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Posts de fevereiro 2009

Vamos mudar as regras do futebol?

27 de fevereiro de 2009 5

Impedidos. Tem quem ache que o futebol está bom assim, que não precisa mudar nada. Mas tem gente que gostaria de ver alguns ajustes nesse esporte que é jogado, na sua essência e sem muitas mudanças, há 146 anos.

Neste fim de semana, a International Board (4 representantes do futebol da Inglaterra e 4 membros da Fifa) se reunião na Irlanda para discutir algumas propostas, nada muito radical, como é de praxe no futebol. Vamos a elas:

1) Cartão laranja (ou azul): a ideia é achar um meio termo entre a advertência e a expulsão. O jogador que receber esse cartão seria excluído da partida, mas o time, depois de um tempo ainda a ser determinado, poderia colocar outro jogador em campo.
nota do blogueiro: vai levar um tempo até se achar a linha que
divide uma jogada violenta, de vermelho, para uma menos bruta, para amarelo. vai ter mais chiadeira e masi reclamações contra a arbitragem.

2) Mais auxiliares: a intenção seria colocar mais dois “bandeirinhas” atrás dos gols para fiscalizarem as jogadas de área.
nota do blogueiro: sempre é bom ter mais gente observando e o
árbitro continuará sendo soberano. Só faço a pergunta: por que é que não se adota logo de uma vez a TV como forma de tirar dúvidas?

3) Substituições: aumentaria de três para quatro. Mas só no caso de prorrogação.
nota do blogueiro: jogadores menos cansados tendem a dar mais espetáculo e manter o nível do jogo.

4) Intervalo: aumentaria de 15 minutos para 20 minutos.
nota do blogueiro: o argumento é que alguns vestiários são muito
longe dos campos e mal dá tempo para novas orientações ou descansar. Esses cinco minutos a mais de espera pelo recomeço da partida vão deixar o torcedor mais impaciente.

E você, impedido, o que acha de tudo isso?

As mudanças mais significativas desde o início do futebol profissional.

1871: surge o juiz, que, na época, ficava do lado de fora do campo. Só se manifestava quando sua opinião era solicitada;
1872: criado o escanteio. Antes, quando bola saía pela linha de fundo, era falta;
1875: determinou-se a duração das partidas: 90 minutos;
1875: aparece o primeiro travessão, demarcado por um barbante;
1881: acaba o impedimento de escanteios;
1890: o juiz vai para dentro do campo;
1891: surgem os bandeirinhas;
1891: aparece o ancestral do pênalti, batido de qualquer ponto a 11 metros do gol. Antes, as faltas eram cobradas do local onde ocorriam;
1907: jogador em seu próprio campo não está mais impedido;
1913: goleiros não podem mais pegar a bola com a mão fora da área;
1913: não há mais impedimento depois da cobranca do arremesso lateral;
1925: o jogador que tiver dois adversários à sua frente não está mais impedido;
1968: substituicões são oficializadas (duas por equipe);
1970: definição de vencedores de jogos eliminatórios nos pênaltis;
1970: criação dos cartões vermelho e amarelo;
1981: a Inglaterra adota os três pontos por vitória;

1990: fim do impedimento com o jogador na mesma linha do penúltimo adversário;
1993: área delimitada fora do banco de reservas para os técnicos orientarem as equipes;
1993: morte súbita (ganha a prorrogação quem fizer o primeiro gol);
1993: o goleiro não pode mais pegar com as mãos uma bola recuada intencionalmente com os pés pelos companheiros;
1994: a partir da Copa do Mundo, os três pontos por vitória são adotados no mundo inteiro;
1995: autorizada a terceira substituição;
1996: reducão da circunferência máxima da bola de 71 cm para 69,5 cm e peso de 396 a 453 g para 410 a 450g;
1997: o goleiro passa a ter seis segundos para repor a bola em jogo;
2004: permitido o jogo em grama artificial;

Postado por Cioatto

JEC: os inimigos são outros, e os amigos também

26 de fevereiro de 2009 8

Lembram, impedidos, que este blog tratava no início do Estadual dos principais adversários do JEC na briga por uma vaga na Série D? E que este blog apontava a Chapecoense como o time com o qual o Joinville deveria ter mais cuidado? Pois bem! O time do Oeste ainda não embalou, carece de fôlego, fica no bolo, mas não desenvolve.

No lugar dele pinta um outro Verdão, o Metropolitano. A turma de Blumenau passou o primeiro turno inteirinho hibernando, sem incomodar, quase morto. Bastou desenterrar o sapo. Bum! Duas vitórias seguidas e o moral recuperado.

Com o Atlético/IB seguindo a campanha dos 100% em casa, podemos ter uma próxima fase sensacional: quatro times brigando pelo título, três deles concorrendo à vaga na Série D. O que parecia improvável no início da competição aconteceu e a lista de inimigos mais fortes está maior.

Só para ficar claro e não acharem que estou louco e incoerente ao usar o termo “sensacional”: para mim, o campeão deveria ser o que somasse mais pontos, e acabou.

Então, se o JEC quer ter menos incômodo pela frente terá dois caminhos:
1) Manter os 100% na Arena. Com isso é quase certo que fique com a vaga do índice técnico;
2) Vai precisar fazer novos amigos, torcer para Avaí e Figueirense se darem bem nesse returno. São os únicos em condições de frear os que estão querendo atrapalhar o tricolor. Jequeanos, não contem com o Cririúma, picado pela mosca azul da classificação antecipada e com os olhos todos na Copa do Brasil, e também não esperam muito de Brusque e Marcílio.

Postado por Cioatto

Um monstro chamado regulamento

23 de fevereiro de 2009 23

O ácaro, a partir de agora, o símbolo dos regulamentos monstruosos

Esqueçam, impedidos, que a fórmula dos pontos corridas é a melhor, a mais séria, a mais honesta e a mais justa. Levou 30 anos para se descobrir isso em campeonatos brasileiros e talvez leve mais 30 para que os estaduais a adotem.

Enquanto esse paraíso não chega às nossas paragens, o torcedor ainda tem de conviver com fórmulas como a do Campeonato Catarinense deste ano (só para deixar bem claro, aprovada por clubes e pela Federação).

Vejam que curiosa a situação do Metropolitano. Com a goleada sobre o Marcílio, o time de Blumenau lidera o returno. Estaria, portanto, classificado para o quadrangular junto com Criciúma, Joinville e Atlético/IB. Seria, pelo regulamento, no mínimo quarto lugar e estaria, por esse critério, fora do rebaixamento. Cairia então o Marcílio Dias, um dos representantes catarinense na Série C.

Aí que vem o absurdo. Um time com 7 pontos, nesse momento, está à frente do time que tem 10. Alguém pode explicar essa matemática?

Postado por Cioatto

Rodada dos visitantes folgados

22 de fevereiro de 2009 2

O Figueira venceu agora há pouco o Tubarão num jogo doído de assistir. 2 a 1, num calorão e com alguns heróis nas arquibancadas. Alegria alvinegra no returno bem menor que a que deve estar em Laguna, ali pertinho.

A vitória selou algo que dificilmente se repetirá no catarinense: quatro vitórias dos visitantes em cinco jogos: Avaí, Figueirense, Joinville e Metropolitano ganharam fora. Só a Chapecoense fez o dever de casa. Não deixa de ser curioso num campeonato que tinha média de apenas 17,8% de vitória dos visitantes. Foram oito vitórias em 45 rodadas. Só na primeira rodada do returno, os visitantes já conseguiram metade de tudo que conseguiram no turno.

No jogo deste domingo, o alvinegro venceu a maldição de sua camisa número quatro, cor dourada com vinho. Calções preto com branco. Só não tinha mais cores que o Sampaio Corrêa, que o derrotou nessa semana.

O que dá para tirar de lição. Com essa postura, o atual campeão nem chega ao quadrangular semifinal. Venceu um time que será rebaixado, com dificuldade descomunal. O Tubarão até correu. Benson (é aquele mesmo) deu esporro geral, mas o time não ajuda mesmo.

Postado por Stüpp

Melhor recomeço, impossível

21 de fevereiro de 2009 9

Impedidos,

Não assisti à vitória do JEC sobre o Criciúma, portanto não tenho como falar do jogo em si. Mas do resultado e dos significados dele sim.

1) Poder de reação: sào poucos os times que saem perdendo por 2 gols de diferença e conseguem a virada. De cabeça, sem consultar nada, acho que é a prirmeira vez que isso acontece no Estadual desse ano;

2) Vitória fora de casa: num campeonato no qual menos de 20% dos visitantes vencem, dá um bom gás para seguir no returno;

3) Três pontos na arrancada: longe de querer ser pessimista, embora muitos impedidos achem isso, mas enquanto estava perdendo o JEC jogava fora o campeonato. Ficava atrás na classificação do returno e ainda via a chapecoense alcançá-lo. A vitória só não serviu para manter o time do Oeste afastado na classificação geral, como também para passar o Atlético/IB, que acho, é o inimigo a ser batido na busca da vaga na Série D. E contra o time de Ibirama, a vantagem do JEC é ter o confronto direto na Arena.

4) a volta da confiança: no JEC ainda é assim. Uma derrota, mesmo que seja um resultado normal como foi a para Chapecoense em Chapecó, traz todo o passado recente à alma do tricolor. O moral baixa, o desânimo bate à porta, pede passagem, quer entrar na casa do Coelho de qualquer jeito. É para espantar tudo isso que servem as vitórias como a de há pouco contra o Tigre.

Postado por Cioatto

É certo usar um time misto?

20 de fevereiro de 2009 5

Na última rodada do turno do Catarinense, o Figueirense foi a Criciúma e colocou em campo um time misto. Só três dos considerados titulares saíram jogando: Wilson, Dieyson e Rafael Coelho.

Teve reclamação da turma de Ibirama e do pessoal do JEC, interessados diretos no desempenho alvinegro contra o Tigre. Valia o título do turno, uma vaga no quadrangular e, no cado de Jonville e Atlético/IB, um belo passo rumo à vaga na Série D. Não deu para eles.

Não adiantou espernear. A equipe principal do alvinegro estava guardada para a estreia na Copa do Brasil contra o Sampaio Corrêa. O time B não resisitiu ao Tigre o time A sucumbiu no Maranhão.

Na abertura do returno, neste sábado, o Criciúma deve ir de time misto. Quer poupar os titulares para a partida de volta da Copa do Brasil contra o Tupi. E quer os principais jogadores inteiros porque a tarefa será árdua: vencer por três gols de diferença para seguir adiante.

Quem pode reclamar, dessa vez, é o só o pessoal do Ibirama. Mas vai ficar falando sozinho.

Utilizar jogadores reservas tem de ser opção do time. Não vejo desrespeito ao adversário. Você, impedido, vê? Também não é menosprezar a competição. Qualquer pessoa sensata (e há muitas lendo essas linhas) sabe que na ordem de importância os estaduais estão em último lugar, que eles ficam atrás da Copa do Brasil e da Libertadores.

Só não pode fazer como o São Paulo no clássico contra o Corinthians. Escondeu de todos que utilizaria um time misto e, no fim das contas, lesou o próprio torcedor do clube que pagou por um produto (a melhor das formações) que não recebeu.

Postado por Cioatto

JEC lidera público e renda

19 de fevereiro de 2009 59

Torcida do JEC, a mais fiel do Estado/Fabrizio Motta

Deu trabalho, mas é do jogo.

Os números do primeiro turno do Campeonato Catarinense deixam bem claras algumas teorias já postadas neste blog.

Uma delas diz respeito à polêmica do tamanho das torcidas. O impedido Mário Nascimento juntou uns números (ele explicou como fez isso) e chegou à conclusão de que a torcida do JEC é a maior de Santa Catarina.

Se é, ninguém sabe, mas com certeza a torcida tricolor é a mais fiel do Estado. Levou 41.233 pessoas à Arena (+ os que não pagaram), com média de 10.308 por jogo – a comparação com os outros times pode ser feita no quadro abaixo.

Mas o primeiro turno do Estadual revela outros dados interessantes. Por exemplo: em nove partidas, os clubes pagaram para jogar. No jogo que deu mais prejuízo ao mandante, o Metropolitano teve saldo negativo de R$ 8.446,25 ao enfrentar o Atlético/IB. Desse total, R$ 5 mil foram gastos com o aluguel do Estádio João Marcatto, em Jaraguá do Sul.

Então, o impedido Fielder vai reclamar, mas o time dele tá envolvido com as três piores coisas do Estadual: menor público, menor renda e maior prejuízo ao adversário. Mas isso não vai importar a ele, já que o time em campo vai bem.

Os números:

Público total: 145.729 (média 3.238)
Maior público: 13.746 (Joinville x Figueirense)
Menor público: 234 (Marcílio x Atlético/IB)
Maior renda: R$ 121.774,00 (Figueirense x Avaí)
Menor renda: R$ 1.475,00 (em dois jogos: Metropolitano x Atlético/IB e Marcílio x Atlético/IB)

 

Por clube
                 Total                Média
Joinville        41.233               10.308
Criciúma         26.029                5.206
Figueirense      25.505                6.375
Avaí             23.440                4.668
Chapecoense       7.719                1.544
Brusque           5.980                1.495
MArcílio Dias     5.206                1.041
Atlético/IB       4.232                1.058
Metropolitano     4.130                1.033
Atlético/TU       4.109                  822

Total de rendas: R$ 910.038,73
O que ficou com os clubes: R$ 471.733,06

Clube                    Bruto                Líquido
Joinville               248.073,00           150.042,50
Figueirense             204.170,00           136.602,30
Criciúma                135.740,00            80.987,40
Avaí                    129.205,00            74.150,95
Chapecoense              44.274,00             6.745,90
Marcílio                 35.224,00             2.660,30
Brusque                  32.492,00             7.615,20
Metropolitano            29.636,00               735,50
Atlético/IB              25.794,00             4.918,40
Atlético/TU              25.430,73             4.574,61

Postado por Cioatto

Gelson vem aí. E agora JEC?

17 de fevereiro de 2009 14

Ulisses Job

O Joinville conquistou 16 pontos no primeiro turno. Teve 59,3% de aproveitamento, mais do que o Cruzeiro ao ficar com o terceiro lugar no Brasileirão. Isso é o suficiente para reconhecer um trabalho bem feito – como bem feito foi o trabalho do blogueiro Edenilson Leandro ao dar, em primeira mão, no Intervalo, a contratação do treinador.

Com a mesma campanha no segundo turno, o JEC seguramente estaria no quadrangular. E a perspectiva era de uma campanha melhor. No primeiro turno o tricolor jogou quatro vezes na Arena. No returno, joga cinco. De quebra, pega os dois adversários diretos na briga pela vaga na Série D, Atlético/IB e Chapecoense, dentro da Arena 100%.

Então não era necessário mudar. A discussão com o filho do “dono” foi estopim, não pólvora. Ainda quero acreditar que pelos lados da Inácio Bastos não se pense com o fígado e que havia algo mais. Essa semana descobriremos.

Em Joinville, Gelson da Silva pega um clube montado, organizado, com titulares definidos, com padrão de jogo e bons jogadores. Talvez queira mudar uma, duas peças, mas acho difícil. Vai ter os mesmos problemas do Leandro Campos. Talvez as soluções sejam diferentes.

Tudo que se espera é que esse episódio não tire o foco do Estadual e da briga pela vaga na Série D. E que os jogadores se acertem rapidamente com o treinador que chega, que não se perca tempo e que não se faça terra arrasada caso a vitória não venha no primeiro jogo sob o comando de Gelson (é em Criciúma, contra o Tigre).

E, para não perder o hábito, vamos ao que alguns leitores impedidos acham ranhetice, agoro ou qualquer outra coisa. Vamos à parte “ruim” desse post.

Então chega Gelson da Silva. E garanto que não foi contratado pelos últimos trabalhos que realizaou. O treinador passou pelo Criciúma em 2008. Ele assumiu o Tigre na terceira rodada da Série B em substituição a Leandro Machado e se sustentou até a 10ª rodada. Pegou o time em 13º e largou em 16º. O que não quer dizer nada porque ficou comprovado pelo resto da temporada que o time era mesmo ruim.

Ficou um tempo sem trabalhar e na 22ª rodada assumiu o Gama, quando o time do Distrito Federal estava em 13º. Deixou o clube na 27ª rodada com o Verdão do Planalto Central dentro da zona de rebaixamento.

Então Gelson chega no currículo com dois rebaixamentos em 2008.

Gelson começou 2009 no Mogi Mirim. Durou cinco rodadas. Deixou o Sapão depois de 1 vitória e quatro derrotas também na zona de rebaixamento. Hoje, o Migi Mirim é o 19º no Campeonato Paulista com uma vitória em oito jogos. Mais uma vez há indícios de que o problema não é o Gelson e sim os times que ele tem treinado.

Postado por Cioatto

Demissão de Campos compromete o projeto da Série D

16 de fevereiro de 2009 25

Tudo que o JEC não precisava numa hora dessas era criar um terremoto. Mas foi lá e propiciou o fato novo, a notícia do dia, a mudança que talvez condene o tricolor a ficar no limbo mais um tempo. Demitiu o treinador Leandro Campos.

Quem acompanha as linhas deste blog sabe o quanto tem se falado aqui sobre demissão de treinadores e o quanto elas são prejudiciais ao trabalho de um clube em médio e longo prazos.

Parem, pensem e respondam: o JEC fez uma má campanha no primeiro turno? Acho que não. Acho até que andou mais da metade do caminho para o quadrangular, ainda mais se for levado em consideração que no returno haverá cinco partidas em casa.

E a saída de um comandante mexe com os jogadores. Um dos comentários na Arena é de que não havia problemas de relacionamento entre atletas e treinador. E, aparentemente, não havia mesmo. E atletas que confiam no treinador tendem a render mais. E o novo treinador, seja lá quem for, vai levar um tempinho para chegar ao estágio atual. Se levar dez dias, foram-se duas rodadas.

A torcida reclamar e pedir que se demita um técnico é normal e aceitável. E uma parte da torcida do JEC reclamava de Leandro Campos. Achava que ele não escalava bem o time. Mas não cabe a uma direção atender ao torcedor toda vez que este se queixar. Um projeto não pode ser abandonado, jogado pelo ralo como está se fazendo agora.

Postado por Cioatto

Criciúma campeão. Sorte do JEC

15 de fevereiro de 2009 14

A tarde começou das piores para o Joinville. Às 16h05, o pior dos cenários se armava com o gol do Atlético/IB em cima do Marcílio. E com o time de Ibirama sendo campeão, o JEC seria obrigado a se classificar para o quadrangular para conseguir a vaga na Série D.

E às 16h38, a situação ficaria pior ainda com um gol inexplicável da Chapecoense. Sim, senhores impedidos, até agora não entendi como um atacante fica sozinho daquele jeito para cabecear uma bola contra uma defesa formada por três zagueiros. Mas isso é problema para o Leandro Campos resolver.

E como em campo o time não correspondia, nitidamente pela ausência de cinco titulares, o negócio era torcer mesmo para o Criciúma. E sorte do JEC que o pessoal de Criciúma, que o Kemps e o Zulu resolveram antes mesmo do intervalo dar um alento à turma do Norte. Dois minutos bastaram para os comandados de Leandro, o Machado, resolver a parada contra o Figueirense.

E no segundo tempo dos jogos, então, a coisas ficaram ainda mais resolvidas com outros gols de Criciúma e Atlético/IB.

E, como tem sido comum neste espaço, vamos olhar para o futuro. Neste segundo turno o negócio para o JEC é somar pontos. Vai ter de descontar os dois que tem de desvantagem para o Atlético e torcer para que a Chapecoense não embale.

O melhor é que os dois serão adversários do tricolor dentro da Arena. E até agora, ali na Inácio Bastos o JEC ainda não perdeu pontos.

Postado por Cioatto