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Os vencedores do Prêmio Brasília de Literatura

09 de abril de 2014 0

A organização da II Bienal do Livro e da Leitura, que começa na sexta-feira em Brasília, anunciou hoje os vencedores do Prêmio Brasília de Literatura, que vai distribuir R$ 320 mil em prêmios para oito categorias literárias — Biografia, Conto, Crônica, Infantil, Juvenil, Poesia, Romance e Reportagem.

O prêmio será entregue no dia 17, dentro da programação da Bienal. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 30 mil e o troféu, e o segundo, R$ 10 mil, além do troféu.

Confira a listagem de vencedores:

Poesia

Mirantes – Roberval Pereyer – Ed. 7 Letras

O aquário desenterrado – Samarone Lima – Ed. Confraria do Vento

Romance

O sonâmbulo amador – José Luiz Passos – Ed. Alfaguara

O peso da luz – Einstein do Ceará – Ana Miranda – Ed. Armazém da Cultura

Reportagem

Jango: A vida e morte no exílio – Juremir Machado da Silva – Ed. L&PM

As duas guerras de Vlado Herzog – Da perseguição Nazista na Europa à morte sob tortura no Brasil – Audálio Dantas – Ed. Civilização Brasileira

Infantil

Lá no fundo do peito – Mauro Martins – Ed. Aletria

A fome do lobo – Cláudia Maria de Vasconcellos – Ed. Iluminuras

Biografia

Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo – Mário Magalhães – Ed. Companhia das Letras

Getúlio 1930-1945: Do governo provisório à ditadura do Estado Novo – Lira Neto – Ed. Companhia das Letras

Crônica

Nú, de Botas – Antonio Prata – Ed. Companhia das Letras

Labirinto da Palavra – Cláudia Lage – Ed. Record

Conto

A verdadeira história do alfabeto – Noemi Jaffe – Ed. Companhia das Letras

Garimpo – Beatriz Bracher – Ed. 34

Juvenil

Marcéu – Marcos Bagno – Ed. Positivo

As gêmeas da família – Stella Maris Rezende – Ed. Globo Livros

Dois lançamentos interessantes

14 de fevereiro de 2014 0
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A cada dia, tem novos títulos chegando nas livrarias, e é impossível acompanhar (e ler!) tudo. Mesmo assim, há sempre aqueles que nos chamam a atenção e ficam na lista de “leituras que pretendo fazer”. É o caso desses dois lançamentos, sugestões que resolvi compartilhar com vocês.

Antes que eu Queime, do escritor norueguês Gaute Heivoll (L&PM, 256 páginas, R$ 42), apresenta a pequena localidade de Finsland, onde os moradores vivem apavorados devido a uma série de incêndios criminosos.

Além do temor do fogo em si, todos receiam que o criminoso seja um familiar, um vizinho, um amigo. Nesse ambiente nasce um menino que, anos mais tarde, resolve se tornar escritor e contar a vida de seu vilarejo. O livro ganhou o Prêmio Brage 2010, um dos mais importantes da Noruega.

Em As Irmãs e o Mar, de Lucy Clarke (Rocco, 352 páginas, R$ 48), acompanhamos Katie, cuja rotina é abalada pela notícia de que sua irmã mais nova foi encontrada morta em Bali. Os policiais afirmam se tratar de suicídio, mas Katie não aceita que Mia seja capaz de tirar a própria vida.

Na tentativa de entender o que aconteceu, ela refaz a trajetória de Mia, da costa oeste dos Estados Unidos, passando por Austrália e Nova Zelândia, usando o diário da irmã como guia. A viagem é entremeada por recordações de infância, histórias de amor e praias paradisíacas. Faz tempo que não leio chick lit, mas esse me soou interessante, por trazer uma dose de mistério.

Bom, não conheço o trabalho desses dois autores, mas as sinopses me pareceram promissoras. Se alguém ler antes de mim, avise o que achou.

Mais Agatha em versão pocket

02 de julho de 2013 0

 

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A L&PM Pocket acaba de (re)lançar mais dois títulos da eterna Rainha do Crime, Agatha Christie, em formato de bolso: Aventura em Bagdá e O Mistério dos Sete Relógios, com preço de R$ 20 cada. Uma curiosidade é que esses livros não trazem os protagonistas usuais da autora, o detetive Hercule Poirot e a simpática e inteligente velhinha Miss Marple.



Aventura em Bagdá é protagonizado pela jovem datilógrafa Victoria Jones, que estava no lugar errado na hora errada: em Bagdá, no Iraque, no início da Guerra Fria, quando uma cúpula que reuniria o presidente dos Estados Unidos e o líder da União Soviética estava prestes a acontecer. Sem querer, ela acaba em meio a uma instigante intriga internacional. Vale lembrar que Agatha conhecia muito bem o cenário iraquiano dos anos 1950, pois costumava acompanhar o marido arqueólogo em escavações na região.

Já em O Mistério dos Sete Relógios, Gerry Wade tem um grave problema: acorda sempre atrasado para o café da manhã, aborrecendo seus anfitriões durante sua estadia na mansão de Chimneys. Os outros hóspedes da casa decidem pregar uma peça no dorminhoco e colocam vários relógios no quarto dele, marcados para despertar às 6h30min. A manhã chega e, para surpresa de todos, a brincadeira acaba tendo um resultado trágico, e a jovem Bundle e seus amigos precisam investigar o que deu errado.

Mais uma aventura de Maigret

11 de junho de 2013 0

 

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Os fãs do comissário de polícia Jules Maigret, criado pelo escritor belga Georges Simenon, podem comemorar mais um lançamento da L&PM Pocket, em formato bolso: Maigret na Pensão, publicado originalmente em 1951. 



Na trama, depois de um assalto, um jovem delinquente chamado Emile desaparece. Então, o inspetor Janvier é gravemente ferido enquanto vigia o alojamento do jovem na Rua Lhomond. Mas não parece provável que um jovem que assaltou uma caixa registradora com uma pistola de brinquedo atiraria em um policial com uma arma de verdade. Como a senhora Maigret está em Alsace visitando sua irmã que será operada, Maigret decide alugar um quarto no mesmo alojamento para que possa vigiar e interrogar a todos.

Para quem ainda não conhece autor e personagem, Maigret é a mais famosa criação do escritor belga Georges Simenon (1903-1989). Protagonizou nada menos que 75 romances policiais e várias histórias curtas. Costuma ser colocado ao lado de outros grandes investigadores da literatura, como Auguste Dupin, Sherlock Holmes, Hercule Poirot e Philip Marlowe.

Ah: com 192 páginas, o livro custa R$ 18.

Hoje é dia de Gatsby

07 de junho de 2013 0

Cena do filme, com Leonardo Di Caprio (Warner Bros, divulgação)

É hoje a esperada estreia da mais nova adaptação cinematográfica do romance O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald. Em Caxias do Sul, as primeiras sessões serão às 13h40min, no GNC Iguatemi, e às 14h15min, no Cinépolis San Pelegrino.



Na esteira do longa, continuam a surgir reedições deste que é considerado um dos grandes clássicos da literatura. Depois da edição bilíngue da Lankmark com a capa do filme, da qual já falei por aqui, agora é a vez da editora gaúcha L&PM lançar uma nova versão em formato pocket.


O lançamento da L&PM, em tradução de William Lagos, vem com 208 páginas e preço convidativo, R$ 16 (em e-book, sai por R$ 10). A capa, claro, também é do filme, com o ator Leonardo Di Caprio — que interpreta o protagonista Jay Gatsby — em destaque.


O Grande Gatsby, publicado originalmente em 1925, conta a história do enigmático Gatsby, proprietário de uma luxuosa mansão em que promove suntuosas festas.  Ele tem uma paixão não resolvida por Daisy (papel de Carey Mulligan no filme), mulher do milionário Tom (Joel Edgerton). Os leitores (e espectadores) são ainda presenteados com um rico retrato dos anos 1920, quando ocorre o choque da modernidade numa geração sob o impacto da guerra e da revolução industrial.

Policiais em e-book

26 de abril de 2013 0

 

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A nova safra de lançamentos em e-book da editora gaúcha L&PM vem com dois bons títulos para os fãs do romance policial: Uma Confidência de Maigret, de Georges Simenon, e Morte nas Nuvens, de Agatha Christie.

Estrelados por dois dos mais famosos detetives da literatura — o comissário Jules Maigret e o detetive particular Hercule Poirot —, os livros trazem os elementos clássicos do gênero, com crimes sendo dissecados por meio da inteligência de quem investiga.

Em Uma Confidência de Maigret, o comissário, em um jantar com amigos, confessa que já pensou em abandonar a profissão. E conta por que, relembrando um caso de assassinato em que, apesar de todas as provas apontarem para um suspeito, ele não ficou convencido de sua culpa.

Já em Morte nas Nuvens, uma agiota morre subitamente durante um voo de Paris a Londres, vítima de um dardo envenenado. Poirot, que estava entre os passageiros, não consegue aceitar que um assassinato foi cometido bem debaixo do seu nariz, e acaba embarcando em um dos casos mais difíceis de sua carreira.

O e-book com a trama de Simenon sai por R$ 16, e o de Agatha, por R$ 17. Os valores ainda são bem próximos aos dos mesmos livros na versão tradicional, em papel — que saem, respectivamente, R$ 18 e R$ 19.



Noite de debate (e polêmica) na Confraria Reinações

19 de março de 2013 0

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Não, o título do livro a ser debatido hoje à noite, a partir das 19h30min, no encontro mensal da Confraria Reinações Caxias, não está errado no cartaz ao lado. A obra é mesmo a novela Max e Os Felinos, do escritor gaúcho Moacyr Scliar. Mas aposto que muita gente, ao olhar para a imagem do rapaz e do felino num bote, pensa logo em A Vida de Pi, livro do canadense Yann Martel transformado no filme As Aventuras de Pi, que concorreu no último Oscar.


Embora esse não seja o foco do debate não seja esse, com certeza a polêmica da semelhança entre as duas obras não poderá ficar de fora. Inclusive a edição mais recente de Max e os Felinos pela coleção Pocket da L&PM traz uma introdução do autor comentando o assunto. Nela, Scliar conta que ficou sabendo do livro de Martel em 2002, quando uma jornalista lhe telefonou para que se posicionasse sobre o assunto, após A Vida de Pi vencer um prêmio na Europa.

Segundo o relato de Scliar, ele não se incomodou com o uso da ideia em si — um rapaz náufrago em um bote, após um naufrágio, tendo como única companhia um felino feroz —, mas sim o fato de não haver sido comunicado que ela seria reutilizada, além de seu livro não ter sido citado na outra obra (houve apenas um “agradecimento a Moacyr Scliar”). Martel ainda teria dito que estava fazendo bom uso de uma ideia mal aproveitada por um “escritor menor”.

Mesmo assim, e apesar de seu livro ser bem anterior — foi lançado em 1981 e saiu nos Estados Unidos em 1990, de onde provavelmente Martel ouviu falar dele —, o gaúcho não quis dar sequência à polêmica. O que importa, avaliou, é o livro em si, e, apesar de terem o mesmo ponto de partida, as histórias tomam rumos diferentes.

No caso de Max e Os Felinos, o protagonista é o Max do título, um jovem alemão que está fugindo do nazismo e embarca para o Brasil. O velho cargueiro no qual viaja leva também animais de um zoológico (outro ponto de ‘coincidência’ entre esse livro e A Vida de Pi, só que neste último o zoo é do pai do protagonista), e, depois de um naufrágio, Max se salva em um escaler, tendo por única companhia um jaguar (no livro do canadense, é um tigre).

“O texto de Martel é diferente do texto de Max e os Felinos. Mas o leitmotiv é, sim, o mesmo”, escreve Scliar na introdução.

Enfim, o debate desta noite promete. Para quem quiser conferir, o encontro da Confraria ocorre na Do Arco da Velha Livraria e Café (Rua Os 18 do Forte, 1.690), no centro de Caxias do Sul. A entrada é franca, e mesmo quem não leu o livro pode participar.

E o livro digital avança...

06 de março de 2013 1

Confesso que ainda não aderi à leitura digital (embora um iPad esteja entre meus sonhos de consumo), mas as evidências estão aí: esse mercado avança, se não a passos bem largos, ao menos num ritmo que se acelera.

Uma prova disso é o aumento do número de títulos oferecidos. A editora gaúcha L&PM, por exemplo, acaba de anunciar que chegou ao número de 500 obras disponibilizadas em e-book. A lista vai desde clássicos do romance policial, como A Terceira Moça, de Agatha Christie, até as biografias de Kafka, Beethoven e Modigliani, escritas respectivamente por Gérard-Georges Lemaire, Bernard Fauconnier e Christian Parisot. Tem ainda obras de Shakespere, Anaïs Nin, Moacyr Scliar, Maurice Leblanc, Georges Simenon, Patricia Highsmith, Fernando Pessoa e Luiz Antonio de Assis Brasil, entre dezenas de outros.

A notícia é boa, mas poderia ser melhor: o preço dos e-books ainda não é tão convidativo quanto seria de se esperar, uma vez que não há o custo do papel, da impressão, da distribuição… Exemplificando, o livro em papel A Terceira Moça, no formato pocket, sai por R$ 20, e o digital, por R$ 17; O Mercador de Veneza, de Shakespeare, custa R$ 14 no papel e R$ 12 no e-book, uma diferença muito pequena. Quando o livro em questão é Max e os Felinos, de Scliar, a relação inclusive se inverte, com o livro físico, de bolso, saindo por R$ 16 e o e-book, por R$ 29.

Ou seja, por enquanto, meu iPad vai ter de esperar.

Bons clássicos em quadrinhos

04 de fevereiro de 2013 0

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A lista de obras clássicas que ganham versão em quadrinhos não para de aumentar. Um dos lançamentos mais recentes é O Fantasma da Ópera, de Gastón Leroux, que está chegando às livrarias dentro da coleção Graphic Chillers, da Editora Prumo, voltada ao público adolescente.

Com 32 páginas e preço de R$ 23,90, a edição tem texto adaptado por Joeming Dunn e ilustrações de Rod Espinosa. O Fantasma da Ópera, lançado pela primeira vez em 1911, narra o triângulo amoroso entre a linda cantora lírica Christine Daae, o apaixonado aristocrata Raoul de Chagny e um sinistro e obcecado gênio da música que habita os porões do teatro. A versão em quarinhos traz desenhos detalhistas em estilo europeu, mostrando a Paris do século 19.

A série Graphic Chillers possui outros cinco títulos já lançados: Drácula, Frankenstein, A Múmia, O Médico e o Monstro e Lobisomem. Os próximos lançamentos serão O Homem Invisível e A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça.

E em tempos de Os Miseráveis nos cinemas, vale lembrar que o clássico do francês Victor Hugo também já virou HQ, lançada em outubro passado pela editora gaúcha L&PM, com roteiro de Daniel Bardet e desenhos de Bernard Capo. A obra, integrante da coleção Clássicos da Literatura em Quadrinhos, tem 112 páginas e preço de R$ 39.

Também integram a mesma coleção da L&PM versões de As Mil e Uma Noites, Guerra e Paz, Viagem ao Centro da Terra, Dom Quixote, Odisseia, Um Conto de Natal, A Volta ao Mundo em 80 Dias, A Ilha do Tesouro e Robinson Crusoé, levando aos fãs das HQs grandes nomes da literatura mundial, como Homero, Cervantes e Júlio Verne.



Outros livros de vampiros

15 de novembro de 2012 0

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Ainda na onda do último filme da saga Crepúsculo, que acaba de estrear nos cinemas, trago aqui algumas dicas de outros livros focados em vampiros.


Para começar, o clássico dos clássicos nessa área: Drácula.Publicado pela primeira vez em 1897, o livro começou a ser escrito sete anos antes. Seu autor, o irlandês Bram Stoker, pesquisou intensamente o folclore e os mitos sobre vampirismo para escrever sua obra-prima. Com o texto em forma de cartas, o livro conta a história de um advogado que chega a um castelo na Transilvânia e é recebido por seu proprietário, o enigmático conde Drácula. Enquanto ele acaba prisioneiro no castelo, guardado por três figuras femininas que sugam sangue humano, na Inglaterra a jovem Lucy, amiga de sua noiva, começa a ficar debilitada, apresentando estranhos orifícios no pescoço. A moça morre, mas retorna, ela também, como um monstro.

Com centenas de páginas, que variam dependendo da edição (e são muitas), a história culmina com a sangrenta caçada ao conde vampiro, capitaneada pelo médico e cientista Abraham Van Helsing. Uma das edições brasileiras da história é essa cuja capa aparece acima, uma versão de bolso da L&PM, com preço de R$ 26.

Outra opção para os leitores é Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice, que deu origem ao filme de mesmo nome e é o primeiro de uma série de livros que integram as chamadas Crônicas Vampirescas. Os vampiros principais da trama, Louis e Lestat, são bem mais modernos que Drácula – Lestat é um ídolo do rock e vive em Nova Orleans -, mas são tão ou mais sedutores que ele. Essa obra surgiu nos anos 1970, e, nos 1990,  com o filme estrelado por Brad Pitt e Tom Cruise, ganhou ainda mais fama. No Brasil, tem edição da Rocco, com 312 páginas e preço de R$ 42.

Ainda da mesma série, vale ler O Vampiro Lestat, A História do Ladrão de Corpos e A Rainha dos Condenados, todos dando sequência à saga dos sedutores vampiros (há ainda diversos outros títulos nas Crônicas Vampirescas).

Mas não é só de autores estrangeiros que vive o mundo da literatura de vampiros. O Brasil também tem um representante de peso na área: o escritor paulista André Vianco, que estreou em 1999 com o livro Os Sete. O sucesso foi imediato, e, desde então, ele publicou diversos outros títulos na área, incluindo Sétimo, Bento, O Vampiro-Rei (em dois volumes) e a saga O Turno da Noite (em três volumes). Em Os Sete, uma caravela portuguesa de cinco séculos é resgatada de um naufrágio no litoral brasileiro, e dentro dela é encontrada uma caixa de prata com sete cadáveres. Não é nem preciso dizer que eles, é claro, voltam à vida como seres vampirescos… Com edição da Novo Século, o livro tem 421 páginas e preço de R$ 39,90.