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Posts com a tag "romance"

Lançamento mundial de 'O Silêncio das Montanhas'

21 de maio de 2013 0

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É hoje o lançamento mundial de O Silêncio das Montanhas (Globo Livros, 352 páginas, R$ 39,90),  novo livro do escritor afegão Khaled Hosseini, autor de best-sellers como O Caçador de Pipas e A Cidade do Sol — só no Brasil, suas obras já venderam quase 4 milhões de exemplares.


O romance que chega hoje às livrarias traz como protagonistas os irmãos Pari e Abdullah, que moram em uma aldeia distante de Cabul, são órfãos de mãe e têm uma forte ligação desde pequenos. Assim como a fábula que abre o livro, as crianças são separadas, marcando o destino de vários personagens.

Paralelamente à trama principal, Hosseini narra a história de diversas pessoas que, de alguma forma, relacionam-se com os irmãos e sua família, sobre como cuidam uns dos outros e a forma como as escolhas que fazem ressoam através de gerações. Assim como em O Caçador de Pipas (livro que ganhará este ano edição comemorativa de 10 anos), o autor explora as maneiras como os membros sacrificam-se uns pelos outros, e muitas vezes são surpreendidos pelas ações de pessoas próximas nos momentos mais importantes.

Segundo o próprio Hosseini, o novo título "fala não somente sobre a minha própria experiência como alguém que viveu no exílio, mas também sobre a experiência de pessoas que eu conheci, especialmente os refugiados que voltaram ao Afeganistão e sobre cujas vidas tentei falar tanto como escritor quanto como representante da Organização das Nações Unidas. Espero que os leitores consigam amar os personagens de O Silêncio das Montanhas tanto quanto eu os amo".

A história segue os personagens pelo mundo, de Cabul a Paris, de São Francisco à Grécia, numa trama que fala de vidas partidas, inocências perdidas e o amor em uma família que tenta se reencontrar.

'O Grande Gatsby' em edição bilíngue

03 de maio de 2013 0

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É fato que quando um livro vira filme — seja ele um clássico ou a febre do momento — a venda da versão impressa ganha um (bom) impulso nas livrarias. Atenta a esse fenômeno, a editora Landmark acaba de lançar uma nova e primorosa edição da obra-prima de F. Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby, em versão bilíngue português-inglês e, claro, com a capa remetendo ao filme, que tem estreia prevista para junho nos cinemas brasileiros.


Considerado um dos melhore romances de língua inglesa do século 20 e o "grande romance americano", O Grande Gatsby descreve a vida da alta sociedade, ambientado em Nova York e no litoral de Long Island, durante o verão de 1922, com uma aguda reflexão crítica. Além de destacar uma sociedade obcecada por riqueza e status, o romance também apresenta os problemas da economia durante a Primeira Guerra Mundial, a proibição de bebidas alcoólicas, o aumento do crime organizado com o contrabando de bebidas, surgimento de novos milionários e a história de amor entre Jay Gatsby e Daisy.

Gatsby e Daisy se conhecem cinco anos antes do começo da história. Ela é uma bela jovem da Louisiana e Gatsby, um jovem oficial da marinha sem qualquer riqueza, e ambos se apaixonam. Porém, enquanto Gatsby cumpre seu dever como oficial na Primeira Guerra, Daisy se casa com o bruto, intolerante, mas milionário Tom Buchanan. Após o término da guerra, Gatsby se dedica inteiramente a reconquistar o amor de Daisy. Para isso, busca fazer fortuna a qualquer preço e promove muitas festas, na esperança de que ela compareça. A história é contada através dos olhos do amigo e vizinho onipresente de Gatsby, Nick Carraway, que mora em uma casa humilde próxima a mansão e se indaga sobre a exuberância, prepotência e falta de cultura das demais personagens.

A obra teve seis adaptações para o cinema, sendo a primeira de 1926 e a mais recente, em vias de estrear por aqui, a de Baz Luhrmann, com os atores Leonardo Dicaprio (Jay Gatsby), Carey Mulligan (Daisy Buchanan), Tobey Maguire (Nick Carraway) e Joel Edgerton (Tom Buchanan) no elenco.

A edição da Landmark vem com 224 páginas e preço de capa de R$ 30. Há ainda uma versão em e-book, por R$ 9,80.

Livros que viraram filmes: 'O Perfume'

21 de abril de 2013 0

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Zapeando pelos canais da TV, minutos atrás, vi que recém começara o filme O Perfume, baseado no famoso livro do escritor alemão Patrick Süskind. Ainda não tinha visto o filme (estou fazendo isso agora...), mas li o romance na minha adolescência, e é sempre bom ver uma boa história sair das páginas e ganhar cores e rostos. Por isso, resolvi criar essa nova "série", Livros que Viraram Filmes - já falei de alguns casos por aqui, mas não de forma sistemática.


Para começar, é claro, vou falar de O Perfume, que, em algumas edições (e são muitas, desde o seu lançamento, em 1985), traz como subtítulo A História de um Assassino. A trama se passa na França do século 18 e é protagonizada por Jean-Baptiste Grenouille, um jovem que nasceyu com um estranho dom: seu olfato é extremamente apurado, e, antes mesmo de aprender a falar, ele já reconhece os mais diversos cheiros.

Inicialmente, ele não faz distinção entre cheiros bons de ruins, só quer sentir, sempre, novos odores. Ao mesmo tempo, ele próprio não tem cheiro. Essa combinação faz com que seja continuamente rejeitado, e ele cresce em meio ao repúdio. Após trabalhar em um curtume, tem sua habilidade percebida por um perfumista decadente, que o toma como aprendiz. Mas os perfumes que produz não são suficientes para ele.

Um dia, ele sente o odor de uma jovem, um odor tão maravilhoso que ele fica obcecado por ela, e acaba matando-a para tentar se apoderar dele. Depois disso, ele acaba cometendo uma série de assassinatos, em busca da essência perfeita.

O livro tornou-se um bestseller, vendendo 15 milhões de exemplares em 40 idiomas. Virou filme em 2006, dirigida por Tom Tykwer (o mesmo de Corra, Lola, Corra) e estrelada por Ben Whishaw. Dustin Hoffman faz o papel do perfumista que ensina Jean-Baptiste a extrair essências, que chama de "alma das coisas".

Uma das edições mais recentes da obra no Brasil é essa da capinha ao lado, da BestBolso. Com 280 páginas, custa em média R$ 17,90 (edição de bolso).

Ah: o romance também teria inspirado algumas músicas, entre as quais Scentless Apprentice, do Nirvana - Kurt Cobain seria fã da obra de Patrick Süskind.

Resenha: 'Férias na Neve'

10 de abril de 2013 0

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O livro é fininho, o personagem é um menino de oito anos e o título, convidativo, Férias na Neve (Rocco, 134 páginas). Poderia até ser classificado como infantojuvenil. Mas não se engane: o livro do francês Emmanuel Carrère, lançado na França em 1995 e no Brasil em 1998, é um soco no estômago do leitor.


Já nas primeiras frases, é possível sentir uma certa tensão. "Desde então, há muito tempo, até agora, Nicolas tenta lembrar-se das últimas palavras que lhe disse o pai", escreve o autor-narrador. A seguir, o leitor fica sabendo que essa despedida deu-se na porta de um chalé onde o garoto iria passar as férias com os colegas de escola - embora tenha viajado até lá de carro, com o pai, e não no ônibus, com os outros.

Esse detalhe é o primeiro constrangimento para Nicolas, que se sente inferiorizado perante os coleguinhas. Para piorar a situação, ele esquece sua mochila no carro e só percebe quando o pai já foi embora, fazendo com que dependa do empréstimo de pijama por parte de outro garoto.

A partir daí, vamos penetrando na mente imaginativa e mórbida do menino, que, solitário em meio a um grupo barulhento, tem fantasias de acidentes, mortes e outras situações pavorosas, em que hora é a vítima, ora o sobrevivente elevado à condição de herói. Medos, desejos reprimidos e uma boa dose de crueldade infantil também permeiam as páginas.

O mais chocante da história, entretanto, não é apenas a imaginação do menino. Fatos igualmente fortes que se desenrolam ao seu redor, sem que ele os perceba completamente - ao menos, não de início. O desconforto de Nicolas passa a ser o desconforto de quem lê, e ao mesmo tempo em que se quer saber o desfecho da história, há uma certa ânsia de fugir dela.

Um livro de leitura nada fácil, mas que permite algumas reflexões. Entre elas, se realmente conhecemos os outros e, principalmente, nós mesmos.

Três lançamentos da Benvirá

21 de março de 2013 0

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A editora Benvirá, ligada ao grupo Saraiva, está lançando vários títulos. Confira três deles:


- Inveja, de Gregg Olsen: certo dia, a jovem Katelyn Berkley é encontrada morta na banheira de sua casa. Tudo indica que foi suicídio, mas duas de suas amigas não acreditam que ela seria capaz de dar fim à própria vida e resolvem investigar. Quanto mais mergulham no mundo de Katelyn, mais descobrem fatos perturbadores, que indicam que a garota pode ter sido assassinada. Com 336 páginas, o livro custa  R$ 34,90.

- A Morte de Virgílio, de Hermann Broch: nessa obra que é um marco da literatura alemã, Hermann Broch recria as dramáticas últimas dezoito horas de Virgílio, um dos maiores poetas da literatura clássica latina, nas quais ele cogita destruir a Eneida, obra de sua vida. O romance é construído com sonhos, pensamentos e falas do próprio poeta, ou seja, com um complexo fluxo de consciência, que delineia, num mosaico narrativo, seus questionamentos existenciais e estéticos. 512 páginas, R$ 49,90.

- A Vida Financeira dos Poetas, de Jess Walter: de uma hora para outra, a vida de Matt Prior torna-se uma sucessão de crises — financeira, da meia-idade, do amor desfeito, a de se confundir bens materiais com segurança e segurança com felicidade. Com dois filhos pequenos e responsável também por cuidar do pai, Matt é um sujeito de humor inabalável que precisa arranjar uma forma de ganhar a vida. E ele arranja, mas de maneira nada convencional... O livro tem 352 páginas e preço de R$ 39,90.

Resenha: "O Perfume da Folha de Limão"

04 de março de 2013 0

 

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Um casal de velhinhos, ambos com mais de 80 anos, simpáticos e prestativos. Que ameça eles podem representar? À primeira vista, nenhuma; na verdade, para Sandra -uma jovem grávida que se refugiou numa pequena cidade de praia para pensar o que fazer da vida -, os noruegueses Fredrik e Karin Christensen parecem ter caído do céu como uma resposta às suas preces.

Ela os conhece na praia, num dia em que passa mal e é socorrida por eles. Tornam-se amigos, e ela acaba indo morar com eles. Além de todo o conforto, ainda recebe um bom salário para fazer companhia a Karin e ajudá-la em pequenas tarefas, como levá-la à fisioterapia. O que mais uma futura mãe solteira e desempregada poderia querer?

No entanto, os leitores de O Perfume da Folha de Limão (editora Planeta do Brasil, 400 páginas, R$ 44,90), de Clara Sánchez, logo vão descobrir que Karin e Fred não são aquilo que eles parecem. E não só porque a velhinha se revela caprichosa e mandona. Afinal, todo idoso já foi jovem um dia. No caso dos Christensen, na juventude eles fizeram bem mais do que viver na idílica chácara na  Noruega da qual falaram a Sandra: eles estavam entre os mais fiéis seguidores de Hitler.

Sandra tem o primeiro vislumbre da verdade quando encontra Julián, outro idoso, este recém-chegado da Argentina. Sobrevivente de um campo de concentração, ele quer justiça, e acaba envolvendo-a no seu plano de vingança. Mas assim que percebe quem Fred e Karin - e também os amigos deles - são realmente, Sandra passa a correr um grave perigo...

Leituras que permanecem

30 de janeiro de 2013 2

Matthew Macfadyen e Keira Knightley numa das adaptações para as telas de 'Orgulho e Preconceito' (foto divulgação)

Neste final de janeiro, o livro Orgulho e Preconceito, da inglesa Jane Austen, completa 200 anos. Em tempos de modismos literários, que privilegiam histórias apimentadas, poderia-se pensar que um romance bem mais pudico como esse tivesse sido deixado de lado. Ledo engano: Orgulho e Preconceito ainda vende milhares de cópias — 50 mil ao ano somente no Reino Unido.


Não vou me estender falando sobre as adaptações dessa história para cinema e televisão, que ainda pipocam (quem quiser saber mais, pode ler a matéria publicada hoje no jornal Pioneiro, na página 8 do caderno Sete Dias), mas essa informação vale uma análise: será que livros que foram estouro de vendas nos últimos anos ainda serão lidos daqui a dois séculos? Ou, sem querer ir tão longe, daqui a duas décadas?

Nada contra quem lê os best-sellers do momento, também leio alguns, mas o recado é que nunca se deve esquecer dos clássicos. Se alguns livros perduram por décadas ou séculos, é porque devem ter algo a mais, uma qualidade literária que vale a pena ser conferida. E uma história que pode ser muito mais saborosa do que muitas por aí...

'Morte Súbita' estreia com boas vendas, mas atrás do fenômeno 'Cinquenta Tons de Cinza'

14 de dezembro de 2012 1

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Podem não ser números de Harry Potter, mas para o mercado brasileiro, são excelentes: Morte Súbita, o primeiro romance adulto da inglesa J.K. Rowling, vendeu 6.058 exemplares em sua primeira semana no país (3 a 9 de dezembro), ficando com o quarto lugar entre os mais vendidos de ficção, segundo o ranking do site especializado Publishnews divulgado hoje.


À frente, apenas os três volumes da saga erótica de outra escritora inglesa, E.L. James, que seguem levando às livrarias hordas de leitoras(es): foram 29.615 exemplares de Cinquenta Tons de Cinza de 3 a 9 de dezembro, além de 17.608 de Cinquenta Tons de Liberdade e outros 16.367 de Cinquenta Tons Mais Escuros. Vale lembrar que a estreia de Cinquenta Tons de Cinza no Brasil foi em agosto, e ele vem aparecendo entre os mais lidos desde então.

Aliás, nesta semana, conversando com uma livreira, ela me disse que a saga erótica merece ser louvada: está sendo lida por muita gente que jamais havia pisado antes em uma livraria.

Valter Hugo Mãe vence o Portugal Telecom

27 de novembro de 2012 0

Ana Pereira, divulgação

Valter Hugo Mãe (foto) é o grande vencedor do 10º Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa, entregue ontem à noite em São Paulo. O escritor e poeta foi agraciado com o Grande Prêmio, escolhido entre os vencedores das três categorias da edição 2012. Valter Hugo Mãe ganhou também o prêmio como melhor Romance, enquanto Dalton Trevisan venceu a categoria Conto e Nuno Ramos, a Poesia.

Nascido em Angola e radicado em Portugal, Valter Hugo Mãe foi premiado por seu último livro, A Máquina de Fazer Espanhóis, segundo título de ficção mais vendido em 2010 em Portugal. Trata-se do quarto volume de uma tetralogia formada pelos romances: O Nosso Reino (2004), O Remorso de Baltazar Serapião (2006, vencedor do Prêmio Saramago) e O Apocalipse dos Trabalhadores (2008).

O curitibano Dalton Trevisan, vencedor da categoria Conto com a obra O Anão e a Ninfeta, tem mais de 40 livros publicados, em 50 anos de carreira. Já conquistou o Prêmio Portugal Telecom em 2003, com o livro Pico na Veia, e em 2007, com a obra Macho não ganha Flor. Em 2012 o escritor foi eleito por unanimidade o vencedor do Prêmio Camões, principal reconhecimento da literatura em língua portuguesa, criada em 1988 por Brasil e Portugal. O escritor ainda venceu quatro vezes o prêmio Jabuti, entre 1960 e 2011.

Um dos mais importantes nomes da arte contemporânea brasileira, Nuno Ramos é autor de livros de contos, ficção, poesia e ensaios biográficos, e foi premiado por sua obra Junco. Formado em filosofia, o artista multimídia foi o ganhador do prêmio Portugal Telecom em 2009, com Ó. Nuno Ramos atualmente está com uma instalação no Rio de Janeiro na qual mostra diversos objetos pessoais, e outros coletados aleatoriamente, que serão todos destruídos ao final da exposição.

Os vencedores do 54º Prêmio Jabuti

19 de outubro de 2012 0

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A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, na noite de ontem, os melhores livros de 2011 nas 29 categorias laureadas pelo 54º Prêmio Jabuti, uma das mais tradicionais premiações literárias do Brasil.


O primeiro lugar na categoria romance ficou com o livro Nihonjin, de Oscar Nakasato. Não estranhe se você não conhecer o autor: esse é o seu romance de estreia, publicado graças ao fato de ele ter conquistado, há dois anos, o Prêmio Benvirá de Literatura, que premia livros inéditos com a publicação.



Ao menos um gaúcho está na lista das principais premiações, Fabrício Carpinejar, cujo livro Votupira o vento doido da esquina ficou em terceiro lugar na categoria infantil.


A última etapa do prêmio será no dia 28 de novembro, durante a cerimônia de premiação dos vencedores, quando também serão conhecidos os vencedores do Livro do Ano Ficção e Livro do Ano Não Ficção, prêmios máximos do Jabuti.


Os finalistas do Livro do Ano Ficção serão os primeiros colocados do Jabuti nas categorias romance; contos e crônicas; poesia; infantil e juvenil.


Confira os vencedores das principais categorias:


 


Categoria: Romance


1º Lugar: Nihonjin, de Oscar Nakasato (Editora Saraiva - Benvirá)


2º Lugar: Naqueles morros, depois da chuva, de Edival Lourenço (Editora Hedra)


3º Lugar: O estranho no corredor, de Chico Lopes (Editora 34)


 


Categoria: Contos e Crônicas


1º Lugar: O Destino das metáforas, de Sidney Rocha (Editora Iluminuras)


2º Lugar: O anão e a ninfeta, de Dalton Trevisan (Editora Record)


3º Lugar: O livro de Praga, de Sérgio Sant'Anna (Companhia das Letras)


 


Categoria: Infantil


1º Lugar: Benjamin: Poemas com desenhos e músicas, de Biágio D'Ángelo (Editora Melhoramentos)


2º Lugar: O herói imóvel, de Rosa Amanda Strausz (Editora Rovelle)


3º Lugar: Votupira o vento doido da esquina, de Fabrício Carpinejar (Editora SM)


 


Categoria: Juvenil


1º Lugar: A mocinha do Mercado Central, de Stella Maris Rezende (Editora Globo)


2º Lugar: A guardiã dos segredos de família, de Stella Maris Rezende (Editora SM)


3º Lugar: As memórias de Eugênia, de Marcos Bagno (Editora Positivo)


 


Categoria: Poesia


1º Lugar: Alumbramentos, de Maria Lúcia Dal Farra (Editora Iluminuras)


2º Lugar: Vesuvio, de Zulmira Ribeiro Tavares (Companhia das Letras)


3º Lugar: Roça Barroca, de Josely Vianna Baptista (Cosac & Naify)