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Comitê é criado em prol da Vila Itoupava

25 de julho de 2017 0

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Viva Vila Itoupava: esse é o nome do programa que tem como objetivo melhorar as condições de vida dos moradores e atrair turistas para o distrito mais alemão de Blumenau. Um comitê gestor foi formado e está vinculado à Secretaria Municipal de Turismo e Lazer. Caberá a ele planejar, coordenar e fiscalizar as ações.

No decreto que cria o comitê já estão estabelecidas 32 metas para o ano de 2017. Estão entre elas melhorar a sinalização turística e viária, a iluminação pública e a descentralização de serviços públicos e de projetos como o Magia de Natal.

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PM estuda projeto para prevenir ocorrências em condomínios de Blumenau

25 de julho de 2017 0

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Polícia Militar de Blumenau trabalha na elaboração de um projeto de lei municipal para tentar prevenir casos de perturbação do sossego e outras ocorrências, como tráfico de drogas, em condomínios residenciais da cidade. A ideia teve como origem os problemas em ampla escala nos conjuntos do Minha Casa Minha Vida em todo o país, e também no município, mas não ficaria restrito a eles.

Todo e qualquer condomínio está sujeito a ter a ordem pública abalada por criminosos que veem neles uma oportunidade de fortalecimento, diz o comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Jefferson Schmidt. Ele lembra que recentemente 11 pessoas foram presas num condomínio da Fortaleza Alta que não integra qualquer programa habitacional.

O principal seria mudar o foco da atuação da PM, passando da repressão para a prevenção. Não se sabe ainda como será feito. Surgiu a ideia da emissão de um Laudo de Ordem Pública individual para evitar a concentração de pessoas que podem colocar em risco a harmonia entre a vizinhança. Na Câmara Municipal tramita projeto de lei do vereador Zeca Bombeiro (SD) com esse objetivo, mas a discussão continua. Na sexta-feira representantes de entidades conheceram o projeto e contribuíram para aperfeiçoar a ideia.

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Começa obra de recuperação de rua que deslizou e está em meia pista há mais de um ano

24 de julho de 2017 0
Foto: Eraldo Schneider, divulgação PMB

Foto: Eraldo Schneider, divulgação PMB

Começaram na manhã desta segunda-feira os trabalhos de recuperação de parte da Rua Norberto Seara Heusi, no bairro Escola Agrícola, que deslizou em junho do ano passado. Os trabalhos estão sob responsabilidade do Samae e da Secretaria Municipal de Conservação e Manutenção Urbana.

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O objetivo é concluir a obra em três meses. Agora o local está passando por uma limpeza. Em seguida será feita a colocação de rochas, de gabiões e a pavimentação da rua.

Três pessoas que estavam em um carro se feriram levemente no incidente. A terra que deslizou também atingiu uma casa, que foi destruída. A família teve que deixar o local e acionou o Samae na Justiça, atribuindo o problema ao rompimento de uma tubulação de água. A autarquia diz que o deslizamento foi provocado pela água da chuva que caiu naquela noite.

Uma perícia foi feita no local. Os dados em campo já foram coletados e, por isso, a Justiça autorizou os trabalhos de reparo. Antes a prefeitura não podia consertar devido à judicialização do caso e a necessidade dessa perícia.

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"Nossa principal ideia é ocupar mais uma quadra na Curt Hering", diz organizador da Feirinha Wollstein

24 de julho de 2017 0

 

Foto: Pancho

Foto: Pancho

Há quase um ano a Feirinha da Servidão Wollstein passou por uma transição. Os criadores Fabio Wollstein, Giovanni Ramos e Leo Laps deram lugar à Microponto Produções na organização do evento. De lá para cá, algumas mudanças foram perceptíveis e a impressão que dá é que elas não vão parar tão cedo. As mais de cem barraquinhas já ocupam duas quadras do Centro de Blumenau, um domingo por mês, e atraem mais de 2 mil pessoas. Na entrevista a seguir, o promotor de eventos Diego Lottin, da Microponto, conta um pouco sobre esse processo de reestruturação e adianta novidades que estão por vir no evento que já se tornou marca registrada da cidade.

Que mudanças foram feitas neste primeiro ano?

A principal foi a aproximação com os feirantes. Desde agosto do ano passado fazemos reuniões mensais com eles. Decidimos em conjunto novas formas de divulgação da feira, por exemplo. É importante envolver o feirante para que ele consiga entender a complexidade da produção de um evento como esse. Outra mudança foi o valor da inscrição, que de R$ 20 passou gradualmente para R$ 50. Quando o sujeito pagava R$ 20, a probabilidade de ele acordar num domingo e dizer “pô, tô com preguiça e não vou” era grande. As faltas chegavam a 20%. Na última edição todos compareceram. A feira aumentou e os espaços estão sendo melhor aproveitados.

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Na estrutura, quais são as novidades?

Aumentamos a estrutura do palco, agora com tenda. A programação cultural foi diversificada. Na última edição tivemos um espetáculo do Fitub (Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau). Há uma integração com outros movimentos e também a criação do espaço Comes e Bebes, que começamos em março deste ano.

Muitos comerciantes do entorno aproveitam o movimento da feira. Como funciona essa integração?

Isso é muito recente. A gente sempre quis manter um diálogo aberto com o pessoal do comércio, lojistas e CDL. Principalmente quem ainda não nos vê com bons olhos. Muitos ainda falam “eu pago aluguel e o feirante não paga”, “eu tenho que pagar imposto e ele não paga”. A gente está fazendo um trabalho de aproximação com a CDL e o Sindilojas para que eles entendam a nossa proposta. Estimulamos a regularização. Queremos que o comércio aproveite o fluxo que está ali para vender. Eu acredito que é um fluxo que não se vê normalmente em um dia de semana.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Há uma preocupação com o mix de feirantes e atrações?

Nosso sistema de participação funciona basicamente por ordem de inscrição. Quem se inscreve primeiro, leva a vaga. A gente só não vai confirmar a participação de determinado feirante se tivermos alguma dúvida sobre o que ele está buscando revender lá. Vamos sempre prezar pela produção em pequena escala. Nós não somos apenas uma feira de artesanato. Nós somos uma feira para pequenos empreendedores. Essa diversidade é muito interessante porque ela sempre foi orgânica. Temos artesanatos dos mais variados tipos. Cerca de 60% dos nossos feirantes são de artesanato. Na última edição foram 190 inscritos e temos 75 vagas.

Não seria o caso de aumentar o espaço da feira?

É o caso. A nossa principal ideia é ocupar mais uma quadra na Rua Curt Hering. Nós já conversamos com o Seterb, que sinalizou positivamente. Hoje estamos numa fase de diálogo com os comerciantes daquela região. Queremos crescer e ter o apoio da comunidade e dos feirantes para a gente mostrar a importância que esse evento tem. A feira não é minha. Ela é uma ação da cidade.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Uma vez por mês não é pouco?

Na última edição fizemos uma pesquisa com o público. É o que a gente mais ouve. Tem que ter mais. A gente tem muita vontade de fazer até para contemplar toda essa galera que não consegue entrar, mas para isso temos que dialogar com o pessoal da redondeza. Não queremos atrapalhar. Outubro é um mês de muita movimentação na cidade e temos interesse de fazer a feira em todos os finais de semana. Quatro edições no mês para entender e aproveitar o pessoal que vem de fora.

Qual a importância da feira para a cidade?

Eu costumo dizer que é um espaço de lazer com conteúdo. As pessoas não vão para matar tempo. Elas sempre serão atingidas de alguma forma. Um artesanato novo, uma comida que lembra a da avó, um espetáculo ou uma atração local tocando composições próprias. O feedback do público é superpositivo. Sempre teremos pontos para melhorar, mas a evolução foi enorme. A comunidade gosta por ter o que fazer no domingo e por estar integrada à Rota de Lazer. Para o feirante é um espaço de geração de contatos, trabalho e renda. Movimentamos economicamente a cidade e as pessoas se encontram lá.

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Câmara de Blumenau avalia prédio do antigo Besc como sede própria

24 de julho de 2017 0
Foto: Lucas Correia

Foto: Lucas Correia

Eis que surge no radar da Câmara Municipal de Blumenau mais um imóvel que pode, quem sabe, servir de sede para o Legislativo da cidade. Trata-se do prédio do antigo Besc no alto da Rua XV de Novembro..

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O imóvel pertence ao Banco do Brasil e está ocioso desde o início do ano, segundo o vereador Alexandre Caminha (PROS) que esteve nesta seman no local. Na avaliação dele, a construção é muito boa, está bem localizada e tem um estacionamento com cerca de 80 vagas. Na próxima semana ele terá em mãos a planta baixa do imóvel. Desta forma será possível comparar a área com a da atual sede e fazer alguns estudos para uma possível ocupação.

O preço gira em torno de R$ 15 milhões. Até o fim do ano a Câmara deve ter R$ 2 milhões em caixa, que poderiam ser dados como entrada, financiando o restante com o próprio banco.

Caminha ficou especialmente interessado pela possibilidade de construir, na área do estacionamento, um edifício-garagem. A estrutura poderia atender servidores e visitantes da Câmara e da prefeitura, num possível convênio a ser firmado entre os poderes.

Outra possibilidade é fazer uma parceira público-privada para que alguém possa explorar o serviço e dar a oportunidade de estacionamento também para a comunidade em geral..

O presidente da Câmara, Marcos da Rosa (DEM), é cauteloso. Diz que esta é apenas mais uma possibilidade que pode ser estudada se de fato o imóvel for adequado. Ele garante que se houver interesse, todo e qualquer processo de aquisição terá o devido acompanhamento da comunidade, do Executivo e do Observatório Social de Blumenau (OSBlu).

— O que eu menos quero é polêmica — garante o presidente.

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Cão da PM será estrela do Discovery Channel

21 de julho de 2017 2
Foto: Polícia militar, divulgação

Foto: Polícia militar, divulgação

Na tarde de quinta-feira o soldado Steffen e o cão Brutus, do Canil do 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Blumenau, participaram de uma entrevista por videoconferência ao canal Discovery Channel World. O material será usado na produção de uma série chamada Body Cam Cops, com foco em perseguições e ocorrências policiais que chocaram o mundo. A estreia está prevista para de janeiro de 2018.

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O cão Brutus ficou internacionalmente conhecido após localizar dois assaltantes que haviam fugido pela mata logo após um assalto a uma agência dos Correios. O vídeo mostra o momento em que os policiais, com o apoio do cão Brutus, entram na mata e perseguem os rastros de um dos suspeitos, encontrando-o submerso numa área alagada e de difícil acesso. O vídeo já teve mais de 15 milhões de visualizações, considerando todas os meios que o compartilharam.

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"Cachorro motorista" alerta para infração perigosa

21 de julho de 2017 2
Foto: GMT Blumenau, divulgação

Foto: GMT Blumenau, divulgação

A foto repercutiu muito nas redes sociais, mas apesar de divertida, trata de uma situação perigosa que pode provocar graves acidentes nas estradas e ruas. É bem provável que o “cão motorista” estava no colo do condutor , que ficou na sombra.

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De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, é infração média “dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volume à esquerda ou entre braços e pernas”. Quem for flagrado ganha quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação e paga multa de R$ 130,16.

O flagrante da imagem foi feito na manhã de quinta-feira na Rua República Argentina, bairro Ponta Aguda, durante fiscalização com radar portátil feita por agente da Guarda Municipal de Trânsito de Blumenau.

Dica

Lendo o o Código de Trânsito vi que o ideal é transportar os cachorros menores em caixa de transporte apropriada, devidamente presa no cinto de segurança. Também há um cinto de segurança específico para animais que é usado junto com o cinto do carro. Se alguém tiver dúvidas, certamente pode obter boas informações com a pet shop de confiança.

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Usuários do transporte coletivo de Blumenau têm créditos bloqueados desde o fim do consórcio Siga

21 de julho de 2017 1
Foto - Artur Moser, BD,  16/11/2007

Foto – Artur Moser, BD, 16/11/2007

Pelo menos 300 usuários do transporte coletivo de Blumenau foram ao Procon no último ano e meio para reclamar de um problema nos cartões do Consórcio Siga. Eles não conseguiram usar todos os créditos que tinham depois que a concessionária deixou de prestar o serviço e a Viação Piracicabana assumiu o sistema em regime emergencial, em janeiro do ano passado. Os valores pendentes podem chegar a R$ 300 mil.

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No próximo dia 27 haverá uma reunião com representantes do Consórcio Siga, das empresas que faziam parte dele, da Viação Piracicabana e do Seterb, autarquia que fiscaliza o transporte coletivo da cidade. O objetivo é saber quem é o responsável por devolver o dinheiro aos usuários, se esse for o caso, ou por liberar os créditos que estão bloqueados no sistema.

De acordo com o assessor jurídico do Seterb, Caio Silveira, o cartão do Siga tinha um limite de crédito. Quando as recargas ultrapassavam esse valor, a diferença ficava armazenada em um servidor na nuvem (internet). A medida em que o usuário ia usando os créditos, o sistema transferia automaticamente os da nuvem para o cartão.

O problema ocorreu porque na mudança para a Piracicabana, em janeiro do ano passado, essa transferência automática foi suspensa. Empresa e prefeitura acordaram que somente os créditos do cartão seriam aceitos, e não os da nuvem.

Na prática, o Siga recebeu pelos créditos que estão na nuvem. Por isso mesmo, o presidente do Seterb, Carlos Lange, diz que caberia ao consórcio devolver o dinheiro ou liberar os créditos e pagar à BluMob o valor correspondente.

O advogado do Consórcio Siga, Antônio Carlos Marchiori, contesta. Segundo ele o consórcio devolveria o dinheiro aos usuários se a prefeitura de Blumenau, por meio do Seterb, não tivesse tomado posse e controle de todo o sistema de bilhetagem eletrônica da época. Para ele, a “dívida” foi assumida pela prefeitura a partir do momento em que ela levou a base de dados.

Se mais de 300 usuários procuraram o Procon para poder usar os créditos que estão bloqueados, é bem possível que outros tantos tenham sido prejudicados e talvez nem saibam disso. Esses R$ 300 mil calculados pelo Procon podem chegar à casa dos milhões.

Nem Seterb nem Consórcio Siga sabem dizer quanto há no tal servidor que está na nuvem, mas certamente alguém tem acesso a essa informação. E é isso que provavelmente saberemos na reunião da próxima semana.

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O que falta para começarem as obras na rodovia Jorge Lacerda

20 de julho de 2017 0

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Faz quase um mês que o governador Raimundo Colombo assinou a ordem de serviço para a revitalização da Rodovia Jorge Lacerda (SC-412) e, por enquanto, nada de obra. Nesta semana representantes do governo do Estado e da empreiteira se reuniram em Florianópolis para definir algumas estratégias. É bem possível, por exemplo, que a obra tenha duas frentes de trabalho: uma partindo da BR-101 e outra da Ponte do Vale, em Gaspar. Lembrando que o trecho a ser revitalizado é exatamente o que fica entre esses dois pontos, somando 25 quilômetros de extensão.

O secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Blumenau, Emerson Antunes, participou da reunião. Segundo ele, apesar de não haver obra no trecho, as máquinas já estão disponíveis e técnicos da empresa contratada trabalham na identificação das redes subterrâneas existentes, principalmente, no primeiro trecho perto da BR-101, que será duplicado. O objetivo é, obviamente, não provocar um incidente com a tubulação de gás ou fibra ótica, por exemplo.
Uma apresentação deve ser feita na primeira semana de agosto para explicar todos os detalhes da obra.

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Benjamin Constant ganha ciclofaixa de 90 metros

19 de julho de 2017 5
Foto: Patrick Rodrigues

Foto: Patrick Rodrigues

Não, você não leu errado. A Rua Benjamin Constant ganhou uma ciclofaixa de 90 metros. Ou seja, a partir de hoje 2,5% da extensão da principal via do bairro Escola Agrícola, que também passa pela Vila Nova, contam com espaço reservado para os ciclistas. Não se sabe quando os demais 97,5% ou 3,4 quilômetros receberão o mesmo tratamento.

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Os 90 metros de ciclofaixa foram instalados pela Cooper em frente ao novo supermercado da cooperativa. Trata-se de uma das medidas para compensar os impactos que empreendimento vai trazer ao trânsito da região.

Há anos ouço falar em ciclovia ou ciclofaixa na Benjamin Constant. Projeto a prefeitura tem, mas não evoluiu no passado graças a um abaixo-assinado liderado pelo então presidente da Associação de Moradores Jovino Cardoso Neto, hoje vereador. As assinaturas contrárias à faixa exclusiva para ciclistas foram entregues ao então prefeito Décio Lima em 2003.

Está mais do que na hora de tirar esse projeto do papel. Há espaço e necessidade. Que os 90 metros marquem o início de uma grande novidade.

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