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Decisão histórica na UFSC

30 de junho de 2012 0

Em reunião realizada dia 29, o Conselho Universitário da UFSC decidiu pela prorrogação do Programa de Ações Afirmativas até 2017. A decisão histórica atendeu ao pedido da Pró-Reitoria de Graduação que buscava a apreciação e aprovação do Programa no período 2008/2012 e sua prorrogação para o período de 2013-2017.

O Conselho referendou decisão da instituição ao abrir espaço para ações que beneficiam alunos oriundos de escolas públicas e de inclusão de minorias, que têm, por si só, um efeito social de estimulo a convivência e tolerância. Para o educador Paulo Freire “Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”. A UFSC quer ajudar a sociedade a mudar. Para melhor.

Com esta decisão o Conselho Universitário contribui, também, para a abertura social da instituição, além de estabelecer diretrizes de acesso através do curso Pré-vestibular da UFSC e de permanência para os alunos carentes. Afinal, nem todo brasileiro pobre, mulato, epilético, órfão, gago, consegue ter o sucesso de um Machado de Assis. Na UFSC são concedidas 20% das vagas para egressos de escolas públicas e 10% para os negros. Aos indígenas as vagas são suplementares.

A festejada e acertada decisão do Conselho Universitário vai ao encontro da decisão da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal, que aprovou o projeto de lei da Câmara que institui o sistema de cotas, com reserva obrigatória de vagas nas universidades e instituições de ensino técnicos federais para os alunos que só tenham estudado em escola pública.

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