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Posts na categoria "curiosidade"

Livro livre parisiense

26 de março de 2014 1
Fotos Stela Michielin, divulgação

Fotos Stela Michielin, divulgação

Olhem só o que a professora de francês Stela Michielin, da Aliança Francesa de Caxias do Sul, encontrou no saguão de um cinema de Paris: uma espécie de “livro livre”, como o promovido pela biblioteca caxiense.

Na versão francesa, há uma estante com obras que podem ser levadas, uma caixa para deixar as doações e um quadro que explica a filosofia do projeto. “Que cada um jogue o jogo, e nossa biblioteca dará vida aos livros amados e permitirá a descoberta de novos livros para amar”, finaliza o texto.

Um bom exemplo de que iniciativas pró-cultura não precisam, necessariamente, partir apenas do poder público.

Keep calm and... leia mais!

08 de julho de 2013 0

Reprodução do Facebook

Em meio a tantas coisas que pipocam no Facebook, achei interessante a iniciativa da página do Grupo Editorial Record, que publicou a imagem ao lado, conclamando seus seguidores a lerem as obras da escritora inglesa Jane Austen.


No post, foram destacadas várias qualidades da prosa de Austen, morta há cerca de dois séculos: a linguagem precisa, o humor e, principalmente, a aguda percepção da sociedade inglesa do seu tempo, na virada do século 18 para o século 19.

Claro que a editora lembra a escritora porque publica seus livros, mas ainda assim a iniciativa é válida. E fiquei feliz em ver o resultado: em uma hora, o post havia recebido 112 curtidas e tido 50 compartilhamentos; em duas horas, completadas há pouco, eram 118 curtidas e 96 compartilhamentos.

Sinal de que a boa literatura ainda atrai quem circula pelas redes sociais.

Os outros 'Hobbits'

17 de dezembro de 2012 1

Reproduções

Um fenômeno que já aconteceu antes com livros como O Código Da Vinci, de Dan Brown, e A Cabana, de William P. Young, vem se repetindo com O Hobbit, de J.R.R. Tolkien: o surgimento de títulos que pegam “carona” no sucesso do momento.


No caso de O Código Da Vinci e A Cabana, os livros que procuravam explicar os originais ou tirar deles as mais variadas teorias surgiram logo após seu lançamento e sucesso. Já com O Hobbit, isso acontece mais fortemente agora, com a chegada aos cinemas do tão esperado filme que antecede as aventuras da trilogia O Senhor dos Anéis, que por sua vez viraram filmes há quase uma década.

Assim, além de novas edições do texto original de Tolkien – inclusive com a capa do filme, da Wmf Martins Fontes, com 320 páginas e preço de R$ 39,80 -, podem ser encontradas nas livrarias várias edições, digamos, “correlatas”. Confira algumas delas:

O Hobbit – Uma Jornada Inesperada – Guia Ilustrado, de Jude Fisher, também da Wmf Martins Fontes. Com base na versão cinematográfica do livro de Tolkien, é uma edição ilustrada e em cores traz uma apresentação detalhada dos personagens e dos lugares que compõem o fabuloso universo de O Hobbit. 80 págins, R$ 49,90.

O Hobbit – de A a Z , de Sarah Oliver. Editora Universo dos Livros. O livro promete mostrar tudo o que está por trás das gravações de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Como foi criar um Condado da Terra Média em plena Nova Zelândia? Como foi convencer os índios maori a permitirem que sua terra sagrada fosse a Montanha Sombria? E como foi interferir na história original criando uma personagem feminina inédita? 216 páginas, R$ 29,90.

Explorando o Universo do Hobbit – Mensagens Secretas, Curiosidades e a Filosofia da História na Terra Média, de Corey Olsen. Editora Lafonte. Escrito por um professor de literatura, promete desvendar “todos os códigos secretos e as influências, a história da  criação do livro e a filosofia que permeia” o livro de Tolkien. A análise inclui desde a alegria dos elfos e o comportamento sombrio dos anões até a natureza do bem e do mal e o livre arbítrio. 288 páginas, R$ 29,90.
 
O Hobbit e a Filosofia, de Gregory Bassham e Eric Bronson. Editora Best Seller. O livro aborda questões filosóficas relacionando-as com o universo criado por Tolkien: as caminhadas nos ajudam a compreender melhor a vida? O que realmente significa possuir algo? Uma pessoa tem direito de decidir o futuro de outra? 289 páginas, R$ 29,90.

Encontrando Deus Em o Hobbit, de Jim Ware. Editora Thomas Nelson Brasil. Nesse livro, o autor pretende mostrar os ensimanentos cristãos que estariam presentes no clássico de Tolkien, e como pessoas comuns passam por momentos que fazem com que notem a existência de um plano maior. 200 páginas, R$ 29,90.

Tem aquele livro de capa amarela?

15 de dezembro de 2012 1

Renato Rocha Miranda, TV Globo

O macaco Xico da foto acima — lembra dele na novela Caras & Bocas? — é só para ilustrar o tema deste post: os micos que todos nós, vez por outra, pagamos nas livrarias.


Em matéria que assino na revista Almanaque que circula neste final de semana, encartada no jornal Pioneiro, alguns livreiros contam os melhores “causos” que eles já presenciaram, como os leitores que querem “o livro que saiu no jornal no final de semana” ou “aquele de capa amarela, com um casal na capa”.

Mas esses são só algumas das divertidas e deliciosas historinhas — algumas protagonizadas pelos próprios livreiros, que, claro, também se enganam às vezes.

Quer saber mais? Corre ler a matéria! E aproveite para contar aqui no blog, nos comentários, qual foi o maior mico que você já pagou numa livraria.

Mais leitura, penas menores

04 de dezembro de 2012 1

Reproduções

Achei muito interessante a informação, que li na revista Veja desta semana, de que a vara criminal de Joaçaba, em Santa Catarina, decidiu que os presos que lerem obras de autores como o russo Fiódor Dostoiévski e o inglês William Shakespeare terão suas penas reduzidas.

Não sei se a literatura pode ser o fator de redenção dos detentos, mas, com certeza, é muito melhor eles ocuparem o tempo que atrás das grades lendo os clássicos do que ociosos. E, quem sabe, esses livros possam interessá-los em outras leituras e no estudo em geral, o que pode redundar, sim, num futuro diferente quando retornarem à liberdade.

Vale lembrar que, entre as obras de Dostoiévski, estão títulos bem apropriados à situação, como Crime e Castigo, e entre os de Shakespeare, opções como Macbeth, que também trata de crime (e castigo).

Bom, muito bom

01 de junho de 2012 0

É bom saber que, em tempos de pouca leitura e muita rede social, esta última também pode servir como um incentivo ao contato com os livros.

Digo isso porque fiquei muito feliz ao ver que hoje, até a metade da tarde, um dos “trendin topics” do Twitter – ou seja, dos assuntos mais comentados na rede de microblogs – era a leitura. A hashtag #JunhoSK, criada pelo site Skoob, uma espécie de rede de relacionamentos virtual voltada a quem gosta de ler, ficou entre as “10 mais” por várias horas.

Tudo porque os usuários twitaram respondendo à pergunta “O que você está lendo?”, adicionando, ao final, essa hashtag. Chequei agora e vi que ela já não está mais entre os primeiros, mas, mesmo assim, foi uma boa notícia para iniciar o mês.

E você, o que está lendo? Acabei de dar a minha resposta lá no Twitter…

Best-seller erótico

23 de maio de 2012 0

 

Reproduções

Não sei como vai ser no Brasil, onde a trilogia deve ser lançada em setembro, segundo o site do jornal O Globo, mas nos Estados Unidos o primeiro livro da série erótica  Fifty Shades of Greyda britânica E.L. James, vendeu mais de 10 milhões de cópias em apenas um mês e meio.

Os livros – o segundo é Fifty Shades Darker e o terceiro, Fifty Shades Freed – contam as aventuras sexuais da estudante Anastasia Steele e do empresário Christian Grey, e sua escrita teria começado em um blog, como uma paródia de Crepúsculo. A história cresceu, conquistou uma editora e acabou virando best-seller erótico.

Outra curiosidade: antes de atrair a atenção dos editores norte-americanos (que até agora só publicaram em papel o primeiro livro), as obras foram editadas por uma pequena editora australiana e viraram febre como livro eletrônico.

No Brasil, os livros – que mundo afora ganharam o apelido de “pornô para mamães” – sairão pela editora Intríseca, ainda segundo o site de O Globo.

As leituras de Tufão, de 'Avenida Brasil'

14 de maio de 2012 0

Site de Avenida Brasil, Reprodução

Já que aquilo que aparece na telinha vira febre nacional, fico torcendo para que o o bom exemplo do personagem Tufão, um ex-jogador de futebol interpretado por Murilo Benício, também seja notado — e seguido.

Como mostra a foto acima, Tufão tem aparecido várias vezes na trama de Avenida Brasil, novela das nove da Globo, com um livro na mão, e chega a conversar sobre as leituras com a esposa, a megera Carminha, personagem de Adriana Esteves.

E as obras citadas como leituras do ex-craque são de alto nível, incluindo os clássicos A Metamorfose, do tcheco Franz Kafka, e Madame Bovary, do francês Gustave Flaubert.

A conferir se a procura por essas leituras vai crescer nas livrarias, assim como crescem as demandas por esmaltes e batons usados pelas atrizes.