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Posts na categoria "livro que virou filme"

Noite de Hitchcock no Órbita Literária

20 de maio de 2013 1

Divulgação

Os fãs do mestre do suspense Alfred Hitchcock têm compromisso hoje à noite, a partir das 20h: a 52ª edição do Órbita Literária, promovido pelo Grupo Literário Independente NósSemHora, que terá o diretor como tema.

O encontro, que ocorre na Do Arco da Velha Livraria e Café (Rua Os 18 do Forte, 1.690, no centro de Caxias do Sul), tem entrada franca, e o convidado da noite é Conrado Heoli. Vale lembrar que muitas das obras hitchcockianas tiveram como origem as páginas dos livros, como Rebecca, vencedor do Oscar em 1941, adaptado da obra de Daphne Du Maurier, e Marnie — Confissões de uma Ladra, de Winston Graham, que o diretor transformou em filme em 1964.

Além disso, há vários livros que reúnem histórias de terror escolhidas por Hitchcock, como Festival Hitchcock e Histórias para Dar Arrepios, entre outros.

Além de abordar essa questão literatura-cinema, o painelista irá discorrer sobre como a extensa obra do diretor tem servido como tema para novas biografias, peças teatrais, filmes e séries televisivas — o recente telefilme A Garota, por exemplo, aborda a fixação de Hitchcock pela atriz Tippi Hedren, com a qual ele aparece na foto acima, nas filmagens de Marnie — e sobre a sua influência no contemporâneo.



Livros que viraram filmes: 'O Perfume'

21 de abril de 2013 0

Reprodução

Zapeando pelos canais da TV, minutos atrás, vi que recém começara o filme O Perfume, baseado no famoso livro do escritor alemão Patrick Süskind. Ainda não tinha visto o filme (estou fazendo isso agora...), mas li o romance na minha adolescência, e é sempre bom ver uma boa história sair das páginas e ganhar cores e rostos. Por isso, resolvi criar essa nova "série", Livros que Viraram Filmes - já falei de alguns casos por aqui, mas não de forma sistemática.


Para começar, é claro, vou falar de O Perfume, que, em algumas edições (e são muitas, desde o seu lançamento, em 1985), traz como subtítulo A História de um Assassino. A trama se passa na França do século 18 e é protagonizada por Jean-Baptiste Grenouille, um jovem que nasceyu com um estranho dom: seu olfato é extremamente apurado, e, antes mesmo de aprender a falar, ele já reconhece os mais diversos cheiros.

Inicialmente, ele não faz distinção entre cheiros bons de ruins, só quer sentir, sempre, novos odores. Ao mesmo tempo, ele próprio não tem cheiro. Essa combinação faz com que seja continuamente rejeitado, e ele cresce em meio ao repúdio. Após trabalhar em um curtume, tem sua habilidade percebida por um perfumista decadente, que o toma como aprendiz. Mas os perfumes que produz não são suficientes para ele.

Um dia, ele sente o odor de uma jovem, um odor tão maravilhoso que ele fica obcecado por ela, e acaba matando-a para tentar se apoderar dele. Depois disso, ele acaba cometendo uma série de assassinatos, em busca da essência perfeita.

O livro tornou-se um bestseller, vendendo 15 milhões de exemplares em 40 idiomas. Virou filme em 2006, dirigida por Tom Tykwer (o mesmo de Corra, Lola, Corra) e estrelada por Ben Whishaw. Dustin Hoffman faz o papel do perfumista que ensina Jean-Baptiste a extrair essências, que chama de "alma das coisas".

Uma das edições mais recentes da obra no Brasil é essa da capinha ao lado, da BestBolso. Com 280 páginas, custa em média R$ 17,90 (edição de bolso).

Ah: o romance também teria inspirado algumas músicas, entre as quais Scentless Apprentice, do Nirvana - Kurt Cobain seria fã da obra de Patrick Süskind.

Ficção retoma a dianteira

22 de março de 2013 0

A ficção, capitaneada pelo best-seller erótico Cinquenta Tons de Cinza, retomou a dianteira na lista geral de livros mais vendidos do site especializado Publishnews, divulgada nesta sexta-feira — na semana passada, eram as obras de autoajuda que lideravam.

Na atual listagem, a ficção ocupa os quatro primeiros lugares (curiosamente, todos livros da editora Intrínseca): depois do líder Cinquenta Tons de Cinza, de E.L. James, que vendeu 5.179 exemplares em uma semana nas livrarias pesquisadas, vêm O Lado Bom da Vida, de Matthew Quick, com 4.638 exemplares; Cinquenta Tons de Liberdade, com 4.088; e Cinquenta Tons Mais Escuros, com 3.922.

No quinto lugar, aparece a obra de autoajuda Casamento Blindado, de Cristiane e Renato Cardoso (editora Thomas Nelson Brasil, 3.710 exemplares). O sexto é novamente ficção, Garota Exemplar, de Gillian Flynn (Intrínseca, 2.794), e o sétimo, outra autoajuda, Mentes Brilhantes, de Alberto Dell'Isolla (Universo dos Livros, 2.406). Em oitavo está Uma Curva na Estrada (Arqueiro, 2.341), de Nicholas Sparks — escritor que, no ano passado, chegou a emplacar quatro títulos de uma só vez entre os 10 primeiros.

Completam os 10 mais vendidos da semana outros dois livros de autoajuda, Eu Não Consigo Emagrecer, de Pierre Dukan (Bestseller, 2.309) e Só o Amor Consegue, de Zibia Gasparetto (Vida e Consciência, 2.242).

Oscar para clássicos e modernos

25 de fevereiro de 2013 0

Reproduções

A 85ª cerimônia do Oscar, realizada na noite de ontem, premiou, como já é de praxe, vários filmes inspirados em livros — a começar pelo troféu mais cobiçado, o de Melhor Filme, que foi para Argo, de Ben Affleck, longa baseado em Argo — Como a Cia e Hollywood Realizaram o Mais Estranho Resgate da História (Intrínseca, 256 páginas, R$ 19,90), de Antonio Mendez e Matt Baglio.

Argo, que narra a história real de um plano da CIA para resgatar seis americanos refugiados na casa do embaixador do Canadá em Teerã, durante a crise dos reféns no Irã em 1979, levou ainda os troféus de Roteiro Adaptado e Montagem.

Outro dos prêmios principais, o de Direção, foi para Ang Lee, por As Aventuras de Pi. O livro que deu origem ao longa, do escritor Yann Martel, inicialmente se chamava A Vida de Pi, e ainda pode ser encontrado com esse nome, mas já existe uma versão com o nome igual ao do filme (Nova Fronteira, 424 páginas, R$ 34,90). A Vida de Pi conta a história de Pi Patel, um menino indiano, meio cristão, meio muçulmano e meio hindu, que acaba se vendo à deriva no mar, em um bote, na companhia de um tigre, um orangotango, uma zebra e uma hiena. O longa também levou os prêmios de Fotografia, Trilha Sonora e Efeitos Visuais.

Já o troféu de Melhor Atriz foi para Jennifer Lawrence, por seu papel em O Lado Bom da Vida, filme baseado no romance homônimo de Matthew Quick (Intrínseca, 256 páginas, R$ 24,90). Na história, o ex-professor de história Pat Peoples acaba de sair de uma instituição psiquiátrica e conhece Tiffany (personagem de Jennifer no filme).

Indo do moderno ao clássico, Anne Hathaway foi eleita Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel em Os Miseráveis, adaptação da obra do francês Victor Hugo. O livro tem várias versões em português, a maioria delas condensada; a dica, para quem gosta de versões integrais, é conferir a história de Jean Valjean na edição em dois volumes da Cosac Naify (R$ 119). No Oscar, o musical levou ainda os troféus de Maquiagem e Efeitos Sonoros.

Mesmo sem ser um dos troféus mais badalados, vale destacar o prêmio de Melhor Figurino para Anna Karenina, baseado no romance homônimo do russo Leon Tolstoi. Na história, uma mulher escapa das restrições e do tédio do seu casamento por meio de um romance com um charmoso soldado. Entre as edições em português, com o nome de Ana Karenina (com um "n" só), está a da coleção Clássicos de Bolso da Ediouro, por R$ 22,90.



Outros cinco livros que 'levaram' o Oscar

22 de fevereiro de 2013 0

Anthony Hopkins como o canibal Hannibal Lecter, de 'O Silêncio dos Inocentes' (Divulgação)

Com a cerimônia do Oscar 2013 se aproximando, e para complementar o post de ontem, confira outros cinco filmes baseados em livros que foram merecedores do Oscar de Melhor Filme:

1992: o canibal mais famoso do cinema foi a estrela da 64ª edição do Oscar, com O Silêncio dos Inocentes (foto acima) faturando os prêmios de Melhor Filme, Melhor Atriz (Jodie Foster), Melhor Ator (Anthony Hopkins), Melhor Diretor (Jonathan Demme) e Melhor Roteiro Adaptado. O longa de suspense é baseado num romance homônimo de 1988, de Thomas Harris, segundo livro a apresentar o personagem Hannibal Lecter, um psiquiatra que é também um assassino em série canibal. No filme, Clarice Starling, uma jovem estagiária do FBI, procura ajuda do prisioneiro Dr. Lecter para prender outro serial killer.

1994: mudando totalmente de gênero, o 66º Oscar premiou o comovente A Lista de Schindler, história sobre o empresário alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto. Baseado no romance Schindler's Ark, de Thomas Keneally, o livro levou os troféus de Melhor Filme, Melhor Diretor (Steven Spielberg), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora Original

1997: outro drama, este dirigido por Anthony Minghella e baseado no romance de Michael Ondaatje, foi o vencedor da 69ª edição: O Paciente Inglês. A trama se centra em um desconhecido que sofre queimaduras generalizadas quando o seu avião é abatido na Segunda Guerra Mundial. Além de Melhor Filme, ganhou também nas categorias Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante (Juliette Binoche), Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora - Drama e Melhor Mixagem de Som.

2002: dando um salto até a 74ª edição do Oscar, temos o drama biográfico Uma Mente Brilhante, sobre o matemático John Nash, baseado no livro homônimo de Sylvia Nasar. A história conta a vida de Nash, um personagem real que, ao mesmo tempo em que é premiado por suas descobertas científicas, sofre de alucinações devido à esquizofrenia. Venceu o Oscar nas categorias de Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Diretor (Ron Howard) e Atriz Coadjuvante (Jennifer Connelly).

2004: a fantasia épica de O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (foto abaixo) dominou a 76ª edição do Oscar. O filme de Peter Jackson, baseado no terceiro volume da trilogia de J.R.R. Tolkien e estrelado por Elijah Wood (Frodo Baggins) e Viggo Mortensen (Aragorn), venceu em nada menos do que 11 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Direção de Arte, Melhor Edição, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Mixagem de Som, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original. As versões cinematográficas dos dois livros anteriores já haviam concorrido ao Oscar, respectivamente em 2002 e 2003, mas sem o sucesso de O Retorno do Rei.

'O Retorno do Rei' teve batalhas épicas (Warner, divulgação)

Cinco livros que 'ganharam' o Oscar

21 de fevereiro de 2013 0

Cena de 'Rebecca', de Hitchcock, baseado em romance de Daphne Du Maurier (fotos reprodução)

A literatura sempre foi terreno fértil também para o cinema. E não foram poucas as produções que acabaram ganhando um (ou vários) Oscar ao transporem para as telas histórias saídas das páginas dos livros.

Neste post, você vai conferir cinco filmes baseados em livros que levaram a estatueta máxima, a de Melhor Filme.

1941: na 13ª edição do Oscar, o thriller psicológico Rebecca (foto acima), dirigido por Alfred Hitchcock, saiu consagrado da cerimônia do Oscar, para o qual teve 11 indicações. Venceu em duas categorias: Melhor Filme e Melhor Fotografia em Preto e Branco. O filme, que conta a história de uma jovem atormentada pela lembrança da primeira mulher de seu marido, foi baseado no romance homônimo escrito por Daphne Du Maurier, publicado em 1938. Uma curiosidade: esse foi também o filme de abertura do primeiro Festival de Berlim.

1949: um longa baseado num clássico da literatura universal foi o vencedor da 21ª edição da premiação maior do cinema: Hamlet, dirigido e protagonizado por Laurence Olivier. O filme, baseado na clássica peça homônima de William Shakespeare, foi o primeiro filme britânico a ganhar o Oscar de Melhor Filme, e levou ainda o troféu de Melhor Ator. Também fez bonito no Festival de Veneza, onde levou o Leão de Ouro.

1957: o 29º Oscar de Melhor Filme foi para outro clássico, A Volta Ao Mundo em 80 Dias. O longa de aventura, dirigido por Michael Anderson, Kevin McClory e Sidney Smith, teve roteiro baseado na obra homônima do escritor francês Júlio Verne. Na trama, o nobre inglês Phileas Fogg faz uma aposta milionária com seus amigos do clube, afirmando que consegue dar a volta ao mundo em exatamente 80 dias. Entre os grandes nomes do elenco, Shirley McLaine e Cantinflas. Além de Melhor Filme, levou também os troféus de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Montagem, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora.

1980: pulando pouco mais de duas décadas, chegamos à 52ª edição do Oscar, em que Kramer vs Kramer (foto abaixo), de Robert Benton, ganhou em cinco categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Dustin Hoffman), Melhor Atriz Coadjuvante (Meryl Streep) e Melhor Roteiro Adaptado. O filme foi baseado no romance homônimo de Avery Corman, que relata a disputa judicial do ex-casal Ted e Joanna Kramer pela guarda do filho, Billy, após a separação.

1991: na 63ª edição do Oscar, o vencedor do troféu de Melhor Filme foi outra adaptação, Dança com Lobos, de e com Kevin Costner. O mix de drama e aventura é baseado num romance de Michael Blake, em que John Dunbar (Costner) é um oficial de cavalaria que, após se destacar como herói na Guerra Civil Americana, vai atuar na fronteira e faz amizade com os índios sioux. Foi indicado a 12 categorias e venceu em sete: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora, Melhores Efeitos Sonoros e Melhor Roteiro Adaptado.

Disputa pela guarda do filho em 'Kramer vs Kramer'

Confraria Reinações debate hoje 'A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça'

19 de fevereiro de 2013 1

Reprodução

Uma história sobrenatural escrita há quase 200 anos pelo norte-americano Washington Irving e transformada em filme por Tim Burton em 1999, com Johnny Depp no papel central, será o tema do encontro de hoje da Confraria Reinações Caxias.

O grupo, que se reúne a partir das 19h30min na Do Arco da Velha Livraria e Café (Rua Os 18 do Forte, 1.690), em Caxias do Sul, vai discutir o livro infanto-juvenil A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, cuja primeira edição data de 1820.

Na trama, Ichabod Crane (que, na versão cinematográfica, ganhou as feições de Depp) é um supersticioso mestre-escola que, ao sair de uma festa na casa do rico fazendeiro Baltus Van Tassel, é perseguido pelo Cavaleiro Sem Cabeça, suposto fantasma de um soldado que teve a cabeça arrancada por uma bala de canhão durante uma batalha e que, segundo a lenda, cavalga em busca de sua cabeça.

Ichabold resolve investigar uma série de assassinatos supostamente cometidos pelo Cavaleiro, enquanto compete com o valentão Brom Bones pela mão da jovem filha do fazendeiro, Katrina (no filme, Christina Ricci), por quem é apaixonado.

O livro tem várias edições no Brasil. A que ilustra este post foi lançada em 2011 pela editora Leya, tem 72 páginas e preço de R$ 15,90.

O encontro da Confraria, que tem participação gratuita e aberta a todos os interessados (tenham ou não lido o livro), será coordenado por Dangelo Muller.

Oscarizados (e outros filmes) para ler

09 de fevereiro de 2013 0

 

Paris Filmes, divulgação

Sempre que uma história sai das páginas dos livros para as telas do cinema, a versão impressa também ganha novos leitores. Se a adaptação cinematográfica é indicada ao Oscar, esse fenômeno costuma aumentar exponencialmente.


Prova disso é a presença do livro O Lado Bom da Vida (Intrínseca, 256 páginas, R$ 24,90), de Matthew Quick, no quarto lugar do ranking geral (e também no ranking de ficção) do site especializado Publishnews, divulgado ontem. Quarto lugar que quase equivale a um primeiro, se desconsiderarmos os livros da franquia erótica Cinquenta Tons de Cinza, que dominam os três primeiros lugares há meses.

Vale lembrar que O Lado Bom da Vida, o filme, concorre a nada menos do que oito estatuetas na cerimônia do Oscar, incluindo as principais categorias: melhor filme, melhor diretor, melhor ator, melhor atriz, melhor ator coadjuvante, melhor atriz coadjuvante, roteiro adaptado e edição. A capa do livro traz os atores do filme, outro ingrediente certo nessa receita de sucesso.

As Vantagens de Ser Invisível (Rocco Jovens Leitores, 223  páginas, R$ 29,50), de stephen Chbotsky - do qual já falei aqui no blog quando da estreia do filme, quinta-feira, na sala de cinema do Centro de Cultura Ordovás, em Caxias do Sul -, é outro que segue sendo sucesso também nas livrarias. Embora não esteja concorrendo ao Oscar, na listagem do Publishnews ele segue em primeiro entre os infanto-juvenis e em 11º na listagem geral. E, claro, também traz os atores do filme na capa do livro.

Outro que resiste na lista, embora tenha caído algumas posições, é As Aventuras de Pi (Nova Fronteira, 424 páginas, R$ 29,90), de Yann Martel. Atualmente, o livro - cuja versão cinematográfica concorre aos Oscar de melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro adaptado - está em 12º na lista de ficção e em 17º na geral.

O livro que deu origem ao filme favorito nas principais categorias do Oscar, Lincoln (Record, 322 páginas, R$ 39,90), de Doris Kearins Goodwin, recém-lançado no Brasil, marca presença na lsita de não ficção, embora não a lidere: está na 15ª posição. Na cerimônia maior do cinema, porém, é forte candidato de levar as estatuetas de melhor filme e melhor ator, além de concorrer também em 10 outras categorias, incluindo melhor direção, melhor roteiro adaptado, melhor ator coadjuvante e melhor atriz coadjuvante.

E você? Que livro você leu depois que ele chegou às telas do cinema?

Dia de Dickens

07 de fevereiro de 2013 0

Columbia Pictures, divulgação

Reprodução

Hoje é dia de lembrar um dos grandes escritores universais, o inglês Charles Dickens, que nasceu a 7 de fevereiro de 1812.


Autor de obras clássicas como Oliver Twist e David Copperfield, ele foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. Entre outros méritos, ele contribuiu para a incorporação da crítica social na literatura de seu país, abordando, por exemplo, as más condições de trabalho da classe operária da época (que ele próprio experimentou na pele, ainda criança).

Em abril de 1836, publicou o primeiro fascículo de As Aventuras do Sr. Pickwick, que acabou por se tornar um sucesso  — após começar com 400 exemplares, os últimos fascículos chegaram a 40 mil.

Dois anos depois, veio Oliver Twist, que relata as aventuras (e desventuras) de um menino órfão homônimo e da delinquência provocada pela falta de condições de vida — Fagin, outro personagem, é um velho que treina garotos para serem ladrões.

Ao todo, deixou mais de duas dezenas de obras, incluindo ainda títulos como Um Conto de Natal , Um Conto de Duas Cidades e Grandes Esperanças — que, como David Copperfield e Oliver Twist, tiveram diversas adaptações para o cinema. A imagem que abre este post, aliás, é de uma delas: a versão de Roman Polanksy para Oliver Twist, lançada em 2005.

O último trabalho de Dickens foi O Mistério de Edwin Drood, que ficou inacabado devido a sua morte, em 1870.

Um best-seller na tela do Ordovás

07 de fevereiro de 2013 0

Reprodução

Ainda não li o livro nem vi o filme, mas o que ouvi falar de ambos é que são muito bons. O fato é que As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbotsky — que escreveu o livro e dirige o filme —, está em alta. O romance liderou o último ranking de mais vendidos do site especializado Publishnews na categoria infanto-juvenis, e o filme estreia hoje na Sala de Cinema Ulysses Geremia, no Centro de Cultura Ordovás, em Caxias do Sul.

O  livro, que ilustra este post, traz na capa o trio de protagonistas do filme, Charlie (Logan Lerman, de Percy Jackson e o Ladrão de Raios) e seus meio-irmãos Patrick (Ezra Miller, de Precisamos Falar sobre o Kevin) e Sam (Emma Watson, de Harry Potter). A edição em português é da Rocco, e o livro (223 páginas, R$ 29,50) é escrito em primeira pessoa, com o personagem principal rememorando sua adolescência e seu processo de amadurecimento enquanto frequenta o ensino médio.

Segundo quem já teve contato com a história, ela foge dos clichês comuns ao gênero, mostrando com sensibilidade os problemas dessa fase da vida.

Vale conferir, seja nas livrarias, seja no cinema.