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Posts com a tag "2011"

Cotistas: superior à média da escola privada

23 de novembro de 2012 0

Os 12,5% melhores das escolas públicas que fizeram o Enem em 2011 têm um desempenho médio de 630 pontos, bem superior à média da rede privada, que é de 569,2 pontos. O topo da rede pública é muito melhor que a média do setor privado. Assim, espera-se que melhores da rede pública tenham um bom desempenho nas universidades, especialmente os 12,5% que é o corte que me interessa para saber como será o desempenho dos cotistas do ano que vem. Vale lembrar, todavia, que o topo das escolas particulares ainda é muito superior ao topo das escolas públicas. Mas já é um grande incentivo.

Resultados do Enem 2011

23 de novembro de 2012 0

MEC divulgou os dados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por escola, referentes à edição de 2011. Foi de 474,2 pontos a média nacional dos cerca de 891 mil alunos da rede pública que fizeram a prova em 2011, enquanto os quase 247 mil alunos de escolas particulares alcançaram a média foi 569,2 pontos.

Foram consideradas 10.076 escolas, o que representa 40,56% do universo total do exame. Não foram incluídas na média nacional 1.185 escolas com menos de 10 participantes e 13.581 que tiveram índice de participação menor do que 50%. Do total de escolas contempladas, 199 eram federais, 4.968 estaduais, 111 municipais e 4.798 privadas.

Do total de 891 mil candidatos da rede pública, os 37,5 mil concluintes do ensino médio com melhor desempenho, que corresponderiam aos 12,5% favorecidos pela lei de Cotas, alcançaram em 2011 uma média de 630,4 pontos – bem superior à média nacional de 474,2 pontos.

Conta simples:

Escola Pública: 891.000 = 474,2 pontos

Escola Privada:  247.000 = 569,2 pontos

Total: 1.138.000 - Escola Pública 79% e Escola Privada 21%

Nota: Escola Pública precisa de cerca 20% a mais da sua nota para chegar na media da Escola Privada.

Desemprego juvenil é crítico

05 de outubro de 2012 0

A situação do emprego juvenil (entre 16 e 24 anos) é crítica nas 19 maiores economias do mundo (Brasil incluído) e na União Europeia — conhecido como G-20 –, onde 17,7 milhões de jovens, ou pouco mais de 16%, não têm trabalho em 17 países do grupo.

Durante os últimos 12 meses, a taxa de desemprego juvenil aumentou em 10 países enquanto que a taxa de emprego da população em idade de trabalhar diminuiu em 12 países, segundo os dados da OIT apresentados na reunião do Grupo de Trabalho sobre o Emprego do G20 que foi encerrada terça-feira em Genebra.

No Brasil e taxa de desemprego nesta faixa e de cerca de 18%.

As taxas de desemprego juvenil
·         De 8 a 11 por cento na Austrália, Alemanha, Japão, República da Coreia e México
·         De 15 a 18 por cento na Argentina, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Federação Russa, Turquia
·         De 21 a 23 por cento na França, Indonésia, Reino Unido
·         De 35 a 52 por cento na Itália, Espanha, África do Sul

3 bilhões de pessoas trabalhando

05 de outubro de 2012 0

A América Latina registrou o maior crescimento da participação feminina no mercado de trabalho nas últimas três décadas. Mais de 70 milhões de mulheres passaram a trabalhar desde os anos 1980, elevando esse índice de 36% para 43%, de acordo com relatório do Banco Mundial. No Oriente Médio e Norte da África, a elevação foi de 0,17% ao ano no mesmo período.

Matéria aqui - http://www.worldbank.org/pt/news/2012/10/01/jobs-cornerstone-development-says-world-development-report

Relatório aqui - http://siteresources.worldbank.org/EXTNWDR2013/Resources/8258024-1320950747192/8260293-1322665883147/WDR_2013_Report.pdf

MEC suspende Ulbra por dois anos

04 de setembro de 2012 0

A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) perdeu temporariamente a autonomia concedida pelo Ministério da Educação. A universidade não pode mais abrir novos cursos ou vagas na modalidade a distância nos próximos dois anos. A decisão faz parte de um longo processo de fiscalização de irregularidades e problemas na instituição, iniciado em 2008.

Naquele ano a Ulbra passou por um processo de supervisão após denúncias de irregularidades comprovadas. O resultado do processo administrativo aberto contra a universidade foi o fechamento de 198 polos de educação a distância (alguns foram abertos sem autorização prévia do Ministério da Educação) e a suspensão de ingresso de novos alunos.

Presidenta Dilma sanciona Lei de Cotas Sociais

29 de agosto de 2012 4

A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (29/8) a Lei de Cotas Sociais, que destina 50% das vagas em universidades federais para estudantes oriundos de escolas públicas. Ao sancionar a lei, a presidenta disse que o governo tem o desafio de democratizar a universidade e manter a qualidade do ensino.

Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a Lei de Cotas Sociais vai ajudar os melhores alunos da rede pública a ingressar nas universidades federais. Ele afirmou que os dados da edição 2011 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) mostram que a média dos 150 mil melhores estudantes da rede pública foi superior à média dos estudantes do setor privado.

7ª Olimpíada de Matemática

28 de agosto de 2012 0

Quinhentos estudantes receberam medalhas de ouro na tarde da segunda-feira, 27, no Rio de Janeiro, por seu desempenho na 7ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep 2011). A entrega dos prêmios foi feita durante cerimônia que contou com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, e do ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Outros 900 alunos foram premiados com a medalha de prata, 1.802 com bronze e 30 mil receberam menção honrosa. Também foram premiados os jovens com melhor colocação nos estados que não conquistaram ouro. Nesta edição, participaram da olimpíada 18,7 milhões de estudantes e 44,6 mil escolas públicas.

124 milhões de pobres na América Latina

21 de agosto de 2012 0

Cerca de 124 milhões de habitantes das cidades da América Latina e do Caribe vivem na pobreza, o equivalente a um quarto da população urbana da região. A conclusão faz parte do estudo "Estado das Cidades da América Latina e Caribe" lançado hoje no Rio de Janeiro pelo ONU-Habitat, o programa das Nações Unidas para habitação.

O relatório aponta os desafios para o crescimento das cidades na região composta pela América Latina e o Caribe, que já é a mais urbanizada do mundo, com quase 80% das pessoas vivendo nas cidades. De acordo com o ONU-Habitat, em 2050, 89% da população da América Latina viverá nas cidades. Nos países do Cone Sul, este percentual chegará a 90% já em 2020.

Fonte: iG

Pior Ideb: docentes de AL ganhavam melhor

20 de agosto de 2012 1

Mesmo pagando um salário para os professores da rede estadual superior a outros estados no ano passado, Alagoas obteve o pior desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2011, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) na quarta-feira passada. Segundo levantamento feito com dados de julho do ano passado pelo Sindicato dos Professores do Ceará (Apeoc), os professores alagoanos recebiam mais do que os docentes de Minas Gerais e Santa Catarina, que dividem os melhores índices do ensino básico.

Não se deve achar, no entanto, que somente com um melhor salário a qualidade das aulas mudará como que por encanto. A modificação fundamental, com os atuais professores, levará quase uma década para ser sentida em profundidade. Foi esta geração que se perdeu com o processo inverso efetuado na década de 60/70. Agora, vamos pagar pelo erro cometido durante o período militar quando a educação não era importante para o país.

A Argentina afundou

17 de agosto de 2012 0

Cerca de 33% das crianças e adolescentes na Argentina, menores de 18 anos, nos centros urbanos e rurais encontram-se na linha de pobreza, e 8,5% em estado de indigência. Respectivamente, ambos indicadores referentes a 2011, representam queda de 7,2% e 4,5% em relação a 2010. Os dados foram apresentados no último dia 14 de agosto, no informe “A Infância Argentina Sujeito de Direito”, do Observatório da Dívida Social Argentina (ODSA), na sede da Pontifícia Universidade Católica Argentina (UCA).

http://advivo.com.br/blog/luisnassif/a-desigualdade-social-na-argentina