Olá, pessoal!
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Nesta sexta-feira, dia 30 de julho, encerra o período para pedido de isenção da taxa do vestibular da UDESC. Como é de praxe, a divulgação ocorre no período de férias e com pouco tempo para que os alunos organizem seus documentos. Estou aqui pensando se não é uma estratégia para que ocorram poucos pedidos, pois a data é estranha. Abaixo, o link para maiores informações.
http://www.vestibular.udesc.br/?eveId=5&acao=50
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Enquanto isso, no Brasil, projetos e mais projetos são elaborados e não sai nada. Lembram do computador portátil para todos os estudantes? Virou lenda. Quando usado com apoio de educadores preparados, o computador é um instrumento importante em sala de aula. Além de contribuir para a pesquisa dos estudantes, pode também contribuir para a formação dos professores. Esperamos que quando esses equipamentos chegarem ao Brasil, caso cheguem, não fiquem abandonados em laboratórios com a desculpa de que falta alguma peça ou INTERNET. Abaixo, a notícia que demonstra como os indianos estão na nossa frente em termos de tecnologia.
Laptop com touchscreen, leitor de PDF e navegador de internet custa 35 dólares

intenção do governo indiano é reduzir ainda mais o preço do PC para US$ 10 ou US$ 20
Olá, pessoal!
O número de vagas para ingressar no ensino superior tem crescido muito, tanto nas universidades públicas quanto nas faculdades privadas em todo Brasil. Paralelamente, a taxa anual de evasão nas instituições de ensino superior é de 22% nos últimos cinco anos, segundo estudo realizado pelo Instituto Lobo para desenvolvimento da educação.
O curioso é que nos cursos menos tradicionais existem vagas sobrando e a evasão é superior aos cursos mais disputadas no vestibular. Nos cursos conhecidos por serem de maior status a evasão é mínima e isso se reflete no perfil dos alunos que passam no vestibular, ou seja, muitos possuem melhores recursos financeiros para conseguirem se manter.
Outro fator determinante é que alguns estudantes passam no vestibular e depois querem trocar de curso, pedindo transferência e por não conseguirem, muitos alunos acabam desistindo do curso no qual foram aprovados. Isso aumenta o índice de evasão e no caso das universidades públicas, existe o desperdício de recursos públicos, sendo a conta paga por nós.
Em faculdades privadas um dos motivos da evasão é o valor das mensalidades. Muitos estudantes não conseguem pagá-las e desistem da carreira tão sonhada. Um fato marcante entre alunos de instituições privadas é que a maioria trabalha e a cultura de muitas empresas, no Brasil, não permite que o funcionário seja liberado antecipadamente para chegar a tempo nas aulas. Ainda é possível citar os mecanismos de financiamento que além de não darem conta de atender a demanda de estudantes que necessitam de ajuda financeira, burocratizam e dificultam o acesso as bolsas do ensino superior.
Na sua opinião, quais os motivos que levam as pessoas a desistirem das faculdades? A cultura que incentiva a busca de cursos tradicionais e as poucas vagas existentes nos mesmos? A baixa qualidade de ensino e estrutura física dos nossos cursos? Baixa remuneração de algumas profissões? Falta de bolsas para financiar os estudos? Falta de objetividade e qualidade no ensino público e privado? Falta de orientação na escolha do curso?
Pessoal, mande seu comentário!
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Olá, pessoal!
Em setembro iniciam as inscrições para o vestibular da UFSC e as cotas continuam sendo umas da formas de acesso às universidades públicas. Muitos alunos acham que cota é privilégio, caros colegas, cota é direito, está prevista na lei. Muitos questionam esse tema principalmente em relação aos negros, falam que até aceitam a inclusão de alunos de escola pública, mas, quanto aos afrodescendentes, sempre são questionadas.
Segundo artigo do Naomar de Almeida Filho, Reitor da Universidade Federal da Bahia, dados do Ipea revelam que os mais pobres pagam 49 % de sua renda em impostos, enquanto os mais ricos contribuem com apenas 26 % da sua receita. A realidade é que os mais pobres não estão nas universidades públicas, na verdade, muitos pagam seus estudos. Esse quadro tem mudado nos últimos anos com as cotas e bolsas de estudo, porém, ainda temos muito que avançar.
A UFSC completa neste mês três anos de ações afirmativas ou cotas, podem ter certeza que a face da universidade pública já mudou, a diversidade já é mais ampla em todos os cursos. Medida paliativa? O problema é o ensino público? Cotas é só um remendo na educação? Dê sua opinião, comente o que pode ser feito.
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Olá pessoal!
A notícia abaixo demonstra como os celulares com câmeras invadiram as salas de aula em todo mundo. No youtube e em outros canais de informação, você pode visualizar professores e alunos falando absurdos e tudo é filmado. Recentemente, uma escola conhecida de Florianópolis foi alvo dessas filmagens por parte de alunos, os professores reclamaram da instituição durante a aula e tudo foi parar na INTERNET, e é claro, rolou demissões e muitos comentários. Curioso do vídeo? Procure no youtube!
Após gravar discussão com professor, aluno ganha indenização de R$ 12 mil
A 6ª Vara Cível de Brasília (DF) condenou, na última semana, o centro educacional Fortium Editora e Treinamento a pagar indenização de R$ 12 mil a um aluno. De acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal, um dos professores, e sócio da empresa, agrediu verbalmente o estudante depois de ele ter assinado um abaixo-assinado contra a superlotação das salas de aula.
Revoltado com as reclamações, o professor interrompeu uma aula dizendo que havia rasgado o abaixo-assinado. O aluno, então, o acusou de estar interessado apenas em lucro.
Segundo o indenizado, o professor ficou irritado e o constrangeu diante da turma e quase chegou a agredi-lo fisicamente. A discussão entre eles foi gravada pelo aluno, que, depois de ser expulso, processou o cursinho por danos morais.
Inicialmente, o pedido de indenização era de R$ 200 mil. No entanto, a juíza responsável pelo caso considerou o valor alto demais, estipulando-o em R$ 12 mil. A magistrada aplicou o Código de Defesa do Consumidor e explicou que a empresa prestadora de serviços responde pela integridade física e moral dos seus discentes. Fonte: folha
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Estava pesquisando algumas notícias e achei interessante esta conquista para os alunos de pós-graduação.
Alunos de pós-graduação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) poderão agora acumular suas bolsas com outras atividades remuneradas.
A "antiga reivindicação dos bolsistas", nas palavras dos CNPq, foi atendida ontem, quando uma portaria assinada pelos presidentes dos órgãos, Carlos Aragão, do CNPq, e Jorge Guimarães, da Capes, foi publicada no Diário Oficial da União. A Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) já adotava política semelhante para bolsistas. As atividades, porém, terão de ser aprovadas pelos orientadores e informadas aos programas de pós-graduação. Devem estar "relacionadas à área" do estudante e ser "de interesse para sua formação", diz a portaria.
O texto cita "especialmente [atividades de] docência nos ensinos de qualquer grau". Segundo Aragão, os orientadores evitarão que os alunos dediquem um número excessivo de horas ao trabalho fora da universidade. Muitos alunos bolsistas já complementavam sua renda com aulas antes da portaria.
Os inquéritos criados, diz Aragão, eram "esforço inútil", porque é "muito recomendável que o aluno de pós exerça atividades didáticas". "Além disso, há áreas como engenharia ou medicina, em que existia dificuldade para manter estudantes vinculados aos cursos de pós-graduação", diz. Os alunos recebiam ofertas de trabalho com boas remunerações, e era difícil evitar a evasão. "A medida será boa para a interação com empresas", diz, argumentando que ela vai permitir que empresas se aproximem das universidades quando alunos de pós estiverem nos seus quadros. Fonte: folha
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Conforme anunciei em posts anteriores saiu os resultados do ENEM 2009 e o diagnóstico foi claro, mais uma vez as escolas públicas ficaram a ver navios, o que comprova os dados do simulado “Novo ENEM Online”, que demonstrou através de um universo de 15.182 alunos que dentre os 100 piores, 87 eram de escolas públicas.
Dados divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), demonstram os resultados da rede pública de ensino do Brasil, indicando apenas duas escolas entre as 20 melhores do país no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009. Os dados também caracterizam que das 20 escolas com as piores médias, 19 são estaduais e 1 é municipal.
Em Santa Catarina as escolas particulares lideram os melhores resultados e a primeira escola pública que aparece entre as 30 melhores se chama Feliciano Nunes, mais conhecida como Colégio Militar. Com esses primeiros resultados podemos ampliar a discussão e, principalmente, partir para ações objetivas de melhoria da educação catarinense.
Diante dos resultados divulgados, podemos nos perguntar: por que as escolas particulares, o colégio militar, os colégios de aplicação e os institutos federais têm conseguido bons resultados no ENEM? Para essa pergunta é possível pensarmos na seguinte resposta: remuneração justa, material didático, estrutura física, compromisso de toda equipe, participação da família, ou seja, todos os envolvidos comprometidos com esse processo.
Leia a notícia no diário
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Estou indicando o filme Gênio Indomável, para refletirmos sobre conhecimento, educação e formas de aprender. Assista e comente!
http://www.youtube.com/watch?v=McL5BmYd_6Q
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Nesta segunda-feira dia 19 de julho o Ministério da Educação (MEC) divulga os resultados detalhados do ENEM 2009, em post anterior havia comentado que os resultados passados não favoreciam as escolas públicas e segundo informações os dados deste ano não seriam diferentes. No mês de junho foi realizado o simulado novo ENEM online, em que 15.182 alunos se inscreveram e fizeram a prova via INTERNET, com város mecanismos de segurança para evitar ao máximo as fraudes. Para alegria dos organizadores, tudo deu certo, das 30 questões o máximo de acertos foi de 27 e dos 15mil inscritos, 70% eram de escolas públicas. A maior surpresa foi que dos 100 piores alunos, 87 eram de escolas públicas e o primeiro aluno de instituições públicas aparece no número 220. Existe esperança? Acredito que sim, pois muitos alunos conseguiram notas fantásticas com pouco apoio. Eles relatam que nunca tiveram um simulado presencial ou online em sua escola, muitos professores nem comentam questões e provas anteriores do ENEM, e mesmo assim conseguiram superar suas dificuldades e realizaram as provas com bom desempenho. Na segunda-feira veremos se a experiência online se aproxima dos resultados finais do ENEM.
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