A 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se encerrou neste final de semana na capital paulista, recebeu um público de mais de 700 mil pessoas — até as 12h de domingo, haviam sido contabilizadas 703 mil, e a expectativa era de que até a noite o número ficasse entre 735 mil e 745 mil.
Nos 11 dias do evento, os visitantes do terceiro maior evento editorial do mundo puderam conhecer as novidades e tendências do mercado livreiro brasileiro e mundial, além de participar de inúmera atividades culturais.
Uma pesquisa do Instituto Datafolha realizada durante a Bienal com visitantes maiores de 14 anos mostrou que 59% das pessoas que estiveram na feira eram mulheres e 41%, homens. Outra informação apurada é que, do público total, 75% têm nível superior de ensino, e 21%, nível médio.
Sobre a variedade de livros expostos nos estandes, 94% apontaram as opções oferecidas como ótimas ou boas. Em relação à idade dos visitantes com mais de 14 anos, 34% tinham até 25 anos; 32%, de 26 a 40 anos; 25%, de 41 a 55 anos; e 9%, mais de 56 anos.
A Bienal do Livro de SP homenageou este ano Monteiro Lobato e Clarice Lispector, além de ter como temas de destaque a Lusofonia e o Livro Digital. O Salão de Ideias, principal evento cultural da Bienal do Livro em 2010, por exemplo, teve lotação total em suas 40 mesas de debates com autores, especialistas e personalidade.
Confira outros números do evento:
- O projeto Cozinhando com Palavras promoveu 40 workshops e debates sobre a boa cozinha e a gastronomia em livros.
- No Território Livre, foram 13 mesas de debates.
- O espaço O Livro é uma Viagem, do Instituto Pró-Livro, atraiu cerca de 50 mil crianças, adolescentes e pais.
- As comunidades sociais da Bienal na Internet tiveram 12 mil seguidores (somente no Twitter foram 8,1 mil).