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Posts na categoria "ficção científica"

'Under the Dome' na Globo, a partir de segunda

27 de junho de 2014 0
CBS, divulgação

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Enquanto o público norte-americano conta as horas para a estreia da segunda temporada de Under the Dome, que ocorre segunda-feira no canal CBS, aqui no Brasil a primeira temporada da série baseada na obra de Stephen King volta a ser apresentada, também nesta segunda, desta vez na TV aberta.

A Globo anunciou que exibirá os episódios de segunda a sexta, após o Jornal da Globo. Na emissora, a série ganhou o subtítulo Prisão Invisível — para quem não sabe, a trama se passa em uma cidadezinha que, repentinamente, é cercada por um domo, uma espécie de campo de força invisível. No canal pago TNT, que exibiu ano passado essa mesma temporada, o subtítulo era Ninguém Entra, Ninguém Sai.

E quando a segunda temporada chega por aqui? Bom, por enquanto, não encontrei nenhuma notícia sobre isso no site do TNT. Assim que eu souber de algo, compartilho — até porque, com a exibição em canal aberto do início dessa ótima história de Stephen King, certamente o número de fãs da série irá crescer.

***

Para quem quiser saber mais sobre Under The Dome, alguns links de postagens anteriores:

- Primeiro post sobre a série, quando ela foi exibida no TNT

- Alguns personagens

- Resenha do livro

Huxley, sempre fundamental

20 de fevereiro de 2014 0
Reproduções

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Quem ainda não leu Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, tem agora uma nova oportunidade de conferir esse clássico sobre um estado autoritário e controlador, publicado em 1932. O livro é uma das três obras do autor que acabam de ganhar reedição, com nova identidade visual, pela Biblioteca Azul. Os outros dois, que também têm as capas reproduzidas acima, são Contraponto e Contos Escolhidos.

Em Admirável Mundo Novo (312págs., R$ 39,90), encontramos um mundo futurístico em que tudo é controlado cientificamente, até a reprodução humana. A tecnologia e a racionalidade se tornaram a nova religião, e a ciência está acima de tudo. Uma droga consumida por todos ajuda a evitar dissidências, mas quando um dos cientistas tem contato com os moradores da Reserva Selvagem, onde ainda vivem como antigamente (inclusive têm filhos de forma natural, o que não mais acontece na nova sociedade), ele começa a questionar certos valores tidos como certos. 

Contraponto (688págs., R$ 59,90) mostra o desencontro entre as pessoas, a frieza nas relações, a dificuldade de expressão, e o mundo avassalador que incita os homens e ao mesmo tempo os afasta. O mosaico de personagens é agrupado em núcles, que vão de uma aristocracia decadente a ricos emergentes na sociedade inglesa do início do século 20. 

O terceiro livro, Contos Escolhidos  (548págs., R$ 59,90), reúne 21 contos nos quais é possível reconhecer a semente daquilo que, nos romances posteriores, iria caracterizar o típico narrador huxleyano: a crítica à afetação intelectual da elite inglesa e a exposição do tédio e do vazio de uma vida desprovida de sentido prático em tempos difíceis.

Ah: os três livros também têm versões em e-book, com preços de R$ 27,90 para Admirável… e de R$ 41,90 para cada um dos outros dois.

Perdeu o episódio 9 de 'Under the Dome'? Tem reapresentação hoje

03 de janeiro de 2014 1

 

CBS, divulgação

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Aconteceu comigo na semana passada: perdi o capítulo da semana do seriado Under The Dome, apresentado às segundas-feiras no canal TNT, mas descobri que ele é reapresentado às sextas, no mesmo canal (embora em outro horário).

Por isso, deixo a dica àqueles que, como eu, ficaram “viciados” na série baseada no livro homônimo de Stephen King. Daqui a pouquinho, às 21h45min, tem o episódio 9, que traz duas grandes revelações: Angie também tem uma ligação com o domo, enquanto uma nova personagem entra em cena, mostrando que Big Jim e Barbie têm algo em comum…

Resenha: ‘Novembro de 63’

29 de dezembro de 2013 0
Reprodução

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O que você mudaria se tivesse a oportunidade de retornar ao passado? Com certeza, todos já pensaram que seria bom poder voltar no tempo e “consertar” algum erro, talvez até mesmo evitar uma grande tragédia. Pois essa oportunidade é dada ao professor Jake Epping, protagonista de Novembro de 63 (Suma de Letras, 727 págs., R$79,90), de Stephen King, quando ele é chamado até uma lanchonete local, da qual o dono parece ter envelhecido do dia para a noite.

Al, o proprietário, leva Jake até a despensa da lanchonete e lhe mostra que ali há uma espécie de buraco no tempo, ou “toca de coelho”, como ele a chama. Só que o lugar a que essa “toca” leva não é o País das Maravilhas, mas sim ao dia 9 de setembro de 1958, mais precisamente às 11h58min desse dia.

Embora Jake tenha visto Al na noite anterior, este lhe explica que acaba de voltar de quatro anos vividos no passado – no presente, entretanto, cada “viagem” dura apenas dois minutos. Enquanto esteve na Terra de Antigamente, Al adoeceu, por isso quer passar para Jake a missão que não conseguiu concluir: evitar o assassinato do presidente John F. Kennedy, ocorrido em Dallas a 22 de novembro de 1963 (daí o nome original do livro, 11/22/63).

Inicialmente, o professor acha que é tudo loucura. Ele desce pelo portal do tempo e passa uma hora no passado, vê que aquilo é real, mas a princípio não tem vontade nenhuma de passar cinco anos no passado esperando chegar a data fatídica – afinal, a cada vez que entrar pela toca, será sempre 9 de setembro de 1958, e tudo que ele tiver eventualmente mudado no passado reiniciará do zero, sem que nenhum envolvido — a não ser ele próprio — se lembre de nada.

Entretanto, Jake se lembra de uma redação que leu tempos antes, de um aluno já idoso, que contava como sobreviveu à noite em que o pai massacrou toda a família. E esse crime, coincidentemente, aconteceu em 1958, na noite do Halloween. Incentivado pela possibilidade de evitar a tragédia na família de Harry Dunning, Jake parte para o passado, adotando o nome de George Amberson e instalando-se na pacata cidadezinha de Jodie para esperar novembro de 1963 chegar.

Enquanto os anos passam, ele reaprende a viver sem tecnologia, envolve-se com as pessoas da época e precisa cuidar com o que fala. Mais do que tudo, porém, Jake/George precisa vencer a resistência do passado, que não pode ser mudado — e aprender a conviver com a consequência que os mínimos atos que fizer podem causar…

Apesar de extenso, o livro é daqueles que faz virar madrugadas, sempre com uma nova reviravolta, um novo conflito. Se J.F.K. estará vivo ao final da trama, como mostra a contracapa do livro? Bem, isso vocês vão ter de ler para descobrir.

 

Daqui a pouco tem 'Under the Dome'...

09 de dezembro de 2013 0

É segunda-feira e eu não podia deixar passar sem lembrar: logo mais, às 22h30min, tem mais um episódio de Under the Dome, baseado na obra do escritor Stephen King, no TNT.

Na semana passada, os militares lançaram um míssel contra o domo, que continuou intacto. Além disso, pensando que todos iriam morrer, Big Jim soltou a namorada do filho, Jim Júnior, que o rapaz estava mantendo presa num abrigo subterrâneo. O líder político local também mostrou que não admite ameaças, fazendo o reverendo ser morto pela energia do domo.

E hoje, o que irá acontecer? Mesmo já tendo lido o livro, alguns anos atrás, estou curiosa… E, cada vez mais, fico tentada a voltar ao livro para ver se o seriado está sendo fiel a ele, ou o que está sendo modificado.

Por enquanto, vou me contentar mesmo em conferir o capítulo de hoje.

Terceiro episódio de 'Under The Dome'

18 de novembro de 2013 0
CBS, divulgação

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Só para lembrar: hoje, às 22h30min, no TNT, tem o terceiro episódio da versão televisiva de Under The Dome, baseado no romance homônimo de Stephen King.

Depois de a trama pegar fogo (literalmente) na semana passada, estou curiosa para conferir os desdobramentos desta noite. Como quem acompanhou os primeiros episódios pôde conferir, a tensão em Chester’s Mill vem num crescendo, e os mistérios também aumentam, como a questão do propano e quem seria o responsável pela redoma — tá, como eu li o livro, eu sei as respostas, mas é claro que não vou contar por aqui…

Para quem não quer esperar o final da série, que já teve sua segunda temporada anunciada nos EUA, minha dica é recorrer ao livro, que em português ganhou o título de Sob a Redoma. Com 720 páginas e edição da Suma de Letras, ele custa em média R$ 79,90.

A bola de cristal de Júlio Verne

08 de fevereiro de 2013 1

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Que a ficção espelha a realidade, é algo sabido de leitores e escritores. No caso da literatura feita pelo francês Júlio Verne, cujo aniversário de nascimento se comemora hoje — ele nasceu a 8 de fevereiro de 1828, em Nantes —, entretanto, pode-se dizer que ela conseguiu uma outra façanha: antecipar a realidade.


A bola de cristal do título, é claro, é uma brincadeira, mas se houve até hoje algum escritor que a possuísse, esse escritor foi Verne. Afinal, alguém mais sonharia, 100 anos antes de Neil Armstrong pisar na lua, que um dia o homem concretizaria essa façanha? Pois em 1869 o francês publicou Viagem ao Redor da Lua, antecipando o tema em exatamente um século — foi em 1969 que Neil Armstrong e Buzz Aldrin deram o “pequeno passo para um homem, mas um grande passo para a humanidade”.

Verne também levou seus leitores a darem A Volta ao Mundo em 80 Dias (1872), a passarem Cinco Semanas num Balão (1863), a mergulharem nas Vinte Mil Léguas Submarinas (1870), a fazerem uma Viagem ao Centro da Terra (1864) e, até mesmo, a um brasileiríssimo passeio n’A Jangada (1880) — esse último, ambientado na Amazônia, descobri no ano passado, para minha grande surpresa, pois não sabia que ele havia escrito sobre o Brasil (onde nunca esteve, como também não esteve na lua ou no centro da terra…).

E esses são só alguns dos exemplos da vasta obra desse escritor de olhar visionário, considerado o precursor da chamada ficção científica, que se caracteriza justamente por essa antecipação da realidade e das tecnologias futuras por meio da imaginação. Com mais de 100 títulos, seus livros estão entre os mais traduzidos do mundo: haveria versões em 148 línguas!

Só para citar alguns outros exemplos de obras do autor além das suas Viagens Extraordinárias (que incluem os livros citados acima), vale lembrar Uma Cidade Flutuante (1871), A Ilha Misteriosa (1873-1875), Um Capitão de Quinze Anos (1878), A Escola dos Robinson (1882), O Raio Verde (1882) e Dois Anos de Férias (1888), outros ótimos representantes do talento desse magnífico autor — que também teve vários títulos transformados em filmes.

***

Importante: a dica de fazer uma “efeméride do dia” sobre Júlio Verne foi da leitora Marisa Oliveira, leitora assídua aqui do blog. Obrigada, Marisa! E todos os leitores que tiverem dicas, sempre bem-vindas, podem enviá-las para o meu e-mail, maristela.deves@pioneiro.com.

Resenha: 'As Mitologias Roubadas - Os 12 Trabalhos'

05 de fevereiro de 2013 2

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Embora muitos leitores brasileiros insistam em não ler autores nacionais – a velha história de que santo de casa não faz milagre -, nós temos, sim, vários bons escritores, muitos dos quais, infelizmente, seguem ignorados pelo grande público. Há pouco, descobri um deles, que ainda não conhecia: o mineiro radicado em Porto Alegre Giancarlo Carvalho Borges, autor do ótimo livro As Mitologias Roubadas – Os 12 Trabalhos (Literalis, 360 páginas, R$ 44), lançado ainda em 2007.


A trama de As Mitologias… se passa em Nova Porto Alegre, uma capital gaúcha reconstruída, no ano de 2070. Tudo começa quando a Biblioteca Pública é parcialmente destruída, de forma misteriosa, e tem um livro sobre mitologia roubado. No que restou de uma parede, uma estranha e enigmática mensagem é deixada esculpida. O jovem Felippe Valenti, estagiário da biblioteca, acredita que a mensagem foi deixada para ele, e, quando descobre que seu pai desapareceu, resolve seguir as pistas e decifrar os enigmas para poder salvá-lo.

Com a ajuda do amigo Hiro, ele parte numa aventura perigosa e fantástica, sendo obrigado a reconstruir os 12 trabalhos do herói grego Hércules – ao mesmo tempo em que cultua a memória de um antigo herói local, Gustav Côrtes, conhecido como O Laçador e que desapareceu 15 anos antes, sendo dado como morto, após ajudar a reconstruir a cidade que havia sido arrasada por uma enchente.

Mesmo apresentando uma Porto Alegre futurística e mesclando elementos mitológicos e de ficção científica à história, Giancarlo Borges consegue também traçar um belo panorama da cidade atual, com seus prédios históricos e belos monumentos, que muitas vezes passam despercebidos por quem transita pelas ruas da capital.

Em alguns momentos, as descrições desses locais cansam um pouco, quase caindo no didatismo, mas, ao mesmo tempo, servem como uma espécie de respiro para a ação e o suspense intensos que marcam a maioria das páginas.

O resultado final é um livro ágil, que convida à leitura e cativa o leitor, levando-o a querer ler sempre um pouquinho mais. Quando a história termina, fica uma sensação quase que de perda: a vontade era acompanhar mais aventuras da dupla de adolescentes por quem se torceu por três centenas e meia de páginas…

Balanço de leituras

01 de setembro de 2012 1

 

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Queria ter feito este post quando o ano chegou à metade, mas, como deixei passar a data, esperei por agora, quando se passaram já dois terços de 2012. É um pequeno balanço das leituras dos últimos meses, embora eu já não seja tão metódica em anotar os títulos lidos como fazia anos atrás.

Alguns são lançamentos, muitos são livros que eu já tinha na estante e, por isso, são de anos atrás. Também há livros infanto-juvenis, porque, mesmo crescidinha, continuo gostando desse gênero. De alguns já falei por aqui antes, mas mesmo assim vou dar um pequeno resumo de cada que pode servir como dica de leitura. Vamos, então, à lista:

1. A Menina que não Sabia Ler, de John Harding: embora a história se inicie num tom leve, em que a menina Florence conta que aprendeu a ler escondida e sozinha porque seu tio e tutor achava que mulheres não deviam saber decifrar os livros. Logo, no entanto, a história toma um tom sombrio, lembrando muito A Volta do Parafuso, de Henry James.

2. Você Pode Guardar um Segredo?, de Pedro Guerra: esse romance policial marca a estreia de um jovem escritor caxiense, numa trama bem elaborada passada numa fictícia cidade americana.

3. A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Záfon: posso dizer, sem dúvida, que este é um dos melhores livros que já li. O autor espanhol constrói uma trama repleta de suspense, numa história que começa quando o jovem Daniel, então com 10 anos, é levado pelo pai até o Cemitério dos Livros Esquecidos. Lá, encontra um romance de um maravilhoso autor desconhecido. Quando o garoto tenta encontrar outras obras desse escritor, descobre que alguém percorre o mundo queimando seus livros.

4. O Jogo do Anjo, de Carlos Ruiz Záfon: do mesmo autor do anterior, traz uma nova história, desta vez com toques de sobrenatural, em que o escritor David Martín, praticamente na miséria, recebe uma proposta de um homem misterioso para escrever um livro que mudaria o mundo. Alguns cenários de A Sombra do Vento se repetem, bem de passagem: o Cemitério dos Livros Esquecidos e a livraria da família Sempere.

5. O Prisioneiro do Céu, de Carlos Ruiz Záfon: neste livro, as tramas das duas histórias anteriores de Zafón começam a se entrelaçar. Muitas coisas deixadas inexplicadas nos outros dois livros agora ganham sentido. Embora também muito bem imaginado e escrito, no entanto, achei que faltou algo, que a história não me empolgou tanto quanto A Sombra do Vento e O Jogo do Anjo. Vamos ver como será o quarto livro, que deve dar um fecho nas tramas.  

6. Serraria Baixo-Astral, de Lemony Snickert: quarto livro da saga infanto-juvenil Desventuras em Série, traz os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire em mais uma angustiante aventura (ou desventura), desta vez obrigados a trabalhar numa perigosa serraria, enquanto o malvado Conde Olaf continua à espreita.

 

7. Criança 44, de Tom Rob Smith: uma trama que une suspense, medo e traição, passada na União Soviética, num tempo em que qualquer discordância com o governo e a polícia gerava prisão e morte. Depois de mostrar duas crianças caçando um gato para matar a fome numa aldeia ucraniana, a história dá um pulo de 20 anos e vai para Moscou, em que um oficial decide investigar a morte de crianças, embora oficialmente não existam assassinatos no país.

8. Na Ilha do Dragão, de Maristel Alves dos Santos:  um dos livros que eu ainda não havia lido da coleção Vaga-Lume, traz a aventura de uma turma que vai passar um feriado numa ilha. Envolve perigos, sequestro, mostros marinhos e até um tesouro.

9. A Garota de Papel, de Guillaume Musso: um escritor em crise porque foi abandonado pela namorada vê, repentinamente, uma das personagens de seus livros aparecer em carne e osso em sua vida, depois de uma falha na impressão de seu último livro.

10. A Mala de Hana, de Karen Levine: uma comovente história real sobre uma menina judia levada para um campo de concentração. Sua vida é retraçada após pesquisas de uma professora japonesa, cuja escola havia recebido uma mala que pertencera a Hana.

11. Clube Mefisto, de Tess Gerritsen: uma série de assassinatos com toques ritualísticos são o novo desafio da detetive Jane Rizzolli e da médica legista Maura Isler. 

12. Gravidade, de Tess Gerritsen: durante uma missão espacial, os astronautas começam a adoecer e morrer. Os sobreviventes não devem voltar à Terra, para não contaminar outras pessoas. Mas um ex-astronauta faz de tudo para reverter a situação, pois sua ex-mulher, por quem ainda é apaixonado, é uma das pessoas presas na Estação Espacial.

13. Pegasus e o Fogo do Olimpo, de Kate O’Hearn: durante uma tempestade, o mitológico cavalo alado Pegasus cai de repente no prédio onde mora a menina Emily, arrastando-a para uma aventura envolvendo os deuses da mitologia romana.

14. Pegasus e a Batalha pelo Olimpo, de Kate O’Hearn: sequência da história anterior, traz Emily, Pegasus e seus amigos em novas aventuras para proteger o Olimpo.

15. Os Barcos de Papel, de José Maviael Monteiro: outro excelente livro da série Vaga-Lume, traz os amigos Quito, André, Miguel e Josué, que se perdem no interior de uma caverna enquanto a exploram, e acabam em poder de bandidos.

16. A Foto Fatídica, de Ngaio Marsh: embora não tão conhecida como Agatha Christie, Ngaio é outra escritora policial britânica tradicional. Nesse livro, uma cantora de ópera que vinha sendo perseguida por um paparazzi é assassinada, com uma foto atravessada por uma faca em seu peito.

17. Enigma para demônios, de Patrick Quentin: primeiro livro da saudosa série Horas em Suspense (da qual faz parte também o livro anterior). Nele, um homem volta a si após um período em coma e se encontra engessado, deitado em uma cama em uma mansão. Mas ele não reconhece nem sua suposta mãe, nem sua suposta e belíssima esposa. E não acredita que seja quem dizem que ele é, embora não se lembre quem mais possa ser. 

18. O Fantasma da Infância, de Cristovão Tezza: duas histórias paralelas envolvendo protagonistas com o mesmo nome, André Devinne. Um, um escritor frustrado que sobrevive digitando classificados; o outro, um rico assessor político com um passado obscuro.  

19. Uma Aula de Matar, de Ana Arruda Callado: três professores universitários disputam o posto de titular, mas, na véspera da prova, um deles aparece morto na piscina. Todos são suspeitos: os outros dois concorrentes, o rabujento Esteves e a ex-guerrilheira Helena; a mulher traída, a jornalista Marina; a diretora, Ana Lúcia; a amante, Regina; e o ghost writer João Maurício, que circula pelos corredores da faculdade vendendo trabalhos para os estudantes.

20. O Diabo & Sherlock Holmes, de David Grann: no melhor estilo do jornalismo literário, traz histórias de mistérios e crimes reais, reconstruídos com habilidade, desde a morte de um especialista em Sherlock Holmes até um assassino que escondeu pistas dos crimes em um livro.

21. Os Olhos Amarelos dos Crocodilos, de Katherine Pancol: separada e sem dinheiro para criar os filhos, uma mulher aceita a proposta de sua irmã – escrever um livro e deixar a outra publicar em seu nome, fazendo sucesso em seu lugar.

22. Too Late to Say Goodbye, de Ann Rule: a história de um crime real, em que uma mulher é assassinada e o suspeito é seu marido, um dentista visto por todos como amoroso e dedicado, mas com um passado altamente suspeito – uma ex-namorada morreu exatamente da mesma forma.

23. O Romancista Ingênuo e o Sentimental, de Orhan Pamuk: uma reunião de ensaios sobre escrita e literatura do autor de Neve e de Istambul, ganhador do Nobel em 2006.

24. O Cavaleiro Feérico, de Luiz Hasse: outro livro de autor caxiense, que recentemente ganhou sua terceira edição, mescla fantasia medieval, cavalaria e vários outros gêneros numa história sobre um jovem cavaleiro meio humano, meio fada.

25. Ladrão de Olhos, de Jonathan Auxier: um garoto cego mora nas ruas, sobrevivendo de pequenos furtos, até o dia em que rouba uma caixa com três pares de olhos mágicos e vai parar num mundo desconhecido.

Noite de ficção científica

26 de junho de 2012 0

 

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Viagem ao Redor da Lua, Vinte Mil Léguas Submarinas, Viagem ao Centro da Terra e outras obras do escritor francês Júlio Verne, que soube como ninguém antecipar façanhas futuras num tempo em que a tecnologia para tal ainda não estava disponível, serão alguns dos livros que certamente entrarão na pauta do sarau Máquina de Escrever, que ocorre hoje, a partir das 20h, na Do Arco da Velha Livraria e Café (Rua Os 18 do Forte, 1.690), em Caxias do Sul.

Capitaneado pelos escritores (e leitores) Marco de Menezes e Marcos Kirst, com intermediação do jornalista Carlinhos Santos, o encontro promete um panorama da ficção científica, dos seus primórdios até a atualidade. Outro autor que tem lugar garantido nas discussões é o britânico H.G. Wells, autor de clássicos do gênero, como Guerra dos Mundos, O Homem Invisível, A Máquina do Tempo e O Alimento dos Deuses.

Os debates devem passar ainda por nomes como Bioy Casares (um dos preferidos de Kirst), Ray Bradbury e Isaac Asimov (dos preferidos de Menezes), entre vários outros. A relação entre ficção científica e cinema, claro, não ficará de fora.

Ah: dá para participar do encontro gratuitamente, basta aparecer lá na Arco da Velha.