O valor determinado pelo Inep/MEC para cada prova do Enem é variável a cada ano. Como desde 2009 é utilizada a Teoria de Resposta ao Item (TRI) no cálculo da pontuação final, este valor flutua em uma escala que vai de 0 a 1.000 pontos. Segundo a TRI as questões da prova são divididas em três categorias: fáceis, médias e difíceis.
As perguntas elaboradas por professores contratados são pré-testadas com alunos que não fazem parte do público alvo (quem concorrer a uma vaga no Enem).
O percentual de erros e acertos em cada item na fase de testes determina o peso que cada pergunta pode ter. Assim, pode acontecer que dois candidatos terminem com o mesmo número de acertos, mas não necessariamente com uma pontuação. Como as questões possuem pesos diferentes, as mais fáceis valendo menos e as mais difíceis valendo mais, o resultado de cada aluno é baseado em um cálculo estatístico complexo. Como não se sabe o valor de cada questão, não adianta tentar escolher as questões a serem respondidas. O melhor é fazer o maior número possível de questões no menor tempo disponível. Porque, apesar de uma questão ser difícil pra um determinado aluno, ela pode valer menos do que outras que ele tenha facilidade.
As notas de cada estudante, calculadas com base a TRI, são feitas com parâmetros das quatro grandes áreas do aprendizado:Linguagens e suas Tecnologias, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Ciências Matemáticas. A soma dessas notas é dividida por quatro e, daí, sai a média das provas objetivas individuais de cada aluno.











