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Posts na categoria "ENEM"

Veja como descansar dos estudos sem se sentir culpado

24 de outubro de 2014 0

Faltando poucas semanas para o ENEM 2014, o ideal é, aos poucos, começar a descansar corpo e mente para estar preparado para o fim de semana do exame, que será bem puxado! Porém, muitos vestibulandos teimam em não diminuir o ritmo e querem, desesperadamente, estudar até o último minuto.

Essa teima nada mais é do que o medo de se permitir descansar e depois se arrepender. A pressão no ano de vestibular é muito grande. Muitos candidatos, inclusive, passam o ano tomando decisões pensando no que seu concorrente está fazendo. “Enquanto eu estiver na piscina, vai ter alguém (provavelmente um asiático) estudando que vai tirar minha vaga.” “Se eu ver um filme agora, vai ter alguém estudando em algum lugar no mesmo momento”.

Pensar assim, às vezes, pode até trazer garra para estudar e desenvolver seu espírito competitivo. Mas, sempre, não é sadio! É preciso saber dosar os momentos de estudo com os de lazer, pois isso permitirá que você faça integralmente sua presente ação. Não adianta tentar estudar com a mente cansada nem tentar descansar pensando em tudo que tem para estudar.

Para conseguir isso, evite passar um dia completo sem estudar. Se você reserva um dia inteiro para descanso, poderá ter a sensação de que não fez nada de útil e começará a se sentir culpado. Planeje antecipadamente seu dia. Se seus amigos te chamaram para um cinema à tarde, esforce-se para fazer alguns exercícios no período da manhã. Ou seja, elimine suas pendências de estudo antes do descanso e respeite seu limite para estudar com eficácia.

Fonte: InfoENEM

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Consulta ao cartão de confirmação da inscrição do Enem 2014 será liberada dia 27

22 de outubro de 2014 0

A partir da próxima segunda-feira, 27 de outubro, o Ministério da Educação (MEC) irá liberar para consulta online o cartão de confirmação da inscrição do Enem 2014.

Os mais de 8,7 milhões de candidatos poderão fazer a consulta diretamente no sistema do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), mediante inserção do CPF e da senha cadastrada na inscrição do exame.

De acordo com a Assessoria de Comunicação Social do MEC, a partir desta mesma data as versões impressas dos cartões, enviadas pelo Inep via correio, começarão a chegar no endereço indicado pelos participantes no momento do registro nesta edição do Exame Nacional do Ensino Médio.

O principal dado contido no cartão de inscrição informa o local exato (ensalamento) onde o participante realizará as provas nos dias 8 e 9 de novembro. Além disso, o documento também apresenta: nome completo; CPF; número de inscrição no Enem 2014; data e hora das provas; opção de língua estrangeira (inglês ou espanhol); necessidade de atendimento especializado ou específico (se foi solicitado); e solicitação de retirada do Certificado de conclusão do ensino médio (caso tenha sido assinalado).

Em alguns casos os estudantes não receberão o cartão, seja por mudança de endereço ou por uma falha de logística do serviço prestado pelo correio. De acordo com o MEC, os candidatos que tiverem seus cartões de confirmação de inscrição devolvidos receberão uma notificação de alerta do Inep através de SMS no celular e mensagem eletrônica no e-mail cadastrados no sistema.

Vale ressaltar também que, além da consulta do cartão no site do Enem, também será possível imprimi-lo.

Fonte: InfoENEM

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Entenda como é feito o cálculo da nota das provas objetivas do Enem

21 de outubro de 2014 0

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que vão acontecer nos dias 8 e 9 de novembro, têm um total de 180 questões objetivas e uma redação. A metodologia das perguntas de múltipla escolha, porém, é diferente da maioria dos vestibulares tradicionais. Por isso, a nota dos candidatos não é calculada apenas a partir do número de questões acertadas.

Chamada de Teoria de Resposta ao Item, ou TRI, a metodologia confunde muitos candidatos acostumados com outros vestibulares, mas é considerada pelos especialistas como a forma mais adequada de avaliar um grande número de estudantes. É o caso do Enem, que neste ano tem 8,7 milhões de candidatos.

No Enem, cada estudante tem cinco notas: uma para cada prova objetiva e uma para a prova da redação. As provas objetivas são as de ciências da natureza, ciências humanas, matemática e linguagens e códigos.

Uma das principais dúvidas sobre a TRI é o fato de que é impossível o aluno tirar nota 1.000 na prova de múltipla escolha (na redação, isso é possível). Por meio dessa metodologia, mesmo que o aluno acerte todas as 45 questões de cada prova, sua nota nunca será 1.000. Da mesma forma, um candidato que erre todas as questões não acaba com a nota zero (ou, no caso do Enem, a pontuação mínima, que é 200 pontos).

Isso acontece porque o exame dá pontos aos candidatos de acordo com uma escala. Ou seja, a nota do candidato não se trata diretamente do seu desempenho individual, mas de como ele se saiu dentro do conjunto dos demais candidatos. Por exemplo, quanto mais próximo da nota máxima, mais certeza é possível ter de que o estudante domina os conhecimentos exigidos na prova.

CHUTAR OU NÃO CHUTAR?

Como o cálculo da nota de um aluno no exame não depende só de seus acertos, os candidatos do Enem reclamam que é impossível calcular sua própria nota comparando as respostas com o gabarito oficial e, quando chega o resultado, criticam o fato de colegas com números semelhantes de acertos terem recebido uma pontuação diferente.

O motivo desse fato, segundo especialistas, é que, ao observar diversos aspectos do desempenho dos candidatos, além de apenas o número de acertos, a TRI também consegue prever se um estudante acertou uma questão por acaso, ou seja, se ele “chutou”, ao comparar essa resposta com as que ele deu para outras questões.

Por isso, dois estudantes que acertem a mesma questão podem não receber a mesma pontuação por ela –se a questão é considerada difícil, e só um dos alunos acertou outras questões com o mesmo nível de dificuldade, esse aluno receberá mais pontos pelo acerto da questão específica.

Mas, mesmo que o aluno não tenha certeza da resposta, os professores afirmam que a melhor opção é chutar uma alterativa, porque, se a resposta for correta, a pontuação poderá ser pequena, mas será maior do que zero.

Fonte: G1 Educação

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Sobre cartão de inscrição e local de prova do Enem 2014

20 de outubro de 2014 0

Primeiramente vamos esclarecer a relação entre o cartão e o local de prova. O primeiro consiste num documento oficial que será posta no correio pelo Ministério da Educação (MEC) para o endereço cadastrado por cada um dos 8,7 milhões de candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio.

O cartão de confirmação trará, entre dados pessoais e opções escolhidas pelos participantes no momento da inscrição, o local exato (escola ou universidade, prédio, bloco, sala etc.) onde o estudante realizará as provas desta edição do Enem.

A questão é que, tradicionalmente, o MEC tem enviado tais cartões dias antes da prova. Muitos inscritos, especialmente aqueles que prestarão o exame pela primeira vez, ficam ansiosos e pensam que não receberão o documento. Se você é um deles, acalme-se, o mesmo deve chegar em sua residência ainda neste mês.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E se eu não receber meu cartão?

Por se tratar do maior exame do Brasil, com dimensões continentais, é absolutamente natural que uma pequena porcentagem dos candidatos não receba o cartão, seja por falha do MEC ou de logística do correio.
Se isso ocorrer com você, não se desespere. Todos os anos, após anunciar o envio dos cartões, o MEC disponibiliza o documento para consulta na internet, no sistema do Inep (órgão responsável pela organização do Enem). Neste momento será possível também fazer a impressão do documento.

E se mudei de endereço após as inscrições do Enem?
Muitos participantes mudaram-se de endereço durante o ano, o que obviamente resultará em não recebimento do cartão, uma vez que o mesmo será enviado para o endereço informado no momento da inscrição.
Como não é possível alterar este dado, a recomendação é que aguarda a liberação da consulta online para acessar o site do Inep e imprimir o documento.

O que fazer nestes últimos dias então?
A dica aqui é muito simples. Você deve aproveitar estas últimas semanas para acelerar os estudos e praticar o máximo que puder através da participação em simulados e resolução de provas anteriores (estratégia principal de nossas Apostilas Enem 2014).
Esfrie sua cabeça e esqueça o cartão de confirmação da inscrição.

Fonte: InfoENEM

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ENEM: Chance é maior para candidato que organiza o tempo de prova

07 de outubro de 2014 0

A pouco mais de 01 mês das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014, a preparação dos inscritos chega à reta final. Por todo o Brasil, estudantes participam de testes simulados, grupos de estudos e aulas particulares e procuram formas de chegar bem preparados ao momento das provas. Mas é certo que isso causa muita ansiedade.

O estudante Matheus de Araújo Cavalcante conseguiu vencer esse desafio em 2012. Conquistou vaga na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação, após fazer boa prova no Enem. Segundo ele, saber organizar o tempo e manter-se calmo ao fazer uma prova complexa e longa como o Enem foi essencial para realizar o objetivo.

“Como sou egresso do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba, meu ensino médio foi diferente de um normal, por ter sido voltado mais a disciplinas técnicas que às comuns”, diz. “Portanto, para realizar o Enem, minha preparação praticamente resumiu-se à revisão do conteúdo de disciplinas como biologia e história, pois não as estudara com a profundidade requerida.”

O estudante soube usar a experiência de estudar em um instituto federal, onde foi preparado para participar de diversas olimpíadas científicas, e fazer todas as provas dentro do tempo exigido e sem a necessidade de se apressar ao final.

Para fazer uma boa prova é importante, portanto, que os participantes do Enem de 2013 saibam administrar o tempo, principalmente para evitar o preenchimento apressado e sem a atenção necessária do cartão de respostas.

Fonte: INEP

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Como passar no ENEM

01 de outubro de 2014 1

Você que vai fazer a prova do Enem 2014 – Exame Nacional do Ensino Médio que vai acontecer duas vezes, uma em maio e outra em outubro em todo o Brasil, deve ficar atento em algumas dicas de como passar no Enem 2014 para garantir uma boa nota e ingressar em uma universidade através do Sisu e Prouni.

Diversas universidades federais já aderiram a nota do Enem como forma de vestibular (e a tendência é aumentar a cada ano) por isso o Enem cada ano que passa fica mais difícil, pois aumenta a concorrência e o número de inscritos. Para você conseguir entrar em uma Universidade Federal você precisa ter uma média de 60% de aprovação do Enem pelo menos, mas isso varia de acordo com a universidade e curso, os mais cursos mais concorridos, como o de medicina, você terá que alcançar ao menos 75% para ter chances.

Agora se sua meta é tirar o certificado de conclusão do ensino médio, você deverá alcançar a média de 400 pontos na média geral das provas e 500 pontos na redação, o que não é muito difícil, porém quem estuda tem muito mais chances.

Uma boa dica para ir bem no Enem é estudanto as provas anteriores e matérias da atualidade, existem diversos materias que vão te auxiliar com os estudos. Outra opção é fazer um cursinho preparatório para o Enem e fazer vários simulados pela internet. Quanto mais você tiver preparado, maiores serão as chances de você garantir uma boa nota, portanto não deixe de estudar! Esse é o maior segredo de como passar do Enem.

Você tem mais alguma boa dica de como passar no Enem? Deixe nos comentários e compartilhe com todos, pois assim um ajuda o outro a passar na prova do Enem 2014.

alunos na sala

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Vale a pena "chutar" no ENEM

30 de setembro de 2014 0

Cuidado! Isso pode ser um mau negócio

Olá pessoal no artigo de hoje você vai descobrir porque não vale apena chutar no Enem deste ano devido a vários fatores, e o principal deles é o sistema anti-chute do ENEM criado pelo INEP para evitar os famosos chutes nas questões do ENEM. A TRI não contabiliza apenas o número total de acertos no teste, leva em conta a dificuldade de cada questão. Um item com baixo índice de acertos tem mais peso na pontuação final, aqueles com alto índice de acertos contam menos pontos na nota final do candidato. Além disso, o sistema ‘antichute’ consegue perceber quando a resposta não é compatível com o nível de conhecimento demonstrado pelo aluno e reduz a pontuação da questão.

Vale apena chutar no ENEM?

Para explicar a TRI de maneira mais simples e podemos comparar ao sistema a uma consulta oftalmológica: “O médico coloca uma lente atrás da outra e pede para você ler as letras. Ele conhece o grau de cada lente. Ele não quer saber quantas letras você acertou, ele quer descobrir o seu grau, algo interno a você. Como ele não tem acesso direto a isso, ele usa algo externo e dependendo do padrão ele vai te posicionar em uma escala. É isso que a TRI faz”, explica. “Eu apresento uma série de questões como se fossem lentes, dependendo daquelas que ele acertar eu vou saber o grau do aluno, dependendo do acerto eu sei se ele melhorou ou piorou em leitura, em matemática e em outras competências.

Na prática, funciona assim: uma questão que teve baixo índice de acertos é considerada “difícil” e, portanto, tem mais peso na pontuação final. Aquelas que têm alto índice de acertos são classificadas como “fáceis” e contam menos pontos na nota final do candidato. Dessa forma, dois participantes que acertaram o mesmo número de itens poderão ter médias finais diferentes, dependendo do nível de dificuldade de cada uma dessas questões. Também não é possível comparar o número de acertos nas provas de diferentes áreas do conhecimento. Se um aluno acerta a mesma quantidade de itens nas provas de matemática e ciências humanas, por exemplo, não significa que a pontuação obtida será igual. Isso porque o nível de dificuldade de cada prova e dos diferentes itens que a compõem afetam esse cálculo final. Sistema ‘antichute’ A TRI consegue até mesmo identificar o famoso “chute”.

Vamos dar um exemplo se um candidato só acerta questões até o nível 300, depois erra tudo e acerta uma única questão de um nível maior, o modelo encara essa questão com um peso menor, pois considera que ela não mostra muito bem o nível do aluno, já que no restante da prova ele está abaixo. “O chute não vai piorar a nota, em última instância você pode até acertar algumas questões. Existe o acerto casual. Minha recomendação é que o aluno faça tudo, mesmo que não tenha certeza. Vá primeiro nas questões que tem mais segurança, mas tente fazer toda a prova, é o melhor.

Notas máximas e mínimas Após a divulgação do resultado individual de cada candidato no Enem, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) também publica as notas máximas e mínimas de cada área da prova. Essas notas servem como parâmetro para o inscrito saber se foi bem ou mal no exame, já que não existe 0 ou 1.000 nas provas de múltipla escolha. A única parte da prova que não usa a TRI para a correção é a redação. Nela é possível o candidato tanto zerar como conseguir nota 1.000.

Vamos esclarecer alguns pontos sobre a TRI.

A TRI é um sistema matemático capaz de analisar as questões que cada participante respondeu corretamente e dar um peso específico para cada acerto, baseando-se na dificuldade e no conhecimento necessário para solucionar cada uma delas. Em outras palavras, tal sistema tem por objetivo identificar possíveis “chutes” dos candidatos e minimizar o valor dessas questões.
De acordo com o próprio INEP, o modelo de TRI adotado no exame é do matemático Birbaum, que avalia três parâmetros para então chegar à nota final. São eles: poder de discriminação, referente às habilidades dos participantes. o grau de dificuldade de cada questão. a probabilidade de acerto ao acaso, popularmente conhecido como “chute”.

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Testes seus conhecimentos nos melhores simulados para o ENEM

29 de setembro de 2014 0

Reta final do ENEM, e claro  sempre é bom treinar antes de entrar em campo, por isso escolhi alguns simulados para o ENEM que podem lhe  ajudar  a se preparar melhor para esta grande prova.

Abaixo o link de dois simulados para você praticar!!!

http://goo.gl/SIbUcl

http://goo.gl/6AMfOD

Agora é só treinar!!!

 

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Temas de atualidades para Enem e vestibulares 2014/15

26 de setembro de 2014 0

Extração de gás e petróleo de xisto

A extração de gás e petróleo a partir das rochas de xisto tem crescido a cada ano, ganhando destaque nas discussões sobre matriz energética. Em 2013, o petróleo obtido a partir desse minério representou 29% da produção total do produto nos Estados Unidos. O gás de xisto, por sua vez, representou 40% do total.

As reservas desse minério representam 10% do total de petróleo e 32% do gás disponível no planeta. O país que mais detém reservas é a Rússia, seguida por Estados Unidos, China e Argentina. Já os países com maiores reservas de gás de xisto — encontradas entre as camadas do mineral — são China, Argentina, Argélia e Estados Unidos. O Brasil  também possui grandes quantidades do minério e, em 2013, o governo chegou a realizar leilões de exploração da reserva. A produção a partir desse material, entretanto, está paralisada por falta de regulamentação específica.

Para produzir petróleo e gás a partir do xisto é preciso explodir as rochas do minério por um processo chamado de “fraturamento hidráulico”, que injeta grandes quantidades de água misturada a produtos químicos sob grande pressão. A técnica, porém, é questionada por ambientalista e já foi proibida na França e na Bulgária.

Água e crise no sistema hídrico

As anomalias verificadas nos índices pluviométricos, que tiveram como consequências a falta de água em São Paulo e enchentes em outros Estados da região Sudeste, também estão entre as apostas dos professores de cursinho. “O stress hídrico esteve na pauta dos jornais por meses e o tema abre margens para toda a sorte de perguntas no Enem, que pode cobrar desde conhecimentos sobre mananciais até a fórmula química da água.

No início do verão, houve muitas chuvas em Minas Gerais, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. No leste de Minas Gerais e no norte do Espírito Santo, não chovia tanto desde 1979. Essa umidade, entretanto, não alcançou a cidade de São Paulo. Dezembro de 2013 foi o terceiro mês menos chuvoso dos últimos 71 anos na capital, só perdendo para os anos de 1999 e 1963. Ainda assim, as chuvas na capital só atingiram o volume de 237,9 milímetros, inferior à média histórica de 265,6 milímetros. Com isso, o reservatório da Cantareira, que abastece a Grande São Paulo, teve sua capacidade reduzida. Na última terça-feira, o volume armazenado de água caiu para 11,9% da capacidade.

Já na região Norte, o excesso de chuvas deixou diversos pontos de Porto Velho (RO) submersos e o Acre ilhado em função da cheia do Rio Madeira, que em março de 2013 bateu recorde histórico com 25,44 metros de profundidade. A cheia afetou pelo menos 66.000 pessoas e deixou famílias desabrigadas em dez cidades da região, além de interromper o tráfego nas principais rodovias de Rondônia, como a BR-364 e a BR-319.

Crise energética

A crise no setor energético. É um tema que mistura questões de física, química e biologia, uma interdisciplinaridade que é típica de questões do exame federal. O Brasil tem atualmente capacidade elétrica instalada de 120.000 megawatts, mas desde 2013 enfrenta dificuldades no abastecimento, com registros de apagões em diversas regiões do país que acarretaram problemas para a economia.

Em janeiro, foram registrados os dez maiores picos de consumo de energia da história do Brasil e, em fevereiro, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) registrou apagões em onze Estados das regiões Norte, Sudeste e Sul. Só na região Sudeste, a falha no sistema elétrico pode ter atingido 950.000 pessoas. Pelas normas de segurança, o sistema elétrico brasileiro precisa trabalhar com sobra de energia equivalente a 5% da eletricidade consumida no país. Entretanto, em janeiro, essa marca atingiu 2%.

Uma das justificativas para o problema apresentadas pela ONS foi uma interrupção no fornecimento de 5.000 megawatts/hora para essas regiões. Outra explicação para os apagões é a de que descargas atmosféricas (raios)  provocaram curtos-circuitos no sistema nacional, causando a queda de energia. Entretanto, apesar de o Brasil ser um dos países com maior quantidade de raios do mundo, o sistema elétrico foi montado para ser à prova de descargas elétricas, com a proteção de uma grande rede de para-raios.

O principal gerador de energia no país são as usinas hidrelétricas, que respondem pela geração de 86.923 MW, seguidas das termelétricas a gás (9.816 MW), as usinas a biomassa (8.870 MW) e usinas a óleo e bicombustíveis (5.297 MW). Outras formas de energia respondem por parcelas menores do fornecimento, como as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e centrais geradoras hidrelétricas, que somaram no ano passado 4.805 MW de capacidade de geração. As usinas a carvão mineral registraram 3.152 MW, as eólicas marcaram 2.181 MW e as nucleares, 2.007 MW. Fonte: veja professor

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Como fazer uma boa redação para o Enem

24 de setembro de 2014 0

Todos nós brasileiros sabemos da importância que tem o Enem, principalmente os jovens que atualmente estão cursando o Ensino Médio. Ter uma boa nota na prova do Enem é essencial tanto para a instituição de ensino quanto pro aluno que irá fazer a prova do Enem. Essa importância é devido que tanto o aluno como a instituição de ensino irá receber notas, que são resultados das notas da prova. A nota da instituição de ensino serve para avaliar se a mesma preparou os alunos que fizeram o Enem da forma correta e se a mesma possui um bom ensino. Já para os alunos a importância é que com uma boa nota no Enem o mesmo poderá entrar numa faculdade através de bolsas de estudos do ProUni, SISU dentre outros.

Um dos grandes problemas enfrentados pelos estudantes é a redação do Enem, essa é de fato muito exigida e o estudante terá de caprichar para obter sucesso neste quesito. Confira logo abaixo algumas dicas para você se dar bem no Enem e fazer uma boa redação.

Dissertação e Narração

O primeiro a se analisar e saber é a diferença entre: dissertação e narração, dominando estes assuntos a sua redação sairá boa. Para quem não sabe, o textos dissertativo é todo o texto na qual temos comentários a respeito de uma questão em debate, lembrando que neste tipo de texto os comentários são expresso de maneira direta, através de conceitos e julgamentos, já no texto narrativo, a opinião é implícita.

Leitura da Coletânea

Nunca procure assimilar a coletânea com um assunto que é mais familiar, você deve dar atenção o que está na coletânea e não a um assunto de sua cabeça.

Posicionamento

Outro fato importante é o seu posicionamento em sua redação. Não se deve fazer algo “sem pé nem cabeça” você já deverá ter uma opinião própria sobre o assunto da redação para poder dominar o mesmo.

Argumentação

Usar uma boa argumentação e de forma correta é muito bom, para se ter sucesso na redação. Procure usar o mesmo com o que você pretende sustentar na redação.

Linguagem

Você deve usar bem a linguagem, ou seja, ter uma boa correção gramatical e organizar de forma correta as frases. Use o seu próprio esquema de linguagem, de forma mais intensa, jamais use termos na qual você desconhece, pois ai é que está o erro.

Fonte:  Enem net

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