Já a novela dos recursos se repete – falta captar de 20% do valor do projeto para poder mexer no dinheiro aprovado na Lei Rounet. Independentemente disso, escritores como Paula Pimenta, Luiz Antônio Aguiar, Ciça Fittipaldi, Lucília Garcez, Rogério Pereira, Tino Freitas, Marçal Aquino, Marisa Lajolo, Luiz Giffoni e Leo Cunha já têm as presenças confirmadas.

Educar para depois gostar der ler

14 de abril de 2014 0

willian da silva, divulgação
Uma das grandes vozes a ecoar na Feira do Livro de Joinville (que terminou no domingo) foi a do psicanalista, escritor e dramaturgo Ronaldo Correia de Brito, estrela de um debate sobre literatura de editoração no dia 15. Nascido em 1951, no sertão cearense, ele protagonizou uma trajetória que superou a pobreza e o analfabetismo para chegar à formação em medicina, ao mesmo tempo em que nutria enorme paixão pela literatura. O apego à escrita e às artes em geral preenche seu vasto currículo, marcado por documentários, peças de teatro, curadorias e campanhas educacionais, além de mais de 20 títulos de contos, prosa, crônicas e roteiros, vários deles premiados. Habitué de eventos literários, no Brasil e no exterior, Brito destacou sua experiência e bateu na tecla da educação e da leitura – nessa ordem, frise-se – como vias de acesso para uma vida melhor nesta entrevista concedida ao jornalista Guilherme Diefenthaeler.

É possível ser otimista neste cenário brasileiro de falta de acesso à leitura, de livros caros?
Ronaldo Correia de Brito – Se eu penso na minha história de leitor, um menino que morou até os cinco anos no sertão pernambucano e que havia poucos livros que minha mãe guardava num caixote; se eu penso em toda a dificuldade que tive para ter acesso as bibliotecas; se penso que os livros não chegavam naquele interior… No entanto, eu burlei todas essas dificuldades. Nunca achei que nenhum livro pudesse não me ensinar. Houve sempre um aprendizado nessas leituras. Então, quando penso nisso, penso que é necessário um esforço para chegar ao livros. É muito fácil ligar a televisão, o computador, o smartphopne, a mensagem chega muito mais rápida. O livro requer um esforço para se chegar nele, mas quando chega, é uma paixão para sempre. Então, eu acho que o investimento tem que ser na educação, e por meio dela se chegará ao livro.

Na sua palestra, o senhor falou sobre o papel dos seus pais na sua descoberta como leitor. Vê hoje as famílias envolvidas nesse processo?
Ronaldo – Mais importante do que a escola, a família tem um papel fundamental para formar leitores. Na minha casa, meus três filhos são leitores porque o pai e a mãe são leitores. Eles se habituaram a vê-los lendo, a escutar a a leitura, a terem livros. Nessa questão, temos um grande obstáculo ainda a ser vencido se quisermos ser um País de leitores: as pessoas vivem, na maior parte do Brasil, numa situação de miséria. Não há espaços, livros, dinheiro para comprá-los, não há silêncio, nada favorece a aproximação do livro. A miséria é a grande inimiga da educação, do conhecimento, da leitura. É preciso vencer a desigualdade, a fome, a pobreza. Quando isso for vencido, teremos um País de leitores.

Como o senhor percebe a indústria cultural brasileira tratando essa questão dos livros e da leitura?
Ronaldo - Cada vez mais o mercado investe no livro como um produto, sem ligar muito para a qualidade. Mas isso não é tão alarmante, porque sempre se produziu boa literatura, e ela está aí. Eu acho que o mercado vai investir cada vez mais forte em vender, vender e vender. _Mas a política de leitura não pode ser apenas de vender livros e o governo comprá-los, porque os livros não terão nenhum sentido se não houver a busca por eles. É preciso primeiro educar para que os livros façam sentido na vida das pessoas.

Esses livros de entretenimento, de séries americanas, podem estimular o gosto pela leitura?
Ronaldo – Claro, qualquer livro é útil. Todas as leituras são ótimas. O discernimento virá  com o tempo. Eu só saberei o que é o bem se souber o que é o mal. Só saberei distinguir a boa literatura se também ler a má literatura. Eu poderei ficar eternamente nessa literatura, o que não é mau, ela vai me ajudar de alguma maneira, ou eu poderei passar para o que chamamos de alta literatura.

Uma trajetória como a sua, vinda do sertão pobre, é possível se repetir numa indústria cultural cada vez mais centralizada, romper esse bloqueio de grandes editoras por parte de escritores vindos dos recônditos do País?
Ronaldo – Veja bem: quando me lancei como escritor, eu já era médico pós-graduado, com muitas especializações, alguém que já frequentava o primeiro mundo das artes do País, já era um homem vivido que se tornava escritor convivendo nesse mundo. O fato de eu me dizer um escritor à revelia não impediu que fosse sempre próximo demais da literatura. Talvez o mais difícil hoje é transpor esse espaço entre o mundo rural e o da boa formação acadêmica. Para quem vive na faixa da miséria, fazer esse percurso é bem mais difícil.

A internet ocupa um papel na sua carreira. Com funciona isso? Alguns escritores vêm com reserva a disputa do livro físico com o digital…
Ronaldo - Eu escrevi durante muitos anos para uma revista do portal Terra e atualmente tenho uma fanpage, onde sempre posto alguma coisa. Sempre escrevi para a internet e me comunico com o mundo por meio dela. Não tenho nenhuma dificuldade com nenhuma cultura nem tecnologia. Não vejo nenhum conflito aí. Muitas oportunidades me chegaram pela internet. Ela é um instrumento de trabalho para mim. Hoje em dia, acho que a maior parte da crítica literária brasileira está sendo feito pela internet. Um dos textos sobre o meu trabalho que mais me empolgou foi de um jovem do Piauí, numa revista chamada Amálgama. É tão despojado, não é uma crítica de um acadêmico, mas é a crítica de um ótimo leitor.

Feira do Livro vira paraíso da literatura infantojuvenil

11 de abril de 2014 0

divulgaçãoA 11ª Feira do Livro de Joinville reservou para a finaleira de sua programação dois nomes de peso da literatura infantojuvenil produzida no País. Um ramo que Pedro Bandeira conhece desde 1972, quando começou a escrever histórias para crianças. Autor do gênero que mais vende no Brasil atualmente, “pai” dos best-selleres A Droga da Obediência e O Fantástico Mistério da Feiurinha, ele conversará com o público neste sábado (12), às 9h30.
Já Ana Maria Machado (foto ao lado) foi jornalista e publicou títulos adultos antes de se tornar uma referência nacional de literatura para crianças e adolescentes, tendo inclusive ganho o Prêmio Hans Christian Andersen, considerado o Nobel da literatura infantil mundial. Aos que forem vê-la no Centreventos no sábado (12), às 19h30, ou no domingo (13), às 10h30, é possível questioná-la também sobre os dois anos (2012 e 2013) em que foi presidente da Academia Brasileira de Letras.

Leitura, o caminho a perseguir

16 de fevereiro de 2014 0

william silva, divulgação
Já foi dito aqui que pela primeira vez em sua década de história, a Feira do Livro de Joinville tem uma curadora. E o currículo de Maria Antonieta Antunes Cunha lhe dá moral para exercer a função: editora, tradutora, mestre em educação e doutora em letras, mais de 30 livros lançados, ex-consultora do Ministério da Educação e da Secretaria da Educação de Minas Gerais e ex-secretária de cultura e presidente da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, além de ter feito parte da diretoria da Fundação Biblioteca Nacional (FBN). Experiente no tema “feiras e salões do livro”, ela esteve em Joinville na semana passada para o lançamento do Prêmio Joinville de Literatura, vinculado à feira, marcada para 4 a 13 de abril. Obviamente, a coluna aproveitou a presença para fazer alguns questionamentos.

O que a senhora busca como curadoria de uma feira literária?
Maria Antonieta Antunes Cunha - O principal objetivo de qualquer programa e ação de leitura, na minha opinião, é a busca de mais leitores e da leitura cada vez mais qualificada dos já leitores. Isso só se obtém com o envolvimento não somente de toda a cadeia do livro, mas também de toda a sociedade. Ações voltadas para os especialistas, mas também para os leitores comuns e os leitores potenciais, devem estar pensadas de maneira sistêmica e sistemática, como parte de uma feira, como a de Joinville, que quer ser uma eficiente ação de promoção da leitura.

O evento de Joinville teve alguma especificação, no sentido de escolha dos convidados e atrações?
Maria Antonieta - Pensamos no atendimento dos diferentes públicos: crianças, adolescentes e adultos terão bate-papos, palestras, depoimentos, discussões e oficinas que os têm como alvos. Estamos trazendo gente de diferentes pontos do Brasil, com experiências diferentes, múltiplas, capazes de nos ajudar a atrair e conquistar leitores e novas leituras.

Qual o peso, hoje, de uma feira desse tipo no Brasil?
Maria Antonieta - Em muitos lugares, a feira de livros é o único evento em torno do livro nos municípios. E feira pensada, sobretudo, como exposição e comercialização de livros. São, portanto, importantes. Quando a feira enriquece sua programação e tem a intenção de ajudar na promoção da leitura e na aproximação livro e leitor, sua relevância cresce muito. É esse o caso da feira de Joinville, que a cada ano tenta ampliar seu raio de ação.

Por que é sempre tão difícil levantar recursos para eventos literários junto à iniciativa privada?
Maria Antonieta – Conheço há muito essa história, como ex-secretária de Cultura de BH por duas vezes e outras funções na área da cultura e da leitura. Infelizmente, nem sempre interessa ao empresário apoiar eventos que, para ele, têm menos visibilidade do que o esporte ou, no campo específico da cultura, menos apelo que o teatro, a música ou a dança (considero todos esses apoios muito importantes, apenas poderiam ser mais distribuídos). No caso específico da leitura, considero o problema mais grave: muitos empresários não percebem a importância fundamental da leitura para o desenvolvimento da cidadania, da criatividade, mas também da eficiência de qualquer trabalhador na sua função mais simples. Leitura é, na minha opinião, uma questão de responsabilidade social, de compromisso com a cidade ou com o Estado onde as empresas se situam. Não se trata de pagar impostos ou de criar empregos: trata-se de fazer algo maior pela sociedade como um todo, pela infância e pela adolescência, em especial.

Um dos vieses da feira de Joinville é a formação de leitores. É por aí mesmo que se deve ir?
Maria Antonieta – Não tenho dúvida de que isso é que nos anima: é o caminho perseguido, no mundo inteiro, quando se fala de projetos em torno do livro.

Nesse sentido, a senhora é mestre. As crianças estão lendo mais ou menos?
Maria Antonieta – A leitura das crianças varia muito de região para região, até de família para família. Não vejo a leitura isolada das demais experiências da vida da criança. Usar o computador, jogar futebol, ver uma novela são experiências tão fundamentais quanto ver filmes, ver teatro, ouvir música e ler livros. Na minha experiência, as crianças que mais leem são as que fazem um pouco disso tudo (ou de quase isso tudo). A única coisa que me preocupa é a exclusividade de uma dessas experiências, abandonadas as outras, ou várias outras. A vida fica, na verdade, muito reduzida, a visão de mundo fica estreita demais. De todo modo, as pesquisas mostram que ainda podemos e devemos melhorar os índices de leitura de todas as faixas etárias e de todos os grupos sociais, em todas as regiões no Brasil. Nossos índices estão abaixo da maioria dos países vizinhos e dos chamados emergentes.

As redes sociais surgem como fator positivo ou negativo no gosto por leitura?
Maria Antonieta - Elas podem ajudar e são uma forma de leitura que faz parte da vida. Mas, sem dúvida, a escola e a família são (ou têm o poder para isso), em todos os lugares do mundo, as grandes propulsoras da leitura. Os demais grupos sempre ajudam, mas apenas ajudam, na minha opinião.

E qual a sua opinião sobre a literatura infantil produzida hoje no Brasil?
Maria Antonieta - A nossa literatura é muito boa, seja a dedicada ao público infantil e juvenil, seja a destinada ao adulto. Temos muito mais editoras (e menos livrarias), muitas de excelente produção, do que se poderia imaginar, pelo número de indivíduos que se dizem leitores. Esse é um dos mistérios da produção cultural brasileira. Mas, como escrever ou envolver-se com livros é uma contingência inapelável das nossas vidas, continuamos na luta, certos de que estamos fazendo a coisa certa.

Maitê Proença e Silvio de Abreu na Feira do Livro de Joinville

30 de janeiro de 2014 0

ismar ingber, divulgaçãoA próxima edição da Feira do Livro de Joinville, que já tinha Ana Maria Machado, Pedro Bandeira e a portuguesa Maria José Sotto Mayor, fez novas “aquisições” de peso. A estelar Maitê Proença (foto), cuja pena também é de fino trato, vem para lançar, no dia 8 de abril, seu terceiro livro, É Duro Ser Cabra na Etiópia. Outra atriz veterana, Claudia Alencar, trará seu pocket show com música e declamações, além de apresentar seu livro de poemas Sutil Felicidade. Por fim, Silvio de Abreu, um dos maiores novelistas do País, protagonizará um bate-papo com leitores e uma sessão de autógrafos no dia 9.
Ainda na toada da Feira do Livro de Joinville (de 4 a 13 de abril, no Centreventos), a coordenadora Sueli Brandão corre contra o tempo para atrair novos patrocinadores e levantar os recursos para tirar a íntegra do projeto do papel. Entre as ideias que ainda carecem de apoio financeiro é o concurso literário, que Sueli anseia ter abrangência estadual.