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Meus livros infanto-juvenis inesquecíveis

22 de abril de 2010 0

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No início da semana, fiz um post pedindo que os leitores comentassem sobre seus livros inesquecíveis, já que estamos na Semana do Livro. Agora, chegou a minha vez de fazer essa lista — e, como disse uma pessoa que deixou comentário, é muito difícil escolher. Até porque, em cada momento da vida, um ou outro livro nos marca.

Então, dividi a lista em duas, e vou falar primeiro dos meus livros infanto-juvenis preferidos. Mexi várias vezes na lista, mas enfim, aqui está ela. Logo, logo, posto também os meus livros inesquecíveis da fase adulta.

 

— A Serra dos Dois Meninos, de Aristides Fraga Lima (coleção Vaga-Lume): a história dos dois irmãos que vão explorar sozinhos um morro na fazenda do pai e acabam se perdendo na mata foi uma das primeiras histórias que prendeu minha atenção, lá pelos meus oito anos.

— O Mistério do Cinco Estrelas, de Marcos Rey (coleção Vaga-Lume): esta, por sua vez, foi uma das primeiras histórias policiais que chamaram a minha atenção – um homem é assassinado em um grande hotel, mas apenas o mensageiro Léo vê o corpo. Ninguém acredita nele, que tem de desvendar o mistério apenas com a ajuda dos amigos.

— A Vida Secreta de Jonas, de Luiz Galdino (coleção Vaga-Lume): pois é, eu lia muito a coleção Vaga-Lume, já fiz até um post aqui sobre ela. Sobre o livro, ele fala de um menino que aparece de repente em uma cidadezinha, dizendo não saber quem é. Acolhido por uma família, faz amigos – e também inimigos, que dizem que ele é extraterrestre. Será?

— Paranóia – A Síndrome do Medo, de Stella Carr: em um dos sempre ótimos livros de Stella Carr, um professor de psicologia é encontrado morto, com um olhar aterrorizado no rosto. Um grupo de estudantes começa a investigar e descobre um lugar onde se escondem seres deformados e muitos segredos.

 Poliana, de Eleanor H. Porter: sim, eu também já falei de Poliana por aqui, mas acho difícil deixar de fora da lista a história dessa menina que via o lado bom de tudo, por pior que fosse a situação.

— A Mina de Ouro, de Maria José Dupré: foi difícil escolher entre os livros da autora, mas esse foi um dos que me deixou a sonhar na infância. Conta a história de seis crianças e do cachorrinha Samba que, durante um piquenique, resolvem ver onde vai dar uma escada que desce para o interior de um morro. Adivinhem: ficam presos lá dentro e vivem muitas aventuras.

— A Inspetora e o Bruxo da Encruzilhada, de Ganymedes José (sob o pseudônimo de Santos de Oliveira): as séries de mistério com mini-detetives estavam entre as minhas leituras preferidas. Esse livro é um dos que tem a “inspetora” Eloísa como protagonista, juntamente com seus companheiros da Patota da Coruja de Papelão, investigando casos misteriosos.

— Sem Família, de Hector Malot: esse livro era de minha mãe, e me comovi muito ao ler. Conta a história do menino Renato (ou Remy, em outras traduções) que é vendido a um andarilho pelo pai adotivo. A partir daí, ele peregrina pela França e pela Inglaterra, passando fome, trabalhando como músico ambulante, na companhia de um velho e seus cachorros.

— A Droga da Obediência, de Pedro Bandeira: meninos inteligentes e bons em esportes começam a desaparecer das melhores escolas de São Paulo, e quem vai tentar esclarecer o mistério são os Karas, um grupo de estudantes muito espertos.

— Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling: a história do menino que descobre ser bruxo é bem escrita, criativa e envolvente.

Postado por Maristela Scheuer Deves, Caxias do Sul

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