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Posts de setembro 2010

Dicas para arrasar na redação do vestibular

30 de setembro de 2010 0
 

Olá vestibulandos!

 

Não comece escrever sem pensar e definir sua opinião sobre o tema;

Tome cuidado para não fugir do tema proposto;

Não tente “modernizar” a escrita durante a prova;

Evite o uso de clichês;

Evite repetição de termos e palavras. Faça uso de sinônimos e elipse;

Fundamente os argumentos, mas nunca use exemplos pessoais;

Lembre-se: o texto é uma conversa com um interlocutor desconhecido, portanto seja o mais claro possível.

 

“Um dos piores erros que os candidatos podem cometer em uma prova de redação é a extrema preocupação com a forma, com a gramática. O importante é que ele opine sobre o tema”, explica a coordenadora da banca de avaliação de redações da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), Marisa Magnus Smith.

 

Já faz tempo que o segredo de escrever uma boa redação deixou de ser o fato de não errar a gramática. Na opinião de especialistas, acima de tudo, uma boa redação de vestibular – que nada mais é do que um teste para averiguar a capacidade do estudante em opinar e refletir – deve conter argumentação bem colocada e bem fundamentada.

 

Para se sair bem em sua “defesa”, os especialistas dizem que os candidatos não devem ficar “em cima do muro” (ora a favor, ora contra o tema), tampouco comprar opiniões do senso-comum. Se o candidato não estiver certo do que está dizendo e não expuser razões para pensar daquela forma o texto fica vazio. “O texto tem que ter posicionamento, se for exclusivamente informativo não é bom. Aliás, não dá nem para começar a escrever um texto se não tiver uma opinião. Um texto sem opinião não existe”, reforça o professor de redação , Maurício Soares Filho.

 

Para entender melhor por que os especialistas defendem essa ideia é fácil: imagine que as drogas acabaram de ser legalizadas pelo governo. Segundo os especialistas, se as pessoas abrem o jornal e procuram um artigo sobre a questão e encontram um texto sem nenhuma argumentação ou opinião, elas não refletirão, além de chato de ler. Para eles, aquilo que o leitor espera de um articulista é o mesmo que um examinador de vestibular espera de um futuro universitário (especialmente se for de universidade pública): opinião e reflexão.

 

De acordo com Soares Filho, para seu texto causar impacto, porém, a opinião deve estar muito clara. Por isso, a construção da redação deve valorizar seus argumentos. A ordem é apostar na organização da estrutura textual para não perder o fio da meada. “Organizar as informações é o segredo para fazer que a opinião apareça”, complementa Soares Filho.

 

Fonte: Universia.com

Estou desblogando, até a próxima! 

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Dicas para Entender Melhor as Questões do Vestibular e ENEM

29 de setembro de 2010 0

Olá pessoal!

 

Será mesmo que o professor adora complicar na prova? Não, mas ele deseja que você amplie o vocabulário e compreenda os enunciados. E isso vem com a prática, a leitura e o estudo. Podemos começar pela leitura de alguns verbos, que são utilizados nos enunciados de muitas provas.

 

Afirmar: certificar, comprovar, declarar.

Explicar: expor, justificar, expressar, significar.

Caracterizar: distinguir, destacar o caráter, as particularidades.

Consistir: ser, traduzir-se por (determinada coisa), ser feito, formado ou composto de.

Associar: estabelecer uma correspondência entre duas coisas, unir-se, agregar.

Comparar: relacionar (coisas animadas ou inanimadas, concretas ou abstratas, da mesma natureza ou que apresentem similitudes) para procurar as relações de semelhança ou de disparidade que entre elas existam; aproximar dois ou mais itens de espécie ou de natureza diferente, mostrando entre eles um ponto de analogia ou semelhança.

Justificar: provar, demonstrar, argumentar, explicar.

Relacionar: fazer comparação, conexão, ligação, adquirir relações.

Definir: revelar, estabelecer limites, indicar a significação precisa de, retratar, conceituar, explicar o significado.

Diferenciar: fazer ou estabelecer distinção entre, reconhecer as diferenças.

Classificar: distribuir em classes e nos respectivos grupos, de acordo com um sistema ou método de classificação; determinar a classe, ordem, família, gênero e espécie; pôr em determinada ordem, arrumar (coleções, documentos etc.).

Identificar: distinguir os traços característicos de; reconhecer; permitir a identificação, tornar conhecido.

Referir-se: fazer menção, reportar-se, aludir-se.

Determinar: precisar, indicar (algo) a partir de uma análise, de uma medida, de uma avaliação; definir.

Citar: transcrever, referir ou mencionar como autoridade ou exemplo ou em apoio do que se afirma.

Indicar: fazer com que, por meio de gestos, sinais, símbolos, assinalar, designar, mostrar.

Deduzir: concluir (algo) pelo raciocínio; inferir.

Inferir-se: concluir, deduzir.

Equivaler: ser idêntico no peso, na força, no valor etc.

Propor: submeter (algo) à apreciação (de alguém); oferecer como opção; apresentar, sugerir.

Depreender: alcançar clareza intelectual a respeito de; entender, perceber, compreender; tirar por conclusão, chegar à conclusão de; inferir, deduzir.

Aludir: fazer rápida menção a; referir-se.

 

 

Fonte: Folha de SP/Dicionário Houaiss.

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Inscrições UFSC – Chegou a hora

28 de setembro de 2010 0

Olá pessoal!

 

A UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) iniciou nesta terça-feira (28) as inscrições para o processo seletivo 2011. Os interessados devem se cadastrar pela internet até as 23h59 de 27 de outubro. A taxa custa R$ 90. No total, são oferecidas 5.881 vagas. Confira aqui a distribuição completa das vagas. O cartão de confirmação de inscrição, indicando os locais de realização dos exames, será disponibilizado a partir de 18 de novembro. Esse documento deve ser impresso e apresentado no dia da prova.

 

As provas serão aplicadas nos dias 19, 20 e 21 de dezembro, das 14h às 18h, nas cidades de Florianópolis, Araranguá, Blumenau, Camboriú, Canoinhas, Chapecó, Criciúma, Curitibanos, Itajaí, Joaçaba, Joinville, Lages e Tubarão. Veja as disciplinas cobradas em cada dia:

 

•19/12: língua portuguesa e literatura brasileira, língua estrangeira, matemática e biologia;

•20/12: história, geografia, física e química;

•21/12: redação e questões discursivas.

 

Confira também a relação de livros que serão abordados nas provas:

 

•Primeiras Estórias, de João Guimarães Rosa;

•Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto;

•O Pagador de Promessas, de Dias Gomes;

•O Filho Eterno, de Cristovão Tezza

•Iracema, de José de Alencar;

•Vidas Secas, de Graciliano Ramos;

•O Guarda-Roupa Alemão, de Lausimar Laus;

•Comédias para se Ler na Escola, de Luis Fernando Verissimo

                       

A nota da prova objetiva do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 ou 2010 poderá ser utilizada como percentual de 20% na nota final do candidato. É necessário fazer a opção pelo aproveitamento, no momento da inscrição.

 

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Estudos: Como recuperar o tempo perdido

27 de setembro de 2010 2
Olá pessoal!   

Quando estamos a apenas um mês ou dois do vestibular, costumamos pensar no tempo perdido com o lazer, o namoro, as navegadas pela Internet, as idas ao cinema com os amigos, etc. O relógio é inclemente e vai dilapidando sorrateira e continuamente as reservas de horas restantes para as provas. Não se consegue impedir o avanço impiedoso dos ponteiros.      

O tempo não para ! O desespero é a regra, pois a tempestade vem ai… 

50% dos vestibulandos deixam-se levar pelo sentimento de “urgência urgentíssima” e reforçam a carga de estudos: passam a estudar mais de doze horas por dia, com a consciência pesada por ter perdido tanto tempo nos meses anteriores. Muitas vezes, os jovens são esforçados e já estudaram duro, mas eles não enxergam isso: depreciam-se, julgando-se “vagais”.

Esquecem-se de que são apenas humanos e que a vida é muito mais do que apenas enfiar o nariz no meio de livros e apostilas. Muitos tomam toneladas de pó de guaraná, galões de café e de refrigerantes cafeinados no desespero de vencer a concorrência e de recuperar o tempo perdido. Passam madrugadas sem dormir e no momento do vestibular estão abatidos, com olheiras, cara de ressaca e sentindo o coração batendo na garganta.

Tentam “detonar” e podem acabar sendo “detonados” pela neura do vestibular. Há um sentimento estressante de “ou vai ou racha!” E muitos acabam se arrebentando, vitimados por um desgaste nervoso. Outros ficam tão dominados pelo pânico e pela sensação de inferioridade que amarelam e acabam faltando aos exames, apesar de, efetivamente, ter estudado muito mais do que a média da concorrência e possuir uma boa capacidade de raciocínio. É como já falei: tentam “detonar” e podem acabar sendo “detonados” pela neura do vestibular.

Mais pode significar menos. 50% dos vestibulandos vão com tanta sede ao pote que põem tudo a perder. Milhares de horas de estudo e de sacrifício são perdidas porque houve uma atitude mental pouco favorável ou, pior, um sério descontrole emocional. O jovem até que domina legal a matéria, mas fracassa em decorrência do medo, de assumir erroneamente que os concorrentes são muito melhores, da falta de controle do tempo de prova e daqueles famosos “brancos” tão comuns no vestibular…

Enquanto isso, outros concorrentes, que não estudaram tanto e têm menos capacidade, entram numa excelente faculdade pública apenas porque souberam dominar os nervos, enfrentaram os exames numa boa, tiveram uma atitude mental mental favorável, controlaram legal o tempo de prova e souberam evitar os “brancos” com muita elegância. No vestibular e na vida em geral, às vezes, mais vale um fusquinha bem conduzido do que um Rolls-Royce dirigido como se fosse um foguete desgovernado. :0)

Desses 50% já comentados, existem também os que se matam de estudar, mas sem conhecer a maneira pela qual a matéria será cobrada. Fracassam por desconhecer as manias dos examinadores. Existem tópicos que têm mais chance de cair do que outros. Existem tendências que podem ser exploradas pelos vestibulandos “antenados”.

Eles têm acesso a uma série de informações técnicas valiosas de cada uma das oito matérias, o que aumenta as probabilidades de acerto e, por conseqüência, de entrar numa ótima faculdade pública gratuita. Os meus leitores desenvolvem uma atitude mental campeã, usam as emoções a seu favor, driblam os “brancos”, controlam legal o tempo e conseguem fazer muito mais com muito menos, sem desespero e sem sofrimento.

Outros 30% pensam: “agora não dá mais tempo para estudar, vou-me matar para quê? Quero mais é aproveitar a vida e vou cair na gandaia!” Os livros e apostilas ficam tomando poeira na estante, a TV fica ligada quase que o tempo todo. O rádio fica com o volume tão forte que faz a casa parecer uma discoteca, a Internet é acessada várias horas por dia para ver besteiras sem importância, etc. Maior moleza só existe mesmo sentando num pudim! :0) hehehe Ou, quiçá, tomando sopa de minhoca… :0) hehehe

O jovem faz o que os americanos chamam de um “acting out”. Ele ou ela não consegue encarar o vestibular de frente porque, no fundo, quer passar, mas estudar vira um sofrimento porque vem acompanhado de uma conotação de dever ou obrigação. E para nós, latinos, nada mais chato e sofrido do que ser obrigado a fazer algo muito importante… Sei disso porque sofro do mesmo mal. Meus genes são ítalo-portugueses e é difícil remar contra a maré da hereditariedade.

Mas, tento, sempre que me é possível, aprender a gostar daquilo que é bom para mim. Uso, com grande sucesso, uma técnica chamada de auto-hipnose muito bem descrita no meu livro. Podemos programar nosso cérebro para passar no vestibular da mesma maneira que programamos um computador ou uma máquina de lavar roupa para desempenhar uma certa tarefa. Uma tarefa “árdua” pode tornar-se simpática quando a dividimos em pequenas porções e quando enxergamos os seus aspectos positivos, que sempre existem. Podemos aprender a gostar daquilo que é bom para nós, inclusive do vestibular. Basta haver uma mente aberta.

Muitas vezes, na vida, somos obrigados a fazer coisas desagradáveis para garantir um futuro agradável e pleno de realizações. É a “noblesse oblige” dos franceses e a “call of the duty” dos norte-americanos. É o nosso “nobre dever”, muito comum nos meios profissionais: é o médico que se vê na contingência de atender um paciente tuberculoso que poderá infectá-lo; é o comerciante que é obrigado a agüentar, com um sorriso e uma dose de boa vontade, um cliente rabugento que vem trocar a mercadoria a todo instante, justamente na hora em que a loja está lotada de fregueses promissores; é o dentista que tem de trabalhar na boca de um sujeito com um “perfumado” bafão de onça…

Esses 30% de adolescentes têm de suportar pressões lancinantes que muitos adultos não agüentariam de jeito nenhum. Lamentavelmente, alguns afundam-se nas drogas como uma maneira suicida, infantil e tola de refugiar-se das dificuldades. Há os que se viciam nas anfetaminas e no crack, acreditando irracionalmente que estas porcarias vão dar um “pique” ou um “barato” para vencer a fadiga e aumentar o rendimento do estudo.

Mas notei que existem 20% dos jovens, mais amadurecidos, que aumentam o ritmo de estudos numa boa, sem se matar. Eles dormem um pouco menos, lêem a matéria com mais afinco, organizam melhor seus horários, continuam a sair de fim-de-semana, namorar, passear, etc, mas sem “aboborar” ou “borboletear” muito. Fazem o melhor que podem, passam longe das drogas, encaram o vestibular como um desafio gostoso e como um passaporte para um futuro melhor. São esses que geralmente passam nos vestibulares mais disputados!

Alguns desses jovens usam a fé em Deus como uma turbina a jato para estimulá-los a vencer. Têm um otimismo saudável, acreditam que a vida é linda e deve ser vivida plenamente, são disciplinados. Possuem um bom relacionamento com os pais, originam-se de famílias bem constituídas, nas quais predomina um ambiente de carinho, amor e compreensão. São como navios que têm um porto seguro onde atracar para fugir das tempestades de alto-mar, ou seja, das procelas da vida.

Após todas essas preliminares, vamos às recomendações práticas para recuperar o tempo perdido e encarar a iminência do vestibular numa boa:

1) Elimine todo e qualquer sentimento de revolta de sua mente. A raiva é um sentimento altamente dispersivo e negativo que diminui o rendimento do estudo;

2) Acorde uma ou duas horas mais cedo. Durma pelo menos sete horas por noite;

3) Estabeleça horários flexíveis para estudar, comer, tomar banho, etc, e procure seguir, com muita calma, mais ou menos aquilo que foi planejado para o dia de hoje, sem grandes dispersões, mas também numa boa, sem muita pressa;

4) Desenvolva uma atitude mental favorável;

5) Peça a compreensão de seus pais, irmãos, amigos e da namorada ou namorado. Explique que você tem de reduzir os contatos sociais para ler mais e poupar-se para o vestibular;

6) Faça apenas o melhor que puder;

7) Ninguém é de ferro ou absoluto a ponto de dispensar algumas horas de lazer. Sempre descanse depois de uma boa “rachada” nos livros e apostilas;

Cultive o lazer útil: em vez de assistir à programação de baixo nível dos canais comerciais, leia jornais e revistas sem compromisso;

9) Semana do “saco cheio”: viaje para o campo ou para o litoral, por alguns dias, para recarregar as baterias algumas semanas antes do vestibular. Dê-se esse presente para compensar tudo o que já estudou e volte com a corda toda para aprender assuntos que sempre caem no vestibular mas que você ainda não domina. Importante: viaje SEM levar material para estudar;

10) Pratique, durante uma hora por dia, exercícios leves porque a atividade física moderada libera substâncias naturais (endorfinas) que relaxam o sistema nervoso central e aumentam a capacidade de concentração;

11) Se sua mãe ou sua avó costumam dar apoio espiritual, aceite-as de bom grado. O vestibular é muito concorrido e toda ajuda de Deus sempre é bem-vinda! Não vale só pela reza em si, mas também pela providencial troca de carinho e de apoio  entre você e os membros de sua família;

12) Resista ao canto da sereia dos tóxicos. Sei que corro o risco de ser visto como um careta, mas um cérebro limpo e livre de drogas maximiza suas chances de entrar naquela superfaculdade pública gratuita com cinqüenta pessoas talentosas matando-se por uma única vaga;

13) Seja feliz e cultive a felicidade em sua vida…

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Celular nas escolas, qual sua opinião?

27 de setembro de 2010 0

Olá pessoal!

 

Liberdade faz parte da educação. A educação faz parte da arte de se comunicar. A comunicação deve ter liberdade, mas até que ponto deixar o celular ligado em plena aula faz parte do que é correto? Inúmeros professores, todos os dias, sofrem com os celulares nas salas de aula. É evidente que os celulares devem ser desligados quando do início das aulas, por respeito aos colegas e professores. O que agora gera polêmica é se os celulares nos intervalos das aulas podem ser ligados. Queremos saber a sua opinião? Ao sinal deixe sua mensagem!

 

 

Veja este vídeo!

 

 

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Liberada exigência de fiador para crédito educativo

26 de setembro de 2010 3

Olá pessoal! 

Ainda neste ano, universitários poderão ter acesso a financiamento estudantil sem a necessidade de fiador. A possibilidade foi aberta nesta quarta-feira, com a publicação de uma medida provisória que institui um “fundo garantidor” para o Fies, o programa federal de financiamento estudantil.

Esse fundo deverá ter recursos do governo e das instituições de ensino, de acordo com o ministro Fernando Haddad (Educação). A adesão das instituições será voluntária. Se quiser estudar em alguma que não tiver optado pelo fundo, o aluno continuará precisando de fiador.

Segundo o ministro, até o final do mês será definido o perfil do estudante que poderá pleitear o financiamento sem fiança.

O Fies, criado em 1999, é destinado a financiar a graduação no ensino superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições não gratuitas, cadastradas no Programa e com avaliação positiva no MEC.

Neste ano, o programa passou a funcionar em um novo formato, e os juros caíram para 3,4% ao ano. Segundo o MEC, o financiamento pode ser solicitado em qualquer período do ano. As inscrições podem ser feitas no site do ministério.

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Aprenda a estudar para o Enem e vestibulares

25 de setembro de 2010 0

Olá pessoal!

Você é capaz de estudar qualquer coisa?

Sempre sonhamos em explorar profundamente um tema, mas os inúmeros problemas do cotidiano não nos deixam tempo suficiente para isso. E às vezes nem conseguimos definir com precisão nosso rela campo de interesse. O interesse, porém, é a única diretriz segura para alcançar a maior satisfação possível. Neste sentido, faça uma lista das coisas que, em filmes, leituras, programas de TV ou conversas com os amigos, por exemplo, fizeram você pensar: “gostaria de saber mais acerca disso”. Não se acanhe, nada deve ser considerado muito difícil, exótico ou impenetrável. Na verdade, não há qualquer campo sobre o qual você não possa obter conhecimentos. O problema é encontrar meios adequados para isso.

As tarefas iniciais

Uma vez decidido o que você deseja estudar, sua primeira tarefa será descobrir os recursos já disponíveis no campo de sua escolha. Procure informações junto aos conhecedores do assunto; a biblioteca pública, o colégio ou a universidade podem ser um bom começo.

Faça uma relação de livros sobre o tema, e comece pelo que lhe parecer a melhor introdução. Quando encontrar um texto mais interessante, procure informar-se melhor sobre a obra do autor.

Nessa altura, você poderá sentir-se intimidado pela amplidão do campo escolhido, mas lembre-se de que necessita aprofundar-se apenas o quanto desejar. Você não é obrigado a estudar. Não mergulhe definitivamente no assunto antes de ter bem clara uma certa perspectiva global; é sempre bom planejar as etapas de estudo.

Um cantinho só para você

Uma certa rotina de trabalho é fundamental. O tempo é curto e é fácil sucumbir ao comodismo de sempre adiar o começo da tarefa. Evite atrasos e procure trabalhar sempre no mesmo lugar. Isso facilita a concentração e cria hábitos produtivos. Se você tem um quarto só para si, esse é o melhor local; trabalhe antes que os outros acordem, pela manhã, ou depois que forem dormir. Reserve ao menos meia hora por dia. Toda vez que você se acomoda no seu “cantinho”, fica mais fácil trabalhar intelectualmente.

Todos nós temos nossos pequenos rituais. Descubra quais são os seus. O conforto é importante: uma poltrona agradável para ler, uma cadeira na altura certa para escrever. Algumas pessoas sentem necessidade de um fundo musical, outras, ao contrário, exigem absoluto silêncio. Tudo isso é, portanto, muito relativo. Experimente para descobrir o que é melhor para você em matéria de conforto e concentração.

Ler e anotar

A maioria dos estudantes, na verdade não sabe tomar notas de leitura corretamente. Um dos erros mais comuns consiste em simplesmente nada anotar, de modo que grande parte da leitura é esquecida. Outro erro é fazer exatamente o contrário: anotações excessivas, a ponto de quase transcrever o livro todo. É necessário encontrar o correto ponto de equilíbrio entre as duas posições extremas. Isso depende de vários fatores, entre os quais a natureza do texto em questão. alguns exigem um bloco substancial de anotações, outros podem ser resumidos em uma página.

Para melhorar sua capacidade de anotação, obedeça às seguintes regras: Não tome notas antes de passar os olhos por boa parte do livro. Leia um ou mais capítulos na íntegra limitando-se a marcar levemente com um lápis as passagens que lhe parecem mais importantes. Isto é tudo para uma primeira leitura. Sua mente trabalhará inconscientemente sobre o texto, enquanto você executa uma outra tarefa qualquer. Na leitura seguinte é que você vai começar a tomar notas, lendo antes as passagens assinaladas. Fazendo isso, você estará em condições de perceber os pontos mais importantes. Quando estiver fazendo anotações, registre o significado do texto, reproduzindo precisamente as palavras do autor. Em suas anotações, um exemplo é suficiente. Se você achar necessário fazer a citação exata, escolha apenas uma frase que sintetise o essencial – e não esqueça de distingui-la com aspas.

Quando tiver terminado sua leitura você provavelmente terá uma grande quantidade de anotações. Releia essas notas, sublinhando, com um lápis ou caneta de outra cor, os pontos fundamentais. O material sublinhado não deve ser superior a um terço das primeiras anotações. Se ele permitir uma leitura fácil, deixe como está; caso contrário, reescreva as partes sublinhadas, fazendo novo sumário.

Adote uma atitude séria

Quanto mais ricas e organizadas forem suas anotações, mais fácil será o seu manuseio. Cd’s, gravações em fita, fotografias, são muito úteis nesse sentido. Uma técnica que ajuda bastante a aumentar a capacidade de aprendizado consiste em dissertar ou discutir sobre o assunto, sempre que possível. Conte a seus amigos sobre o que está estudando; adote até mesmo a atitude de quem deve dar uma aula sobre o tema. Isso ajudará você a esclarecer suas idéias e ordená-las de forma lógica. Se não encontrar alguém para ouvi-lo, disserte para você mesmo.

Resumo

1. Estabeleça hábitos regulares de estudo: é melhor um pouco todos os dias, do que explosões de entusiasmo seguidas de longos intervalos em branco.

2. Seja realista, dedicando-se a um assunto de cada vez; não queira abraçar o mundo.

3. Mantenha acesa sua motivação.

4. Seja o mais metódico possível no registro de informações.

Se conseguir respeitar esses princípios durante algum tempo, você logo notará uma melhora em sua capacidade de aprender.

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Aluno do ProUni tem melhor desempenho que os demais

24 de setembro de 2010 0

Olá pessoal!

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira, 23, durante o 10º Encontro Nacional de Assuntos Estratégicos, que no Programa Universidade para Todos (ProUni) foi possível ver o acerto da política de cotas. “O ProUni é um modelo de cotas e vemos que a qualidade dos alunos não caiu. Pelo contrário, os alunos têm desempenho superior ao dos não cotistas”, afirmou.

Haddad criticou a tese defendida pelos críticos das cotas, segundo os quais o sistema estimularia o conflito racial. “O conflito não aconteceu, pelo contrário, a diversidade se impôs, e nada melhor que brancos convivendo com negros. Conviver com a diferença é um elemento fundamental da educação. Se você não sabe conviver com a diferença, não está educado”, destacou.

O ministro da Promoção da Igualdade Racial, Elói Ferreira de Araújo, salientou que um dos principais desafios para o próximo governo é o combate ao racismo. “O Estado brasileiro precisa superar o racismo. O mito da democracia racial sempre povoou os olhares de estudiosos e da inteligência nacional e apenas colaborou com a segregação”, disse Araújo.

Segundo ele, o acesso à educação da população negra sobressai dentre as ações afirmativas. “Hoje 300 mil jovens pretos e pardos estão nas universidades brasileiras por meio do ProUni e mais 50 mil com os sistema de cotas das próprias universidades”, salientou.

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, apontou o caráter estratégico da cultura para o desenvolvimento do país e destacou o aumento do orçamento da pasta, que passou de 0,2% (R$ 236 milhões) para 1,3% (R$ 2,5 milhões).

“Antes a cultura não era tratada como uma política pública. Hoje sabemos que ela é responsável por 6% do PIB Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país nacional e incorpora quase 7% da mão de obra com carteira assinada. Não dá para pensar que o desenvolvimento cultural é uma espécie de perfume que emana no desenvolvimento econômico. É preciso investimento”, disse o ministro.

Para ele, mais importante que o orçamento é pensar na ampliação do acesso da população à atividade cultural. “A cultura é um direito de todos, e o Estado tem o dever de proporcionar o acesso a esse direito.”

O tema principal do 10º Encontro Nacional de Assuntos Estratégicos é Rumo a 2022: Estratégias para a Segurança e o Desenvolvimento do Brasil. O evento termina nesta sexta-feira, 24.

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Enem x Vestibular Tradicional

24 de setembro de 2010 0

 Olá pessoal!

 

Qual é o mais justo? Qual é o que melhor avalia? A discussão é ampla. Você tem uma outra solução para avaliar os candidatos que lutam por uma vaga nas universidades? Esse é o grande X da educação no momento. Queremos saber a sua opinião. O espaço aqui é seu.

 

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Institutos federais terão maior autonomia financeira

24 de setembro de 2010 0

Olá pessoal!
 
O presidente Lula assinou nesta quarta-feira três decretos que conferem maior autonomia financeira aos institutos federais de educação tecnológica. Além disso, possibilitam a reposição automática de professores, técnicos e pessoal.

As medidas visam, entre outras coisas, a ampliação no número de vagas na rede federal de escolas técnicas. De acordo com a presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Consuelo Sielski, as medidas possibilitarão a abertura de aproximadamente 50 mil novas vagas na rede federal de escolas técnicas.

Os decretos permitem que as instituições possam substituir automaticamente a saída de um professor, técnico ou profissional que atua na área administrativa. Antes, era necessária a autorização dos ministérios da Educação e do Planejamento. O ministro da Educação, Fernando Haddad, ressaltou que o governo está dando autonomia aos institutos, mas cobrará resultados de acordo com um plano de metas. Segundo Haddad, esse compromisso prevê, entre outras coisas, um número mínimo de alunos por docentes e de estudantes por técnicos.
 
Fonte: O Estadão/23 de setembro.

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