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Conheça os 11 inscritos no Prêmio Vivita Cartier

17 de abril de 2014 0
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celularForam divulgados os 11 livros inscritos no Prêmio Vivita Cartier, promovido pelo Departamento do Livro e da Leitura e pelo Sistema de Bibliotecas da Secretaria da Cultura de Caxias do Sul.

Essas obras mostram um pouco da diversidade — e da qualidade — da produção literária de Caxias do Sul, que, no ano passado, teve esses e muitos outros bons lançamentos.

Além dos livros já editados, o 48º Concurso Anual Literário recebeu 63 inscrições de trabalhos inéditos, nas categorias contos, crônicas e poesias. 

Confira os livros inscritos. De alguns deles, já falei por aqui antes, e você pode seguir os links para saber mais. Quando sair o resultado do prêmio, aviso por aqui.

Bonja - Paulo Ribeiro

Os doze guardiões de luz – Luiz Henrique Batista

Recortes para álbum de fotografias sem gente – Natalia Borges Polesso

O desprezível tem um sentido que você não entendeu – André Costa

A rainha está morta - Pedro Guerra

A primeira célula - Vanderlei Francisco Silva

O pentagrama de Dante - Heleusa Maria Concer

Borboleta nua – Marcos Mantovani

Café, amor e outras drogas – Pippo Pezzini

Corpos para um vitral - Ana Julia Poletto

Os meninos do Burgo e outras crônicas - Ciro Fabres Neto

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Os vencedores do Prêmio Brasília de Literatura

09 de abril de 2014 0

A organização da II Bienal do Livro e da Leitura, que começa na sexta-feira em Brasília, anunciou hoje os vencedores do Prêmio Brasília de Literatura, que vai distribuir R$ 320 mil em prêmios para oito categorias literárias — Biografia, Conto, Crônica, Infantil, Juvenil, Poesia, Romance e Reportagem.

O prêmio será entregue no dia 17, dentro da programação da Bienal. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 30 mil e o troféu, e o segundo, R$ 10 mil, além do troféu.

Confira a listagem de vencedores:

Poesia

Mirantes – Roberval Pereyer – Ed. 7 Letras

O aquário desenterrado – Samarone Lima – Ed. Confraria do Vento

Romance

O sonâmbulo amador – José Luiz Passos – Ed. Alfaguara

O peso da luz – Einstein do Ceará – Ana Miranda – Ed. Armazém da Cultura

Reportagem

Jango: A vida e morte no exílio – Juremir Machado da Silva – Ed. L&PM

As duas guerras de Vlado Herzog – Da perseguição Nazista na Europa à morte sob tortura no Brasil – Audálio Dantas – Ed. Civilização Brasileira

Infantil

Lá no fundo do peito – Mauro Martins – Ed. Aletria

A fome do lobo – Cláudia Maria de Vasconcellos – Ed. Iluminuras

Biografia

Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo – Mário Magalhães – Ed. Companhia das Letras

Getúlio 1930-1945: Do governo provisório à ditadura do Estado Novo – Lira Neto – Ed. Companhia das Letras

Crônica

Nú, de Botas – Antonio Prata – Ed. Companhia das Letras

Labirinto da Palavra – Cláudia Lage – Ed. Record

Conto

A verdadeira história do alfabeto – Noemi Jaffe – Ed. Companhia das Letras

Garimpo – Beatriz Bracher – Ed. 34

Juvenil

Marcéu – Marcos Bagno – Ed. Positivo

As gêmeas da família – Stella Maris Rezende – Ed. Globo Livros

O novo livro de Paulo Ribeiro

24 de fevereiro de 2014 0
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Atenção, leitores: já está disponível para download (gratuito!) o novo livro de Paulo Ribeiro, O Cabelo de Dalila, editado pela Belas-Letras apenas em e-book.

O escritor, professor e jornalista postou hoje no Facebook, na página do evento que criou para divulgar o romance, o link para a obra. Confere lá no Face, ou clique aqui, e prestigie a literatura feita em Caxias do Sul!

Na trama, um escritor frustrado aproveita uma manhã chuvosa para refletir sobre sua obra e sua vida, enquanto tem, deitada a seu lado, a Dalila do título, sua mulher, que ele passou a odiar.

A ideia de Paulo Ribeiro, com O Cabelo de Dalila, foi fugir um pouco do regionalismo que marcou suas obras mais recentes.

Ah: a julgar pelo número de “presenças confirmadas” no lançamento virtual — 1.218 até agora —, o livro será um sucesso!

Huxley, sempre fundamental

20 de fevereiro de 2014 0
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Quem ainda não leu Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, tem agora uma nova oportunidade de conferir esse clássico sobre um estado autoritário e controlador, publicado em 1932. O livro é uma das três obras do autor que acabam de ganhar reedição, com nova identidade visual, pela Biblioteca Azul. Os outros dois, que também têm as capas reproduzidas acima, são Contraponto e Contos Escolhidos.

Em Admirável Mundo Novo (312págs., R$ 39,90), encontramos um mundo futurístico em que tudo é controlado cientificamente, até a reprodução humana. A tecnologia e a racionalidade se tornaram a nova religião, e a ciência está acima de tudo. Uma droga consumida por todos ajuda a evitar dissidências, mas quando um dos cientistas tem contato com os moradores da Reserva Selvagem, onde ainda vivem como antigamente (inclusive têm filhos de forma natural, o que não mais acontece na nova sociedade), ele começa a questionar certos valores tidos como certos. 

Contraponto (688págs., R$ 59,90) mostra o desencontro entre as pessoas, a frieza nas relações, a dificuldade de expressão, e o mundo avassalador que incita os homens e ao mesmo tempo os afasta. O mosaico de personagens é agrupado em núcles, que vão de uma aristocracia decadente a ricos emergentes na sociedade inglesa do início do século 20. 

O terceiro livro, Contos Escolhidos  (548págs., R$ 59,90), reúne 21 contos nos quais é possível reconhecer a semente daquilo que, nos romances posteriores, iria caracterizar o típico narrador huxleyano: a crítica à afetação intelectual da elite inglesa e a exposição do tédio e do vazio de uma vida desprovida de sentido prático em tempos difíceis.

Ah: os três livros também têm versões em e-book, com preços de R$ 27,90 para Admirável… e de R$ 41,90 para cada um dos outros dois.

Resenha: 'Barba Ensopada de Sangue'

06 de fevereiro de 2014 1
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No prólogo, um jovem comenta sobre o tio que nunca conheceu, e que teria morrido no mar em Garopaba, enquanto tentava salvar um banhista. Corta para o primeiro capítulo, e um homem — que depois descobrimos ser o tal tio do rapaz do prólogo — está visitando o pai, que diz que irá se matar no dia seguinte e lhe pede que, depois, sacrifique sua cachorrinha. Enquanto tenta dissuadir o pai, este lhe conta sobre o avô que ele nunca conheceu,  e que teria sido assassinado durante uma falta de luz num baile, na mesma praia de Garopaba.

Confuso? No início, parece, mas depois que a trama de Barba Ensopada de Sangue (Companhia das Letras, 424 páginas, R$ 39,50) engrena, o leitor não consegue deixar de lado o livro escrito por Daniel Galera, e acaba vendo que, no final, a história toda é redondinha. Depois da “cena” citada acima, há outro corte, e dessa vez encontramos o tal homem, que é professor de natação, chegando em Garopaba, de mala e cuia — ou, melhor dizendo, com todas as suas coisas dentro do carro, incluindo a cadela do pai, Beta, que ele optou por não sacrificar.

Descobrimos então que o protagonista, cujo nome não aparece, decidiu deixar para trás sua Porto Alegre natal e se instalar em Garopaba para tentar descobrir o que realmente aconteceu com o avô. Praticamente sem laços — o pai morreu, a mãe tem outro marido, e ele não se dá com o irmão, que lhe roubou a namorada —, vai aos poucos se acomodando na vidinha local, apesar da desconfiança dos nativos. Estes costumam olhar atravessado, especialmente quando ele lhes pergunta sobre o avô, Gaudério.

Estranhamente, ninguém parece lembrar de Gaudério. Todos negam tê-lo conhecido, e mudam de assunto ou deixam de falar com ele quando faz seus questionamentos. Aos poucos, ele vai se conformando com a situação, embora sem desistir totalmente de descobrir a verdade. Enquanto isso, arruma emprego numa academia local e vai fazendo alguns amigos — e conquistando amores.

Essa adaptação não é muito fácil, até porque o professor/protagonista tem uma estranha condição neurológica: ele não reconhece rostos, nem mesmo o seu. Por isso, está sempre prestando atenção a algum outro detalhe das pessoas, como o cabelo, a voz, o tipo de roupa. E está sempre se desculpando, explicando que não, não estava fingindo que não viu determinada pessoa.

Entre os personagens que cruzam o seu caminho estão uma linda garçonete e seu filho, um dono de pousada meio aloucado, um homem de cabelos descoloridos, um antigo delegado, uma prostituta e a antiga namorada do avô. Se ele vai descobrir o que aconteceu com Gaudério? Talvez. Mas, antes, vai ter de descobrir quem ele próprio é…

Ah: publicado em 2012, Barba Ensopada de Sangue ganhou no ano passado o Prêmio São Paulo de Literatura, um dos principais prêmios literários do país.

Planos para 2014: Paulo Ribeiro

09 de janeiro de 2014 0
Roni Rigon, banco de dados

Roni Rigon, banco de dados

O professor, jornalista e escritor Paulo Ribeiro, natural de Bom Jesus e radicado em Caxias do Sul, planeja dois lançamentos para 2014.

O primeiro é a coletânea de poemas O Passo do Socorro, selecionada pelo Financiarte. O livro terá ilustração do próprio autor, e o lançamento deve ocorrer em março ou abril.

O segundo é a estreia dele no mundo da leitura digital: o romance O Cabelo de Dalila, que será lançado em e-book.

Resenha: 'Adormecida'

10 de junho de 2013 0

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Todo mundo conhece a história da Bela Adormecida, e muitas meninas, com certeza, já sonharam em ser acordadas pelo beijo de um príncipe encantado. Mas já pensaram como seria, de verdade, acordar depois de um século, ou mesmo depois de décadas, e encontrar o mundo totalmente mudado, além de todas as pessoas que você conheceu estarem mortas? Pois a escritora Anna Sheehan pensou, e assim nasceu Adormecida (Lua de Papel, 272 páginas, R$ 32,90).


O livro foi lançado em meados do ano passado, mas como ainda não havia falado dele por aqui resolvi fazer isso agora — até porque a releitura de contos de fada está cada vez mais na moda, vide a proliferação de filmes (e livros) do gênero.

Pois bem. Como a minha introdução acima deixa entrever, nesse livro o conto de fadas ganha tons bem mais sombrios que no original. É verdade que nele não há bruxas, mas, mesmo sem feitiços, a protagonista Rose Fitzroy dorme por mais de 60 anos. Acorda, como no conto, com um beijo, dado por Brendan, garoto que acidentalmente encontrou o tubo em que ela era mantida adormecida por um processo químico comum nos tempos em que ela vivia inicialmente.

Apesar da atração imediata que ela sente pelo rapaz, filho de uma das executivas da grande e milionária corporação fundada décadas antes pelo pai dela, Rose sente também um aperto no coração: afinal, antes de ser colocada em estase, como chama o período de sono artificial, ela já tinha o seu príncipe, Xavier. Que agora, como tudo mais que ela conhecia, não existe mais.

Durante os anos em que dormia ocorreram os Tempos Sombrios, em que grande parte da população foi dizimada pela fome e por doenças. Para piorar, o longo tempo ligada à máquina de estase a deixou fraca, e ela mal consegue andar. Na escola em que a colocam, sente-se deslocada, diferente. A paixão que sente por Brendan, mesclada às saudades de Xavier, não é correspondida, o que aumenta o seu sofrimento enquanto vai aos poucos se recuperando fisicamente.

Como ela ainda é a herdeira da UniCorp, é colocada no seu antigo apartamento, sob os cuidados de tutores nem um pouco carinhosos — afinal, apesar das seis décadas adormecidas, ela ainda tem apenas 16 anos. Seu súbito reaparecimento, depois de ser dada como morta por tanto tempo, chama a atenção da mídia, mas não só dela: uma espécie de robô assassino começa a persegui-la, tentando matá-la. Em quem ela poderá confiar?

A história, repleta de flashbacks sobre sua vida anterior, traz muitas surpresas. Lá pelos capítulos finais, o leitor pode se preparar para ficar indignado e, também, emocionado. Isso pode parecer estranho em se tratando de um conto de fadas modernizado, mas garanto: Adormecida tem questões existenciais e algumas reviravoltas que, decididamente, não estavam na história que sua mãe lhe contou…

Lançamento mundial de 'O Silêncio das Montanhas'

21 de maio de 2013 0

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É hoje o lançamento mundial de O Silêncio das Montanhas (Globo Livros, 352 páginas, R$ 39,90),  novo livro do escritor afegão Khaled Hosseini, autor de best-sellers como O Caçador de Pipas e A Cidade do Sol — só no Brasil, suas obras já venderam quase 4 milhões de exemplares.


O romance que chega hoje às livrarias traz como protagonistas os irmãos Pari e Abdullah, que moram em uma aldeia distante de Cabul, são órfãos de mãe e têm uma forte ligação desde pequenos. Assim como a fábula que abre o livro, as crianças são separadas, marcando o destino de vários personagens.

Paralelamente à trama principal, Hosseini narra a história de diversas pessoas que, de alguma forma, relacionam-se com os irmãos e sua família, sobre como cuidam uns dos outros e a forma como as escolhas que fazem ressoam através de gerações. Assim como em O Caçador de Pipas (livro que ganhará este ano edição comemorativa de 10 anos), o autor explora as maneiras como os membros sacrificam-se uns pelos outros, e muitas vezes são surpreendidos pelas ações de pessoas próximas nos momentos mais importantes.

Segundo o próprio Hosseini, o novo título “fala não somente sobre a minha própria experiência como alguém que viveu no exílio, mas também sobre a experiência de pessoas que eu conheci, especialmente os refugiados que voltaram ao Afeganistão e sobre cujas vidas tentei falar tanto como escritor quanto como representante da Organização das Nações Unidas. Espero que os leitores consigam amar os personagens de O Silêncio das Montanhas tanto quanto eu os amo”.

A história segue os personagens pelo mundo, de Cabul a Paris, de São Francisco à Grécia, numa trama que fala de vidas partidas, inocências perdidas e o amor em uma família que tenta se reencontrar.

'O Grande Gatsby' em edição bilíngue

03 de maio de 2013 1

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É fato que quando um livro vira filme — seja ele um clássico ou a febre do momento — a venda da versão impressa ganha um (bom) impulso nas livrarias. Atenta a esse fenômeno, a editora Landmark acaba de lançar uma nova e primorosa edição da obra-prima de F. Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby, em versão bilíngue português-inglês e, claro, com a capa remetendo ao filme, que tem estreia prevista para junho nos cinemas brasileiros.


Considerado um dos melhore romances de língua inglesa do século 20 e o “grande romance americano”, O Grande Gatsby descreve a vida da alta sociedade, ambientado em Nova York e no litoral de Long Island, durante o verão de 1922, com uma aguda reflexão crítica. Além de destacar uma sociedade obcecada por riqueza e status, o romance também apresenta os problemas da economia durante a Primeira Guerra Mundial, a proibição de bebidas alcoólicas, o aumento do crime organizado com o contrabando de bebidas, surgimento de novos milionários e a história de amor entre Jay Gatsby e Daisy.

Gatsby e Daisy se conhecem cinco anos antes do começo da história. Ela é uma bela jovem da Louisiana e Gatsby, um jovem oficial da marinha sem qualquer riqueza, e ambos se apaixonam. Porém, enquanto Gatsby cumpre seu dever como oficial na Primeira Guerra, Daisy se casa com o bruto, intolerante, mas milionário Tom Buchanan. Após o término da guerra, Gatsby se dedica inteiramente a reconquistar o amor de Daisy. Para isso, busca fazer fortuna a qualquer preço e promove muitas festas, na esperança de que ela compareça. A história é contada através dos olhos do amigo e vizinho onipresente de Gatsby, Nick Carraway, que mora em uma casa humilde próxima a mansão e se indaga sobre a exuberância, prepotência e falta de cultura das demais personagens.

A obra teve seis adaptações para o cinema, sendo a primeira de 1926 e a mais recente, em vias de estrear por aqui, a de Baz Luhrmann, com os atores Leonardo Dicaprio (Jay Gatsby), Carey Mulligan (Daisy Buchanan), Tobey Maguire (Nick Carraway) e Joel Edgerton (Tom Buchanan) no elenco.

A edição da Landmark vem com 224 páginas e preço de capa de R$ 30. Há ainda uma versão em e-book, por R$ 9,80.

Livros que viraram filmes: 'O Perfume'

21 de abril de 2013 0

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Zapeando pelos canais da TV, minutos atrás, vi que recém começara o filme O Perfume, baseado no famoso livro do escritor alemão Patrick Süskind. Ainda não tinha visto o filme (estou fazendo isso agora…), mas li o romance na minha adolescência, e é sempre bom ver uma boa história sair das páginas e ganhar cores e rostos. Por isso, resolvi criar essa nova “série”, Livros que Viraram Filmes – já falei de alguns casos por aqui, mas não de forma sistemática.


Para começar, é claro, vou falar de O Perfume, que, em algumas edições (e são muitas, desde o seu lançamento, em 1985), traz como subtítulo A História de um Assassino. A trama se passa na França do século 18 e é protagonizada por Jean-Baptiste Grenouille, um jovem que nasceyu com um estranho dom: seu olfato é extremamente apurado, e, antes mesmo de aprender a falar, ele já reconhece os mais diversos cheiros.

Inicialmente, ele não faz distinção entre cheiros bons de ruins, só quer sentir, sempre, novos odores. Ao mesmo tempo, ele próprio não tem cheiro. Essa combinação faz com que seja continuamente rejeitado, e ele cresce em meio ao repúdio. Após trabalhar em um curtume, tem sua habilidade percebida por um perfumista decadente, que o toma como aprendiz. Mas os perfumes que produz não são suficientes para ele.

Um dia, ele sente o odor de uma jovem, um odor tão maravilhoso que ele fica obcecado por ela, e acaba matando-a para tentar se apoderar dele. Depois disso, ele acaba cometendo uma série de assassinatos, em busca da essência perfeita.

O livro tornou-se um bestseller, vendendo 15 milhões de exemplares em 40 idiomas. Virou filme em 2006, dirigida por Tom Tykwer (o mesmo de Corra, Lola, Corra) e estrelada por Ben Whishaw. Dustin Hoffman faz o papel do perfumista que ensina Jean-Baptiste a extrair essências, que chama de “alma das coisas”.

Uma das edições mais recentes da obra no Brasil é essa da capinha ao lado, da BestBolso. Com 280 páginas, custa em média R$ 17,90 (edição de bolso).

Ah: o romance também teria inspirado algumas músicas, entre as quais Scentless Apprentice, do Nirvana – Kurt Cobain seria fã da obra de Patrick Süskind.