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Três escritores da Serra na final do Prêmio Ages

03 de junho de 2012 1

A região da Serra está muito bem representada na final do Prêmio Ages, da Associação Gaúcha de Escritores.

Na lista de finalistas, divulgada neste domingo, aparecem Ângela Broilo, de Caxias do Sul, com Hiperestesia, na categoria Narrativa Longa; Adriana Antunes, também de Caxias, com As Meninas, em Narrativa Curta; e Flávio Luís Ferrarini, de Flores da Cunha, com A Sociedade Secreta dos Valentes, na categoria Juvenil.

Confira todos os finalistas:

INFANTIL

Do alto do meu chapéu – Gláucia de Souza – Editora Projeto
Domingo para sempre – Celso Gutfreind – Artes e Ofícios
Pé de sapato – Hermes Bernardi Jr. – Editora Biruta

JUVENIL

A sociedade secreta dos valentes – Flávio Luís Ferrarini - Maneco
É fogo – Celso Gutfreind - Dimensão
Mitologia japonesa – Carmen Seganfredo – Artes e Ofícios

POESIA

Os potes da sede – Liana Timm – Território das Artes
Poesia sem pele – Lau Siqueira – Casa Verde
Se soubesse o que dizer, diria em prosa – Lucas Reis Gonçalves – Nobre Letras

CRÔNICA

Expedições urbanas: Jerusalém – Airton Ortiz - Record
O sexo das antas – Kelli Pedroso – Pergamus
Umas e outras – Rônei de Araújo Rocha – Editora Proa

NARRATIVA CURTA

As meninas – Adriana Antunes - Maneco
Enquanto água – Altair Martins – Record
Travessia: quinze contos peregrinos – Marcel Citro – Editora da Cidade

NARRATIVA LONGA

Hiperestesia – Ângela Broilo – Caxias do Sul
O muçulmano e a judia – Gilberto Abrão – Companhia Editora Nacional

NÃO-FICÇÃO

APTC: 25 anos: eles só queriam fazer seu próximo filme – Carlos Scomazzon (org) – Casa Verde
Filosofando com os super-heróis – Gelson Weschenfelder - Mediação
Fronteiras da integração – Liana Timm (org) – Território das Artes

Comentários (1)

  • Aline Webber diz: 13 de junho de 2012

    Se a Carmen Seganfredo não merece o prêmio com seu livro "As Melhores Histórias da Mitologia Japonesa", então quem merece? Faz tempo que eu não lia um livro tão bem escrito e cheio de magia. Devorei o livro todo com o mesmo gosto com que um chocólatra devora chocolate. Não conseguia largar e ao mesmo tempo não queria terminar. Tem uma magia que envolve a gente na leitura de um jeito, que em vários momentos parecia que eu estava vivendo no oriente... Torço para ela.

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