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Posts na categoria "Clássico"

A MAIOR FESTA DA HISTÓRIA

06 de abril de 2014 35

torcida

Confiantes! Essa é a palavra que descreve toda a população da maior cidade de Santa Catarina. Os ingressos começaram a ser vendidos na quinta feira às 10 horas da manhã e antes mesmo do dia clarear já haviam filas e mais filas nos pontos de venda. Por questões éticas não foi comercializado todo o lote no mesmo dia e neste sábado ainda foi possível conseguir alguma coisa, mas agora acabou e muita gente terá de ficar do lado de fora do estádio.

Ouvi alguns comentários por aí, que alguns torcedores estão preparando uma grande recepção aos jogadores e um imenso corredor de fumaça tricolor será formado na rua Inácio Bastos até a entrada da Arena. Dizem ainda que lá dentro serão distribuídos 1 Tonelada de Papeis para fazer uma grande festa no momento em que os jogadores entrarem em campo.

Impossível não se empolgar, devo dizer que mesmo tendo que decidir lá na capital, este é o momento mais real de conquista do titulo nestes 13 anos que se passaram. Toda Joinville sentiu isso e a mobilização começou desde as primeiras horas da manhã. Vou dizer! Nesses mais de 15 anos acompanhando o Joinville Esporte Clube, nunca vi clube algum suportar tal mobilização da maior torcida do estado.  Que assim seja! #partiuArena

O Clássico da Civilização

24 de março de 2014 93

Será uma discussão eterna, mas registros como o vídeo abaixo não podem passar batido, pois representam exatamente o que é o clássico entre Joinville e Criciúma. Antes de mais nada, é preciso que se entenda, que contra fatos, não há argumentos, e justamente por isso, a resposta dos torcedores da capital, passa a ser através de agressões verbais, menosprezos sem sentido e arrogância, e já vou deixar avisado aqui, neste post, não serão liberados argumentos que não sejam condizentes e respeitosos, quero ver se serão capazes de debater civilizadamente.
O vídeo mostra um pouco do que foi o jogo deste domingo. Crianças e famílias inteiras, estiveram na Arena pelo mesmo objetivo, presenciar um grande jogo de futebol. Ninguém foi para brigar, ninguém queria ver briga entre os jogadores. Todos queriam paz e foi isso que aconteceu! Dizer que clássico de verdade exige guerra, é o absurdo mais absurdo que existe. É obvio que os ânimos ficam a flor da pele, mas ninguém precisa dar pontapés ou ficar melado de sangue para provar algo.
Clássico de verdade, tem história e não apenas anos de vida! Por mais que não seja o desejo deste que vos escreve, mas tudo caminha para que Joinville e Criciúma façam a OITAVA FINAL DE CAMPEONATO, em 38 ANOS, média inferior a cinco anos. Clássico de verdade, a única briga que existe relacionada a torcida, é para ver quem coloca maior publico – mesmo que seja preciso atravessar o estado – é quem canta mais alto, é quem é mais fiel! Não há ódio, não há raiva! Há milhares e milhares de páginas sobre a história de ambos os clubes, onde todos os capítulos são relacionados somente ao futebol e nada mais!

Estamos na final. Impossível conter-se!

23 de março de 2014 79
fregues

Freguês aqui em Joinville sempre tem razão!. Hoje podem chorar a vontade!

Foi difícil, muito mais do que esperávamos. O Criciúma chegou a Joinville esperando um empate e apenas isso. Catimbou, demorou, amarrou. Fez o que pode, mas não foi suficiente.

O JEC lutou, foi no apelo da torcida, foi no embalo da massa. Era impossível não garantir a final com tal calor. Deu certo, e foi chorado. O time do sul sentiu e não foi capaz de levar maiores perigos.

Estamos na final, a camisa mais pesada de Santa Catarina está na final. História, tradição, time do povo. É difícil controlar a emoção, mas de qualquer modo estamos na final, e agora, o adversário que for não me importa, pois nós chegamos e é isso que tenho a dizer.

Clássico dos Grandes

22 de março de 2014 48

charge1

Quem senta pra conversar sobre o clássico entre Joinville e Criciúma não tem hora para terminar. São 176 confrontos, 60 vitórias do JEC, 59 empates e 57 do Criciúma. 7 finais disputadas, 5 títulos do JEC e 2 do time do sul. Histórias imensas, camisas pesadas e torcidas fanáticas. O Joinville joga em casa e tem a torcida e os números a seu favor, afinal são 7 anos de soberania diante do Criciúma na Arena e precisa somente da vitória para garantir-se na grande final. Já o tricolor do sul, vem somente com um objetivo, não perder, para depender somente de si na próxima rodada! Um clássico dos grandes, e sério candidato ser o mais emocionante de todos!

Concentração para o Clássico

21 de março de 2014 36

concentração

O Joinville Esporte Clube é o único clube de Santa Catarina que teve sua lata de cerveja personalizada pela maior empresa do seguimento. O motivo é o alto consumo, assim como todos os produtos que possuem a marca JEC. O lançamento oficial da cerveja tricolor foi dia 08 de março, no estacionamento da Arena e em poucas horas de evento, foram vendidas mais de 13.000 latas. Impressionante!

Diante dos resultados, a ideia de concentrar a torcida aos redores da Arena será retomada e neste sábado (22), haverá novamente um encontro de tricolores. A expectativa é que os números sejam ainda maiores e que neste dia, os ingressos para o clássico de domingo já estejam esgotados.

É preciso que se diga, NÃO É UMA COMEMORAÇÃO ANTECIPADA. É um encontro de torcedores do Joinville e apenas isso! Temos total ciência que nada está ganho e que tudo se resolverá dentro de campo e se tudo correr como de costume, será para quase 20 mil pessoas!

O Tigre que não faz mal a ninguém

19 de março de 2014 56

tigre domestico

Faz sete anos que o Criciúma não sabe o que é vencer aqui dentro. SETE ANOS! Isso corresponde a 11 jogos, e devemos dizer, que este é o maior jejum em período, mas não em jogos. O recorde é de 12 partidas consecutivas, isso ocorreu entre 1978 e 1981. Por mais que a torcida do sul não admita a freguesia, é praticamente impossível provar o contrário, isso sem falar das 7 finais disputadas, onde 5 foram vencidas pelo verdadeiro tricolor de Santa Catarina. Soberania total!

Confesso que antes do estadual começar, cheguei a pensar que este tabu pudesse ser quebrado esse ano, afinal, um barril de dinheiro foi despejado no Heriberto Hilse. Mas estava enganado! Já na estreia o time “rico”, tomou um baile e só não saiu derrotado por que a dona Neosa não quis. Foi muito, mas muito beneficiado com os erros de arbitragem e por conta disso não teve maiores problemas para classificar-se. Mas foi só! No quadrangular não apresentou algo que assustasse, e só está na liderança por que obteve ajudas externas. A goleada diante do Metropolitano, não representa nada. Quem assistiu o jogo, viu que se o Metro tivesse feito metade dos gols que perdeu, o jogo terminaria 7 a 4 pro time da casa. E a prova que a goleada sobre o time de Blumenau foi uma ilusão, está na derrota para o Londrina/PR (Série D) pela Copa do Brasil. Um vexame atrás do outro!

É difícil lutar contra o destino, mas essa é a vida! Quem nasceu para gato, nunca será tigre. E domingo a freguesia, inevitavelmente se manterá. Faz parte!

Vitória da Garra, Vitória de Campeão!

16 de março de 2014 67

Montagem Figueirense

Só os três pontos interessavam e após a vitória do Criciúma o Joinville foi para o jogo sabendo disso. Depois de um quadrangular praticamente sem gols, o Joinville foi pra campo sabendo que as coisas deveriam mudar se quiséssemos chegar a final. Edigar entendeu o recado e já aos 4 minutos de jogo balançou a rede, era o gol que precisávamos para diminuir a ansiedade que tanto nos prejudicou até aqui. Com uma defesa solida o tricolor chegava com muita força no ataque e Edigar perdeu uma grande chance de definir o jogo ainda no primeiro tempo. O jogo esquentou. Murilo lateral do JEC sentiu e caiu em campo, os jogadores do Figueirense fingiram que não era com eles e seguiram o jogo, e o bicho pegou. Duas expulsões, Juliano do JEC e Marquinhos do Figueirense, a pressão aumentou, e o time da casa começou querer ganhar o jogo no grito, era obvio que não terminaria bem e Ricardo Bueno, atacante alvinegro, também foi embora mais cedo.

O Joinville voltou para o segundo tempo se aproveitando da vantagem de ter um homem mais, e o time da capital totalmente ser forças apenas corria atrás da bola. A pressão sobre a arbitragem estava imensa e era certo que qualquer falta causaria uma expulsão tricolor e foi assim, Hygor fez falta no meio campo e acabou deixando o Joinville com nove jogadores. Porém, antes mesmo que o Figueirense esboçasse qualquer reação, o tricolor acabou com a brincadeira, e fechou com o segundo gol. O time da casa ainda chegou a se empolgar e descontou, mas nada que preocupasse, final, Joinville muito próximo da final, 2, Figueirense 1.

Intranquilidade, nosso maior adversário!

15 de março de 2014 31

jael

O Jornal A Noticia desta sexta feira (14), entrevistou três grandes artilheiros da história tricolor (Zé Carlos Paulista, Marcos Paulo e Paulinho), e a mesma pergunta foi feita para todos; O por que da falta de gols? Obviamente que cada um citou sua experiência e seus pontos de vista, porém uma questão foi semelhante em todos os argumentos, a intranquilidade.

Não é segredo que jogar na arena com pressão é uma das missões mais difíceis que existem, o fato é que quando as coisas não acontecem conforme o esperado, esta arma pode se virar sobre nós e ultimamente, principalmente no quadrangular, é isso que tem ocorrido. Sabe-se que quase todos os clubes vem pra Joinville rezando por um empate e a principal estratégia é não tomar gols logo no inicio da partida e induzir os donos da casa ao erro. Torcedor é impaciente, é passional e sempre agirá pela emoção, sempre!

No confronto diante do Metropolitano a bola não entrou, fomos superiores durante os 90 minutos, mas  não teve jeito, foi uma mistura de incompetência, com falta de sorte e nervosismo. Na ultima quarta (12), as coisas pareciam estar mudando e o gol de Jael logo nos primeiros minutos empolgou a todos. Porém, após o gol de empate, irregular, com falta de Nirley sobre Rafael, os nervos voltaram a estar a flor da pele. Todos nós sabíamos da importância dos três pontos e a agonia das arquibancadas, passou a ser perceptível dentro de campo, e aí novamente a bola não entrou!

No returno teremos dois jogos fora e precisamos de pelo menos seis pontos, ou seja duas vitórias. Esta será a oportunidade de fazer os adversários provarem do nosso veneno, afinal, torcedor é tudo igual, o que muda é a quantidade e mesmo que lá no estreito seja meia dúzia de gato pingado, quando se unem fazem um “zum, zum, zum”!

Vencer lá não é, e nunca foi segredo, pelo menos não para nós, faz menos de seis meses que fizemos os poucos que foram ao estádio, irem embora com dor de cabeça e nada impede de repetirmos a dose. Basta colocar a bola no chão e ter tranquilidade, por que qualidade, TODOS  já provaram ter de sobra.

Muito Medo e Pouca Ambição

13 de março de 2014 83
assunto

Exames mostram que a causa TAMBÉM pode ser água contaminada utilizada para fazer o pirão!

Não consegui acompanhar todo o pré jogo como tenho por costume, mas até então a formação do time estava muito clara na cabeça de todos que acompanham o dia a dia do Joinville. William Pop seria o substituto de Tartá e o resto seria mantido, como foi desde o começo da competição, e qualquer outra formação diferente disso, seria precipitação, uma vez que não houveram treinos com esquemas diferente.

Apesar de Hemerson Maria negar, ficou absolutamente claro que o JEC enfrentou o alvinegro do estreito com três zagueiros, devo dizer que este não seria um problema, acredito que com os laterais que temos, destaque para Saci, essa formação seria uma boa alternativa, desde que não fosse uma mudança de ultima hora. Mas foi, e custou caro!

Sabe-se que a chuva atrapalhou, AMBOS! Mas este nem chegou perto de ser a principal causa da não vitória. Faltou entrosamento nesta formação improvisada de Maria. Além do mais, não faz o menor sentido Bruno Aguiar ficar de fora, sabe-se que o adversário explora constantemente a bola aérea e a participação de seus zagueiros de alta estatura são constantes. Custou caro! Novamente.

Vou dizer! Nem passa pela minha cabeça mudar. Acredito que Maria pode ser o nosso técnico durante toda a temporada. Mas ele tem um problema grave, muito grave, que é mexer no time durante o jogo. Nota-se que há um medo imenso de perder e pouca ambição em ganhar! O Joinville fez três jogos e teve os mesmos problemas, é praticamente improvável que com um pouco mais de ousadia, essa bola não tivesse entrado e assim teríamos conquistado em apenas um jogo, aquilo que conseguimos em três. Volto a dizer, gosto muito do trabalho de Hemerson Maria, mas é preciso pensar rápido, é preciso ter coragem!

O Maior Jejum da História

12 de março de 2014 56

eutropio

Diante de tantas bobagens que lemos por aí, o negócio é manter o nível e rebater com números, resultados, títulos, etc… etc… etc… Não é possível levar a sério ou dar credibilidade a alguém que cita como pequeno e insignificante o Joinville Esporte Clube, ETERNO E ÚNICO OCTA CAMPEÃO, time de MAIOR TORCIDA, clube com títulos regionais, estaduais e BRASILEIRO. Vou dizer! Até tentei criar algo para responder no nível deste cidadão, mas felizmente, não consegui chegar a esta condição tão deprimente.

Os números não mentem! Joinville e Figueirense já se enfrentaram 180 vezes, sendo 66 vitórias do JEC, 64 empates e 50 vitórias do time preto e branco da mini capital. Se considerarmos somente os confrontos na maior cidade do estado, durante esses 38 anos, o Figueirense conseguiu vencer somente 12 vezes, sendo a última façanha em 2008, desde então vencer tem se tornado algo tão difícil quando conquistar um titulo nacional, prova disso é que estes seis anos de insucesso aqui no caldeirão tricolor, já se tornaram o MAIOR JEJUM DA HISTÓRIA dos confrontos entre as duas equipes, e olha que durante esse período, vivemos o nosso pior momento, enquanto a brisa do estreito viveu seus maiores momentos de alegria, durante toda sua obscura história. E se falassemos de tempo da fila de espera por um estadual? A vantagem tricolor seria maior ainda, pois enquanto nós já tivemos que esperar por 13 anos, o pessoal do estreito já teve que aguardar Três Décadas para levantar o caneco (Novamente O MAIOR JEJUM DA HISTÓRIA)!

 

Não será desta vez que esse tabu será quebrado, e aqueles três a zero mentiroso da primeira fase não nos intimidaram, até por que quando o escudo sem estrelas caí no caldeirão tricolor, pode colocar mais três pontinhos na nossa conta!

Dados estatístico: Anderson Miranda