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Posts com a tag "JEC"

Jec reencontra o caminho para a série A

26 de setembro de 2012 0

As duas últimas vitórias do Jec – contra o Paraná(3 x 1) e o Boa Esporte(3 x 0) mostram que a equipe recuperou o caminho rumo à primeira divisão.

A desconfiança, que apareceu novamente na Arena após as derrotas para o Ceará e Asa, ficou para trás devido às boas atuações da equipe contra os Paranaenses e Mineiros.

Ontem, o time pressionou durante os 90 minutos e a entrada de Adailton deu o toque que faltava para a vitória. Claro que a vantagem de um jogador a mais ajudou, mas não pode se desmerecer a ousadia do técnico Leandro Campos que tirou um volante para a entrada do atacante.

Agora, o Jec precisa fazer fora de casa o que está fazendo na Arena. Para a ascenção à série A acontecer, de fato, é necessário vencer fora de casa. A missão (re)começa contra o Barueri, no dia 5.

Jogo contra o Marcílio foi coletivo com uniforme

18 de setembro de 2012 1

Caro torcedor tricolor. Vamos combinar que essa Copa SC não serve para nada mais além de um treino, um coletivo de uniforme. E nem escrevo isso por causa da derrota para o Marinheiro há pouco, por 2 a 1, em Itajaí.

Escrevo porque tenho a convicção de que os clubes ranqueados nas divisões nacionais não deveriam perder tempo com competições que pouco acrescentam além de mais uma data.

Tá, vão dizer que a competição dá vaga na Copa do Brasil do ano que vem. Mas o JEC já está na Copa do Brasil de 2013 – vai entrar pelo ranking da CBF depois de somar mais pontos pela participação na Série B.



Depois do clássico, falta o JEC buscar vitórias fora

08 de setembro de 2012 2

Vitória em clássico, com gol de pênalti quando quase todos já davam o 0 a 0 como certo, vale uma tremenda festa. Vale carreata, vale buzinaço, vale foguetório, vale chegar sem voz ao trabalho na segunda-feira… Vale tudo isso. Vale até uma ligação para a capital para zoar de um colega avaiano.

E num campeonato concorrido como esse da Série B, somar três pontos vale para mostrar aos concorrentes que estão se apresentando que eles vão ter de jogar muita bola se quiserem chegar à frente do JEC. Mas lembro de uma conta feita assim que terminou o primeiro turno: bastaria ao JEC vencer as partidas em casa.

Vai precisar mais que isso, ainda mais depois que o Atlético/PR, o mais cotado dos clubes da Série B para chegar à elite, reagiu e colou no G4. O JEC precisará vencer os que aparecerem pela Arena, buscar uma vitória para se recuperar do empate contra o ABC e ainda tentar bater pelo menos mais dois times longe de casa.

Não se trata de jogar água fria no embalo tricolor, longe disso. É que a subida para a Série A, tão bem encaminhada antes da partida contra o ABC, agora vai exigir esforço maior, mais suor, mais sangue, mais dedicação, mais tudo… E tudo isso tem de começar nesta terça, contra o ASA.

Alguém duvida desse JEC?

25 de agosto de 2012 8

Nem o mais fanático torcedor do JEC poderia imaginar que o Tricolor terminaria o turno no G4. Tá longe de voltar à elite do futebol brasileiro, só metade do caminho foi andada, mas essa terceira colocação após o 1 a 0 sobre o Goiás na virada da Segundona deixa claro que o sonho é possível. É só fazer a lição de casa, como AN mostrou recentemente.

A  Arena passa a ser agora o passaporte para a Série A, para o novo patamar do JEC que todos nesta cidade querem ver encarando Flamengo, Corinthias, Grêmio, Fluminense, Vasco, Inter, São Paulo e tantos outros. Basta vencer as partidas ali no lugar que já foi considerado mal visto por causa dos fantasmas do Ernestão. Quem vai ajudar o Tricolor nessa? Quem vai encarar até temporal de canivete para empurrar o JEC no momento que ele mais precisa?

William comemora o o gol da vitória abraçado a Maurício Ramos. Foto Leo Munhoz.



JEC 1 x 0 Bragantino - Não duvidem do Tricolor

14 de agosto de 2012 3

Acompanhei o magro 1 a 0 sobre o Bragantino a distância, pelo celular,,
enquanto cuidava da pequena e febril Beatriz. Estão nascendo os primeiros
dentinhos da menina, coisa de quem está crescendo, deixando a categoria dos
nenês e passando para a dos bebês.

E o JEC que enxergo hoje, bem depois do último post que fiz nesse blog, é um
time que, assim como a Beatriz, está mudando, crescendo, com todos os prós
e contras (febre de 38,5) que uma mudança pode provocar.

Chegar ao G4 é uma coisa… continuar nele é o desafio, que se faz com  atuações
de classe, como a goleada sobre o Guaratinguetá, e com partidas difíceis como a de
agora há pouco. Não duvidem do Tricolor. Se o Leandro antes falava em G8, G10,
tá na hora de mudar a ambiçao, de olhar mais adiante, de fazer a turma que
corre atrás da bola acreditar… porque o pessoal da arquibancada já acredita.

Série A com público preocupante. E o JEC?

10 de junho de 2012 8


Arquibancadas vazias no Engenhão. Foto: Dhavid Normando , Photocamera


Salvo raras exceções, como os 20 mil torcedores no Olímpico para assistir a Grêmio e Corrinthians, o Brasileirão da Série A de 2012 tem sido uma decepção em público.

Pode-se até dizer que algumas das grandes torcidas, como a do Corinthians, estão guardando dinheiro para o ingresso da partida da Libertadores. Pode-se até dizer que alguns dos principais estádios do País, como Mineirão e Maracanã, estão fechados para as reformas da Copa.

Pode-se até dizer que é começo de campeonato e que as torcidas levam um tempo para se empolgarem com a compatição. Ou até que os horários, como sábado à noite, não são adequados.

Mas não dá para aceitar que a partida entre Fluminense e Inter tenha apenas 3,7 mil pagantes, que o clássico entre São Paulo e Santos tenha só 6,5 mil pessoas ou que o Palmeiras leve apenas 7,2 mil pessoas a um estádio.

Enquanto isso, o JEC, na Série B, levou 7,4 mil pagantes numa chuvosa noite de terça-feira para a Arena numa partida conta o ASA/AL.

Torcida não é só para encher estádio e gerar imagens bonitas. Torcida serve para colocar dinheiro no clube -(diretamente com a venda de ingressos, indiretamente no peso que o nome do clube passa a ter no mercado.


Arquibancadas vazias também no Morumbi. Foto Wander Roberto/VIPCOMM



JEC no G-4

05 de junho de 2012 27

Cena do jogo mostra o quanto foi dureza a partida contra o ASA. Foto Cleber Gomes

Foi com muito suor e dedicação, porque o bom futebol dessa vez não apareceu, que o JEC bateu o ASA por 1 a 0 e chegou ao G-4, o grupo daqueles que sonham em frequentar a elite do futebol brasileiro. Ajusta-se para ficar na parte de cima, deixa o torcedor animado e dá mais confiança para jogadores e comissão técnica trabalharem com tranquilidade.

Sobre o jogo, tem impedido que pode discordar, achar que o JEC foi bem e que por isso merecia ter vencido. Pé no chão, pessoal. Vale comemorar e muito o bom momento, mas é bom lembrar que até a expulsão do zagueiro adversário e o gol logo depois o jogo era ruim e absolutamente igual.

Mas um time que almeja ir além precisa também de sorte, precisa do desvio sem querer que engana o goleiro adversário. Até porque se no dia em que as coisas não vão bem o resultado é a vitória, quando tudo sair como planejado os três pontos estarão garantidos.

Agora vem o Ceará de quatro jogos, três derrotas e um empate. Não é galinha morta, não é jogo fácil, não é vitória garantida. E por isso mesmo o 12º jogador vai ser importante na tarde de sábado, independentemente de chuva ou frio.


Olha o Ramires, Mano!

24 de abril de 2012 0

 


Ramises e a cavadinha que encobriu Valdez. AP Photo/Felice Calabro


Essas linhas estão sendo escritas durante o intervalo do jogão entre o nosso Chelsea e o Barcelona. Portanto, sem saber quem avançou para a final.

A redação de AN parou duas vezes para ver os gols do Barça. Teve até editora, que já morou na Espanha, cantando o hino dos catalães. Mas a redação levantou mesmo quando o Chelsea marcou, com Ramires, aquele mesmo que aparaceu para o futebol aqui no JEC.

Ramires é peça rara no futebol. Cabeça de área (sou dos antigos) que desarma, sai para o jogo com uma velocidade incrível e, pásmem, até passa bem. Foi assim na partida de ida, em Londres, a cidade das quatro estações (num dia só), quando entregou de bandeja o gol para Drogba.

Mano Menezes está quebrando a cabeça para montar a Seleção. Partiu de uma concepção equivocada, de que poucos da turma de Dunga têm serventia. Esquece que é à parte daquele pessoal que precisará recorrer para retomar a mão, dar um padrão de jogo, devolver aos brasileiros a sensação de que podemos ser campeões em 2014. Não vai ser com a lista de agora que vai conseguir isso.

Além Ramires, Mano precisa chamar Kaká. É mais jogador que o Ganso. Mano precisa olhar para o passado se quiser ter futuro.

R$ 10 a mais no ingresso. Tá certo o JEC

17 de abril de 2012 3

É até provável que eu seja apedrejado pelas linhas que escreverei abaixo, mas vou fazer uma defesa do aumento do preço do ingresso anunciado pelo JEC para as partidas finais do Catarinense.

Sim, impedidos, o JEC está certo em acrescentar R$ 10 para quem quiser assistir à partida contra o Figueirense e, se tiver êxito, à final. Há dois argumentos bem fortes para sustentar a majoração.

1) Espetáculos melhores custam mais. É assim em qualquer lugar do mundo. O Cirque du Soleil é mais caro que o da esquina porque as atrações são muito melhores ou o espetáculo é mais famoso; o show do Paul na Ressacada vai custar mais do que o de qualquer dupla sertaneja ou grupo de pagode; um Jaguar é mais caro que um Fusca; e assim por diante…

2) O preço do ingresso passa para R$ 40. A mensalidade é R$ 42. então por que não se associar ao clube? Além de garantir a condição de estar presente aos jogos (e será cada vez mais comum ingressos se esgotarem só com os sócios), ajuda o clube a se planejar nas receitas e nos gastos.

JEC 2 x 0 Brusque: Hora de comemorar

15 de abril de 2012 0

Talvez o mais pessimista dos tricolores, lá num lugar bem escondido da consciência, trabalhasse com a possibilidade de um desastre na tarde deste domingo na Arena. Mas esse pessimista por natureza passou para o lado da felicidade em apenas seis minutos de jogo, quando Ramon faz 1 a 0 para o JEC.  Um sustinho aqui, outro ali, mas nada que pudesse causar desconforto aos tricolores. O gol de Aldair sepultou qualquer medo.

A arrancada a partir da chegada de Argel fez os torcedores esquecerem as primeiras rodadas, aquelas que deram medo e que mostravam um rendimento bem inferior ao mostrado no fim da temporada passada. Ao torcedor cabe comemorar a classificação, vibrar a cada vitória, curtir o presente. Saber que o JEC tem condições de encarar Figueirenses, Avaí e Chapecoense olhando no olho, sem piscar, sem baixar a cabeça. E também olhar para o futuro, entender que um título estadual é importante, mas que o acesso à Série A é ainda muito melhor.