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Posts com a tag "psicodália"

Céu confirmada no Psicodália 2017

04 de outubro de 2016 0

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O Psicodália entra outubro anunciando a cantora Céu como grande atração de sua 20ª edição, marcada para de 24 de fevereiro a 1º de março de 2017, em Rio Negrinho. A cantora, uma das estrelas da nova MPB, fará sua estreia no palco da Fazenda Evaristo com o repertório de seu mais recente disco, Tropix. Assim, Céu se junta a Cálix, Perotá Chingó, Recordando o Vale das Maçãs, Metá Metá e Trombone de Frutas (com a participação do soulmen Di Melo), além do headliner Erasmo Carlos, como figuras confirmadas até o momento no festival catarinense.

Psicodália anuncia Erasmo Carlos

02 de setembro de 2016 0

erasmo-carlos-foto
Acostumado ao cheiro de nomes clássicos do rock (nacionais e gringos), o Psicodália fará jus à edição especial de 20 anos com um legítimo “monstro” da música brasileira: Erasmo Carlos. O Tremendão é a primeira atração confirmada para o festerê na Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho, entre 24 de fevereiro e 1º de março. A bordo da turnê do disco Gigante Gentil, lançado em 2014, o cantor se apresentará no dia 27. Mas espere, claro, aqueles sucessos eternos, tipo Sentado à Beira do Caminho, Mulher, Gatinha Manhosa, Minha Fama de Mau e Festa de Arromba. Os passaportes estão à venda no site do Diskingressos. Ah, já ia esquecendo: bandas interessadas em tocar no festival têm até 30 de novembro para enviar material. Acesse AQUI para saber como.

Nação generosa

09 de fevereiro de 2016 0

Nicolas Pedrozo, divulgação
No topo das atrações do Psicodália deste ano, a Nação Zumbi fechou o Palco Lunar na madrugada de domingo (7) em meio à lembrança pelos 19 anos da morte do fundador Chico Science (no dia 2). Ou seja, aquele teria que ser um show especial. E foi: lá pelas tantas, os pernambucanos puxaram para os holofotes Franz Treichler (à esquerda na foto), vocalista da banda suíça Young Gods, nome mítico do rock industrial que desde 1985 influenciou nomes como Ministry e Marilyn Manson. De fato, tem coisas que só acontecem em Rio Negrinho.

Psicodália 2016 expandido (e muito)

14 de dezembro de 2015 0

divulgação
Precisamos falar novamente sobre o Psicodália 2016, ou, melhor ainda, atualizar a lista de chamada. John Kay & Steppenwolf, O Terno e Nação Zumbi já estavam mapeados antes deste colunista sair de férias, e no último mês a coisa ficou realmente séria. À trinca inicial se juntaram o mito Elza Soares– que neste ano lançou o elogiado disco A Mulher do Fim do Mundo –, a paulista Violeta de Outono (foto), maior nome da psicodelia nacional dos anos 80 para cá, e a setentista Bixo da Seda, dos mais importantes grupos do rock gaúcho. Além de Naná Vasconcelos, Replicantes, Cidadão Instigado e a catarinense Skrotes, entre outros. Chuto que esta será a mais grandiosa edição do festival, marcada para de 5 a 10 de fevereiro na Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho. Os passaportes continuam à venda no diskingressos.com.br.



Steppenwolf no Psicodália 2016

08 de outubro de 2015 0

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Motociclistas das mais variadas cilindradas tremerão com esta notícia: Steppenwolf em Rio Negrinho. Sim, a banda que deu ao mundo o clássico Born to be Wild é a primeira atração confirmada do Psicodália 2016, marcado para 5 a 10 de fevereiro na Fazenda Evaristo. A trupe americana vem com o líder e fundador John Kay à frente de uma história que começou em 1962 e fez história com o hard psicodélico de The Pusher, Magic Carpet Ride, Sookie Sookie e o já citado hit, de incontáveis versões ao longo das décadas. O show no Norte catarinense será o único da banda no Brasil. Sobre ingressos, eles terão pré-venda nos nos dias 9 e 10 de novembro, só para quem esteve no evento em 2015. O público em geral poderá comprar o passaporte a partir do dia 11. Nos dois casos, as vendas serão pelo site Disk Ingresso.


Baby do Brasil continua "paz e amor"

05 de fevereiro de 2015 0

divulgação
Baby do Brasil nunca esteve no Psicodália, mas conhece bem a atmosfera “paz e amor, arte e natureza” do festival catarinense. Afinal, ela fez parte dos Novos Baianos, grupo seminal que proclamava a filosofia hippie – na música e no dia a dia – nos anos 70. A simples menção da banda causa alvoroço nos habitués do evento, o que deverá fazer a cantora se sentir ainda mais em casa quando pisar em Rio Negrinho, no dia 14. E não pensem que ela vem ao Estado no papel de “popstora”, que a manteve sob os holofotes gospel por duas décadas. É com o show Baby Sucessos, reatamento com o passado exuberante que estreou em 2012, que ela desfilará na Fazenda Evaristo. Sobre o festival, Novos Baianos, a alma hippie, a parceria com o filho Pedro Baby (guitarrista e diretor do espetáculo) e as lembranças do Rock in Rio ela fala nesta exclusiva a Orelhada.

Você costuma participar de muitos festivais? Já conhecia o Psicodália?
Baby do Brasil - Já participei de alguns festivais, principalmente no começo da carreira, junto com Novos Baianos. Aparecemos pela primeira vez no Festival da Record, cantando a música De Vera junto com Tom Zé, no festival de Guarapari. Depois, na minha carreira solo junto com Pepeu Gomes, no Festival da Globo, com a musica O Mal é o que Sai da Boca do Homem. Acho o máximo a realização de festivais porque dão a oportunidade a novos talentos e, dependendo da visão do evento, uma variedade muito grande de estilos, artistas e grupos já consagrados. Isso é muito bacana porque move bastante patrocinadores e colaboradores, faz com que as pessoas se tornem mais ativas e estimuladas a criar e investir nesse tipo de evento. Festivais deveriam acontecer muito mais, acho importantíssimo, fundamental, excelente.
Conheci o Psicodália por meio do Paulinho Boca de Cantor, que fez um show no evento e gostou muito. Ele me deu a melhor recomendação, dizendo que era uma delícia, muito organizado e que todo mundo que participa fala superbem. Parabéns!

A atmosfera alternativa, meio hippie do festival, é algo que você viveu nos anos 70. Ainda se identifica com isso?
Baby – Eu brinco bastante com essa questão da palavra hippie. No meu último evento, falei para a plateia que continuava muito hippie, mas que era uma hippie bem diferente, que não conheceu a guerra, que não estava protestando pelos mesmos motivos da Europa e dos Estados Unidos. Era uma hippie que tinha um Brasil maravilhoso, com praias lindíssimas e um céu maravilhoso, que não tinha um inverno rigoroso. Na verdade, uma ideia de vida que não tem o peso que o movimento hippie teve lá fora.  Essa filosofia de vida hippie, onde os valores são mais flexíveis a mudanças e o coração aberto a “paz e ao amor”, eu continuo nela, como na canção que escrevi Ainda Continuo Paz e Amor. Mesmo porque, como “popstora”, a missão de ajudar é sempre muito hippie, porque aonde você estiver, se alguém tiver um problema, você se manda de mala e cuia, com dinheiro ou sem dinheiro, para ajudar com orações e clamor a Deus e servindo naquilo que for necessário. Quem serve a Deus dessa forma tem esse lado que podemos alegremente chamar de hippie. Eu e minha voz continuamos as mesmas, mas o meus cabelos… Violeta e Jesus entraram na minha vida definitivamente.

O público certamente saudará as músicas dos Novos Baianos. Como se sente em tê-las novamente no seu repertório?
Baby – As músicas que foram feitas na época dos Novos Baianos para mim, pelo poeta Galvão e Morais Moreira, com os célebres arranjos de Pepeu, e composições feitas com ele também, são inspiradas em cada um de nós. Essa é uma das marcas registradas das letras de Galvão, como A Menina Dança e Tinindo e Trincando, que retratam bem o meu jeito de ser. São músicas que me acompanham durante toda a minha trajetória. Nesse novo DVD, que será lançado em 26 de março, introduzi Acabou Chorare, que canto com Caetano Veloso e ficou linda. Essa era uma música que eu queria cantar há muito tempo. Acho que todos nós, como Novos Baianos, temos Acabou Chorare na nossa boca, na nossa fala, porque foi o que aconteceu, acabou o choro. Declaramos e profetizamos isso naquela época da ditadura. Então, para mim, é sempre um privilégio estar revivendo aqueles momentos de vida, de grupo, de família, de amor, de carinho, de todos juntos como um. Tenho certeza que será um momento muito forte no show.
 
Que tal ser dirigida pelo filho. Rolam umas discussões às vezes?
Baby – É uma delícia, porque o Pedro me conhece bastante desde que veio como um peixinho na minha barriga. Ele sabe bastante de mim, colocava ele no palco com a guitarrinha, ainda bem pequenininho. Sempre estimulei o máximo que pude cada filho para que curtissem e gostassem do palco, da música, perdessem a inibição, para se sentirem à vontade para criar mesmo em frente ao público. Hoje, para mim, é uma honra estar com meu filho em cima do palco, ele tocando tão maravilhosamente bem, tão dedicado, tão bonito, fazendo o seu melhor, e esse melhor é tão especial e tão excelente que eu me sinto agradecida a Deus por todos esses momentos que tenho vivido ao lado dele.
Nos não temos discussões de palco, não temos discussões de música, não temos esse tipo de reacionamento. Sabemos que não devemos dar lugar a nenhum tipo de estresse porque entendemos que tudo isso que estamos vivendo e fazendo é uma bênção, para nossa alegria e alegria de todos vocês.

O Rock in Rio acaba de completar 30 anos, e você estava lá, no palco. Como encara hoje a sua apresentação e o que o festival representa para a música brasileira??
Baby – Acho que minha apresentação no Rock in Rio representou várias coisas, como quebra de paradigmas, por exemplo. O fato de estar grávida de quase oito meses e cantando com a barriga de fora era tão forte que poderíamos dizer que a gravidez e a música estavam juntas em um momento grandioso. Foi passado para a juventude do Brasil e para um público muito grande que gravidez é um momento de bênção, de graça, e que podemos e devemos celebrar a vida. Não precisamos manter as mesmas vestimentas, podemos mudar o mundo mudando a nossa mentalidade. Na parte musical, foi superimportante, porque eu estava fazendo a fusão dos ritmos brasileiros com o rock e o pop. Por exemplo, na música Brasileirinho, que virou uma apoteose no meu repertório. Introduzi nela o arranjo célebre de O Guarani, de Carlos Gomes, misturando bandolim e guitarras elétricas, trazendo informações e influências não só do meu tempo de Novos Baianos, mas de tudo o que estava no meu coração e foi colocado naquele show para dar uma visão do que era o meu som. Com Todo Dia Era Dia de Índio e Menino do Rio e outras que estavam bombadas no mercado, o meu show no Rock in Rio foi um sucesso. Tenho muito prazer quando assisto alguma coisa do Rock in Rio. Para mim, foi um grande show, marcante, que permanece para sempre e representou muito bem o Brasil e o rock brasileiro, em todos os sentidos.
O Rock in Rio é um marco na música brasileira. Ali iniciou-se uma nova etapa, na qual nosso País teve o primeiro megashow. Todo mundo começou a viver uma nova mentalidade de alegria, de música e de comportamento. O Rock in Rio superou as expectativas, deu uma nova visão de coletividade em meio a um País amedrontado ainda pelos efeitos ditadura e nos colocou no ranking mundial dos megaeventos, como o Woodstock. Apesar de todas as influências que poderiam ser perigosas, como drogas e violência, não aconteceu nada disso. Todos aplaudiram, todos viveram momentos grandiosos e saíram dali com a autoestima lá em cima. Rock in Rio é um marco na música brasileira e responsável por uma nova mentalidade de conquistas, perseverança e sucesso que influenciou toda uma geração. Fico super-honrada e feliz de ter participado do primeiro Rock in Rio e de ver esses 30 anos merecidos de sucesso. Creio que vamos ter o Rock in Rio para sempre enquanto a Terra durar.


Psicodália escala Baby do Brasil e Júpiter Maçã

21 de janeiro de 2015 0

Aos “psicodálicos”, Orelhada avisa que dois belos acréscimos foram feitos há pouco ao festival, que acontece ao fevereiro, em Rio Negrinho. O primeiro é Baby do Brasil, que mostrará no dia 14 o show Baby Sucessos, que inclui os clássicos dos Novos Baianos (algo que ela não fazia desde os anos 90) e hits do início da carreira solo. Já o cultuado Júpiter Maça, que retorna lentamente ao convívio deste plano terrestre, se apresentará na Fazenda Evaristo no dia 15. Chutamos que a base será o recém-lançado DVD Six Colours Frenesi, ainda que o show nele registrado seja de 2011. Os passaportes seguem à venda AQUI.


Psicodália 2015 terá Ian Anderson e Arnaldo Baptista

14 de outubro de 2014 3

divulgação
A festança maluco-beleza chamada Psicodália anunciou os primeiros convidados para sua edição de 2015, que acontecerá de 13 a 18 de fevereiro na Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho. E eles são suficientemente lendários para deixar os adeptos do tradicional encontro em polvorosa: Ian Anderson (foto), líder do ícone progressivo inglês Jethro Tull, base do show que ele apresentará; o eterno mutante Arnaldo Baptista; e Jards Macalé, importante ponto de convergência entre o popular e o erudito na música brasileira. Os três liderarão o usual balacobaco de mais de cem atrações em cinco palcos, entre música, teatro, cinema e oficinas. Os passaportes estarão à venda a partir de 10 de novembro no site do Psicodália ou pelo diskingressos.com.br.



Carnaval bem longe do samba

28 de fevereiro de 2014 0

divulgação

Orelhada sabe que muita gente não dá a mínima para samba, desfiles e bailes à fantasia e quer mais é fugir de tudo que se refere a Carnaval. Para esses, a coluna/blog oferece duas alternativas. Uma é a Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho, onde o 17º Psicodália oferece outro tipo de farra até quarta-feira (5). Neste ano, o tradicional festival – cuja aura hippie agrega coletividade, contato com a natureza, teatro, filmes, oficinas, palestras e mais de 40 shows – conta com um elenco de atrações estelar: Moraes Moreira, a banda de prog-rock francesa Gong, Yamandu Costa, Wander Wildner, Almir Sater, Tom Zé, Made in Brazil, o australiano Jarrah Thompson e o lendário funk soul brother Di Mello, além de coadjuvantes de luxo como Satanique Samba Trio, Traditional Jazz Band e Confraria da Costa. No site psicodalia.mus.br consta a programação dia a dia e os detalhes sobre o local e a compra de ingressos.

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Outra opção aos alheios à folia de Momo é subir a serra e esbaldar-se no Psychocarnival 2014, tradicional festa do rock lado B de Curitiba que vai até segunda-feira (3). Incorporado à agenda do Carnaval da cidade, o evento deste ano oferece shows gratuitos no estacionamento da Câmara Municipal, que fica em frente ao Shopping Estação, a partir das 13 horas. Bandas locais clássicas, como Pelebrói não Sei, Beijo AA Força e Chucrubilly Man, estão escaladas para o sábado (1º) e o domingo (2). À noite, o shows se mudam para o Jokers, que receberá Kães Vadius (foto), Krápulas, Ovos Presley, Sick Sick Sinners, Krents, Burning Aces, Anal Destination (Áustria), Sharks, King Kur (Inglaterra), entre outros nomes do psychobilly/garage rock. Informações sobre programação e ingressos estão na página do festival no Facebook.




Tom Zé também vai para a fazenda

10 de fevereiro de 2014 0

Com mais essa, o Psicodália de 2014 ruma para ser a mais explosiva edição da história do festival. Agora, Tom Zé foi integrado a um elenco que já tinha, entre outros, Wander Wildner, Moraes Moreira, Almir Sater, Yamandu Costa, Made in Brazil e a banda francesa Gong. Tom Zé levará à Fazendo Evaristo, em Rio Negrinho, o show Tropicália Lixo Tóxico, um repensar do movimento do qual ele foi protagonista.