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Posts na categoria "infanto-juvenil"

A estrela sobe

20 de junho de 2014 0
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A tendência da qual eu havia falado aqui semana passada, sobre as vendas do livro A Culpa é das Estrelas terem crescido exponencialmente com a estreia do filme, não apenas confirmou-se como se ampliou nos últimos dias. Na listagem divulgada hoje pelo site Publishnews, o best-seller escrito por John Green aumentou ainda mais a vendagem semanal: foram 38.315 exemplares comercializados de 9 a 15 de junho (haviam sido 32.625 na contagem anterior).

Além de ser o campeão absoluto entre todos os tipos de livro, Green ainda pode comemorar os três primeiros lugares em ficção (além de A Culpa é das Estrelas, no topo, seus Cidades de Papel e O Teorema Katherine ocupam, respectivamente, o 2º e o 3º lugares, com 5.517 e 4.051 exemplares vendidos.

Não bastasse isso, é também dele o campeão de vendas na literatura infantojuvenil, Quem é Você, Alasca?, que vendeu 5.804 livros no período. Quer mais? Bem, dois livros em que ele é coautor, Will & Will (escrito em parceria com David Levithan) e Deixe a Neve Cair (com Lauren Myracle e Maureen Johnson) ocupam a 8ª e a 9ª posição entre os preferidos de ficção.

Alguém duvida que o cenário vai se repetir ainda por várias semanas?

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Cada vez mais nas estrelas

13 de junho de 2014 0
Estreia do filme impulsionou ainda mais a venda do livro de John Green (Fox Filmes, divulgação)

Estreia do filme impulsionou ainda mais a venda do livro de John Green (Fox Filmes, divulgação)

Que o livro A Culpa é das Estrelas é um fenômeno, ninguém duvida. Aqui no Brasil, ele vem se mantendo no topo dos mais vendidos há meses, apenas ocasionalmente cedendo espaço a algum outro fenômeno momentâneo — na lista divulgada em em 16 de maio pelo site especializado Publishnews, a ficção infantojuvenil A Escolha, de Kiera Cass, conseguiu ultrapassar a obra de John Green, que então contabilizava 11.625 exemplares vendidos em uma semana.

Pois depois disso, A Culpa é das Estrelas voltou a brilhar firme e forte no firmamento das leituras, com os números de venda subindo semanalmente: 12.988 exemplares, 17.044, 19.197…

Na listagem divulgada hoje pelo mesmo Publishnews, referente ao período de 2 a 8 de junho, a estrela de John Green brilha ainda mais alto: foram 32.625 livros vendidos, quase o dobro da semana anterior e três vezes e meia a quantidade do segundo colocado, o livro de não ficção Destrua Este Diário, de Keri Smith, que vendeu “só” 9.266 exemplares.

A estreia do filme baseado no livro de Green, ocorrida no dia 5, certamente tem tudo a ver com isso — há inclusive quem tenha tentado ver o longa e encontrado as salas lotadas. Para alegria dos fãs, ele segue em cartaz.

Enquanto isso, os números de A Culpa é das Estrelas seguem crescendo nas livrarias. Para dar uma dimensão maior: no acumulado até aqui, apenas nas livrarias pesquisadas pelo Publishnews, foram 345.169 exemplares vendidos desde janeiro (e muitos outros mais no ano passado).

De carona, os outros títulos do autor também estão sempre entre os “mais mais”. Na listagem geral do ano, Quem é Você, Alasca? está em sétimo, com 73.871 exemplares; Cidades de Papel, em 8º, com 72.793; e O Teorema Katherine, em 9º, com 61.488.

Nada mal num país que, segundo dizem, lê pouco.

8 x 2 para a ficção

20 de maio de 2014 2

A ficção continua crescendo na lista das leituras preferidas dos brasileiros. Cerca de um mês atrás, fiz dois posts aqui no blog falando sobre isso: registrei, então, que em uma semana seis dos livros mais vendidos do país eram ficcionais, e na seguinte, já eram sete. 

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Pois agora, verificando a última listagem divulgada pelo site especializado Publishnews, vi que a ficção está mais em alta ainda: oito dos dez melhores colocados na listagem geral. Desses, cinco são voltados ao público infantil ou juvenil, e três ao adulto. É um crescimento e tanto, uma vez que tradicionalmente a autoajuda e a não ficção costumavam ter um apelo maior entre os leitores brasileiros.

O campeão geral é a ficção infantojuvenil A Escolha, de Kiera Cass (ed. Seguinte), que estreou entre os mais vendidos desbancando o romance A Culpa é das Estrelas, de John Green (ed. Intrínseca), que vinha ocupando o primeiro lugar e agora é o segundo. 

Veronica Roth mantém dois de seus livros infantojuvenis entre os preferidos: Divergente, em 5º, e Insurgente, em 9º (ambos publicados pela Rocco). Diário de um banana – Maré de azar, da série infantojuvenil de Jeff Kinney (ed. Vergara & Riba), ocupa o 6º lugar, e o romance A menina que roubava livros (ed. Intrínseca), de Markus Zusak, é o 7º.

Os pequenos leitores também estão lendo bastante, e colocaram o livro infantil A História de Peppa, de Mark Baker/Neville Astley (ed. Salamandra), em 8º. Para completar, o romance Adultério, do escritor brasileiro Paulo Coelho, segue na lista, em 10º.

Já disse, mas repito: agora só falta os leitores brasileiros descobrirem mais escritores brasileiros de ficção…

Os vencedores do Prêmio Brasília de Literatura

09 de abril de 2014 0

A organização da II Bienal do Livro e da Leitura, que começa na sexta-feira em Brasília, anunciou hoje os vencedores do Prêmio Brasília de Literatura, que vai distribuir R$ 320 mil em prêmios para oito categorias literárias — Biografia, Conto, Crônica, Infantil, Juvenil, Poesia, Romance e Reportagem.

O prêmio será entregue no dia 17, dentro da programação da Bienal. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 30 mil e o troféu, e o segundo, R$ 10 mil, além do troféu.

Confira a listagem de vencedores:

Poesia

Mirantes – Roberval Pereyer – Ed. 7 Letras

O aquário desenterrado – Samarone Lima – Ed. Confraria do Vento

Romance

O sonâmbulo amador – José Luiz Passos – Ed. Alfaguara

O peso da luz – Einstein do Ceará – Ana Miranda – Ed. Armazém da Cultura

Reportagem

Jango: A vida e morte no exílio – Juremir Machado da Silva – Ed. L&PM

As duas guerras de Vlado Herzog – Da perseguição Nazista na Europa à morte sob tortura no Brasil – Audálio Dantas – Ed. Civilização Brasileira

Infantil

Lá no fundo do peito – Mauro Martins – Ed. Aletria

A fome do lobo – Cláudia Maria de Vasconcellos – Ed. Iluminuras

Biografia

Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo – Mário Magalhães – Ed. Companhia das Letras

Getúlio 1930-1945: Do governo provisório à ditadura do Estado Novo – Lira Neto – Ed. Companhia das Letras

Crônica

Nú, de Botas – Antonio Prata – Ed. Companhia das Letras

Labirinto da Palavra – Cláudia Lage – Ed. Record

Conto

A verdadeira história do alfabeto – Noemi Jaffe – Ed. Companhia das Letras

Garimpo – Beatriz Bracher – Ed. 34

Juvenil

Marcéu – Marcos Bagno – Ed. Positivo

As gêmeas da família – Stella Maris Rezende – Ed. Globo Livros

Resenha: 'As Luzes de Setembro'

16 de fevereiro de 2014 0

Esqueça a Barcelona de A Sombra do Vento. Esqueça, ao menos por ora, o Cemitério dos Livros Esquecidos. Imagine-se na Paris de meados dos anos 1930, e depois deixe-a para trás, de carona com a viúva Simone Sauvelle e seus filhos, Irene e Dorian, que partem da capital francesa com destino a um pequeno vilarejo no litoral da Normandia. Lá, acompanhe a família na sua primeira visita à mansão Cravenmoore, onde mora o excêntrico fabricante de brinquedos Lazarus Jann, novo patrão de Simone. E não se assuste ao ser recebido por um mordomo-autômato: ele é só mais uma das criações de Jann… 

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Se você leu até aqui, já está quase dentro do espírito do livro As Luzes de Setembro, de Carlos Ruiz Zafón. Terceiro de seus livros infantojuvenis, foi publicado originalmente nos anos 1990, mas só chegou ao Brasil no ano passado. Aliás, o “infantojuvenil”, nesse caso, pode ser considerado uma mera classificação sem sentido — como os outros livros escritos pelo escritor espanhol naquele período, ele tem menos páginas do que as obras da trilogia que alçou o autor à categoria de best-seller, mas a imaginação, a originalidade e a densidade (sem que isso signifique dificuldade de leitura) estão ali. Ah, o prazer com a leitura, também.

Voltando ao livro, a trama se passa no pré-Segunda Guerra. Empobrecida após a morte do marido, que deixou muitas dívidas, Simone Sauvelle se vê obrigada a aceitar um emprego de governanta na mansão de Jann. Assim, ao menos, a filha não terá mais de dançar com soldados em troca de algumas moedas… Além de um bom salário, a família ainda ganha o direito de morar numa antiga casa, com linda vista do mar. Na primeira noite, são convidados a jantar com o patrão, e atravessam uma mata fechada (e um tanto sinistra) para chegar à casa. O susto, entretanto, ocorre quando são recebidos por uma espécie de robô, o primeiro de muitos que, descobrem depois, povoam cada recanto da mansão, saídos das mãos habilidosas do fabricante de brinquedos.

Enquanto a mãe sente uma empatia automática com o patrão — que mora ali com a mulher, inválida e presa à cama há mais de vinte anos, vítima de uma doença rara —, Dorian se encanta pelas suas invenções quase miraculosas. Irene, por sua vez, fica logo amiga da cozinheira, Hannah, uma mocinha de sua idade que fala pelos cotovelos e só pensa em arrumar um namorado. Logo Hannah a apresenta a Ismael, seu primo (um pescador que sonha em escrever novelas para o rádio), e a paixão entre os dois é rápida e certeira. É Ismael que lhe fala do mistério de um farol desativado, que seria assombrado por estranhas luzes desde que, décadas antes, uma mulher mascarada naufragou quando ia para lá encontrar o amante…

Tudo vai bem até que Hannah é encontrada morta, assassinada, na mata entre a mansão e a casa dos Sauvelle. Ismael, muito chegado à prima, quer descobrir o culpado a todo custo — e Irene descobre que é melhor ajudá-lo, pois só assim evitará que sua família se transforme também em vítima. Nessa investigação, as luzes de setembro se mesclam a boatos sobre uma criatura que vive na mata e às  lendas germânicas do doppelgänger, ou o duplo, aquele ser fantástico que é como uma cópia da pessoa — só que mau,  incrivelmente mau.

Cheio de mistério, envolvente, cativante, As Luzes de Setembro também retoma um tema presente em O Príncipe da Névoa, primeiro livro de Zafón, e que viria a aparecer ainda, embora com menor destaque, em O Jogo do Anjo: o do preço que estamos dispostos a pagar pelos nossos desejos. 

Sem dúvida, um dos melhores livros de Zafón, para todas as idades.

***

Com edição da Suma de Letras, o livro tem 232 páginas e preço médio de R$ 26,90.

***

P.S.: agora, só falta eu ler Marina, para completar os livros lançados até agora por Zafón. Ainda não leu nenhum? Experimente, é leitura de primeira!

'A Culpa é das Estrelas' na telona em junho

10 de fevereiro de 2014 0
Fox Film, divulgação

Fox Film, divulgação

Será a partir do dia 6 de junho que os fãs de A Culpa é das Estrelas, do escritor John Green, poderão conferir a versão cinematográfica do livro, que está há tempos liderando a preferência dos leitores.

Segundo comunicado da Fox Film do Brasil, a estreia oficial nas salas brasileiras será dia 13 de junho, mas haverá pré-estreias no dia 6 de junho.

A história — que no filme ganha o subtítulo Doentes de Amor — gira em torno de Hazel e Gus, dois adolescentes que se conhecem em um grupo de apoio a pacientes com câncer, e compartilham, além do humor ácido e do desdém por tudo o que é convencional, uma história de amor que os faz embarcar em uma jornada inesquecível.

O trailer de A Culpa é das Estrelas pode ser conferido clicando aqui.

Meus 10 livros preferidos da coleção Vaga-Lume

04 de fevereiro de 2014 2
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A coleção Vaga-Lume marcou a infância e a adolescência de muitos leitores, e comigo não seria diferente.
Por isso, nessa onda de listar 10 livros marcantes, reservei um post só para ela – e com certeza, mais uma vez, vários títulos bons ficaram de fora.

Esses listados abaixo são todos de décadas atrás, dos “clássicos” da coleção, ainda hoje reeditados (já li vários dos livros mais recentes, mas continuo preferindo os antigos). São livros feitos especialmente para o público jovem, com opções de aventura, mistério e até preocupação social — como o caso de Tonico e Carniça, por exemplo.

Além disso, é uma coleção inteira composta de ótimos livros de autores brasileiros, mostrando que também se faz boa literatura  por aqui. Inclusive para os jovens, que muitas vezes pensam ser necessário recorrer a similares estrangeiros de muito menos qualidade.

Se você também leu livros da Vaga-Lume, comente deixando seu preferido. Se não leu, experimente. Com certeza, você vai amar.

- A Serra dos Dois Meninos, de de Aristides Fraga Lima: a história dos dois irmãos que vão explorar sozinhos um morro na fazenda do pai e acabam se perdendo na mata foi uma das primeiras histórias que prendeu minha atenção, lá pelos meus oito anos. Ficava imaginando o que eu faria naquela situação…

- A Ilha Perdida, de Maria José Dupré: outra história de aventura, em que dois irmãos, de férias, resolvem ir de canoa explorar uma ilha do rio que corta as terras do padrinho, sem que ninguém saiba. Mas a canoa some, o rio sobe e eles ficam presos lá…

- O Mistério do Cinco Estrelas, de Marcos Rey: um dos primeiros livros que me fizeram gostar de tramas policiais, começa com um homem assassinado em um grande hotel. Apenas o mensageiro Léo vê o corpo, mas ninguém acredita nele, que resolve desvendar o mistério apenas com a ajuda dos amigos.

- Um Cadáver Ouve Rádio, de Marcos Rey: um sanfoneiro é encontrado morto num prédio abandonado, tendo ao lado um rádio ligado. Leo e seus amigos, os mesmos do livro anterior, resolvem investigar o crime.

- O Rapto do Garoto de Ouro, de Marcos Rey: um jovem cantor, conhecido como Garoto de Ouro, é raptado antes de um show, e os amigos Leo, Gino e Ângela vão tentar desvendar o caso, tendo como pista apenas uma agenda com nomes e endereços.

- O Escaravelho do Diabo, de Lúcia Machado de Almeida: pessoas ruivas estão sendo assassinadas, e, antes da morte, recebem um escaravelho. Outro ótimo livro policial da Vaga-Lume.

- O Caso da Borboleta Atíria, de Lúcia Machado de Almeida: divertida história policial passada no mundo animal, é um dos clássicos da coleção.

- Spharion, de Lúcia Machado de Almeida: nessa história, os crimes misteriosos tem relação com fenômenos paranormais, numa trama diferente e interessante.

- Tonico e Carniça, de José Rezende Filho e Assis Brasil: continuação de Tonico, de Rezende Filho, traz mais uma vez o menino órfão que vira engraxate, ao lado de seu amigo Carniça.

- A Vida Secreta de Jonas, de Luiz Galdino: conta a história de um menino que aparece de repente em uma cidadezinha, dizendo não saber quem é. Acolhido por uma família, faz amigos — mas também inimigos, que dizem que ele é extraterrestre.

A leitura de Paulinha, da novela das nove

26 de janeiro de 2014 2
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Nos últimos dias, quem estava atento durante a cena em que Paulinha, personagem de Klara Castanho na novela Amor a Vida, pergunta a Paloma (Paola Oliveira) e Bruno (Malvino Salvador) sobre o porque de eles não a deixarem se aproximar do tio, Felix, deve ter percebido que, antes de entrar no assunto, a garota comenta com os pais sua leitura do momento: o livro As Gêmeas da Família, se Stella Maris Rezende.

Achei a iniciativa genial. Novelas costumam ser usadas para divulgar e vender tantas coisas e idéias que nada mais natural do que usar essa grande vitrine igualmente para uma causa nobre como o incentivo a leitura. Talvez para muitos a referencia ao livro tenha passado despercebida, mas se uma pequena parcela dos milhões de telespectadores tiver visto nisso um incentivo para ler um pouquinho, ótimo.

E a “dica de leitura” dada pela Paulinha não foi a única da novela, que se encaminha para a reta final. Por diversas vezes, vi a mãe da Pilar (não lembro agora o nome da personagem interpretada pela Natália Thimberg) com um livro nas mãos, ou conversando sobre ele com a filha.

Como disse acima, uma excelente iniciativa do autor e da Globo. Quem sabe ela possa se repetir em outros programas da emissora e se tornar mais frequente, para ajudar o brasileiro a ver que tem, sim, diversão nas páginas dos livros…

 

Planos para 2014: Uili Bergamin

22 de janeiro de 2014 0
Roni Rigon, banco de dados

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O escritor Uili Bergamin, radicado em Caxias do Sul, já tem dois lançamentos previstos para este ano.

— No Dia da Poesia, 14 de março, lançarei meu novo livro de poemas O Suor dos Fortes, pela Editora Épsilon, uma nova editora que está nascendo em Caxias do Sul. O livro compila as poesias que escrevi desde a publicação de meu livro em versos anterior (Do Útero do Mundo – 2007, 2ª edição 2010). São poemas mais concisos do que o anterior. Bem diferente por tanto, gosto muito de experimentar nas formas.

O segundo lançamento será Bisbilhoteca, uma obra infantil, pela Editora Correa.

— Além disso, estou trabalhando em uma biografia. Fui contratado por uma empresa de Veranópolis para escrever a vida de seu fundador, Elias Ruas Amantino. Ele foi um grande empreendedor e político da região, que criou uma das maiores empresas de armas do país.

Uili acrescenta que também vêm várias reedições de suas obras por aí: A Mordaça, lançado ano passado, terá sua 3ª edição já para fevereiro ou março. O juvenil A Ilha Mágica e a coletânea Contos de Amores Vãos também terão novas edições para 2014.

Planos para 2014: Luis Dill

20 de janeiro de 2014 0
Leonardo Brasiliense, divulgação

Leonardo Brasiliense, divulgação

Quem também está com muitos novos livros programados para 2014 é o escritor porto-alegrense Luis Dill, que tem mais de 20 anos de carreira.

O primeiro é Final de Linha (editora Scipione), que acabou de chegar e já está à venda nas livrarias. A novela, ambientada no Trensurb, começa com dois jovens, um negro e um branco, que se olham com desconfiança e seguem a viagem buscando defeitos um no outro sem deixar de lados suas próprias mazelas (que não são poucas).

Depois, vem Na Companhia de Ágata (editora Artes & Ofícios), que narra uma noite de aventura em Porto Alegre. Nessa história, uma jovem do interior busca seu antigo namorado e conta com a ajuda de um menino apreciador de filmes de zumbi.

Safári (ed. Prumo/Rocco) é um romance policial, que, conta Dill, estava programado para 2013 e deve sair agora em 2014. Nele, um advogado bem-sucedido tem como hobby abater a tiros pessoas que considera indesejáveis.

O quarto lançamento do ano é Longe, tão perto (editora Zit), história infantil narrada por um personagem que ainda não nasceu. Ele conta como seus pais se conheceram depois de muitos desencontros.

A lista se completa (por enquanto) com O Telephone (editora Biruta), em que um telefone antigo é capaz de se comunicar com o passado. Com uma arquitetura narrativa diferenciada, a novela apresenta um menino do século 21 iniciando amizade com uma mulher dos anos 1960 enquanto se vê às voltas com um crime que está prestes a cometer.

— Existe ainda uma encomenda da editora Garamond na qual começo a trabalhar agora. Trata-se do Projeto Olímpia, livros juvenis sobre temas relacionados aos Jogos Olímpicos — conta o escritor, que ainda não decidiu se fará algum lançamento formal.