Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Quero ser... atleta olímpico

27 de julho de 2012 2

Hoje começam oficialmente as Olimpíadas 2012. E, como todas as atenções se voltam  para os jogos olímpicos que se realizam em Londres, o Pah! conta a história de dois jovens atletas gaúchos, que buscam o sonho de ser reconhecidos mundialmente por seus feitos esportivos. Cada um, dentro da sua categoria, está treinando para, quem sabe, se tornar medalhista em 2016, no Rio.

NADA PODE ATRAPALHAR O TEU SONHO

A jogadora de vôlei Thaís Bruzza Saraiva, 20 anos, deixou Porto Alegre, onde nasceu, para seguir o sonho de jogar profissionalmente. A guria, que já passou por times na Capital, Brusque e São José dos Campos, contou para o Pah! como foi o início da carreira esportiva e as principais dificuldades encontradas.

Pah! – Desde que idade você começou a jogar?

Thaís - Comecei em 2002, com dez anos.

Pah! –  E por que você escolheu o vôlei?

Thaís – Eu sempre gostei muito de esportes e fazia de tudo. Na época, fui convidada a participar do vôlei por causa da minha altura (ela tem 1,79). De um passatempo, passou a uma coisa mais séria. Vi que poderia me destacar e me dediquei somente ao vôlei.

Pah! – Quais foram as principais dificuldades encontradas?

Thaís – O mais difícil foi conciliar com o futsal, que também praticava, e depois com os estudos. O cansaço era inevitável.

Pah! – Como surgiu o convite para morar fora de Porto Alegre?

Thaís – O primeiro rolou em 2008, quando fui morar em Brusque, Santa Catarina. A proposta surgiu de algumas pessoas da comissão técnica, que já me conheciam por ter jogado campeonatos brasileiros pela seleção gaúcha e pelo União, onde eu tinha uma bolsa.

Pah! – Em quais times você já jogou?

Thaís – Na Sogipa (em 2004), no União (de 2005 a 2008), em Brusque (de 2008 a 2009) e, aí, voltei para o União. A partir de 2010, fui para São José dos Campos e atualmente estou em São Bernardo do Campo, onde moro.

Pah! – Como é a sua rotina de treinos?

Thaís – Pela manhã, malhamos e fazemos um treino técnico. À tarde, fazemos treino tático, sempre de segunda a sexta-feira.

Pah! – Quem é seu ídolo no esporte?

Thaís – Stacy Sykora (jogadora de vôlei americana que já participou de três jogos olímpicos).

Pah! – O que diria para o pessoal que está iniciando na carreira?

Thaís – Para eles nunca desistirem do que sonham, mesmo com os obstáculos que irão surgir, e serão muitos. Nada pode atrapalhar o teu sonho!

Pah! – De que mais sente falta longe do Rio Grande do Sul?

Thaís – Do sotaque e da hospitalidade.


FOCO NAS OLIMPIADAS

Desde os sete anos de idade, os tatames são o segundo lar de Afonso Armiliato Baldigen, 19 anos.

A paixão começou quando a mãe do guri, tentando encontrar um jeito de controlar sua desatenção na escola e a hiperatividade, pesquisou algum esporte que fosse pertinho da casa deles, na Sogipa.

– Escolhemos o judô. Ela acreditava que esse seria o melhor exercício, não só pelos benefícios que traria para a minha vida, mas também porque meu tio já competia, e acompanhávamos ele – conta.

Até os nove anos, o judô era apenas mais uma recreação para o guri. A partir daí, ele sentiu a necessidade de se dedicar mais se quisesse se destacar no esporte. Os treinos passaram a ficar mais fortes, e ele começou a competir.

– Quanto mais eu competia, mais eu gostava do judô. Aos poucos, toda minha família ficou envolvida com o esporte. Eles começaram a ver que eu tinha futuro e passaram a me ajudar financeira e psicologicamente – lembra.

Hoje, ele treina dois turnos por dia, cinco dias na semana. Na parte da manhã, das 11h às 13h, e à noite, das 20h até as 22h.

O ídolo do guri sempre foi o João Derly, por quem tem muita admiração. Afonso conta que é gratificante ter treinado com ele diariamente enquanto estava em seu auge, antes das Olimpíadas.

– O judô já me deu muitos frutos, apesar de eu ser novo ainda. Tive a oportunidade de conhecer vários países e fazer amigos em todas as parte do mundo. Por causa do esporte, aprendi muito sobre o respeito ao próximo – diz.

Os planos de Afonso agora são focar nas Olimpíadas de 2016. Sendo as competições aqui no Brasil, o gostinho é ainda melhor.

– Meu sonho é ser campeão olímpico – completa.



Comentários (2)

  • Belmara Hallal diz: 27 de julho de 2012

    NADA PODE ATRAPALHAR TEU SONHO! Sábias palavras, vinda de uma menina forte e determinada a conquistar seus objetivos.
    Te amo!

  • Isac diz: 29 de julho de 2012

    OLA!! pessoasl estou aqui torcendo para vcs trasserem muitas medalhas de ouro.Quero ser um atleta mas ñ tenho oportunidade na minha cidade faça a diferença mostre que vcs são BRASILEIROS.xau

Envie seu Comentário