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Em campo, são 11 contra 11

29 de junho de 2011 1

Escutei atentamente as entrevistas do Jorginho. Perdemos para uma grande equipe, mas não lhe avisaram que estamos disputando a elite do futebol brasileiro? Tirando o time da Ressacada, os outros 19 são grandes equipes. Hoje, enfrentaremos o Santos, vamos respeitar e ser respeitados. Somos da Série A. Para seu conhecimento, em seis partidas disputadas entre Figueirense e Santos, pelo Campeonato Brasileiro, o Figueira somou seis vitórias em casa.

Pontuar é preciso

O torcedor é movido por paixão. Com bons resultados, fica confiante. Na primeira derrota, perde a confiança e fica ansioso. A diferença das receitas é a qualidade dos grandes que não permitem que clubes medianos permaneçam nas primeiras colocações. É uma luta difícil, mas não impossível. Estamos acostumados com os obstáculos apresentados.

As penosas do futebol

O Milan tem o Pato, o Santos tem o Ganso, o São Paulo tem “frango” e no time do vizinho tem o Gallo… por enquanto!

Bom, mas nem tanto

O melhor técnico que o Figueira já teve e o melhor do Brasil estará aqui. Isso não quer dizer que não seja traíra, já que prometeu voltar e foi para o Inter.

Comentários (1)

  • Alex Zapelini diz: 29 de junho de 2011

    Caro Ivens! Parece que o Jorginho ta assumindo a culpa, não publicamente, porém, com a lista dos relacionados para o jogo contra o Santos. Voltando ao jogo contra o Inter, não entendi a escalação do Jorginho ou ate o comportamento tático, sabendo que o Inter estava no esquema 3-6-1, o Figueira “perdeu” o meio de campo e estava com 2 atacantes, no qual a bola não chegava (nenhum deles vem buscar a bola). No 2º tempo, já no início, deveria ter colocado Wellington Nen no lugar de Fernandes e Tulio no lugar do Coutinho, mas também “mexeu” errado. Espero, que no próximo jogo fora de casa (Coritiba), seja “humildade” e reforce o setor do meio campo, para que os atacantes não fiquem “inofensivos”, lembrado, quem chutou as bolas ao gol foram Fernandes e Wellington Nen. Na minha opinião, poderia escalar o seguinte: Wilson, Bruno, JPG, Edson Cabeção, Juninho (Hélder), Ygor, Tulio, Maicon, Wellington Nen, Rhayner (meio-atacante) e Héber, seria o esquema 4-5-1. No jogo contra o Inter, poderia ter colocado o Fernandes de meio-atacante e Wellington Nen no lugar do Aloísio, também no 4-5-1. Abraços.

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