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Posts de fevereiro 2013

Trocas de livros, histórias e roda de leitura

28 de fevereiro de 2013 0

foto Adriana Sirena, divulgação

Já passou na sala do projeto Livro Livre instalada no 1º andar do shopping Estação San Pelegrino, em Caxias do Sul? Se ainda não fez isso, corra: o espaço, que permite a troca gratuita de livros, fica lá só até este domingo.

Promovido pela Biblioteca Municipal Dr. Demetrio Niederauer e pelo Departamento do Livro e da Leitura, em parceria com o shopping, o Livro Livre possibilita trocar livros usados por outros, e, assim, seu acervo está sempre se renovando. Até a manhã de ontem, quarta-feira, já haviam sido feitas cerca de 600 trocas, e a intenção é chegar a 900 até domingo.

O espaço abriga ainda outras atrações: hoje, às 13h30min e às 16h, haverá contação de histórias com a escritora e contadora Helô Bacichette, que integra a equipe de projetos da biblioteca. Além disso, nesta sexta-feira, às 10h30min, repete-se uma atividade que já ocorreu hoje pela manhã, a roda de leitura com o escritor Uili Bergamin, também da equipe da Dr. Demetrio Niederauer.

Passa lá!

Na Feira do Livro de Bologna

27 de fevereiro de 2013 0

 

Reprodução

A literatura produzida em Caxias do Sul também marcará presença na Feira do Livro de Bologna, uma das maiores feiras do mundo dedicadas às publicações para crianças e jovens



O livro O Colecionador de Águas, lançado ano passado pela escritora Elaine Pasquali Cavion, foi selecionado pela Fundação Nacional do livro Infanto Juvenil (FNLIJ) para integrar o catálogo de obras brasileiras na Feira.

A capa do livro é a que ilustra este post, e as ilustrações são de Lúcia Hiratsuka.

Efeméride do dia

26 de fevereiro de 2013 0

Reprodução

Hoje é dia de lembrar do escritor francês Victor Hugo, nascido a 26 de fevereiro de 1802, em Besançon.

Em meio à sua vasta obra, destaque para Os Miseráveis — cuja mais recente adaptação cinematográfica (foto abaixo), em formato de musical, levou no último domingo o Oscar de melhor atriz coadjuvante, maquiagem e efeitos sonoros — e para O Corcunda de Notre-Dame.

Precoce, aos 15 anos ele teve um de seus poemas premiado pela Academia Francesa. Dois anos depois, fundou com seus irmãos a revista Le Conservateur Littéraire, e tabmém ganhou o concurso da Académie des Jeux Floraux. Seu primeiro livro, Odes e Poesias Diversas, surgiu em 1821, aos 19 anos, e um ano depois publicou seu romance de estréia, Hans da Islândia.

O romance Notre-Dame de Paris, ou O Corcunda de Notre-Dame, foi publicado em 1831. A história de amor entre o corcunda Quasímodo e a cigana Esmeralda é considerado seu maior romance histórico, e ajudou a definir o formato de exploração ficional do passado que acabou por marcar o romantismo francês.

Os Miseráveis, por sua vez, começou a ser planejado nos anos 1830, mas só teve sua primeira edição em 1862. Apesar de ter uma recepção hostil da crítica na ocasião, o livro logo se mostrou popular — e assim permanece até hoje, continuando a render adaptações para o teatro, a televisão e o cinema.

Universal Pictures, divulgação


Oscar para clássicos e modernos

25 de fevereiro de 2013 0

Reproduções

A 85ª cerimônia do Oscar, realizada na noite de ontem, premiou, como já é de praxe, vários filmes inspirados em livros — a começar pelo troféu mais cobiçado, o de Melhor Filme, que foi para Argo, de Ben Affleck, longa baseado em Argo — Como a Cia e Hollywood Realizaram o Mais Estranho Resgate da História (Intrínseca, 256 páginas, R$ 19,90), de Antonio Mendez e Matt Baglio.

Argo, que narra a história real de um plano da CIA para resgatar seis americanos refugiados na casa do embaixador do Canadá em Teerã, durante a crise dos reféns no Irã em 1979, levou ainda os troféus de Roteiro Adaptado e Montagem.

Outro dos prêmios principais, o de Direção, foi para Ang Lee, por As Aventuras de Pi. O livro que deu origem ao longa, do escritor Yann Martel, inicialmente se chamava A Vida de Pi, e ainda pode ser encontrado com esse nome, mas já existe uma versão com o nome igual ao do filme (Nova Fronteira, 424 páginas, R$ 34,90). A Vida de Pi conta a história de Pi Patel, um menino indiano, meio cristão, meio muçulmano e meio hindu, que acaba se vendo à deriva no mar, em um bote, na companhia de um tigre, um orangotango, uma zebra e uma hiena. O longa também levou os prêmios de Fotografia, Trilha Sonora e Efeitos Visuais.

Já o troféu de Melhor Atriz foi para Jennifer Lawrence, por seu papel em O Lado Bom da Vida, filme baseado no romance homônimo de Matthew Quick (Intrínseca, 256 páginas, R$ 24,90). Na história, o ex-professor de história Pat Peoples acaba de sair de uma instituição psiquiátrica e conhece Tiffany (personagem de Jennifer no filme).

Indo do moderno ao clássico, Anne Hathaway foi eleita Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel em Os Miseráveis, adaptação da obra do francês Victor Hugo. O livro tem várias versões em português, a maioria delas condensada; a dica, para quem gosta de versões integrais, é conferir a história de Jean Valjean na edição em dois volumes da Cosac Naify (R$ 119). No Oscar, o musical levou ainda os troféus de Maquiagem e Efeitos Sonoros.

Mesmo sem ser um dos troféus mais badalados, vale destacar o prêmio de Melhor Figurino para Anna Karenina, baseado no romance homônimo do russo Leon Tolstoi. Na história, uma mulher escapa das restrições e do tédio do seu casamento por meio de um romance com um charmoso soldado. Entre as edições em português, com o nome de Ana Karenina (com um “n” só), está a da coleção Clássicos de Bolso da Ediouro, por R$ 22,90.



Às 15h, tem contação de histórias

23 de fevereiro de 2013 0

Neste sábado, às 15h, a contadora de histórias Marta Troian Pulita realiza mais uma contação na livraria Saraiva, no Shopping Iguatemi Caxias, em Caxias do Sul.

Desta vez, ela vai contar a história A Árvore Generosa, uma comovente história do amor entre a árvore e menino, que aborda temas como a amizade e a destruição da natureza pelo homem.

A atividade tem entrada gratuita.

Caixas de clássicos em versão pocket

23 de fevereiro de 2013 0

Saraiva, reprodução

Para quem gosta de ler, na sequência, mais de um livro do mesmo autor ou tema, a dica são os recém-lançados boxes da Saraiva Bolso, em parceria com a editora Nova Fronteira.


Ao todo, são quatro caixas, cada uma com três ou quatro pocket books. Duas delas reúnem obras que circulam em torno dos mesmos temas, Do Amor e Sobre o Homem, e outras duas trazem títulos do mesmo autor: Jane Austen e Machado de Assis.

Na caixa Do Amor, que custa R$ 49,90, você encontra Madame Bovary, do francês Gustave Flaubert; A Mão e a Luva, do brasileiro Machado de Assis; e O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë.

Já a caixa Sobre o Homem (a única que não tem imagem aí acima) custa R$ 39,90 e traz A Náusea, de Jean-Paul Sartre; O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson; e O Deserto dos Tártaros, de Dino Buzzati.

Jane Austen Fundamental, que igualmente custa R$ 39,90 e reúne Orgulho e Preconceito; Razão e Sentimento e Emma.

Por fim, o box Machado de Assis Fundamental, ao preço de R$49,90, traz os clássicos romances brasileiros Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba, além da antologia Seus Trinta Melhores Contos.

Outros cinco livros que 'levaram' o Oscar

22 de fevereiro de 2013 0

Anthony Hopkins como o canibal Hannibal Lecter, de 'O Silêncio dos Inocentes' (Divulgação)

Com a cerimônia do Oscar 2013 se aproximando, e para complementar o post de ontem, confira outros cinco filmes baseados em livros que foram merecedores do Oscar de Melhor Filme:

1992: o canibal mais famoso do cinema foi a estrela da 64ª edição do Oscar, com O Silêncio dos Inocentes (foto acima) faturando os prêmios de Melhor Filme, Melhor Atriz (Jodie Foster), Melhor Ator (Anthony Hopkins), Melhor Diretor (Jonathan Demme) e Melhor Roteiro Adaptado. O longa de suspense é baseado num romance homônimo de 1988, de Thomas Harris, segundo livro a apresentar o personagem Hannibal Lecter, um psiquiatra que é também um assassino em série canibal. No filme, Clarice Starling, uma jovem estagiária do FBI, procura ajuda do prisioneiro Dr. Lecter para prender outro serial killer.

1994: mudando totalmente de gênero, o 66º Oscar premiou o comovente A Lista de Schindler, história sobre o empresário alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto. Baseado no romance Schindler’s Ark, de Thomas Keneally, o livro levou os troféus de Melhor Filme, Melhor Diretor (Steven Spielberg), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora Original

1997: outro drama, este dirigido por Anthony Minghella e baseado no romance de Michael Ondaatje, foi o vencedor da 69ª edição: O Paciente Inglês. A trama se centra em um desconhecido que sofre queimaduras generalizadas quando o seu avião é abatido na Segunda Guerra Mundial. Além de Melhor Filme, ganhou também nas categorias Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante (Juliette Binoche), Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora – Drama e Melhor Mixagem de Som.

2002: dando um salto até a 74ª edição do Oscar, temos o drama biográfico Uma Mente Brilhante, sobre o matemático John Nash, baseado no livro homônimo de Sylvia Nasar. A história conta a vida de Nash, um personagem real que, ao mesmo tempo em que é premiado por suas descobertas científicas, sofre de alucinações devido à esquizofrenia. Venceu o Oscar nas categorias de Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Diretor (Ron Howard) e Atriz Coadjuvante (Jennifer Connelly).

2004: a fantasia épica de O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (foto abaixo) dominou a 76ª edição do Oscar. O filme de Peter Jackson, baseado no terceiro volume da trilogia de J.R.R. Tolkien e estrelado por Elijah Wood (Frodo Baggins) e Viggo Mortensen (Aragorn), venceu em nada menos do que 11 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Direção de Arte, Melhor Edição, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Mixagem de Som, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original. As versões cinematográficas dos dois livros anteriores já haviam concorrido ao Oscar, respectivamente em 2002 e 2003, mas sem o sucesso de O Retorno do Rei.

'O Retorno do Rei' teve batalhas épicas (Warner, divulgação)

150 livros trocados em quatro dias

21 de fevereiro de 2013 2

Adriana Sirena, divulgação

Muita gente está passando pelo espaço do Livro Livre montado desde segunda-feira no shopping Estação San Pelegrino, em Caxias do Sul. Até o final da tarde desta quinta-feira, o número de trocas gratuitas efetuadas no local chegava a 150.

O Livro Livre funciona das 10h às 22h, de segunda a sábado e das 14h às 20h, nos domingos e feriados, e fica no San Pelegrino até o dia 3 de março. No acervo estão livros de diversos autores, entre eles Nicholas Sparks, Stephenie Meyer, Hannah Howell, Zíbia Gasparetto, Raul Pompéia, Umberto Eco, Machado de Assis e Wagner Costa.

Para participar, basta levar um livro em bom estado e trocar por outro, a sua escolha, gratuitamente. A promoção é da Secretaria Municipal da Cultura, por meio do Departamento do Livro e da Leitura e da Biblioteca Pública Municipal.

A coordenadora do departamento, Daniela Tomazzoni Ribeiro, lembra ainda que quem passar pela sala Livro Livre, localizada em frente à Hering, no 1º andar do shopping, poderá conferir algumas novidades:

— Além das tradicionais trocas de livro, estão à disposição do público também o acervo de obras de literatura nacional e estrangeira editadas em Braille, os audiolivros e também uma exposição de livros do Financiarte.

Cinco livros que 'ganharam' o Oscar

21 de fevereiro de 2013 0

Cena de 'Rebecca', de Hitchcock, baseado em romance de Daphne Du Maurier (fotos reprodução)

A literatura sempre foi terreno fértil também para o cinema. E não foram poucas as produções que acabaram ganhando um (ou vários) Oscar ao transporem para as telas histórias saídas das páginas dos livros.

Neste post, você vai conferir cinco filmes baseados em livros que levaram a estatueta máxima, a de Melhor Filme.

1941: na 13ª edição do Oscar, o thriller psicológico Rebecca (foto acima), dirigido por Alfred Hitchcock, saiu consagrado da cerimônia do Oscar, para o qual teve 11 indicações. Venceu em duas categorias: Melhor Filme e Melhor Fotografia em Preto e Branco. O filme, que conta a história de uma jovem atormentada pela lembrança da primeira mulher de seu marido, foi baseado no romance homônimo escrito por Daphne Du Maurier, publicado em 1938. Uma curiosidade: esse foi também o filme de abertura do primeiro Festival de Berlim.

1949: um longa baseado num clássico da literatura universal foi o vencedor da 21ª edição da premiação maior do cinema: Hamlet, dirigido e protagonizado por Laurence Olivier. O filme, baseado na clássica peça homônima de William Shakespeare, foi o primeiro filme britânico a ganhar o Oscar de Melhor Filme, e levou ainda o troféu de Melhor Ator. Também fez bonito no Festival de Veneza, onde levou o Leão de Ouro.

1957: o 29º Oscar de Melhor Filme foi para outro clássico, A Volta Ao Mundo em 80 Dias. O longa de aventura, dirigido por Michael Anderson, Kevin McClory e Sidney Smith, teve roteiro baseado na obra homônima do escritor francês Júlio Verne. Na trama, o nobre inglês Phileas Fogg faz uma aposta milionária com seus amigos do clube, afirmando que consegue dar a volta ao mundo em exatamente 80 dias. Entre os grandes nomes do elenco, Shirley McLaine e Cantinflas. Além de Melhor Filme, levou também os troféus de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Montagem, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora.

1980: pulando pouco mais de duas décadas, chegamos à 52ª edição do Oscar, em que Kramer vs Kramer (foto abaixo), de Robert Benton, ganhou em cinco categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Dustin Hoffman), Melhor Atriz Coadjuvante (Meryl Streep) e Melhor Roteiro Adaptado. O filme foi baseado no romance homônimo de Avery Corman, que relata a disputa judicial do ex-casal Ted e Joanna Kramer pela guarda do filho, Billy, após a separação.

1991: na 63ª edição do Oscar, o vencedor do troféu de Melhor Filme foi outra adaptação, Dança com Lobos, de e com Kevin Costner. O mix de drama e aventura é baseado num romance de Michael Blake, em que John Dunbar (Costner) é um oficial de cavalaria que, após se destacar como herói na Guerra Civil Americana, vai atuar na fronteira e faz amizade com os índios sioux. Foi indicado a 12 categorias e venceu em sete: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora, Melhores Efeitos Sonoros e Melhor Roteiro Adaptado.

Disputa pela guarda do filho em 'Kramer vs Kramer'

'Hamlet' em quadrinhos

20 de fevereiro de 2013 0

Reprodução

Aumenta cada vez mais a oferta de grandes clássicos da literatura vertidos para o formato de história em quadrinhos. Desta vez, é Hamlet, uma das principais obras de William Shakespeare, cuja versão em HQ sai pela editora Nemo.


É uma boa oportunidade para reler (ou para ter um primeiro contato com) a história do príncipe dinamarquês Hamlet, que, desolado com a morte do rei, seu pai, encontra seu fantasma, que diz ter sido assassinado e pede vingança.

As dúvidas de Hamlet (é dele uma das mais famosas frases da literatura, “ser ou não ser”) e seu universo de traições, intrigas e vingança ganharam tradução e roteirização de Wellington Srbek e desenhos de Alex Shibao. O álbum vem com 80 páginas e preço de R$ 42.