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Nosso esquema é covarde

30 de maio de 2016 6

Vinícius é um treinador covarde e tem uma parcela de culpa. Jogar com três volantes e deixar Marquinhos no banco é um erro. Apesar de não estar jogando, Carlos Alberto acertaria esse meio no lugar do Bady. Gatito me provou que não é mau jogador, mas é preciso aperfeiçoar saída de gol e cortar os cruzamentos, coisa para os dois treinadores da posição o ajudarem. Se bem que eu preferia a contratação de outro goleiro, já que dos cinco que temos nenhum é de Série A.

Acendeu a luz vermelha

Uma série de três empates e uma derrota para o lanterna é de preocupar. São Paulo, América-MG e Flamengo são os próximos adversários. Não quero chegar à semana do aniversário do clube estando na zona. Não foi isso que o presidente prometeu.

Hoje tem novidade

O atacante Lins será apresentado hoje, às 14h30min, no CFT. Werley, Marlon e Renato poderão ser opções para o jogo contra o São Paulo, quarta-feira. Os que não aproveitaram as oportunidades poderão dançar, assim como o treinador, na dança
das cadeiras.

Fogo de palha

Com uma simples vitória parece que foram promovidos. Venceram o Vovô e já estão pensando ser o Real Madrid. Nós estamos mal na tabela, mas vamos virar a página.

Comentários (6)

  • JM Figueira diz: 30 de maio de 2016

    Ivens, como já sabia da fraqueza deste “treinador”, não me surpreende a colocação do Clube na tabela. Ele é fraco e sem condições de comandar um clube na Série A. Dizer que o empate era o resultado mais justo, ele está de brincadeira. O time só saiu para jogar depois do gol sofrido, até lá só se defendeu. Time covarde, treinador também. Time mal escalado, as substituições mal feitas e com jogadores de baixa qualidade. Os atacantes, tirando o He Man, os outros são fracos para uma Série A. A defesa é toda reserva, a meia cancha marca mal e não tem saída de jogo, ou seja, só estamos perdendo tempo com este treinador. Hoje precisamos de pelo menos quatro jogadores de qualidade para uma Série A, fora os que estão no “estaleiro”. Precisamos de um goleiro, um volante pegador mas que saiba sair jogando, um meia de ligação com qualidade e corpo para encarar os marcadores e um atacante de lado de campo que possa ajudar o He Man na frente. Que saiba fazer gols, pois os que temos só sabem correr e mais nada. E URGENTEMENTE um treinador de Série A, pois este aí nós vamos cair.

  • JM Figueira diz: 30 de maio de 2016

    Sabe porque a torcida não vai a campo? Por que está cansada de ser enganada por este “Presidente” mentiroso que promete um time para disputar no topo da tabela, e apresenta um time para não cair, mas já quase caindo. Enquanto não cumprir com suas promessas, o torcedor não vai a campo. Enquanto tiver o Sr. Cleber Giglio na frente das contratações, este time só pode disputar o rebaixamento mesmo, é muito fraco e não entende nada de futebol. E como “ele” também não entende nada, acho que nunca jogou nem pelada de rua, vai acreditando em tudo que lhe falam e apresentam, mas os resultados estão aí para todos verem, todo ano a mesma agonia, e a única coisa que não muda são as promessas, e este diretor. Ou muda o Sr. Cleber ou não vamos sair da zona do rebaixamento.

  • henrique limongi diz: 30 de maio de 2016

    Ivens, prezado: com esse retranqueiro no comando – ele e seus receios, seus pavores, seu medo de jogar! -, não adianta: qualquer vitória nossa fora de casa(principalmente) será fortuita, episódica, inesperada.
    Pensa pequeno – depois da derrota de sábado, disse que o resultado foi “injusto”, mesmo com o Gatito Fernandez(excelente atuação) evitando outros gols do Atlético/PR…- e age exatamente como pensa.
    Esse é o “professor”(de quê, mesmo?) Eutrópio, com sua irreversível vocação da derrota.
    Até quando teremos de conviver com isso? Até estarmos com a lanterna na mão?!
    Um novo técnico – esta, sim, a contratação inadiável, mais que de jogadores.
    Saudações Alvinegras!

  • pedro alvinegro diz: 30 de maio de 2016

    A culpa e desse goleiro paraguaio, não serve pro nosso time!

  • FABIO LANCASTER diz: 30 de maio de 2016

    4a rodada:

    O time continua sem esquema tático, com jogadores perdidos em campo, não temos jogadas ensaiadas e falta um líder dentro e fora de campo.

    - Gatitto é um caçador de borboletas;
    - Ayrton está cansando com 20 minutos do segundo tempo;
    - Pedroso não está tendo cobertura quando sobe;
    - Ferrugem é bom jogador, mas corre demais e as vezes sem necessidade;
    - Jaime só serve pra compor como 3º reserva;
    - Bady é banco;
    - Jocinei é lento (banco também);

    O time tem que ser:

    Thiago (tem que testar)
    Ayrton
    Marquinhos
    Bruno
    Pedroso
    Ely Carlos
    Ferrugem
    Ortega
    Carlos Alberto
    Ermel
    He-Man

    O jogo de quarta vai ser a última carroça pro Eutrópio.

  • jeferson preto & branco diz: 30 de maio de 2016

    Vamos analisar um histórico e ver quem realmente tem a responsabilidade. O último grande time do Figueirense, refiro-me à série A, foi em 2011 na gestão Lodete, que sucumbiu a partir do tumulto de 2012, que fez o time cair. A partir de então veio a gestão Wilfredo, que ganhou 2 catarinenses (título sempre importante), mas na série A disputamos para não cair (2014 e 2015) e num sofrimento danado. Se não me engano, todos os treinadores desse período (Vinícius, Guto, Argel, Renê e Hudson) não renderam 40% de aproveitamento no brasileirão. Não obter 40% (ou por volta disso, que seja) num brasileirão é a fórmula certa para sofrer. Agora Vinícius novamente e estamos à mingua. O Figueirense tinha vantagem enorme sobre o Atlético Paranaense. Nos últimos 5 anos não ganhamos mais nenhuma deles e, afora empates, estamos na frente em vitórias por 7 a 6. Vejam a diferença que tínhamos. Isto mostra a gestão Wilfredo, que é fora de foco. O foco dele é montar a tal empresa para gerir o Clube. Isso não funciona. A receita é proveniente do Figueirense e é o Clube que tem de geri-la. Ou então transforma o Clube em empresa, se a lei permitir. Nada de terceirização da gestão. Estamos novamente com um elenco cheio, nos moldes da era Uram, com muita quantidade e pouca qualidade. Não temos bons gestores de futebol, nem Wilfredo, nem Giglio (lembram dos anteriores?: Marcos Moura Teixeira, etc.) e aí está o problema, além do foco deturpado. Uma pena…

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