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Posts do dia 12 maio 2013

10 livros que ganhei de minha mãe

12 de maio de 2013 1

Reproduções

Quando eu era pequena, não havia livrarias na minha pequena cidade natal, mas, quase a cada vez que precisava ir até outra cidade, minha mãe me trazia livros. Também me incentivava a fazer encomendas em catálogos de editoras, cujos livros eram entregues via reembolso postal.


Além dos livros que eram “meus”, havia ainda os livros dela, que eu acabava lendo também, principalmente na adolescência. Entre eles, clássicos como A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas, e David Copperfield, de Charles Dickens. O primeiro romance de Agatha Christie que li também era da minha mãe: O Mistério do Trem Azul, em uma edição capa dura do Círculo do Livro.

Para marcar o Dia das Mães, selecionei 10 desses presentes que ajudaram a incentivar meu hábito de leitura — que segue até hoje.

Lilica, a Formiguinha Lírica, de Lúcia Pimentel Góes: o belo livro poderia ser descrito como uma releitura da fábula da cigarra e das formigas — só que, nesta história, é uma formiga que gosta de cantar. Uma história encantadora, mas não sei se ainda se encontra nas livrarias.

A Bruxinha Sabida, de Ofried Preussler: conta a história de uma bruxinha que não quer ser má, e, por isso, acaba excluída pelas outras bruxas.

Outra Vez Heidi, de Johanna Spyri: eu já havia lido, da biblioteca do colégio, o livro Heidi, então pude encomendar, de um catálogo, a sequência da história da alegre menininha que vivia com seu avô nas montanhas da Suíça.

Poliana, de Eleanor H. Porter: a famosa história da menina que vê o lado bom de tudo e está sempre otimista, independente da dificuldade da situação. O nome da personagem-título, criadora do “jogo do contente”, é até usado por alguns como sinônimo de pessoa otimista.

Poliana Moça, de Eleanor H. Porter: a continuação da história de Poliana, agora já crescida e enfrentando com mais consciência os problemas da vida — e as alegrias e dores do amor.

A Inspetora e os Anjos da Cidade Fantasma, de Ganymedes José (ou Santos de Oliveira): esse é apenas um dos títulos da série de mistério infanto-juvnil Inspetora, encomendados de catálogos, que eu devorava na minha adolescência. Nessa série, a menina Eloísa, autointitulada Inspetora, e seus amigos Orelhão, Zé Luiz e Bortolina investigam os mais estranhos casos.

Sem Família, de Hector Malot: uma das histórias mais emocionantes que li na época, conta a odisséia do menino Renato, vendido por seu pai adotivo, que atravessa países, vive aventuras e enfrenta provações em busca da sobrevivência.

Aventura no Império do Sol, de Silvia Cintra Franco: esse livro da coleção Vaga-Lume é um dos que minha mãe me trouxe de uma ida a Porto Alegre. Conta a aventura de um grupo de meninas, jogadoras de vôlei, que vai para o Peru disputar um campeonato de vôlei. No entanto, uma das jogadoras é sequestrada…

A Vida Secreta de Jonas, de Luiz Galdino: também da série Vaga-Lume, relata a história de um menino, o Jonas do título, que aparece misteriosamente em uma cidade, sem saber dizer quem é ou de onde veio. Ele vai criar muitas amizades, e também ser vítima de maldades por parte de outro grupo.

O Outro Lado da Ilha, de José Maviel Monteiro: outro da Vaga-Lume (eu adorava essa coleção). Numa visita a uma ilha semideserta, muitas coisas estranhas começam a acontecer, como cabras aparecendo mortas e algo atacando a cabana onde o grupo está acampando com o tio naturalista.