Assim como Stephen King, de quem falei num post de anteontem aqui no blog, outro escritor americano que pode ser considerado um mestre na arte de criar suspense e prender o leitor é Dean Koontz. O último livro dele que li foi O Guardião, comprado na recém-encerrada Feira do Livro de Caxias.
A trama gira em torno de Laura, uma mulher que, desde o seu nascimento, tem a vida marcada pela aparição constante de um homem desconhecido, que interfere em momentos críticos e que se apresenta como seu guardião. Cada vez que ele aparece, relâmpagos cortam o céu. A primeira interferência é ainda antes do seu nascimento, quando ele impede que um médico bêbado faça o parto.
Já adulta, casada e com um filho, ela mais uma vez é salva pelo guardião, e insiste então em saber quem ele é. O que Laura descobre é algo incrível, inimaginável, como também é inimaginável o perigo que ela está correndo. A partir de então, a história segue num ritmo vertiginoso, com muita ação e redobrado suspense.
Avesso a classificações, como ele mesmo escreve no posfácio das edições mais recentes do livro, Koontz conseguiu fazer uma obra que reúne drama, romance, ação, aventura, mistério, suspense, humor e ficção científica, entre outros ingredientes, que fazem um livro para ler de um fôlego só, independentemente das centenas de páginas
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A capa que ilustra esse post é de uma edição recém-lançada pela BestBolso, com 434 páginas. O preço médio é de R$ 19,90 (comprei na Feira do Livro por R$ 16).






