Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "clássicos"

Hoje é dia de Gatsby

07 de junho de 2013 0

Cena do filme, com Leonardo Di Caprio (Warner Bros, divulgação)

É hoje a esperada estreia da mais nova adaptação cinematográfica do romance O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald. Em Caxias do Sul, as primeiras sessões serão às 13h40min, no GNC Iguatemi, e às 14h15min, no Cinépolis San Pelegrino.



Na esteira do longa, continuam a surgir reedições deste que é considerado um dos grandes clássicos da literatura. Depois da edição bilíngue da Lankmark com a capa do filme, da qual já falei por aqui, agora é a vez da editora gaúcha L&PM lançar uma nova versão em formato pocket.


O lançamento da L&PM, em tradução de William Lagos, vem com 208 páginas e preço convidativo, R$ 16 (em e-book, sai por R$ 10). A capa, claro, também é do filme, com o ator Leonardo Di Caprio — que interpreta o protagonista Jay Gatsby — em destaque.


O Grande Gatsby, publicado originalmente em 1925, conta a história do enigmático Gatsby, proprietário de uma luxuosa mansão em que promove suntuosas festas.  Ele tem uma paixão não resolvida por Daisy (papel de Carey Mulligan no filme), mulher do milionário Tom (Joel Edgerton). Os leitores (e espectadores) são ainda presenteados com um rico retrato dos anos 1920, quando ocorre o choque da modernidade numa geração sob o impacto da guerra e da revolução industrial.

'O Grande Gatsby' em edição bilíngue

03 de maio de 2013 1

Reprodução

É fato que quando um livro vira filme — seja ele um clássico ou a febre do momento — a venda da versão impressa ganha um (bom) impulso nas livrarias. Atenta a esse fenômeno, a editora Landmark acaba de lançar uma nova e primorosa edição da obra-prima de F. Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby, em versão bilíngue português-inglês e, claro, com a capa remetendo ao filme, que tem estreia prevista para junho nos cinemas brasileiros.


Considerado um dos melhore romances de língua inglesa do século 20 e o "grande romance americano", O Grande Gatsby descreve a vida da alta sociedade, ambientado em Nova York e no litoral de Long Island, durante o verão de 1922, com uma aguda reflexão crítica. Além de destacar uma sociedade obcecada por riqueza e status, o romance também apresenta os problemas da economia durante a Primeira Guerra Mundial, a proibição de bebidas alcoólicas, o aumento do crime organizado com o contrabando de bebidas, surgimento de novos milionários e a história de amor entre Jay Gatsby e Daisy.

Gatsby e Daisy se conhecem cinco anos antes do começo da história. Ela é uma bela jovem da Louisiana e Gatsby, um jovem oficial da marinha sem qualquer riqueza, e ambos se apaixonam. Porém, enquanto Gatsby cumpre seu dever como oficial na Primeira Guerra, Daisy se casa com o bruto, intolerante, mas milionário Tom Buchanan. Após o término da guerra, Gatsby se dedica inteiramente a reconquistar o amor de Daisy. Para isso, busca fazer fortuna a qualquer preço e promove muitas festas, na esperança de que ela compareça. A história é contada através dos olhos do amigo e vizinho onipresente de Gatsby, Nick Carraway, que mora em uma casa humilde próxima a mansão e se indaga sobre a exuberância, prepotência e falta de cultura das demais personagens.

A obra teve seis adaptações para o cinema, sendo a primeira de 1926 e a mais recente, em vias de estrear por aqui, a de Baz Luhrmann, com os atores Leonardo Dicaprio (Jay Gatsby), Carey Mulligan (Daisy Buchanan), Tobey Maguire (Nick Carraway) e Joel Edgerton (Tom Buchanan) no elenco.

A edição da Landmark vem com 224 páginas e preço de capa de R$ 30. Há ainda uma versão em e-book, por R$ 9,80.

Volta ao mundo com Monteiro Lobato

16 de abril de 2013 0

Reprodução

Que tal dar a volta ao mundo em 252 páginas? Ficou interessado? Então, embarque em Geografia de Dona Benta, livro do grande escritor brasileiro Monteiro Lobato que acaba de ganhar uma nova edição pela Globinho, com 252 páginas e preço de R$ 48.

Talvez menos conhecido do que títulos como Reinações de Narizinho e Caçadas de Pedrinho, esse é um dos livros infantis do autor que, também com a presença do pessoal do sítio, abordaram temas escolares de forma pra lá de divertida — e inovadora. Para se ter uma ideia, na época em que Geografia de Dona Benta foi publicado pela primeira vez, em 1935, ainda faltavam mais de três décadas para o homem pisar na lua, mas ele já havia levado, nas suas histórias, Emília e companhia para observar o mundo de lá e, a partir daí, explorar cada pedacinho do planeta Terra.

Nesse livro, Lobato apresenta os estados, países, continentes, habitantes, costumes e como as pessoas se organizam em seus territórios, mas também fala sobre as guerras que aconteceram, as atitudes dominadores dos líderes de algumas nações e as disputas pelo poder. Essa maneira de escrever para crianças nada tinha a ver com a linha adotada pelas escolas da época, mas o escritor defendia que a inteligência das crianças funciona melhor quando guiada pela imaginação. Assim, a bordo de um navio de faz de conta, Emília, Narizinho, Pedrinho, Visconde, Dona Benta, Tia Nastácia e Quindim embarcam numa viagem divertida, cheia de aventuras e aprendizagem sobre a geografia do planeta.

Nesta nova edição, o texto original do autor foi mantido, passando por atualização ortográfica. A obra também ganhou comentários redigidos por geógrafos que explicam e atualizam as informações fornecidas por Lobato em 1935. O livro traz ainda um conjunto de mapas para que o leitor localize as regiões citadas no texto e possa perceber as transformações no espaço geográfico.

As ilustrações são de Roberto Fukue.



Hoje é noite de 'Dom Quixote' no Órbita

11 de março de 2013 0

(ilustração de Gustave Doré, reprodução)

O bate-papo Órbita Literária, que retomou suas atividades na semana passada, realiza hoje seu segundo encontro de 2013. A partir das 20h30min, na Do Arco da Velha Livraria em Café, estará em pauta um grande clássico da literatura mundial: Dom Quixote, de Miguel de Cervantes.

Considerado um dos maiores expoentes da literatura espanhola, Dom Quixote de La Mancha foi publicado pela primeira vez há cerca de 400 anos, dividido em duas partes: a primeira foi lançada em 1605, e a segunda, apenas 10 anos depois, em 1615.

Ironizando os romances de cavalaria, muito comuns na época, Cervantes criou seu protagonista, o Dom Quixote do título, um fidalgo que perde a razão após ler numerosas histórias do gênero — e acaba acreditando estar vivendo uma dessas aventuras.

Acompanhado pelo fiel Sancho Pança e montando o cavalo Rocinante, ele parte pelas terras de La Mancha, da Catalunha e de Aragão, enfrentando perigos imaginários — uma das imagens sempre lembradas quando se fala do romance é o "cavaleiro" enfrentando moinhos de vento, acreditando, em seus delírios, estar lutando contra gigantes. Ele também crê que uma humilde tratadora de porcos é sua amada, a nobre Dulcinéia.

Para conduzir as discussões sobre Dom Quixote, o convidado da noite será o escritor Uili Bergamin. A Órbita tem entrada franca.

Efeméride do dia

26 de fevereiro de 2013 0

Reprodução

Hoje é dia de lembrar do escritor francês Victor Hugo, nascido a 26 de fevereiro de 1802, em Besançon.

Em meio à sua vasta obra, destaque para Os Miseráveis — cuja mais recente adaptação cinematográfica (foto abaixo), em formato de musical, levou no último domingo o Oscar de melhor atriz coadjuvante, maquiagem e efeitos sonoros — e para O Corcunda de Notre-Dame.

Precoce, aos 15 anos ele teve um de seus poemas premiado pela Academia Francesa. Dois anos depois, fundou com seus irmãos a revista Le Conservateur Littéraire, e tabmém ganhou o concurso da Académie des Jeux Floraux. Seu primeiro livro, Odes e Poesias Diversas, surgiu em 1821, aos 19 anos, e um ano depois publicou seu romance de estréia, Hans da Islândia.

O romance Notre-Dame de Paris, ou O Corcunda de Notre-Dame, foi publicado em 1831. A história de amor entre o corcunda Quasímodo e a cigana Esmeralda é considerado seu maior romance histórico, e ajudou a definir o formato de exploração ficional do passado que acabou por marcar o romantismo francês.

Os Miseráveis, por sua vez, começou a ser planejado nos anos 1830, mas só teve sua primeira edição em 1862. Apesar de ter uma recepção hostil da crítica na ocasião, o livro logo se mostrou popular — e assim permanece até hoje, continuando a render adaptações para o teatro, a televisão e o cinema.

Universal Pictures, divulgação


Oscar para clássicos e modernos

25 de fevereiro de 2013 0

Reproduções

A 85ª cerimônia do Oscar, realizada na noite de ontem, premiou, como já é de praxe, vários filmes inspirados em livros — a começar pelo troféu mais cobiçado, o de Melhor Filme, que foi para Argo, de Ben Affleck, longa baseado em Argo — Como a Cia e Hollywood Realizaram o Mais Estranho Resgate da História (Intrínseca, 256 páginas, R$ 19,90), de Antonio Mendez e Matt Baglio.

Argo, que narra a história real de um plano da CIA para resgatar seis americanos refugiados na casa do embaixador do Canadá em Teerã, durante a crise dos reféns no Irã em 1979, levou ainda os troféus de Roteiro Adaptado e Montagem.

Outro dos prêmios principais, o de Direção, foi para Ang Lee, por As Aventuras de Pi. O livro que deu origem ao longa, do escritor Yann Martel, inicialmente se chamava A Vida de Pi, e ainda pode ser encontrado com esse nome, mas já existe uma versão com o nome igual ao do filme (Nova Fronteira, 424 páginas, R$ 34,90). A Vida de Pi conta a história de Pi Patel, um menino indiano, meio cristão, meio muçulmano e meio hindu, que acaba se vendo à deriva no mar, em um bote, na companhia de um tigre, um orangotango, uma zebra e uma hiena. O longa também levou os prêmios de Fotografia, Trilha Sonora e Efeitos Visuais.

Já o troféu de Melhor Atriz foi para Jennifer Lawrence, por seu papel em O Lado Bom da Vida, filme baseado no romance homônimo de Matthew Quick (Intrínseca, 256 páginas, R$ 24,90). Na história, o ex-professor de história Pat Peoples acaba de sair de uma instituição psiquiátrica e conhece Tiffany (personagem de Jennifer no filme).

Indo do moderno ao clássico, Anne Hathaway foi eleita Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel em Os Miseráveis, adaptação da obra do francês Victor Hugo. O livro tem várias versões em português, a maioria delas condensada; a dica, para quem gosta de versões integrais, é conferir a história de Jean Valjean na edição em dois volumes da Cosac Naify (R$ 119). No Oscar, o musical levou ainda os troféus de Maquiagem e Efeitos Sonoros.

Mesmo sem ser um dos troféus mais badalados, vale destacar o prêmio de Melhor Figurino para Anna Karenina, baseado no romance homônimo do russo Leon Tolstoi. Na história, uma mulher escapa das restrições e do tédio do seu casamento por meio de um romance com um charmoso soldado. Entre as edições em português, com o nome de Ana Karenina (com um "n" só), está a da coleção Clássicos de Bolso da Ediouro, por R$ 22,90.



Caixas de clássicos em versão pocket

23 de fevereiro de 2013 0

Saraiva, reprodução

Para quem gosta de ler, na sequência, mais de um livro do mesmo autor ou tema, a dica são os recém-lançados boxes da Saraiva Bolso, em parceria com a editora Nova Fronteira.


Ao todo, são quatro caixas, cada uma com três ou quatro pocket books. Duas delas reúnem obras que circulam em torno dos mesmos temas, Do Amor e Sobre o Homem, e outras duas trazem títulos do mesmo autor: Jane Austen e Machado de Assis.

Na caixa Do Amor, que custa R$ 49,90, você encontra Madame Bovary, do francês Gustave Flaubert; A Mão e a Luva, do brasileiro Machado de Assis; e O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë.

Já a caixa Sobre o Homem (a única que não tem imagem aí acima) custa R$ 39,90 e traz A Náusea, de Jean-Paul Sartre; O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson; e O Deserto dos Tártaros, de Dino Buzzati.

Jane Austen Fundamental, que igualmente custa R$ 39,90 e reúne Orgulho e Preconceito; Razão e Sentimento e Emma.

Por fim, o box Machado de Assis Fundamental, ao preço de R$49,90, traz os clássicos romances brasileiros Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba, além da antologia Seus Trinta Melhores Contos.

Cinco livros que 'ganharam' o Oscar

21 de fevereiro de 2013 0

Cena de 'Rebecca', de Hitchcock, baseado em romance de Daphne Du Maurier (fotos reprodução)

A literatura sempre foi terreno fértil também para o cinema. E não foram poucas as produções que acabaram ganhando um (ou vários) Oscar ao transporem para as telas histórias saídas das páginas dos livros.

Neste post, você vai conferir cinco filmes baseados em livros que levaram a estatueta máxima, a de Melhor Filme.

1941: na 13ª edição do Oscar, o thriller psicológico Rebecca (foto acima), dirigido por Alfred Hitchcock, saiu consagrado da cerimônia do Oscar, para o qual teve 11 indicações. Venceu em duas categorias: Melhor Filme e Melhor Fotografia em Preto e Branco. O filme, que conta a história de uma jovem atormentada pela lembrança da primeira mulher de seu marido, foi baseado no romance homônimo escrito por Daphne Du Maurier, publicado em 1938. Uma curiosidade: esse foi também o filme de abertura do primeiro Festival de Berlim.

1949: um longa baseado num clássico da literatura universal foi o vencedor da 21ª edição da premiação maior do cinema: Hamlet, dirigido e protagonizado por Laurence Olivier. O filme, baseado na clássica peça homônima de William Shakespeare, foi o primeiro filme britânico a ganhar o Oscar de Melhor Filme, e levou ainda o troféu de Melhor Ator. Também fez bonito no Festival de Veneza, onde levou o Leão de Ouro.

1957: o 29º Oscar de Melhor Filme foi para outro clássico, A Volta Ao Mundo em 80 Dias. O longa de aventura, dirigido por Michael Anderson, Kevin McClory e Sidney Smith, teve roteiro baseado na obra homônima do escritor francês Júlio Verne. Na trama, o nobre inglês Phileas Fogg faz uma aposta milionária com seus amigos do clube, afirmando que consegue dar a volta ao mundo em exatamente 80 dias. Entre os grandes nomes do elenco, Shirley McLaine e Cantinflas. Além de Melhor Filme, levou também os troféus de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Montagem, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora.

1980: pulando pouco mais de duas décadas, chegamos à 52ª edição do Oscar, em que Kramer vs Kramer (foto abaixo), de Robert Benton, ganhou em cinco categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Dustin Hoffman), Melhor Atriz Coadjuvante (Meryl Streep) e Melhor Roteiro Adaptado. O filme foi baseado no romance homônimo de Avery Corman, que relata a disputa judicial do ex-casal Ted e Joanna Kramer pela guarda do filho, Billy, após a separação.

1991: na 63ª edição do Oscar, o vencedor do troféu de Melhor Filme foi outra adaptação, Dança com Lobos, de e com Kevin Costner. O mix de drama e aventura é baseado num romance de Michael Blake, em que John Dunbar (Costner) é um oficial de cavalaria que, após se destacar como herói na Guerra Civil Americana, vai atuar na fronteira e faz amizade com os índios sioux. Foi indicado a 12 categorias e venceu em sete: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora, Melhores Efeitos Sonoros e Melhor Roteiro Adaptado.

Disputa pela guarda do filho em 'Kramer vs Kramer'

'Hamlet' em quadrinhos

20 de fevereiro de 2013 0

Reprodução

Aumenta cada vez mais a oferta de grandes clássicos da literatura vertidos para o formato de história em quadrinhos. Desta vez, é Hamlet, uma das principais obras de William Shakespeare, cuja versão em HQ sai pela editora Nemo.


É uma boa oportunidade para reler (ou para ter um primeiro contato com) a história do príncipe dinamarquês Hamlet, que, desolado com a morte do rei, seu pai, encontra seu fantasma, que diz ter sido assassinado e pede vingança.

As dúvidas de Hamlet (é dele uma das mais famosas frases da literatura, "ser ou não ser") e seu universo de traições, intrigas e vingança ganharam tradução e roteirização de Wellington Srbek e desenhos de Alex Shibao. O álbum vem com 80 páginas e preço de R$ 42.

Confraria Reinações debate hoje 'A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça'

19 de fevereiro de 2013 1

Reprodução

Uma história sobrenatural escrita há quase 200 anos pelo norte-americano Washington Irving e transformada em filme por Tim Burton em 1999, com Johnny Depp no papel central, será o tema do encontro de hoje da Confraria Reinações Caxias.

O grupo, que se reúne a partir das 19h30min na Do Arco da Velha Livraria e Café (Rua Os 18 do Forte, 1.690), em Caxias do Sul, vai discutir o livro infanto-juvenil A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, cuja primeira edição data de 1820.

Na trama, Ichabod Crane (que, na versão cinematográfica, ganhou as feições de Depp) é um supersticioso mestre-escola que, ao sair de uma festa na casa do rico fazendeiro Baltus Van Tassel, é perseguido pelo Cavaleiro Sem Cabeça, suposto fantasma de um soldado que teve a cabeça arrancada por uma bala de canhão durante uma batalha e que, segundo a lenda, cavalga em busca de sua cabeça.

Ichabold resolve investigar uma série de assassinatos supostamente cometidos pelo Cavaleiro, enquanto compete com o valentão Brom Bones pela mão da jovem filha do fazendeiro, Katrina (no filme, Christina Ricci), por quem é apaixonado.

O livro tem várias edições no Brasil. A que ilustra este post foi lançada em 2011 pela editora Leya, tem 72 páginas e preço de R$ 15,90.

O encontro da Confraria, que tem participação gratuita e aberta a todos os interessados (tenham ou não lido o livro), será coordenado por Dangelo Muller.