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Posts de junho 2008

Balanção da Série A

30 de junho de 2008 1

- Quem vai parar o Flamengo? Caio Jr. é melhor do que Joel? Obina é Seleção?
- Pênalti com paradinha agora é moda;
- Só três times da casa venceram;
- Não houve surpresas na rodada;
- O Náutico é cavalo paraguaio.

80 partidas
43 vitórias dos times da casa (53,8%)
12 vitórias de visitantes (15%)
202 gols marcados (133 deles do time mandante)
2,53 média de gols
1 x 1 é o placar mais comum: 15 vezes.

Classificação
1º    Flamengo       19 (17º – 8)
2º    Grêmio         17 (13º – 10)
3º    Cruzeiro       17 (5º – 13)

4º    Palmeiras      16 (12º – 11)

5º    Vitória        14 (8º B – 12)
6º    Náutico        14 (19º – 5)
7º    São Paulo      13 (4º – 14)
8º    Portuguesa     12 (9º B – 12)
9º    Vasco          11 (11º – 11)
10º   Coritiba       10 (5º B – 13)
11º   Atlético/MG    10 (9º – 12)
12º   Atlético/PR     9 (8º – 12)

13º   Figueirense     9 (10º – 11)
14º   Inter           9 (15º – 8)
15º   Sport           8 (14º – 8)
16º   Botafogo        8 (1º – 20)

17º   Santos          6 (16º – 8)
18º   Goiás           6 (2º – 15)
19º   Ipatinga        5 (15º B – 10)
20º   Fluminense      3 (6º – 12)

Obs.: entre parênteses a campanha de 2007.

Postado por Cioatto

Fotos antigas

30 de junho de 2008 0

O impedido Mário Nascimento sugeriu e a idéia é bem legal. Quem tiver fotos antigas de times de futebol é só mandar que os impedidos daqui publicam. O importante é ter alguma informação sobre a foto. Os créditos vão para o arquivo pessoal de quem mandar o material. É só mandar para os e-mails jeferson.cioatto@an.com.br ou rodrigo.stupp@an.com.br que a gente põe no ar.

Postado por Cioatto

As paradinhas e a experiência de Pavlov

30 de junho de 2008 0

Virou mania de batedor de pênalti. Correr para a bola e picaretear o goleiro. É esteticamente bonito, mas enganar os outros não faz bem. Até pouco tempo atrás, havia determinação para que a arbitragem mandasse voltar o pênalti batido como fizeram Alex Mineiro, Alan Bahia e Róger neste fim de semana. Parece que ela não existe mais.

As paradinhas em cobranças de pênaltis tendem a diminuir da daqui para a frente. Isso porque os batedores dos times são quase sempre os mesmos. E goleiro é como o cachorrinho do Pavlov. Campanhia, carne, saliva. Campanhia, carne saliva. Campanhia, saliva.

Além do mais, é só ficar parado e esperar o batedor. Como o Dida faz, e muito bem. Converter o pênalti é obrigação de quem chuta. Se chuta bem, é gol na certa, não importa se o goleiro pula para o canto certo. Isso é da física. Se chuta mal, há uma chance.

PS.: Não conseguiu assisitir ao vídeo da cobrança do Róger? Então clique aqui.

 

Postado por Cioatto

Balanço da Série B

29 de junho de 2008 2

- Será o Paraná um novo Santa Cruz (Fluminense, Paysandu, Criciúma ou Vitória?);
- As melancias vão se ajustando no andar da carruagem;
- Túlio segue o mesmo – faz um, perde outro;
- O Criciúma patina e deve acabar pelo meio da tabela;

80 partidas
40 vitórias dos times da casa (50%)
24 vitórias de visitantes (30%)
217 gols marcados (127 deles do time mandante)
2,71 média de gols
1 x 0 é o placar mais comum: 11 vezes.

Classificação
1º    Corinthians    20 (7º A – 12)
2º    Avaí           16 (18º – 7)
3º    São Caetano    15 (11º – 12)
4º    Juventude      15 (18º A – 7)

5º    Barueri        14 (7º – 13)
6º    Vila Nova      13 (Série C)
7º    ABC            12 (Série C)
8º    Ceará          11 (13º – 11)
9º    Criciúma       10 (1º – 19)
10º   Ponte Preta    10 (3º – 14)
11º   Gama            9 (2º – 15)
12º   Fortaleza       9 (10º – 12)
13º   Santo André     9 (19º – 7)
14º   Bahia           9 (Série C)
15º   Marília         8 (6º – 13)
16º   Brasiliense     8 (4º – 14)

17º   Bragantino      9 (Série C)
18º   América/RN      6 (20º A – 4)
19º   Paraná          7 (3º A – 14)
20º   CRB             5 (14º – 10)
Obs.: entre parênteses a campanha de 2007.

Postado por Cioatto

PC sabe nada

27 de junho de 2008 0

O novo técnico do Figueirense, PC Gusmão, foi “inteligentíssimo” em sua observação após o primeiro coletivo que orientou no “tricolor”. Chegou à conclusão que o problema está na defesa.

O impedido Vandré kramer, holandes que acreditava em uma Europa laranja, mas que, nas palavras dele não é expert em futebol, pegaria a tabela do Campeonato Brasileiro, veria 19 gols sofridos em sete rodadas e chegaria à mesma conclusão.

Postado por Cioatto

A foto do pôster tá diferente

27 de junho de 2008 3

Seleção da Itália, minutos da vitória sobre a França/AP

Quando Charles Müller era craque (será que foi?), na hora da foto, os jogadores de linha ficavam em pé e o goleiro, com a bola na mão, se estendia no chão. Depois, os futebolistas passaram a se perfilar, isso lá pelos anos 20. No fim dos anos 40, a foto já tinha o jeito que a maioria de nós conhece.
Mas a Eurocopa trouxe uma novidade. Talvez poucos tenham notado, mas algumas seleções inovaram a pose na hora da foto do pôster. Além da Itália, Portugal e Rússia usaram a mesma “formação”. É no mínimo, vamos dizer, diferente.

Postado por Cioatto

Russos com incentivo extra

26 de junho de 2008 0

Sergey Ponoranev, AP

Primeiro foi a austríaca Ottakringer que garantiu fornecimento eterno de cerveja ao jogador de seleção do país que marcasse um gol na Eurocopa. O veterano Vastic, 39 anos e que, com um pé na aposentadoria, agradeceu.

Agora foi a vez de uma “empresária” dar um incentivo extra aos russos. Ela ofereceu dias “modelos” para cada jogador que fizer um gol contra a Espanha.

Pyotr Listerman, a “empresária”, é dona de uma agência de modelos e conhecida por arranjar casamentos entre homens e ricos e garotas de baixa renda na Rússia.

O craque russo Arshavin comentou:  “Há vários homens solteiros na seleção da Rússia. É um grande incentivo”.

Postado por Cioatto

O pensamento alemão sobre futebol

26 de junho de 2008 1

Alemães comemoram vitória sobre a Turquia e vaga na decisão da Eurocopa/Jon Super, AP

O texto abaixo foi publicado na edição de hoje da revista alemã “Der Spiegel” sobre a partida entre Alemanha e Portugal pelas quartas-de-final da Eurocopa – vitória germânica por 3 a 2. Além de escrito de uma maneira pouco habital para nós brasileiros, traz nas entrelinhas o pensamento alemão sobre futebol. A reprodução segue abaixo.

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O segredo do sucesso do futebol da Alemanha

Novamente, a seleção alemã avançou até as fases finais de um grande torneio internacional. Mas o que torna a seleção tão bem-sucedida? Pode ser por ser tão mediana

Zeev Avrahami

Durante grande parte do jogo entre Alemanha e Portugal na última quinta-feira (19), parecia quase injusto. Portugal podia ser amplamente considerada favorita, mas a disputa em campo parecia mais uma luta de boxe entre um peso pesado e um peso médio. Portugal tinha o brilho, os truques e o trabalho de pernas elegante. Mas no final, foi a Alemanha que provou estar disposta a fazer o que era necessário para vencer -mesmo que isto envolvesse o astro meio-campista Michael Ballack empurrar o zagueiro português para fora do caminho para marcar o gol da vitória no segundo tempo.

Com ele, Portugal foi eliminada, a seleção que talvez contava com o maior astro do torneio. Cristiano Ronaldo marcou mais gols do que qualquer outro jogador neste ano no campeonato inglês. Ele foi eleito jogador do ano da primeira divisão inglesa por dois anos consecutivos. Outros astros como Deco e Petit, Nani e João Moutinho estavam jogando ao lado dele na seleção portuguesa.

E os alemães? A equipe conta com um astro no meio-campo, Ballack, que de alguma forma consegue controlar os jogos apesar dos locutores e narradores passarem grande parte do tempo sem dizer seu nome. Mas seu elenco de apoio é bastante anônimo, composto de jogadores com nomes como Hitzlsperger, Rolfes e Mertesacker. Mas mesmo assim, é exatamente esta devoção ao mediano que torna a seleção alemã bem-sucedida ano após ano, torneio após torneio.

O lado alemão, resumindo, dificilmente fará você saltar de sua cadeira -mas apenas raramente decepcionará. Seus períodos de sucesso são breves, assim como as calmarias entre eles. Na última Eurocopa em 2004, a seleção não conseguiu passar de seu grupo. Mas na Copa do Mundo de 2002, a seleção ficou em segundo lugar e, em 2006, terminou em um impressionante terceiro.

Por quê? Por que uma seleção como a Inglaterra, que ano após ano está repleta de jogadores reconhecidos por toda a Europa, quando não por todo o mundo, não chega nem perto do índice de sucesso da Alemanha em torneios internacionais? Por que a Espanha não conquista uma Eurocopa desde 1964 -apesar de contar com um dos campeonatos domésticos mais fortes do continente- enquanto a Alemanha, com sua Bundesliga em decadência, conquistou três desde 1972?

Um fator é certamente a força consistente das equipes no meio. Seleções nacionais alemãs bem-sucedidas sempre terão um goleiro intimidante, um zagueiro dominante no miolo da zaga, um líder no coração do meio-campo e um atacante robusto. Seleções alemãs decepcionantes sempre careceram de um dos elos nesta cadeia.

Mas igualmente importante é a estabilidade da equipe. Na primeira partida da Alemanha na Eurocopa 2008, contra a Polônia, ela colocou em campo oito jogadores que jogaram na Copa do Mundo há dois anos. Os três jogadores que ingressaram também faziam parte do esquadrão de 2006 -e o técnico, Joachim Löw, também estava lá, mas como assistente. Esta estabilidade há muito faz parte do lado alemão. A seleção nunca teve uma era dourada de domínio completo, mas -mesmo nos anos de Franz Beckenbauer- nunca dependeu de apenas um jogador para o sucesso. Retire os anos de Zinedine Zidane e o sucesso internacional da França mergulha a profundidades inglesas.

Mas os alemães valorizam o coletivo em vez da individualidade. A equipe, mesmo com seu recente foco na forma física estimulado pelo antecessor de Löw, Jürgen Klinsmann, não é um Porsche. Mas também está longe de ser um Trabant. Ela parece mais um Audi sólido, intermediário. Felizmente para a Alemanha, tanto nos carros quanto no futebol, seu mediano é melhor do que o restante.

Mas há mais no sucesso da Alemanha do que apenas continuidade e confiabilidade consistente. A equipe é uma grande beneficiária da globalização do futebol. Não porque os clubes alemães têm importado jogadores talentosos de todas as partes do mundo para elevar o nível do jogo. Em vez disso, é porque não o fizeram.

Na Inglaterra, Espanha e Itália, os garotos locais freqüentemente são minoria nos elencos dos melhores clubes. As equipes do Real Madrid dos últimos anos não eram chamadas de Los Galácticos à toa. E o dinheiro envolvido é imenso. De fato, em uma era de salários indo às alturas e clubes repletos de astros estrangeiros, os clubes repentinamente são mais importantes do que as seleções nacionais e onde se encontra o principal compromisso dos jogadores.

Além disso, quando os times locais estão repletos de talento estrangeiro, um importante efeito colateral é uma seleção nacional mais fraca. Até mesmo o presidente da Premier League inglesa, sir David Richards, atribuiu o fracasso da Inglaterra em se classificar à relativa escassez de talento local. A Itália também, apesar de ter conquistado a Copa do Mundo de 2006, fracassou em ir mais longe desta vez. Os clubes em ambos os países tendem a contar com o talento dos jogadores estrangeiros -um luxo com que não podem contar quando se trata de competições internacionais.

A Alemanha não tem este problema. A Bundesliga não pode competir financeiramente com a espanhola, italiana e inglesa. Em vez disso, a liga alemã permite que o talento local se desenvolva, amadureça, lidere e assuma a responsabilidade. E ao fazê-lo, cria jogadores que se importam fortemente com o orgulho nacional e seu uniforme. Apenas o Bayern de Munique importa consistentemente astros para as posições onde o talento local não é bom o bastante.

Também funciona da outra forma: apenas três jogadores alemães jogam em campeonatos estrangeiros -uma situação que resulta em familiaridade e, na seleção nacional, uma sensação de unidade. Não é um bando de mercenários do futebol que se encontram de vez em quando e supostamente devem formar um laço e conquistar um torneio em um prazo de um mês. A Alemanha, resumindo, pode não ser a seleção nacional mais impressionante, mas está muito próxima de ser um verdadeiro clube de futebol.

Tradução: George El Khouri Andolfato

Postado por Cioatto

Mais sorte que juízo

25 de junho de 2008 5

EFE

O jogo de agora há pouco entre Fluminense e LDU pelo título da Libertadores foi de enlouquecer. Os equatorianos, por ver um primeiro tempo arrasador, quatro avalanches. Os tricolores, por tomarem um sufoco que não era previsto (tá bom, não era esperado).

De qualquer forma, o Fluminense escapou de uma goleada histórica e volta para casa com chances de conseguir o título. É só ter paciência, o que não sei se será possível.

Confesso. Depois do 4 a 1, torci para que a partida terminasse uns 7 a 1, 8 a 2. Queria ver aquele monte de cambistas morrendo com ingressos na mão. Seria uma bela lição.

Postado por Cioatto

Os clones do Fernandão

25 de junho de 2008 1

Valdir Friolin

Essa foto foi feita no treino do Internacional na tarde de ontem. O técnico Tite passa instruções para os “irmãos gêmeos” Sorondo e Marcão. Pelo menos Fernandão foi embora, senão seriam “trigêmeos”.

Postado por Cioatto