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O Leão segue forte na sua caminhada, enquanto os outros...

16 de maio de 2014 21

leao

 

 

O futebol de Santa Catarina esta muito engraçado, com Cricí-ume, Barbies e Índios sangrando e nos dando alegria na Série A, e as Bailarinas flanelinhas cuidando de nossa vaga no G-4, o Maior do Estado esta de sangue doce só esperando a partida de sábado contra o Ceará.

Os índios demoraram a cair na real, além da pífia campanha na Série A agora agonizam também na Copa do Brasil. Você até pode sair da Série D, mas a Série D não vai largar você. Os índios não conseguem largar suas raízes. Esse é o caso da Chapecoense, sabe-se lá como chegou na principal competição nacional, mas será uma participação meteórica. A perspectiva é de que em 2 ou 3 anos voltam a suas origens, ou seja Série D. Há, não esqueçam de pagar também a Segundona do Catarinense hein, estamos de olho.

As Barbies acabaram de contratar um auxiliar técnico para o rechonchudo Guto Ferreira, de tanto sonhar com o craque avaiano Cléber Santana não é que foram atrás de um Cléber também? O que, ele veio para jogar? Vai ser melhor do que eu imaginava. Aliás parece que metade do Scarpelli Park agora pertence ao “ídolo” Fernandes, certo? Segundo informações, quando se encaminhava para audiência, Fernandes sentiu um desconforto muscular e foi desfalque.

Já o Cricí-ume agora esta bem servido, contratou um “excelente” profissional para o departamento de futebol. Júlio Rondinelli é um baita profissional, não sei como o Leão deixou esse cidadão ir embora daqui. Só fez excelentes negócios, segundo ouvi dizer sua primeira contratação para o time do dotz será Felipe Alves. É bom esse atacante hein.

As Bailarinas são carta fora do baralho, time com o maior jejum de títulos no futebol catarinense entre os considerados grande, levanta um caneco a muito tempo. É o famoso “namora, namora, mas não beija. Arranca na frente, da a ilusão que vai chegar, e no final chega a lugar nenhum. A Copa do Brasil já acabou para eles também, é melhor agora concentrar suas atenções no maior festival de dança do Brasil.

Enquanto isso o Maior do Estado, único representante de Santa Catarina classificado e tranquilo para a terceira fase da Copa do Brasil, apenas se concentra em sua recuperação na Série B. Time de chegada, deu uma derrapainha na largada mas já achou o caminho da recuperação. Agora com dois jogos em casa e carimbar os 6 pontos e seguir firme em busca de nossa vaga no G-4, que no momento esta bem cuidada pelas Bailarinas do Norte.

Uma semana iluminada a todos

05 de maio de 2014 41

lanterna

 Depois de um final de semana quase perfeito, a parte continental segue forte para bater recordes no brasileiro. Mais uma tamancada e o “Cachorro de MadameBarbie saiu chorando. To batendo na tecla que será uma Série A muito divertida, tendo tudo para os catarinenses marcarem história (negativa é claro).

No oeste a indiarada não conseguiu segurar o “Curinthia“, parecia muito mais um jogo de Rugby do que futebol. Melhor para o time paulista, que pegou o Ipatinga catarinense e meteu bucha. Os índios estão fazendo bonito, afinal fizeram 1 ponto em 9 disputados. Ótimo.

Sorte mesmo teve o Cri-ciúme, pegou a baba do Estreito e conseguiu fazer a vitória. Não havia time melhor para enfrentar do que as Barbies, afinal jogar contra um time que não fez 1 gol se quer em 3 rodadas e tomou 6 seria um mumuzinho.

E as Barbies? Há as Barbies do jeito que está terão 9 treinadores durante a competição e conseguiram bater o recorde do América de Natal, o atual recorde é de míseros 17 pontos. Lembrando que a marca de pior campanha de um catarinense também pertence ao Barbirense.

Estamos de sangue doce, o Maior do Estado agora se concentra para enfrentar o Asa pela Copa do Brasil, e depois mira suas atenções para o Sampaio Correia, lá em São Luis. Só para lembrar, as Bailarinas estarão de folga nesta semana, pois ficaram pelo caminho na Copa do Brasil para o poderoso Novo Hamburgo, atual Campeão Mundial de Clubes.

Enquanto isso vamos vivendo um fenômeno na parte continental de Florianópolis, principalmente na região do Estreito. Com a lanterna nas mãos e bem acesa, esta gerando uma grande economia para a Celesc . As Barbies entraram na onda da economia, estão iluminando a parte continental com uma lanterna bem grande, só que a pilha. Ô delícia!

Tudo dentro do esperado

28 de abril de 2014 43
Igual a piada do nariz, ta na cara!

Igual a piada do nariz, ta na cara!

Não precisa ser muito inteligente para saber que os “Cachorrros de Madame” mais uma vez sucumbiriam na Série A, as Barbies tomaram mais um banho, desta vez em Barueri. Mal começou o campeonato e o Cavalinho do Tricolor do Estreito esta atolado na linha de partida, normal. Quando anunciaram Marquinhos Santos do lado do Bahia, as Barbies já tremeram., mesmo sendo apenas o treinador adversário. E para não passar em branco, Lincoln de cabeça abriu o marcador (lembram desta cena no Scarpelli Park?)

Os índios jogando longe de sua aldeia sofreram a primeira de muitas derrotas, perderam para o Sport Recife que também disputará para não ser rebaixado. Também nada de anormal, os 344 volantes mais os 5 caciques não foram capazes de impedir o revés.

E o Criciúme? Há o Criciúme se prepara agora para disputar o clássico da lanterna na semana que vem contra as Barbies, no Heriberto Hulse. O Patrão daquela famosa rede de supermercados terá que vender muitos dots, mesmo assim acho que o Golfinho do Sul do Estado esta pronto para afundar. Depois de uma brilhante campanha na Copa do Brasil e ser eliminado pelo poderoso Londrina, só lhes resta sofrer nesta resto de  Série A.

Também não poderia deixar de parabenizar o maior Cavalo Paraguaio da história, pois as Bailarinas também fizeram uma campanha digna de sua história na Copa do Brasil: Quando tem que decidir, perde. Ainda mais na Arena da prefeitura.

Por isso a inveja do Maior de Santa Catarina, o Avaí deu a chance mas agora acabou a brincadeira. Chegou a hora de separar as crianças dos homens. E pensar que ainda faltam 36 rodadas para darmos risada, o ano será longo e dolorido para nossos adversários.

A grandeza de um clube também é medida nos momentos ruins

24 de abril de 2014 37
Essa imagem explica tudo.

Essa imagem explica tudo.

Incrível, o Avaí começou muito mal o campeonato brasileiro e mesmo assim é o clube de futebol mais falado em Santa Catarina. Impressionante o medo e o respeito que o Maior do Estado causa em seus adversários, neste momento é que conseguimos mensurar a grandeza do Mais Vezes Campeão de Santa Catarina.

Os nossos adversários sentem mais prazer em nossas derrotas do que na própria vitória de seus clubes, chega a ser patético. Talvez por ser o único clube que possui um ídolo de verdade, com origens no clube e que o defende até a morte. Xingam, chamam de Paquiita mas no fundo morrem de medo do Marquinhos, o único com pedigree de craque juntamente com Cléber Santana e Eduardo Costa no estado.

Para se ter a ideia da grandeza do Avaí, o goleiro campeão paulista Vágner, era pretendido por times como Botafogo, São Paulo e Palmeiras, mas escolheu o Maior do Estado. Cléber Santana foi sondado mais de uma vez pelo dono de uma famosa rede de supermercados de Santa Catarina, disse não, por preferir vestir uma camisa de mais peso, a do Avaí.

Morram de inveja, pois vocês nunca serão. Espero vida longa aos nossos queridos adversários, para ver de perto nossa vitória.

De uma vez por todas, parem com esse papinho sem noção de clássico no interior

29 de março de 2014 83
    Se o tema é CLÁSSICO em SC, os passionais da Capital são os únicos Papas no assunto.

Clássico em SC? Aqui nos Passionais os dois da Capital são os únicos Papas no assunto.

Avaí chutou o traseiro do rebaixamento, enfrenta o Juventus com time misto, está de sangue doce, enfim, temos tempo de sobra para colocar em pratos limpos uma questão aqui sempre levantada pelos leitores: Por que diabos o povo do interior continua confundindo um jogo importante com clássico?

Para ser pedagógico, usarei um exemplo que li uma vez no meu Twitter. Se dois torcedores do interior se encontram e um diz “Amanhã tem clássico”, o outro perguntará: “Contra quem?”. Se dois torcedores da Capital se encontram e um diz “Amanhã tem clássico”, o outro: “Na Ressacada ou no Scarpelli?”. Entenderam?

Pegando o gancho do grande jogo da colonada, Joinville x Criciúma não é clássico por não ter dois atributos fundamentais: rivalidade e proximidade. Rivalidade sadia com gozação 365 dias por ano sem parar saporra. A rivalidade de vocês começa 1h antes, dura mais 90min e 1h depois só se fala no paredão do BBB.

Outro exemplo simples? Se CRI, JEC e CHA jogam contra um da Capital, as três cidades torcerão por aquele do interior. Aqui, não importa com quem jogue, os torcedores de AVA e FIG jamais torcerão um pelo outro. Jamais! Mas é claro que os descontentes já estão com Barcelona x Real Madrid na ponta da língua.

Pois bem, esse maior confronto mundial também não é clássico. A pompa criada ao seu redor é fruto da mídia e dos patrocinadores que faturam milhões botando pilha. Clássicos na Espanha são Barcelona x Spanyol e Real x Atlético. Não precisam fazer nada, nem da forcinha de um fator externo. É rivalidade natural o ano inteiro.

Clássico é um jogo que nunca acaba e por isso os torcedores de Avaí e Figueirense riem, choram e reclamam vários confrontos “inacabados” até hoje. Há uma verdadeira rivalidade com mais de 90 anos de experiências pessoais de ambos os lados. E no interior, alguém se lembra de alguma partida de… um mês atrás?

E mais, se tem uma coisa que vocês nunca verão será eu ou passional alvinegro se visitarem em seus blogs e trocar palavras “assim de conchinha” antes de uma partida como fazem os passionais da cidade do carvão e do balé. Aqui na Capital não tem isso aí não. Somos colegas, mas se é clássico, cada um pro seu canto.

Troféu cara de pau para os secadores do Estado

12 de março de 2014 143
Querendo tirar onda com o Avaí? Paguem suas dívidas antes de querer peitar o Leão.

Querendo tirar onda com o Avaí? Paguem o que devem antes de peitar o Leão da Ilha.

O leitor avaiano já deve ter percebido os orgasmos múltiplos dos secadores com o momento vivido pelo Maior Clube de SC. É um comportamento compreensível, haja vista que a escala da evolução faz com que os menores torçam pela “morte” daquele está no topo da cadeia alimentar.

O Avaí corre risco de rebaixamento? Sim, a tabela do hexagonal nos estapeia o fato. O Avaí vai cair? Ora, não seja ridículo! Mas se ocorrer como em 1993, voltaremos campeões e dentro de campo, porque é assim que acontece com os grandes.

Mas essa não é a tradição dos mini-clubes do Estado. Já fizeram das suas, posaram garbosos com o escudo do incaível Fluminense e seus pobres torcedores vem aqui apenas para abafar episódios constrangedores de suas agremiações. À saber:

Chapecoense – Rebaixada no Catarinense de 2010, entrou na vaga do licenciado Atlético-Ib. Antes da decisão do TJD, enviou carta para a Ass. de Clubes propondo uma “virada de mesa”. Deve uma série B estadual até os dias de hoje.

Criciúma – Acesso para a 1ª divisão de 1993 graças a mudança de regulamento durante a 1ª Fase da 2ª divisão de 1992. Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a 3ª divisão e resgatado para a 2ª divisão da Copa João Havelange em 2000.

Joinville – Foi beneficiado pela mudança de regra durante a 1ª fase do Brasileirão de 1986, o que resultou em sua classificação biônica para a 2ª fase.

Figueirense – Em 1987 disputou a segundona catarinense e conseguiu ser vice do Blumenau. Em 2000 foi vergonhosamente resgatado para a 2ª Divisão da Copa João Havelange. Deve uma série C nacional até os dias de hoje.

Caíram na real? Tiraram o sorrisinho amarelo das bocas desdentadas? E digo mais: preparem-se porque na sexta-feira publicarei um post especial para acrescentar mais tensão nessas faces que papai e mamãe não tiveram dó de imprimir feiura.

Levanta, ajeita a juba e desce o relho no Golfinho

08 de fevereiro de 2014 53
O time com mais sorte em arbitragem depois do time do Papa Francisco.

O time com mais bênçãos alcançadas com arbitragens depois do time do Papa Francisco.

A derrota para o Cavalo Paraguaio foi mais um capítulo de um roteiro já por demais conhecido do torcedor. Havia uma leve esperança de que por 90min os jogadores esquecessem as pendências salariais e atropelassem a vítima, mas se há uma regra fodástica no futebol é a de que um time com salários atrasados não luta por nada. E assim caímos diante do time de Nardela, o único jogador famoso deles.

Nesse domingo o adversário é o Golfinho do Sul, um clube de supermercado que até hoje agradece aos deuses por ter subido e não caído no ano seguinte. Foi tanto júbilo de alegria que as ruas de Criciúma foram tomadas por torcedores da Geral do Grêmio, que cantavam em castelhano as músicas do Boca Juniors ao som de acordeons gaúchos. Um lindo espetáculo de identidade esportivo-cultural.

Também é um time fraco, que tem Matusalém como seu jogador de destaque e que só está no G4 porque quatro dos sete pontos foram obtidos por meio de erros de arbitragem. No primeiro jogo em que o apitador ficou ligado, tomou um sacode de 3×0 do Metropolitano e caiu na realidade de sua amarelidão contumaz.

O Avaí vence com um pé nas costas? ● Atualizado dom 9h30

Normalmente seria mais um joguinho mamão com açúcar, mas não temos como saber se a alma do Avaí estará presente. Medidas emergenciais foram tomadas para que aquele teatro de 11 jogadores entrando em campo sem a intenção de jogar bola não aconteça no dia de hoje. O mal amado Júlio Rondinelli pediu para sair, o dindim de outubro foi pago, o de novembro sai essa semana e os empresários prometem quitar toda a bagaça. Talvez seja o suficiente para uma pausa na greve branca que envergonha o manto azurra. Aí não tem jeito: vitória do Maior de SC.

Aposta feita, aposta perdida, aposta paga

07 de fevereiro de 2014 100
Mais de uma semana de banho para tirar a catinga de colono.

Mais de uma semana de banho com Pinho Sol para tirar a catinga de time pequeno.

Em agosto de 2013 um torcedor do Joinville propôs uma desafio: se o Avaí terminasse a série B na frente do JEC ele compraria, vestiria, bateria uma foto para o blog e depois me enviaria uma camisa do Avaí. Se a ordem fosse inversa, esse blogueiro é que cumpriria a via Crucis e embarcaria nesse mico antológico.

Todos lembram que os salários dos jogadores atrasaram, as derrotas se sucederam, o caldo avaiano desandou e sobrou pro tanso aqui cumprir o pagamento da maldita aposta. O ganhador original fez bobagem (aqui), houve uma nova edição do “Profeta Istepô da Rodada” e o leitor Rafael, morador do bairro Boehmerwald, de Joinville, ganhou e já recebeu a sua camisa no conforto de sua casa via Sedex.

Quem acompanha o blog sabe que nunca corri de dar a cara à tapa de publicar um texto após as derrotas do Avaí. Se ontem não teve, foi por não querer que esse brinks tomasse um caminho diferente da zoação sadia. Fosse ao ar logo após o vexame azurra, os leitores “mais exaltados” poderiam escangalhar o pay day.

Demorou um pouco, mas sabe como é: avaiano custa a pagar, mas um dia paga. A gente não é caloteiro, apenas um pouco lento em colocar os débitos em dia. Nosso presidente que o diga. Em tempo: camisa até que mais ou menos, essa do Cavalo Paraguaio. Pena que já vem de fábrica com inhaca de time pequeno.

Joguinho bom para tirar a barriga da miséria

05 de fevereiro de 2014 171
Hoje ficará claro para todos que no Avaí têm homens com vergonha na cara.

Hoje ficará claro para todos que no Avaí têm homens com vergonha na cara.

Não há porque se alongar no vernáculo para falar da importância da partida desta noite na Ressacada. É, é verdade que o Avaí está em crise, com salários atrasados e jogadores pra lá de insatisfeitos. Podem não ser santos, mas a maioria é pai de família e têm toda razão de estarem putos da vida com a situação.

Apesar do caos do momento, acredito que esses homens – sim, homens – mostrarão o que podem fazer não apenas no Catarinense, mas também na série B. Basta que sejam respeitados no acordo firmado com o clube: dinheiro pra cá, conquistas pra lá. É justo, está no contrato e assim provarão seu valor.

E se alguém tem que pagar esse pato, o Cavalo Paraguaio cai como uma luva no projeto. Continua sem estádio, sem centro de treinamento, sem nenhum jogador conhecido, vem mal no Estadual, ocupa a constrangedora 8ª posição na tabela, sua estrela é o técnico e só porque não caiu para a série C agora se atreve medir forças com o Leão da Ilha. Merece ou não merece uma chinelada na bunda?

Oportunidade de ouro para o Avaí tirar a barriga da miséria e pulverizar do retrovisor mais um time pequeno pretendente ao quadrangular final. Estou tão confiante na vitória que escolhi esse jogo para pagar aquela dívida e publicar a foto usando a camisa chumbrega das bailarinas no próximo post. E ainda zoando.

O que temos para o jantar?

04 de fevereiro de 2014 51
Contagem regressiva para que muitas perninhas colonas tremam na Ressacada.

Contagem regressiva para que muitas perninhas colonas tremam na Ressacada.

Campeonato de tiro curto exige uma boa largada, certo? Mas com três pontos ganhos em nove disputados diante de times que não lutam pelo título, vamos e venhamos, não há motivos para se soltar fogos no Sul da Ilha. Sinceramente, essa mania do Avaí em criar dificuldades do nada, já perdeu a graça há muitos anos.

Fim da fase das “entradas” e ainda na indigesta 6ª colocação, chegou a hora de matar a fome com os próximos três pratos principais reservados pela tabela. Joinville, Criciúma e Brusque são os três adversários a serem jantados nas rodadas seguintes. Se o Avaí quer “fazer coisa”, que seja uma boa sequência de vitórias que garanta a sua recuperação e presença no quadrangular final. Depois é o clássico.

Ainda dá para o Maior de SC. É só querer. Coluna de hoje no Diário Catarinense

Um campeonato de pré-moribundos

31 de janeiro de 2014 56
Duas previsões certeiras para fevereiro: onde de calor s sofrimento dos secadores.

Duas previsões para fevereiro: onde de calor e sofrimento dos secadores do Avaí

Deuzulivre ser o coveiro dos adversários medianos do Avaí no Campeonato Catarinense, mas parece que há uma crise de pianço batendo geral. Tirando os Golfinhos de Criciúma, hoje liderados por um vovô que morre com o resto do time a partir dos 25min do segundo tempo, os outros pretendentes a “grandes” de SC estão fazendo uma campanha um tanto quanto ridícula.

Sofrendo para fazer um pontinho em duas partidas-mumu, a Colonense dá sinais que vai comer o pão que o Diabo amassou na série A. Já o Newcastle da Praia do Cagão penou para vencer o Brusque e perdeu por WO em Criciúma. E o que falar do JEC, meus amigos? Não está conseguindo nem largar bem, condição básica para um legítimo Cavalo Paraguaio. Tá parecendo um campeonato de pré-moribundos.

Atenção Emerson Nunes: foca no Metropolitano e no Atlético de Ibirama porque haverá choro e ranger de dentes entre os primos ricos do Estado. Mas sempre ligado porque zumbi de vez em quando acorda. Tialembras de 2013?

Em 2014 o Avaí não é favorito, mas abram o olho

13 de janeiro de 2014 69
    Teimosia. O iraniano Amoo Hadji é torcedor do "cavalo paraguaio" e não desiste nunca!

Teimosia. O iraniano Hadji é torcedor do “cavalo paraguaio” e não desiste nunca!

Estou com saudades de levantar um caneco. O último título do Leão da Ilha foi em maio de 2012, naquela sapatada acumulada de 5×1 sobre o Freguêsrense nos dois jogos decisivos do Campeonato Estadual. Esse jejum de um ano e meio pode ser normal para um clube emergente, mas não para o Maior de SC.

Como todos sabem, os tempos andam bicudos aqui na Ilha mais bonita do Atlântico Sul, mas nada que tire aquela velha mania azurra de papar títulos e encabeçar os Catarinenses. Se no ano passado nada deu certo, não ganhando e nem aprendendo nada, essa temporada promete um Avaí mais responsável.

Comprometido dentro de campo, com um elenco sendo montado cuidadosamente e dentro de uma nova realidade financeira, e fora das quatro linhas, com dirigentes cientes da responsabilidade de recolocar o trem azul nos trilhos das conquistas. Em 2014 o Avaí não é favorito ao Estadual, mas todos sabem que pode surpreender.

Esse é o azar do iraniano Amoo Hadji, que se fosse avaiano estaria um pouco preocupado, sim, mas limpinho e cheirando à seiva de alfazema. Porque para o Avaí um título não é aquela coisa difícil que pode levar mais de 13 anos para ser comemorado de novo. No passado era um perrengue, mas hoje é comum.

Agora é oficial: Avaí tem a maior torcida de SC

03 de janeiro de 2014 176
    Não bastasse a tradicional supremacia avaiana, até a Capital dá de relho no interior.

Nem os maus resultados em campo afetam a liderança inconteste do Avaí.

Entra ano, sai ano e é sempre a mesma coisa. Nem bem raiou 2014 no horizonte e a Pluri Consultoria, empresa especializada em pesquisas voltadas ao esporte, publicou o resultado de um estudo com a estimativa de torcedores dos principais clubes do país, e o Avaí confirmou mais uma vez ter a maior torcida de SC.

Os números deste estudo foram resultados de várias pesquisas realizadas em todo o Brasil durante os últimos anos. Um dos principais critérios adotados é que cada torcedor poderia escolher apenas um clube de coração, o que explica os números preocupantes encontrados no interior de SC, um oásis para os mistos do Estado.

Mais uma vez (que saco) fica rovado que o Avaí é o único clube que pode ser oficialmente chamado de Maior de SC. Não é soberba ou humilhação aos adversários, mas um fato. Não adianta espernear, falar de média de público, problemas financeiros ou insucessos em campo: o Avaí é o maior e pronto!

Sozinho o Leão tem mais torcida que o Cavalo Paraguaio, o Golfinho e a Colonense somados. É uma supremacia incontestável, uma chinelada na bunda e uma baga de pimenta na língua dos secadores. O Avaí é o mais vezes campeão de SC, tem o melhor estádio e é o catarina mais bem posicionado nos rankings da CBF e da Conmebol. No Sul é superado apenas por Grêmio, Inter, Atlético/PR e Coritiba.

Agora imagina esse time na série A e ainda fazendo uma boa campanha, hein? Credo! É um clube com um potencial maravilhoso e que por direito merece voltar ao topo da cadeia alimentar do futebol regional e nacional. Podem chorar!

Breve retrospectiva desse 2013 pra lá de zebrado

30 de dezembro de 2013 54
Justo esse ano os adversários do Maior de SC resolveram não seguir as suas tradições.

Justo esse ano os adversários do Maior de SC resolveram não seguir as suas tradições.

Vamos e venhamos, 2013 rendeu um caminhão de surpresas para os torcedores catarinenses. Fora o Cavalo Paraguaio do Norte, todas as demais equipes chutaram as suas tradições e escangalharam os nossos prognósticos de início de temporada.

Aos trancos e barrancos os dois de Floripa se classificaram para as finais do Estadual, mas quis o destino termos que aturar uma final caipira. Sem a força e o prestígio de uma equipe da Capital, coube ao Golfinho e a Colonense se atracarem pela bola na decisão de um campeonato agora esvaziado de emoção.

Com esse “aborto da natureza” em terras catarinenses, já era de se esperar que muitas coisas estranhas acontecessem ao Leão da Ilha. E aconteceram na série B, montando um time com alguns craques de elite, chamando o técnico Hemerson Maria de volta, mas esquecendo de lhes honrar os salários nas datas acordadas.

A primeira “resposta” veio num clássico perdido bisonhamente por 4×0, seguida de seis derrotas consecutivas para adversários da rabeira da tabela. Depois desse milagre às avessas deu tudo errado: o rival amarelão não amarelou, o colono arregão do Oeste não arregou, o Golfinho não caiu e o Maior de SC conseguiu jogar pela janela o acesso mais fácil do século XXI. Pota que los pariu, mis amigos.

Não fosse pelo tricolor de Joinville, que novamente começou bem e terminou mal em todas as competições, esse pobre aproveitamento de 20% nas projeções do blogueiro teriam sido uma lástima completa. Por isso deixo aqui meu fraternal abraço ao clube da cidade da dança que me evitou uma desgraça profética ainda maior.

Mas como aqui o pessimismo não tem vez e para não perder o costume, anotem aí a profecia matadora: no ano que vem haverá abundância de choro e ranger de dentes para todos os que estiverem do lado de lá da ponte e em 2015 o Avaí será o único clube de SC na série A nacional. Podem me cobrar no próximo dezembro.

A maquiagem verbal que não resolve nada

16 de dezembro de 2013 51
Não basta colocar o título, tem que melhorar as condições. Foto UOL Esporte

Não basta colocar o apelido, tem que concluir e melhorar as condições. Foto UOL Esporte

A cidade de Joinville foi duramente atingida pelas cenas de selvageria ocorridas na partida em Atlético Paranaense e Vasco da Gama. Pouco pode ser acrescentado a tudo o que se falou e escreveu, mas gostaria apenas de pinçar um detalhe desse problema brasileiro. Não as brigas nas praças esportivas, mas a maquiagem verbal que quer nos fazer crer que temos locais próprios para o futebol.

Qualquer estádio desse país pode amanhecer com o apelido de Arena para dar a entender que se tem algo melhor do que o que nossos olhos conseguem enxergar. Um exemplo disso é o estádio de Joinville que, para agradar não sei quem, passou a se chamar Arena Joinville. Não possui cadeiras e cobertura em 75% de sua totalidade, nenhum palco reversível, nenhum espaço comercial ou áreas de entretenimento. Ou seja, está longe até de parecer uma arena.

Tudo bem que continuem fazendo a população da cidade acreditar nesse conto de fadas, mas poderiam ao menos terminar a obra. Não apenas pela foto acima, mas também pela conversa via Twitter que tive com o passional do JEC, fiquei sabendo que o estádio ainda não foi concluído. Como assim? Então, além da falta de conforto, ainda se permitem situações de risco para os torcedores?

Com a palavra a proprietária e responsável pelo espaço, a Prefeitura de Joinville. Acima de avaiano, sou catarinense! Mexeu com meu Estado, mexeu comigo!

 

Eu sei o que você fizeram no verão passado

10 de dezembro de 2013 93
Manchete pelo não "caimento" para a série B catarinense. Imagem Jorge Jr. Hora SC

Manchete pelo não “caimento” para a série B catarinense. Imagem Jorge Jr – Hora SC

Chapecoense – Rebaixada no Catarinense de 2010, entrou na vaga do Atlético-Ib que se licenciou por um ano. Antes dessa decisão do TJD, o presidente do clube já havia enviado uma carta para a Associação de Clubes propondo uma “virada de mesa”. Resultado: o coitado do vencedor da divisão de acesso não subiu, a Colonense não foi para a segundona estadual, criou asas postiças, conquistou o acesso (aleluia, dentro de campo) para a série A e não vai tirar um tostão do bolso para usar o estádio da prefeitura todo reformado com o dinheiro do Estado.

Criciúma – Acesso para a 1ª divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a 1ª Fase da 2ª divisão de 1992. Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a 3ª divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, 2ª divisão da Copa João Havelange em 2000. Vive de lembranças de uma Copa do Brasil abandonada pelos grandes times, tido como um clube de supermercado e apoiado por torcedores gaúchos que cantam em castelhano para serem confundidos com argentinos. Passou toda a série A lutando apenas para não cair. Não caiu e a torcida foi para as ruas celebrar a maior conquista pós-Copa do Brasil de três décadas atrás.

Figueirense – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, 2ª Divisão da Copa João Havelange, em 2000. Juntou um elenco ruim para a série B desse ano, metade foi parar no DM e com o que sobrou montou um Frankenstein que se aproveitou do único clássico de SC para arrancar rumo ao G4. Batizado de time-bagaceira pelos próprios torcedores, ficou esquecido por 37 rodadas e foi surpreendido na cidade da linguiça por meia dúzia de vans lotadas por um bando de oportunistas de ocasião. Tem como ídolo o presidente do clube e vai para a série A devendo uma série C.

Joinville – Beneficiado pela mudança de regra durante a 1ª fase do Brasileirão de 1986, o que resultou em sua classificação para a 2ª fase. Em 2013 arrancou todo bonitão no Estadual e na série B, mas da metade para a frente não passou de sparring para os adversários realmente profissionais. Continua sem estádio, sem centro de treinamento, sem academia própria, sem uniforme de treino, mas está feliz. Cumpriu a missão de não cair, de vencer o Avaí na Ressacada, de terminar na frente do Avaí, de levar o técnico do Avaí e por 50 dias parecer maior que o Avaí.

E o Avaí? Fez um temporada medonha, não ganhou nada, não aprendeu nada, mas continua sendo o Maior de SC no ranking da CBF e não aparece no Google quando se digita “virada de mesa”. Fontes base Papo FC aqui e aqui, e Vitor Birner aqui.

A penúltima edição do Profeta Istepô da rodada

28 de novembro de 2013 73
Um vencedor, dois prêmios. Esse blog é um conforto só!

Um vencedor, dois prêmios. Esse blog é mais querido que coração de mãe!

No dia 03 de agosto publiquei um desafio feito pelo leitor Serginho_Jec onde, dependendo do time que terminasse a série B na frente, o perdedor compraria uma camisa do clube adversário para o vencedor. No caso deste blogueiro, ainda teria que postar uma foto no blog com a camisa tricolor. Uma brincadeira saudável.

O JEC começou a descer a ladeira e Serginho_Jec sumiu do blog, mas foi só o Avaí desandar e aparece quem? Ele mesmo, nesse sábado, cobrando a camisa. No stress. Agora era procurar uma para pagar a aposta. Encontrada e comprada em um site de SP no mesmo sábado, era esperar 10 dias úteis para recebimento.

Quando fui entrar em contato com a criatura, eis que já tinha feito conluio com o Passional de Joinville que, num post equivocado, sugeriu que um golpe estava prestes a ser dado pelo Manézinho aqui. Dessa patacoada surgiu uma lamentável sequência de comentários injustos e desagradáveis em todas as redes sociais.

O Profeta Istepô da rodada

Assim posto, está lançada a nossa penúltima promoção de 2013. Como o Serginho do JEC será penalizado com a perda da camisa por mau comportamento e nenhum espírito esportivo, e não tendo eu interesse em ter uma de outro clube no guarda-roupa, o prêmio desta edição é duplo.

Além da tradicional camiseta da promoção, agora o vencedor também levará essa do Joinville (ver imagem) para fazer o que bem entender. Isso depois de eu bater a foto com a bendita. As regras todo mundo já conhece (aqui), bastando copiar e colar os jogos abaixo com seus respectivos placares:

AVA x BOA
CHA x PAL
CEA x JEC
BRA x FIG

Avaí vai ao Nordeste só de chinfra

23 de novembro de 2013 37
Quem diria que há duas rodadas do final o Maior de SC estaria desclassificado.

Quem diria que a duas rodadas do final o Maior de SC estaria desclassificado.

Hoje ABC e Avaí se enfrentam no Frasqueirão onde apenas os nordestinos ainda têm algum interesse no resultado: se afastar da zona de rebaixamento. Já o Leão da Ilha aproveita para fazer testes para a temporada 2014. Diego, Eduardo Costa e Márcio Diogo ficam descansando não sei do que, e Marquinhos e Eduardo Costa ficam encostados no DM para tratamento também não sei do que.

Fora isso, de novidade apenas a intenção do Cavalo Paraguaio de SC levar Hemerson Maria para a cidade que mais chove no planeta. Apesar do treinador avaiano ter dado uma belas mancadas na reta final da série B, é fato que foi o responsável pela ressurreição da equipe após a Copa das Confederação e nada pôde fazer para impedir o marasmo dos meninos pelo atraso de salários. Viagra para falta de dinheiro ainda não foi inventado.

Não acredito que Maria pense dar esse passo atrás em sua carreira. Se aceitar o convite, já sabe que vai sair cavando no Estadual, vencendo cinco partidas consecutivas, vai levar as outras 10 em banho-maria e nas últimas 10 rodadas verá tudo indo por água abaixo. Nem no quadrangular final vai entrar. Hemerson, não seja tanso e não troque o certo pelo duvidoso. Aqui pelo menos tem praia, a maior torcida do Estado e tu não vai precisar jogar em estádio emprestado da prefeitura.

A insustentável leveza dos sonhos coadjuvantes

10 de novembro de 2013 32

Lá vem o Jecaville e o Zumbi do Estreito com suas torcidas esperançosas. Que coisa mais linda, mais estimada e inútil. Desistam, nunca chegarão!

Enquanto isso o Avaí vai tendo mais sorte que juízo. Todo ano a gente repete a mesma coisa, mas nunca esteve tão fácil subir como nesse ano. Mesmo perdendo as três últimas partidas, permanece colado no G4 em condições de acesso.

Se vai continuar não querendo, aí é outro pato. Papo, quis dizer papo.

Disparado a maior, a mais fiel e apaixonada de SC

05 de novembro de 2013 95
Imagine então com uma campanha sempre nas cabeças e com adversários mais famosos.

Imagina na série A, com grandes times, boa campanha e + uma pista para chegar e sair.

O Avaí não é o único time de um centro urbano como acontece no interior de SC e Flonópix não é a cidade mais populosa do Estado. Com um estádio próprio e por isso mais caro – não dependendo da prefeitura para amortizar o aluguel – o pior acesso do Brasil é também convite para uma Ressacada vazia.

Nossos adversários são todos de segunda divisão, o que não atrai levas de torcedores e poderia afugentar o avaiano mais afeito aos grandes jogos. O número de sócios adimplentes é baixo, por volta dos 5 mil, o que não faz os ingressos caírem para R$15 em média por partida como acontece com os Golfinhos do Sul.

Completando o rosário de impedimentos para a ocupação da nossa “casa”, o Avaí faz uma campanha marcada pela instabilidade, que hora chama o povo para as arquibancadas e hora manda embora sem dó nem piedade. Mas sabe o que tudo isso significou na nossa média de público também das últimas quatro rodadas?

Nada, absolutamente nada!