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Posts na categoria "Do outro lado"

Uma semana iluminada a todos

05 de maio de 2014 41

lanterna

 Depois de um final de semana quase perfeito, a parte continental segue forte para bater recordes no brasileiro. Mais uma tamancada e o “Cachorro de MadameBarbie saiu chorando. To batendo na tecla que será uma Série A muito divertida, tendo tudo para os catarinenses marcarem história (negativa é claro).

No oeste a indiarada não conseguiu segurar o “Curinthia“, parecia muito mais um jogo de Rugby do que futebol. Melhor para o time paulista, que pegou o Ipatinga catarinense e meteu bucha. Os índios estão fazendo bonito, afinal fizeram 1 ponto em 9 disputados. Ótimo.

Sorte mesmo teve o Cri-ciúme, pegou a baba do Estreito e conseguiu fazer a vitória. Não havia time melhor para enfrentar do que as Barbies, afinal jogar contra um time que não fez 1 gol se quer em 3 rodadas e tomou 6 seria um mumuzinho.

E as Barbies? Há as Barbies do jeito que está terão 9 treinadores durante a competição e conseguiram bater o recorde do América de Natal, o atual recorde é de míseros 17 pontos. Lembrando que a marca de pior campanha de um catarinense também pertence ao Barbirense.

Estamos de sangue doce, o Maior do Estado agora se concentra para enfrentar o Asa pela Copa do Brasil, e depois mira suas atenções para o Sampaio Correia, lá em São Luis. Só para lembrar, as Bailarinas estarão de folga nesta semana, pois ficaram pelo caminho na Copa do Brasil para o poderoso Novo Hamburgo, atual Campeão Mundial de Clubes.

Enquanto isso vamos vivendo um fenômeno na parte continental de Florianópolis, principalmente na região do Estreito. Com a lanterna nas mãos e bem acesa, esta gerando uma grande economia para a Celesc . As Barbies entraram na onda da economia, estão iluminando a parte continental com uma lanterna bem grande, só que a pilha. Ô delícia!

Ninguém chuta cachorro morto

25 de abril de 2014 32

 

Falar do Avaí é fácil, quero ver é ser do tamanho dele

Falar do Avaí é fácil, quero ver é ser do tamanho dele.

A inveja é um sentimento menor e falar de quem não dá Ibope não tem a mínima a graça. É por isso que há essa ideia fixa no Avaí, essa preocupação exagerada com o Maior do Estado.

Vejo que o nobre colega Barbierense, em mais um episódio dessa paixão recolhida, acabou deixando escapar uma certa dificuldade com as coisas relacionadas com a matemática. Insistem em teorias mirabolantes para diminuir títulos avaianos e se esquecem de explicar a sua história de “conquistas” mal explicadas. De títulos a acessos.

Sobre ídolos, bom… Eu entendo a confusão. Como falar de ídolos com quem não tem um? O Nem é o ídolo “da vez”? Quanta carência! A propósito, será que o glorioso Neneca já vendeu a cobertura que recebeu do Marquinhos? Bem, uma coisa é certa: as Barbies ainda não se recuperaram da tamancada na final do Catarinense de 2012, onde fizemos novamente a festa no Scarpelli Park.

Se o assunto é “mulher de malandro” do catarinense, recordar é viver nossos encontros mais recentes:

- 2010 eliminação das Barbies na Ressacada com empate em 1×1 com gol de Davi;

- No ano seguinte eliminação no Scarpelli Park com derrota de 2×0 para o maior do estado (Estrada e Willian);

- Em 2013 a final mais fácil de toda história para o Avai, 3×0 na Ressacada (Nunes, Felipe Alves e Cléber Santana) e mais uma sapatada no Scarpelli Park 2×1 (Cléber Santana e Carreirinha).

Quando vale alguma coisa e as Barbies tem o Leão pela frente, já conhecemos o enredo: derrota na certa, por isso, falou em Avaí a tremedeira é geral. É batata, tem uma matemática que o pessoal de lá entende: Avaí + M10 = insônia no Estreito.

De uma vez por todas, parem com esse papinho sem noção de clássico no interior

29 de março de 2014 83
    Se o tema é CLÁSSICO em SC, os passionais da Capital são os únicos Papas no assunto.

Clássico em SC? Aqui nos Passionais os dois da Capital são os únicos Papas no assunto.

Avaí chutou o traseiro do rebaixamento, enfrenta o Juventus com time misto, está de sangue doce, enfim, temos tempo de sobra para colocar em pratos limpos uma questão aqui sempre levantada pelos leitores: Por que diabos o povo do interior continua confundindo um jogo importante com clássico?

Para ser pedagógico, usarei um exemplo que li uma vez no meu Twitter. Se dois torcedores do interior se encontram e um diz “Amanhã tem clássico”, o outro perguntará: “Contra quem?”. Se dois torcedores da Capital se encontram e um diz “Amanhã tem clássico”, o outro: “Na Ressacada ou no Scarpelli?”. Entenderam?

Pegando o gancho do grande jogo da colonada, Joinville x Criciúma não é clássico por não ter dois atributos fundamentais: rivalidade e proximidade. Rivalidade sadia com gozação 365 dias por ano sem parar saporra. A rivalidade de vocês começa 1h antes, dura mais 90min e 1h depois só se fala no paredão do BBB.

Outro exemplo simples? Se CRI, JEC e CHA jogam contra um da Capital, as três cidades torcerão por aquele do interior. Aqui, não importa com quem jogue, os torcedores de AVA e FIG jamais torcerão um pelo outro. Jamais! Mas é claro que os descontentes já estão com Barcelona x Real Madrid na ponta da língua.

Pois bem, esse maior confronto mundial também não é clássico. A pompa criada ao seu redor é fruto da mídia e dos patrocinadores que faturam milhões botando pilha. Clássicos na Espanha são Barcelona x Spanyol e Real x Atlético. Não precisam fazer nada, nem da forcinha de um fator externo. É rivalidade natural o ano inteiro.

Clássico é um jogo que nunca acaba e por isso os torcedores de Avaí e Figueirense riem, choram e reclamam vários confrontos “inacabados” até hoje. Há uma verdadeira rivalidade com mais de 90 anos de experiências pessoais de ambos os lados. E no interior, alguém se lembra de alguma partida de… um mês atrás?

E mais, se tem uma coisa que vocês nunca verão será eu ou passional alvinegro se visitarem em seus blogs e trocar palavras “assim de conchinha” antes de uma partida como fazem os passionais da cidade do carvão e do balé. Aqui na Capital não tem isso aí não. Somos colegas, mas se é clássico, cada um pro seu canto.

Troféu cara de pau para os secadores do Estado

12 de março de 2014 143
Querendo tirar onda com o Avaí? Paguem suas dívidas antes de querer peitar o Leão.

Querendo tirar onda com o Avaí? Paguem o que devem antes de peitar o Leão da Ilha.

O leitor avaiano já deve ter percebido os orgasmos múltiplos dos secadores com o momento vivido pelo Maior Clube de SC. É um comportamento compreensível, haja vista que a escala da evolução faz com que os menores torçam pela “morte” daquele está no topo da cadeia alimentar.

O Avaí corre risco de rebaixamento? Sim, a tabela do hexagonal nos estapeia o fato. O Avaí vai cair? Ora, não seja ridículo! Mas se ocorrer como em 1993, voltaremos campeões e dentro de campo, porque é assim que acontece com os grandes.

Mas essa não é a tradição dos mini-clubes do Estado. Já fizeram das suas, posaram garbosos com o escudo do incaível Fluminense e seus pobres torcedores vem aqui apenas para abafar episódios constrangedores de suas agremiações. À saber:

Chapecoense – Rebaixada no Catarinense de 2010, entrou na vaga do licenciado Atlético-Ib. Antes da decisão do TJD, enviou carta para a Ass. de Clubes propondo uma “virada de mesa”. Deve uma série B estadual até os dias de hoje.

Criciúma – Acesso para a 1ª divisão de 1993 graças a mudança de regulamento durante a 1ª Fase da 2ª divisão de 1992. Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a 3ª divisão e resgatado para a 2ª divisão da Copa João Havelange em 2000.

Joinville – Foi beneficiado pela mudança de regra durante a 1ª fase do Brasileirão de 1986, o que resultou em sua classificação biônica para a 2ª fase.

Figueirense – Em 1987 disputou a segundona catarinense e conseguiu ser vice do Blumenau. Em 2000 foi vergonhosamente resgatado para a 2ª Divisão da Copa João Havelange. Deve uma série C nacional até os dias de hoje.

Caíram na real? Tiraram o sorrisinho amarelo das bocas desdentadas? E digo mais: preparem-se porque na sexta-feira publicarei um post especial para acrescentar mais tensão nessas faces que papai e mamãe não tiveram dó de imprimir feiura.

Por favor, parem com esse chororô vergonhoso

18 de fevereiro de 2014 106
Um rio de lágrimas invade o lado continental da Capital e acaba com a seca.

Um rio de lágrimas finalmente acaba com a seca no lado continental da Capital.

É inacreditável a síndrome de mau perdedor que se abateu no rival do Estreito. Só fazem se esparramar em prantos pela merecida chinelada no clássico de domingo, agora colocando a culpa em todo mundo, menos no seu limitado grupo de jogadores. Vamos combinar, um elencozinho bem mixuruca que vai bater na série A e despencar rapidinho para a série C devida até hoje.

Marquinhos – que se destacou por dar um cascudo pelas costas – e vários jogadores de ambas as equipes distribuíram porrada à reviria num espetáculo deprimente para quem aprecia o bom futebol. Mas os invejosos que não têm craque em seu time, perseguem justamente o galego no intento de fazer dele o único culpado. Para, para, para! Naquele gramado não tinha nenhum anjo!

Essa vitória provou aquilo que a gente diz desde o início da temporada. O elenco do Avaí não é fraco e se não fossem as pendências salariais, estaria lutando na parte de cima da tabela e sendo um dos favoritos ao título. Quando quis, calou os iludidos alvinegros remetendo-os ao seu estado perene de freguesia ilhéu.

Aos leitores do interior do Estado, uma reflexão: sabe quando essa partida de AVA 2×1 FIG vai terminar? Jamais, porque clássico é a partida que nunca termina. Será sempre lembrada pelos dois lados da ponte como todos os outros confrontos destes 90 anos de história. CRI x CHA do mesmo domingo já foi esquecido pela imprensa e inclusive em Criciúma e Chapecó a prosa dos torcedores já é outra.

A diferença entre um e outro confronto se chama rivalidade, um sentimento de competição saudável e que não tem nada a ver com a inimizade vista dentro de campo por aqueles tansos de Avaí e Figueirense. Entenderam agora?

Por incrível que pareça, o Avaí não é o favorito

25 de janeiro de 2014 46
Um campeonato, um craque e alguns coadjuvantes. Vai começar o Estadual 2014.

Um campeonato, UM CRAQUE e muitos coadjuvantes. Com esse Avaí não se brinca!

Dizem que vem aí o Campeonato Catarinense mais disputado dos últimos anos. Faz sentido, já que pela primeira vez desde 2008 o Avaí não é o time a ser batido.

Vindo de uma temporada onde tudo foi perdido, inclusive a honra nas últimas rodadas da série B de 2013, o Maior de SC teve que largar atrás dos demais adversários. Pouco dinheiro, poucos jogadores e pouca credibilidade do mercado e da torcida, vamos e venhamos, não é pouca coisa para ser administrada.

Mas a faxina do novo presidente vem dando resultado. O elenco já é bom e até superior ao do ano passado. Com garra e vergonha na cara podemos surpreender, o que não será nenhuma novidade em se tratando de Avaí.

E a coerência vai bem?

18 de janeiro de 2014 54
Como é bom ver os corneteiros da temporada passada mordendo a língua em 2014.

Como é bom ver os corneteiros da temporada passada mordendo a língua agora.

Legal perceber que aqueles mesmos que enxovalharam o Avaí em 2013 por ser o “time do INSS” estão vibrando com tantos reforços de idades tão alvissareiras. Fosse o Maior de SC a fazer isso e as críticas viriam em containers.

Se com 32 anos Marquinhos e Cleber Santana eram chamados de velhos, o que falar das 37 primaveras de Marcos Assunção e dos quase 40 verões de Paulo Baier? “Mas é que eles são craques, seo blogueiro”. Será que é por isso mesmo?

Agora é oficial: Avaí tem a maior torcida de SC

03 de janeiro de 2014 176
    Não bastasse a tradicional supremacia avaiana, até a Capital dá de relho no interior.

Nem os maus resultados em campo afetam a liderança inconteste do Avaí.

Entra ano, sai ano e é sempre a mesma coisa. Nem bem raiou 2014 no horizonte e a Pluri Consultoria, empresa especializada em pesquisas voltadas ao esporte, publicou o resultado de um estudo com a estimativa de torcedores dos principais clubes do país, e o Avaí confirmou mais uma vez ter a maior torcida de SC.

Os números deste estudo foram resultados de várias pesquisas realizadas em todo o Brasil durante os últimos anos. Um dos principais critérios adotados é que cada torcedor poderia escolher apenas um clube de coração, o que explica os números preocupantes encontrados no interior de SC, um oásis para os mistos do Estado.

Mais uma vez (que saco) fica rovado que o Avaí é o único clube que pode ser oficialmente chamado de Maior de SC. Não é soberba ou humilhação aos adversários, mas um fato. Não adianta espernear, falar de média de público, problemas financeiros ou insucessos em campo: o Avaí é o maior e pronto!

Sozinho o Leão tem mais torcida que o Cavalo Paraguaio, o Golfinho e a Colonense somados. É uma supremacia incontestável, uma chinelada na bunda e uma baga de pimenta na língua dos secadores. O Avaí é o mais vezes campeão de SC, tem o melhor estádio e é o catarina mais bem posicionado nos rankings da CBF e da Conmebol. No Sul é superado apenas por Grêmio, Inter, Atlético/PR e Coritiba.

Agora imagina esse time na série A e ainda fazendo uma boa campanha, hein? Credo! É um clube com um potencial maravilhoso e que por direito merece voltar ao topo da cadeia alimentar do futebol regional e nacional. Podem chorar!

Breve retrospectiva desse 2013 pra lá de zebrado

30 de dezembro de 2013 54
Justo esse ano os adversários do Maior de SC resolveram não seguir as suas tradições.

Justo esse ano os adversários do Maior de SC resolveram não seguir as suas tradições.

Vamos e venhamos, 2013 rendeu um caminhão de surpresas para os torcedores catarinenses. Fora o Cavalo Paraguaio do Norte, todas as demais equipes chutaram as suas tradições e escangalharam os nossos prognósticos de início de temporada.

Aos trancos e barrancos os dois de Floripa se classificaram para as finais do Estadual, mas quis o destino termos que aturar uma final caipira. Sem a força e o prestígio de uma equipe da Capital, coube ao Golfinho e a Colonense se atracarem pela bola na decisão de um campeonato agora esvaziado de emoção.

Com esse “aborto da natureza” em terras catarinenses, já era de se esperar que muitas coisas estranhas acontecessem ao Leão da Ilha. E aconteceram na série B, montando um time com alguns craques de elite, chamando o técnico Hemerson Maria de volta, mas esquecendo de lhes honrar os salários nas datas acordadas.

A primeira “resposta” veio num clássico perdido bisonhamente por 4×0, seguida de seis derrotas consecutivas para adversários da rabeira da tabela. Depois desse milagre às avessas deu tudo errado: o rival amarelão não amarelou, o colono arregão do Oeste não arregou, o Golfinho não caiu e o Maior de SC conseguiu jogar pela janela o acesso mais fácil do século XXI. Pota que los pariu, mis amigos.

Não fosse pelo tricolor de Joinville, que novamente começou bem e terminou mal em todas as competições, esse pobre aproveitamento de 20% nas projeções do blogueiro teriam sido uma lástima completa. Por isso deixo aqui meu fraternal abraço ao clube da cidade da dança que me evitou uma desgraça profética ainda maior.

Mas como aqui o pessimismo não tem vez e para não perder o costume, anotem aí a profecia matadora: no ano que vem haverá abundância de choro e ranger de dentes para todos os que estiverem do lado de lá da ponte e em 2015 o Avaí será o único clube de SC na série A nacional. Podem me cobrar no próximo dezembro.

A maquiagem verbal que não resolve nada

16 de dezembro de 2013 51
Não basta colocar o título, tem que melhorar as condições. Foto UOL Esporte

Não basta colocar o apelido, tem que concluir e melhorar as condições. Foto UOL Esporte

A cidade de Joinville foi duramente atingida pelas cenas de selvageria ocorridas na partida em Atlético Paranaense e Vasco da Gama. Pouco pode ser acrescentado a tudo o que se falou e escreveu, mas gostaria apenas de pinçar um detalhe desse problema brasileiro. Não as brigas nas praças esportivas, mas a maquiagem verbal que quer nos fazer crer que temos locais próprios para o futebol.

Qualquer estádio desse país pode amanhecer com o apelido de Arena para dar a entender que se tem algo melhor do que o que nossos olhos conseguem enxergar. Um exemplo disso é o estádio de Joinville que, para agradar não sei quem, passou a se chamar Arena Joinville. Não possui cadeiras e cobertura em 75% de sua totalidade, nenhum palco reversível, nenhum espaço comercial ou áreas de entretenimento. Ou seja, está longe até de parecer uma arena.

Tudo bem que continuem fazendo a população da cidade acreditar nesse conto de fadas, mas poderiam ao menos terminar a obra. Não apenas pela foto acima, mas também pela conversa via Twitter que tive com o passional do JEC, fiquei sabendo que o estádio ainda não foi concluído. Como assim? Então, além da falta de conforto, ainda se permitem situações de risco para os torcedores?

Com a palavra a proprietária e responsável pelo espaço, a Prefeitura de Joinville. Acima de avaiano, sou catarinense! Mexeu com meu Estado, mexeu comigo!

 

Eu sei o que você fizeram no verão passado

10 de dezembro de 2013 93
Manchete pelo não "caimento" para a série B catarinense. Imagem Jorge Jr. Hora SC

Manchete pelo não “caimento” para a série B catarinense. Imagem Jorge Jr – Hora SC

Chapecoense – Rebaixada no Catarinense de 2010, entrou na vaga do Atlético-Ib que se licenciou por um ano. Antes dessa decisão do TJD, o presidente do clube já havia enviado uma carta para a Associação de Clubes propondo uma “virada de mesa”. Resultado: o coitado do vencedor da divisão de acesso não subiu, a Colonense não foi para a segundona estadual, criou asas postiças, conquistou o acesso (aleluia, dentro de campo) para a série A e não vai tirar um tostão do bolso para usar o estádio da prefeitura todo reformado com o dinheiro do Estado.

Criciúma – Acesso para a 1ª divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a 1ª Fase da 2ª divisão de 1992. Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a 3ª divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, 2ª divisão da Copa João Havelange em 2000. Vive de lembranças de uma Copa do Brasil abandonada pelos grandes times, tido como um clube de supermercado e apoiado por torcedores gaúchos que cantam em castelhano para serem confundidos com argentinos. Passou toda a série A lutando apenas para não cair. Não caiu e a torcida foi para as ruas celebrar a maior conquista pós-Copa do Brasil de três décadas atrás.

Figueirense – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, 2ª Divisão da Copa João Havelange, em 2000. Juntou um elenco ruim para a série B desse ano, metade foi parar no DM e com o que sobrou montou um Frankenstein que se aproveitou do único clássico de SC para arrancar rumo ao G4. Batizado de time-bagaceira pelos próprios torcedores, ficou esquecido por 37 rodadas e foi surpreendido na cidade da linguiça por meia dúzia de vans lotadas por um bando de oportunistas de ocasião. Tem como ídolo o presidente do clube e vai para a série A devendo uma série C.

Joinville – Beneficiado pela mudança de regra durante a 1ª fase do Brasileirão de 1986, o que resultou em sua classificação para a 2ª fase. Em 2013 arrancou todo bonitão no Estadual e na série B, mas da metade para a frente não passou de sparring para os adversários realmente profissionais. Continua sem estádio, sem centro de treinamento, sem academia própria, sem uniforme de treino, mas está feliz. Cumpriu a missão de não cair, de vencer o Avaí na Ressacada, de terminar na frente do Avaí, de levar o técnico do Avaí e por 50 dias parecer maior que o Avaí.

E o Avaí? Fez um temporada medonha, não ganhou nada, não aprendeu nada, mas continua sendo o Maior de SC no ranking da CBF e não aparece no Google quando se digita “virada de mesa”. Fontes base Papo FC aqui e aqui, e Vitor Birner aqui.

Um dia de vergonha para o futebol brasileiro

09 de dezembro de 2013 39
Torcedor é resgatado na maca desde a arquibancada - Foto de Heuler Andrey - Agência O Globo

Torcedor é resgatado a arquibancada – Capa Diário de SP – Foto Heuler Andrey O Globo

Não há como falar de futebol nesta segunda-feira após a selvageria de ontem na Arena de Joinville. Vândalos-torcedores mostraram que ainda há muito por fazer e, como disse no Twitter, num país civilizado os identificados iriam a julgamento e Vasco e Atlético/PR rebaixados para a série D. Um dia de vergonha para o Brasil.

Até na pindaíba o Avaí dá de relho em SC

03 de dezembro de 2013 114
Em três jogos a Ressacada teve lotação máxima. Foto Jamira Furlani AFC

Reclame-se de tudo, menos da fidelidade dessa nação. Foto Jamira Furlani AFC

O Avaí fez de tudo, mas de tudo mesmo para que o torcedor sumisse do estádio nessa série B. O primeiro turno foi medonho; no segundo turno houve um renascer das cinzas; mas as últimas rodadas foram melancólicas ao extremo. Entretanto os números provam que a nação azurra esteve junto na maior parte do campeonato.

Embora o Avaí tenha feito uma campanha medíocre, as catracas da Ressacada provam que essa é a maior e mais apaixonada torcida de SC. Segundo o Globo.com o Leão da Ilha teve 6.054 torcedores por jogo contra os 5.111 do rival do Estreito que obteve o acesso. Até a Colonense, que fez uma uma excelente campanha em 100% da competição, por pouco não fica atrás do Maior.

No quesito maiores públicos, aí mesmo é que a coisa fica até engraçada. A diferença para o rival do Estreito é abissal, já que que contra a Colonense 16.077 pessoas estiveram na melhor praça esportiva do Estado. Contra o próprio rival, nada menos 15.739 pagaram ingressos. Note que aqui é público pagante e não total, já que em pelo menos três partidas batemos fácil nos 18 mil.

Agora imagina esse time lutando pelo acesso nas 38 rodadas. Já pensasse?

A Lei de Murphy ataca o Maior de SC

16 de novembro de 2013 37

Como nada está tão ruim que não possa piorar, eis que na abertura da 36ª rodada da série B, ontem a noite o Ceará venceu o Guaratinguetá pelo placar de 1×0 e o Icasa despachou o Paysandu por 2×1. Resumindo, o Avaí, que tem 53 pontos e hoje pega o América/RN, nesse momento está distante seis pontos dos dois times nordestino que ocupam a 3ª e 4ª colocação respectivamente.

Se a nossa situação é pra lá de complicada, pelo menos não passamos pela vergonha de ter se “inspirado” no pequeno  Mesquita Futebol Clube do Rio de Janeiro para ter um hino, assim como fez o Newcastle da Praia do Cagão. Se o Mesquita foi fundado 9 de maio de 1920 e o rival do Estreito a 12 de junho de 1921, não resta dúvida de quem copiou quem. Para ouvir o hino-clone é só clicar aqui.

A insustentável leveza dos sonhos coadjuvantes

10 de novembro de 2013 32

Lá vem o Jecaville e o Zumbi do Estreito com suas torcidas esperançosas. Que coisa mais linda, mais estimada e inútil. Desistam, nunca chegarão!

Enquanto isso o Avaí vai tendo mais sorte que juízo. Todo ano a gente repete a mesma coisa, mas nunca esteve tão fácil subir como nesse ano. Mesmo perdendo as três últimas partidas, permanece colado no G4 em condições de acesso.

Se vai continuar não querendo, aí é outro pato. Papo, quis dizer papo.

Um minuto de silêncio pela situação do rival

02 de novembro de 2013 32
Um minuto de silêncio pela situação do rival... fim do minuto... huahuahua

Fim do minuto de silêncio… huahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahua

Pensa num clube de futebol desesperado, abandonado, sem torcida e sem esperança. Agora multiplique por um zilhão e você terá a situação do Íbis da Capital. O Avaí disponibilizou 4 mil tickets para a torcida geladeira e o que aconteceu? Nada! Aí veio o plano de emergência dos caras: “Faz de graça, puerra!”.

Esse banner acima foi publicado (sem o Obama) na tarde de ontem e dizem que ainda têm nove ingressos dando sopa na secretaria. Enquanto isso o Maior de SC já está tendo problemas com o fim dos bilhetes para os setores A e B da Ressacada. Se nós temos pena do caos no Continente? Nenhuma, meus amigos!

Nunca deixe de acreditar nos seus sonhos

16 de outubro de 2013 34
"Às vezes a vida vai te golpear a cabeça com um tijolo. Mas não percas a fé." Steve Jobs

“Às vezes a vida vai te golpear a cabeça com um tijolo. Não percas a fé.” Steve Jobs

Passando rapidão apenas para desejar um bom dia para todos os leitores do blog. Voltaremos mais tarde com nossa programação normal falando do Maior de SC, de negócios do futebol e anunciando o cara da última edição do “Profeta Istepô da rodada”. Já adianto que o vencedor não é da região _ _ _ _ _ do Estado.

Rodada ingrata para o Avaí ● 15h

Sem participar da rodada de ontem da série B – jogo diante do Atlético/GO adiado para o próximo dia 29 – assistimos do sofá a perda de três posições na tabela, caindo agora para o sexto lugar. Fomos ultrapassados por Sport, Paraná e Icasa, com a aproximação de América/MG e Ceará. Tocô papar o Papão em Belém.

O profeta Istepô da rodada

Foram 17.108 fiéis na Ressacada, o que resultou numa boa graninha entrando nos cofres do Maior de SC e na sorte do leitor Guilherme Leal Sousa (perfil no Face), que com sua previsão de 17.178 pessoas, levou o prêmio da promoção.

Um Avaí estranho, mas que a gente não abandona

15 de outubro de 2013 59
Garra, determinação e eficiência tática. E não foi do Avaí. Imagem de alguém por aí.

Garra, determinação e eficiência tática. E não foi do Avaí – Imagem Google

Embora a derrota tenha sido, sim, mixuruca em termos de impacto para a nossa autoestima, é preciso registrar que foi a Chape que venceu o jogo, e não o Avaí que perdeu. Os colonos mostraram o porquê de estarem no G4 desde a primeira rodada, com uma equipe organizada e esganada pela série A de 2014.

Entretanto, foi uma pena que os meninos de Dal Pozzo não tenham encontrado um Avaí com sua melhor formação e ainda num dia tão distante de suas tradições de garra e superação. A ausência de Eduardo Costa criou uma cratera no time, que acabou presenteando o meio de campo para o adversário.

Mas à rigor ninguém do Leão da Ilha escapou da mediocridade nesse justo insucesso. Como bem resumiu o avaiano Rodrigo Silveira em seu Twitter, “a Chapecoense foi Chapecoense e o Avaí não foi o Avaí”. Ok, passou, e de positivo ficaram as mensagens incisivas dadas pelas bilheterias da Ressacada:

  • Uma boa campanha e ingressos razoáveis levam renda e público ao estádio;
  • A nação azurra está com a equipe no objetivo da conquista do acesso;
  • Se lutarem até o limite, jogadores e comissão técnica terão o apoio incondicional das arquibancadas (no sábado, apesar da derrota, aplausos).

Que coisa mais linda é a torcida do Avaí

14 de outubro de 2013 110
Avaí x Chape, Cri x Vasco, Chape x JEC, JEC x Icasa, Fig 1x1 Atl/GO

FIG x ATL :: JEC x ICA :: CHA x JEC :: CRI x VAS :: AVAÍ x CHA

Com esses dados acima fica decretado que esse blog é o mais repetitivo do Sul do Brasil. Todos os institutos de pesquisa também são chatos bagarai pois só fazem confirmar o que as catracas da Ressacada já sabem desde sua inauguração.

Quando o assunto é a grandeza e paixão, simplesmente não há quem faça frente à Maior do Estado, mesmo tendo o estádio com o pior acesso do Brasil. Agora imagina se o Leão estivesse na série A ou nas cabeças da série B desde o início, hein!

Só se vê pulga em cachorro magro

11 de outubro de 2013 112

Faceiros, em 2009 os Colonenses cantaram o “hino do clube” no aeroporto para comemorar a vitória de 1×0 sobre o Maior de SC na Ressacada. Os gaudérios foram para as finais do Estadual, depois para a decisão, venceram o Avaí por 3×1 no jogo da ida, e na volta foi aquela surra de relho por 6×1. hohohohohoho

Cenário parecido com o de hoje, onde a colonada canta vitória antes da hora e arrota a soberba de time pequeno que já se vê na série A. A que ponto chegamos, meus amigos! É brabo ter que conviver com os torcedores da divisa com a Argentina botando banca pra cima da Capital, se lambuzando com esse melado.

O Profeta Istepô da rodada ● 16h

Com os resultados dos quatro times do Estado na série B, por aproximação – sem levar em conta os gols marcados – o leitor Robson levou o prêmio da promoção do blog. O e-mail de contato já foi enviado e ficamos no aguardo de sua resposta para que a camiseta possa ser remetida pelos Correios atéo conforto de sua casa.
… OFICIAL …….….…… ROBSON
AMG 1×1 CHA …….… AMG 0×0 CHA
PAL 4×0 FIG ………… PAL 4×0 FIG
AVA 1×0 SPO ….….… AVA 3×1 SPO
JEC 1×2 ABC ……..… JEC 1×2 ABC