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A verdade sobre a polêmica do FIES

12 de março de 2015 0

 

Quando escutamos notícias sobre o crédito educativo, ficamos preocupados com as  reportagens que falam sobre atrasos nas matrículas, site que não funciona e as novas regras que limitam o acesso dos estudantes aos FIES, todas informações são muito contraditórias e no final da história não sabemos o que esta acontecendo, para entender um pouco melhor leia o texto abaixo;

O governo federal expandiu o crédito educativo de maneira mais agressiva nos últimos 04 anos, e beneficiou milhares de estudantes e também contribui para o crescimento de grandes grupos educacionais que viram aumentar suas matrículas e ações na bolsa de valores, para que vocês tenham ideia em 2010 o governo investia 1.1 bilhão no FIES, e em 2014 este valor saltou para de 13.5 bilhões de reais, e segundo analistas do mercado neste ano o valor  chegaria aos vinte bilhões, ou seja, quem acha que o arrocho fiscal do governo não atingiria o setor educacional estava enganado.

Nessa história o governo também mudou as regras para os estudantes, e agora o aluno deverá tirar mais de 450 pontos no ENEM e não zerar na redação, o mercado educacional e os estudantes reclamaram, e o governo acordou que a regra valeria a partir do mês de abril, esse novo modelo exclui de 40 até 50% dos alunos que fizeram o ENEM.

O que esta em jogo é a diminuição de recursos que o governo federal esta organizando para tentar organizar suas despesas, uma queda de braço contra a concentração de grandes grupos educacionais, que acabam ditando as regras do mercado, inclusive os aumentos nas mensalidades e a concentração dos monopólios educacionais que governo permitiu, e agora percebe que este controle não é positivo para o mercado educacional e principalmente para os estudantes.

O lado ruim de toda essa quebra de braço são as dificuldades que os estudantes estão tendo para conseguir acessar ao crédito com o MEC (Ministério da Educação), que  alega que o problema é o site que não comporta um número expressivos de acessos simultâneos, na minha opinião este problema já era para ser resolvido em janeiro, parece que tudo esta sendo feito para que os pedidos demorem  cada vez mais estudantes desistam dos seus sonhos, e claro o governo economize mais.

 

fies

 

 

 

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